Blade Runner 2049
Média
4,0
1582 notas

163 Críticas do usuário

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Jose G.
Jose G.

2 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 15 de outubro de 2017
Villeneuve não poderia ter feito melhor, respeitou a estória original em todos os detalhes, a sequencia é perfeita. Num cenário pós-apolitístico onde o mundo tomou tons de cinza, apresenta uma sociedade que aprendeu a sobreviver. O roteiro muito bem costurado, tomadas de cenas propositalmente lentas, não há respostas diretas. Mais uma vez o filme nos leva a refletir sobre o que nos faz humanos, no que realmente somos diferentes dos androides.

Se você é um fã dos atuais filmes de aventuras e super-heróis, talvez você não ache este filme tão prazeroso.
Alexandre M.
Alexandre M.

9 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 15 de outubro de 2017
Passaram 30 anos a história contada no primeiro filme os Replicantes são incorporados à sociedade para garantir a sobrevivência da espécie humana. Nesse mesmo tempo os Blade Runners caçam e "aposentam" os modelos antigos (Nexus 8) que estão escondidos.

K (Ryan Gosling), é um replicante criado para obedecer ordens (Nexus 9) e trabalha para o departamento de polícia de Los Angeles. Durante uma investigação, K descobre os restos mortais de Rachael que morreu durante o parto.

Rachael é uma replicante experimental (Nexus 7) do filme original. A descoberta que os replicantes podem se reproduzir pode destruir a sociedade. Por isso ele recebe a missão de destruir as evidências.

O filme todo segue a proposta estética do original. As cidades estão, ou superpopulosas, ou absolutamente abandonadas. Sempre há chuva ou neve. Os icônicos carros voadores estão presentes, assim como as propagandas holográficas.

Detalhe marcante é a relação amorosa entre o replicante K e Joi (Ana de Armas), um programa de companhia holográfico que colocam o debate de se inteligências artificiais poderiam amar, algo também explorado por Isaac Assimov, assim como os sonhos de K, e outros replicantes, que são produzidos, ou não, por Ana Stelline (Carla Juri).

Os diálogos são longos, arrastados, shakespearianos. É um filme que pode não agradar a geração nascida no começo dos anos 2000. É um filme de ação com pouquíssimas cenas de luta, nenhuma perseguição e quase nenhum tiroteio. Mais parece a máfia agindo do que filmes de ação do tipo Duro de Matar.
Conceitos como liberdade, independência e ética, são profundamente debatidos. Se replicantes podem reproduzir, seria ético que eles fossem escravos humanos?

Destaque também para a trilha sonora de Hans Zimmer (Dunkirk, Interestelar), que dá um "peso" ao filme todo.
Sergio M.
Sergio M.

1 crítica Seguir usuário

5,0
Enviada em 15 de outubro de 2017
Queria ter visto mais, no mínimo, uma vez, estava de passagem por Porto Alegre. Filme deslumbrante nas imagens, uma cinematografia muito linda, o som também fazendo coordenação, O enredo preenchendo espaços e acrescentando ao anterior. Perfeito
Benjamin A.
Benjamin A.

1 seguidor 2 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 15 de outubro de 2017
Roteiro muito bom, atuações muitos boas
algumas pessoas não entenderam que o estilo do filme é lento, denso, mesmo assim, fascinante e agoniante em algumas cenas.
Outras pessoas tbm não entenderam o foco do filme, disseram que querem transformar a franquia numa "arranca dinheiro do público", mas estão enganados. A história gira ao redor do protagonista e existem muitas coisas ao redor dele que podem ser exploradas e continuadas em outros filmes, mas não, o foco é ele, a história é do ponto de vista dele.
Por último, para aqueles que reclamam de um filme muito longo, pouco importa isso, mesmo com tantos minutos o diretor conseguiu impor o ritmo lento que constrói muito bem a trama e os personagens. Muito bem recebido pela crítica, mas que o público cai matando por ser "lento, sem graça, da sono, sem ação". Enquanto isso sai a notícia que os brasileiros, preferem ver pica-pau do que blade runner. Talvez prefiram "transformers 149", que é longo mas não é chato pq tem ação. Ta certo!
Jc V.
Jc V.

17 seguidores 60 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 16 de outubro de 2017
É um filme muito bom. Do ponto de vista técnico é impecável, com uma fotografia arrebatadora, trilha sonora perfeita e um elenco de primeira que faz este um filme certamente destacável dentre as estreias de 2017, porém deixa um gosto amargo de algo que poderia ser melhor, mas não é por pura falta de ousadia.
Todos os personagens são altamente complexos, desde a tenente responsável por K que age como uma mãe/madrasta malvada mas q no fundo se importa de verdade com o rapaz; Joi, uma inteligência artificial que nasceu pra amar e ser amada disposta à tudo por seu amo, porém triste por sua imaterialidade. Mas é justamente o fato dela não ser real que torna possível o caso amoroso com o replicante: ambos não são reais, ou melhor, o que é ser real? (uma camada a mais na discussão sobre a essência da humanidade, a corporificação do ser como parâmetro); Luv, uma filha mimada do vilão do filme, uma replicante que tal qual K caça gente de sua própria espécie, mas Luv o faz por um senso explícito de arrogância e orgulho em ser "a melhor" replicante já feita; e claro, K uma máquina com "complexo de Pinóquio" anseando por ser um menino de verdade, e que encontra em um caso policial a possibilidade de satisfazer esse sonho. É interessante como ele ao mesmo tempo tem medo e raiva de se descobrir "humano", porém se sente frustrado e triste quando essa ilusão é tirada dele. Muito profundo, pois reverbera a condição de eterna insatisfação tão típica de nossa espécie.
Cheia de citações bíblicas, como os replicantes sendo comparados aos anjos (seres sem sexo, portanto, inférteis), a história de Raquel, e as paisagens desérticas e de dilúvio típicas do velho testamento, a trama é igualmente filosófica se posta ao lado da original, porém é justamente essa semelhança, próxima à uma releitura ao invés de uma continuação, que incomoda. Novamente o tema da morte como "ponto comum" entre humanos e replicantes vem a tona ("morrer por uma causa nobre é o que há de mais humano" diz uma personagem), e esse é exatamente o mesmo discurso do filme original, embora descrito por alegorias diferentes, é óbvio. Blade Runner 2049 poderia ter ousado mais, se aprofundar em temas como a "reencarnação" através de implantes de memórias, de transumanismo, ou quem sabe até evolução expontanea. Sei lá, o céu era o limite, mas o roteiro preferiu rastejar no solo.
Claro, Deckard não poderia deixar de ser citado. Está muito diferente do personagem principal do filme original, mais deprimido e exitante que o esperado. Porém cumpre sua missão na história, destaque para o diálogo entre ele e o vilão Wallace, onde é sugerido muito sutilmente a teoria que diz que o personagem é na verdade um replicante. Uma excelente maneira de abordar o tema.
Como falei, é um filme incrível digno de se assistir várias vezes, mas não é o melhor trabalho de Dennis Villeneuve - aliás está longe disso - sendo apenas "o suficiente" pra agradar os fãs. O fato de terem preferido transformar esse filme num possível passaporte para novos longas pesa bastante. Chega à ser um desrespeito com o público fazer uma sequência 30 anos depois e agora nos deixar esperando mais 4 ou 5 anos por uma outra sequência (que pode nem acontecer).
Luiz F.
Luiz F.

4 críticas Seguir usuário

0,5
Enviada em 14 de outubro de 2017
O pior do gênero que já vi! Não valeu minha grana. Narrativa entediante mas tão entediante que não se segura com seus super efeitos especiais.
Pedro G.
Pedro G.

3 seguidores 3 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 21 de outubro de 2017
Filme lento . Devagar quase parando. Mas da para assistir. Tenho que escrever mais para dar 100 então ia dizer para comprar bastante pipoca e muita coca para não dormir!
Daniel L.
Daniel L.

2 críticas Seguir usuário

0,5
Enviada em 14 de outubro de 2017
decepção!!! com tantas possibilidades de continuidade do filme original, foi escolhida uma estória vazia , monótona, sem ação, sem suspense, cansativa, uma pena! Melhor não ter sido produzido, pois assim se manteria todo o crédito que, merecidamente o filme original havia conquistado
hcesarrio
hcesarrio

2 seguidores 14 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 13 de outubro de 2017
Filme sensacional. O enredo falho de 1982 foi totalmente conectado e bem feito agora. Agente K é a crítica perfeita do humano-replicante. Final surpreendente.
Olivia B.
Olivia B.

1 seguidor 2 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 13 de outubro de 2017
Realmente muito bom. Ficção científica bem construída, em todos os aspectos. Não é um filme "mastigado" então é melhor prestar atenção aos detalhes para depois não julgar erroneamente ou injustamente como alguns fizeram aqui. Uma ótima experiência cinematográfica em minha opinião, saí da sala aguardando ansiosamente pela sequência (da sequência rs). Mas do mesmo jeito que julgaram o primeiro longa, estão fazendo com este. É certo que ainda será preciso vê-lo algumas vezes para construir críticas melhores e ter uma melhor compreensão. Não deixe de assistir, vale a pena.
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