Blade Runner 2049
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4,0
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163 Críticas do usuário

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Nickson R.
Nickson R.

21 seguidores 11 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 7 de novembro de 2017
Filme legal, mas, MUITO lento na sua narrativa. Basicamente pra enrolar uma trama que poderia ser melhor explorada, dando espaço pra mais da cidade, ao invés da troca constante de locais no filme.
Diogo S.
Diogo S.

9 seguidores 7 críticas Seguir usuário

0,5
Enviada em 16 de outubro de 2017
Perdi meu precioso tempo assistindo este péssimo filme. Muito fraco. História fraca. Atuações fracas. Longo e cansativo.
Adriano A.
Adriano A.

6 seguidores 1 crítica Seguir usuário

2,0
Enviada em 10 de outubro de 2017
Não gostei. Filme longo, acontecimentos lentos, cansativo até dormi em alguns momentos. O que salva é a fotografia. Final muito ruim, pra não dizer fraco.
Juscelio S.
Juscelio S.

3 seguidores 12 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 11 de outubro de 2017
filme muito bem feito mas que desafia a paciência um pouco com muitas cenas "mornas".
mas vale a pena ver de novo quando sair em Blue ray...
Jc V.
Jc V.

17 seguidores 60 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 16 de outubro de 2017
É um filme muito bom. Do ponto de vista técnico é impecável, com uma fotografia arrebatadora, trilha sonora perfeita e um elenco de primeira que faz este um filme certamente destacável dentre as estreias de 2017, porém deixa um gosto amargo de algo que poderia ser melhor, mas não é por pura falta de ousadia.
Todos os personagens são altamente complexos, desde a tenente responsável por K que age como uma mãe/madrasta malvada mas q no fundo se importa de verdade com o rapaz; Joi, uma inteligência artificial que nasceu pra amar e ser amada disposta à tudo por seu amo, porém triste por sua imaterialidade. Mas é justamente o fato dela não ser real que torna possível o caso amoroso com o replicante: ambos não são reais, ou melhor, o que é ser real? (uma camada a mais na discussão sobre a essência da humanidade, a corporificação do ser como parâmetro); Luv, uma filha mimada do vilão do filme, uma replicante que tal qual K caça gente de sua própria espécie, mas Luv o faz por um senso explícito de arrogância e orgulho em ser "a melhor" replicante já feita; e claro, K uma máquina com "complexo de Pinóquio" anseando por ser um menino de verdade, e que encontra em um caso policial a possibilidade de satisfazer esse sonho. É interessante como ele ao mesmo tempo tem medo e raiva de se descobrir "humano", porém se sente frustrado e triste quando essa ilusão é tirada dele. Muito profundo, pois reverbera a condição de eterna insatisfação tão típica de nossa espécie.
Cheia de citações bíblicas, como os replicantes sendo comparados aos anjos (seres sem sexo, portanto, inférteis), a história de Raquel, e as paisagens desérticas e de dilúvio típicas do velho testamento, a trama é igualmente filosófica se posta ao lado da original, porém é justamente essa semelhança, próxima à uma releitura ao invés de uma continuação, que incomoda. Novamente o tema da morte como "ponto comum" entre humanos e replicantes vem a tona ("morrer por uma causa nobre é o que há de mais humano" diz uma personagem), e esse é exatamente o mesmo discurso do filme original, embora descrito por alegorias diferentes, é óbvio. Blade Runner 2049 poderia ter ousado mais, se aprofundar em temas como a "reencarnação" através de implantes de memórias, de transumanismo, ou quem sabe até evolução expontanea. Sei lá, o céu era o limite, mas o roteiro preferiu rastejar no solo.
Claro, Deckard não poderia deixar de ser citado. Está muito diferente do personagem principal do filme original, mais deprimido e exitante que o esperado. Porém cumpre sua missão na história, destaque para o diálogo entre ele e o vilão Wallace, onde é sugerido muito sutilmente a teoria que diz que o personagem é na verdade um replicante. Uma excelente maneira de abordar o tema.
Como falei, é um filme incrível digno de se assistir várias vezes, mas não é o melhor trabalho de Dennis Villeneuve - aliás está longe disso - sendo apenas "o suficiente" pra agradar os fãs. O fato de terem preferido transformar esse filme num possível passaporte para novos longas pesa bastante. Chega à ser um desrespeito com o público fazer uma sequência 30 anos depois e agora nos deixar esperando mais 4 ou 5 anos por uma outra sequência (que pode nem acontecer).
Alexandre M.
Alexandre M.

9 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 15 de outubro de 2017
Passaram 30 anos a história contada no primeiro filme os Replicantes são incorporados à sociedade para garantir a sobrevivência da espécie humana. Nesse mesmo tempo os Blade Runners caçam e "aposentam" os modelos antigos (Nexus 8) que estão escondidos.

K (Ryan Gosling), é um replicante criado para obedecer ordens (Nexus 9) e trabalha para o departamento de polícia de Los Angeles. Durante uma investigação, K descobre os restos mortais de Rachael que morreu durante o parto.

Rachael é uma replicante experimental (Nexus 7) do filme original. A descoberta que os replicantes podem se reproduzir pode destruir a sociedade. Por isso ele recebe a missão de destruir as evidências.

O filme todo segue a proposta estética do original. As cidades estão, ou superpopulosas, ou absolutamente abandonadas. Sempre há chuva ou neve. Os icônicos carros voadores estão presentes, assim como as propagandas holográficas.

Detalhe marcante é a relação amorosa entre o replicante K e Joi (Ana de Armas), um programa de companhia holográfico que colocam o debate de se inteligências artificiais poderiam amar, algo também explorado por Isaac Assimov, assim como os sonhos de K, e outros replicantes, que são produzidos, ou não, por Ana Stelline (Carla Juri).

Os diálogos são longos, arrastados, shakespearianos. É um filme que pode não agradar a geração nascida no começo dos anos 2000. É um filme de ação com pouquíssimas cenas de luta, nenhuma perseguição e quase nenhum tiroteio. Mais parece a máfia agindo do que filmes de ação do tipo Duro de Matar.
Conceitos como liberdade, independência e ética, são profundamente debatidos. Se replicantes podem reproduzir, seria ético que eles fossem escravos humanos?

Destaque também para a trilha sonora de Hans Zimmer (Dunkirk, Interestelar), que dá um "peso" ao filme todo.
Ursula H.
Ursula H.

5 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 23 de outubro de 2017
O filme é LINDO. O cenário, o jogo de luzes x emoções, os efeitos. Perfeito.
A esperança, os sonhos, o prazer e tudo aquilo que permeia a existência é uma réplica do que um dia foi. A dúvida é: Sendo o personagem principal uma réplica por si só, torna tudo real para ele? spoiler: E quando sua esperança de ser relevante, de ter um destino é destruída? O que resta?
W. Bernardo
W. Bernardo

6 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 22 de dezembro de 2017
Sempre quando Hollywood anuncia uma refilmagem, reboot ou sequência de um clássico do cinema como Blade Runner, as pernas de um verdadeiro cinéfilo tremem. Afinal, não foram poucas as vezes em que se assassinaram grandes histórias e personagens, em prol da extração de dinheiro fácil ao relançar um título de peso da indústria cinematográfica. Felizmente, esta sequência que chega aos cinemas com mais de 30 anos de intervalo de O Caçador de Androides, não fará ninguém, nem mesmo o fã mais ortodoxo, se decepcionar.
Por mais incrível que pareça, Blade Runner 2049 consegue ser uma continuação coerente e racional, que respeita o universo esboçado por Ridley Scott e o eleva aquele raro território onde uma sequência triunfa sobre a obra original. Sob a responsabilidade de Denis Villeneuve, um dos diretores mais visionários da atualidade, somos levados a uma história que chega aos limites da perfeição de um bom roteiro, que traz um elenco talentoso e bem alinhado com seus personagens, ótimas referências e homenagens ao longa de Scott, cenários e efeitos de grande impacto visual, e sequências de ação e emoção magníficas.
A trama principal nos apresenta à uma nova espécie de replicantes, ao qual se corrigiu os problemas apresentados pela Nexus 8. K (Ryan Gosling), é um Blade Runner que caça replicantes foragidos para a polícia de Los Angeles, que após encontrar Sapper Morton (Dave Bautista), descobre que a replicante Rachel (Sean Young) teve um filho, e que este segredo, que pode desencadear uma guerra entre replicantes e humanos, foi mantido em sigilo. Ao saber desta informação, a tenente Joshi (Robin Wright), chefe de K, o envia para investigar o paradeiro da criança que representaria um avanço significativo na escala da evolutiva genética.
Certamente, esta busca já seria suficiente para fazer a história girar, mas paralelamente, presenciamos outros enredos, que em muito acrescentam ao universo da história. Um dos mais interessantes, é o relacionamento entre K e Joi (Ana de Armas), um programa de realidade virtual que possibilita uma companhia fiel e afetuosa para o replicante. Outra narrativa é encabeçada pela também replicante Luv (Sylvia Hoeks), que tem a mesma missão de encontrar e executar a criança de Rachel, e impressiona, pela frieza e determinação em seus atos de condenação da própria espécie. E há ainda, o magnata Niander Wallace (Jared Leto), que teve papel fundamental na recriação dos replicantes e na expansão da agricultura sintética.
Todos estes personagens, direta ou indiretamente, terão no desenrolar da história um forte motivo ou incidente para estar diante do saudoso caçador de androides Rick Deckard (Harrison Ford). E quando este entra em cena, e descobrimos o que um possível encontro com a criadora de memórias Dr. Ana Stelline (Carla Juri) pode significar, temos a certeza de que assim como em 1982, a história do cinema mais uma vez foi escrita.
Kamila A.
Kamila A.

7.941 seguidores 816 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 29 de outubro de 2017
A trama de Blade Runner 2049, filme dirigido por Denis Villeneuve, se passa trinta anos após os acontecimentos retratados em Blade Runner: O Caçador de Androides, filme de Ridley Scott. Ao contrário do que foi visto no primeiro filme, quando os replicantes eram vistos como uma ameaça ao ser humano e receberam a pena de morte, após serem considerados ilegais na Terra; na continuação, os replicantes voltaram a conviver pacificamente com os humanos, na medida em que foi desenvolvida uma nova espécie mais obediente aos desejos do homem. Apesar disso, a pena de morte que foi aplicada aos replicantes mais evoluídos continua valendo.

O oficial K (Ryan Gosling) – que é um dos replicantes obedientes – começa Blade Runner 2049 com a missão de eliminar um membro de sua própria espécie. Na medida em que ele vai investigando a fundo a cena do crime, um segredo ameaça ser revelado, o que o obriga a ir em busca de Rick Deckard (Harrison Ford), que andava desaparecido há 30 anos.

O que chama a atenção em Blade Runner 2049 é a maneira como a Terra é retratada. Quase como um planeta inóspito, que evoluiu em termos da tecnologia, mas que, ao mesmo tempo, mantém intactas certas ilhas como a Deckard ocupa e que nos mostram, num lampejo, um pouco do que o nosso habitat já foi.

Da mesma forma, o filme apresenta uma visão bem interessante sobre o oficial K. Por mais que não o conheçamos profundamente, as motivações dele ao ir em busca de Deckard, além de pessoais, são fundamentais para que o roteiro escrito por Hampton Fancher e Michael Green desenvolva certas subtramas que encontram eco justamente no clássico que é o primeiro filme dessa série (mesmo que algumas delas sejam muito mal aproveitadas).

Blade Runner 2049 é mais um acerto na filmografia do diretor canadense Denis Villeneuve. O filme tem características estéticas muito marcantes, com destaque para a direção de fotografia de Roger Deakins (com a mistura de cores estouradas e cores mais frias, dependendo dos ambientes em que as cenas acontecem), a trilha sonora de Benjamin Wallfisch e Hans Zimmer, bem como o trabalho desenvolvido pela equipe de som e de efeitos visuais. Sem dúvida, uma continuação que não passa vergonha, quando comparada à obra original.
Alan David
Alan David

17.183 seguidores 685 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 10 de outubro de 2017
Não sou fã da franquia porque mesmo achando a ambientação e efeitos muito bons, ele é muito lento, nesse segundo esta mais, mesmo assim na parte técnica é quase impecável.

para critica completa veja no meu blog:

http:/ /parsageeks. blogspot .com.br /2017/10/cinema-421-blade-runner-2049 .html
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