Blade Runner 2049
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4,0
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163 Críticas do usuário

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Birovisky
Birovisky

229 seguidores 196 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 12 de janeiro de 2018
Sem espaços e na íntegra galera: h t t p s : / / rezenhando . wordpress . com /2018/01/12/rezenha-critica-blade-runner-2049/

Um dos filmes que mais aguardei o lançamento para assistir na tela do cinema e que não pude pois não veio para a região, uma lástima porque é um primor gráfico desde o primeiro segundo de filme. Me arrependo amargamente de não ter ido conferir em IMAX na cidade Ribeirão que fica à 100 Km de onde eu moro.Ah! E quem reclama de um baita filme como Blade Runner é porque tem no mínimo preguiça de pensar e espera um filme de ação e correria estilo Velozes e Furiosos (nada contra eu até assisto Velozes, mas é a pura verdade!). Confiram a “rezenha” crítica de Blade Runner 2049.

O filme se passa trinta anos após os acontecimentos do primeiro Blade Runner (não estamos nem perto do que tentaram passar no filme de 1982, felizmente. Confiram a “rezenha” crítica dele aqui) onde que durante este período ocorrem dois eventos cruciais na história e que são até comentados neste novo filme , o Blackout e a compra da Corporação Tyrell (empresa que criava os Replicantes) por Wallace (Jared Leto), para quem é fã da franquia ou quer ficar 100% inteirado antes de assistir o 2049 fica a dica de que existem três curtas oficiais que foram especialmente criados para explicar estes acontecimentos do filme e servem como introdução ao novo filme (estão no Youtube). Se você assistir 2049 sem assistir estes curtas não fará diferença, mas depois que acabei de ver o filme fui correndo assisti-los de tão pilhado que eu fiquei com o universo que revitalizaram.

O oficial K (Ryan Gosling) é um Blade Runner, ou seja, caçador de Androides e na busca incessante e fatal pelos últimos replicantes ainda fabricados pela Corporação Tyrel acaba descobrindo um segredo que pode afetar o modo como tudo é regido no mundo (isso mesmo não estou exagerando galera, na hora achei pastelão mas depois tem todo sentido).

Falar dos efeitos visuais e fotografia de Blade Runner é chover no molhado, ainda mais quando se trata da direção de Denis Villeneuve, que mesmo fazendo filmes sem alma (vide A Chegada, confiram “rezenha” aqui) nunca deixou a desejar nos quesitos técnicos seja qual foi seu projeto, não era pra menos, uma obra desta magnitude que originalmente fora dirigida nos anos 80 por um Ridley Scott ainda inspirado e que neste felizmente limita-se a produzir e roteirizar não poderia ter chamado um diretor melhor, se não fosse o canadense, seria de Christopher Nolan. Muitas cenas são memoráveis e emocionantes para quem ama essa tal de sétima arte.

Apesar da ansiedade não estava botando muita fé na história em si, afinal o filme foi vendido como se fosse mais do mesmo em sua essência, um remake e passagem de bastão disfarçado, entretanto as questões filosóficas e o desenvolvimento da obra surpreenderam-me, mostraram que o filme foi vendido ou divulgado de forma errada e que na verdade não entregaram nada no trailer, graças a Deus deixaram o melhor pro filme mesmo, ufa! Uma obra épica totalmente original sem esquecer-se de onde veio, uma aula de como se faz!

Um roteiro que desenvolve-se sem pressa e sabendo para aonde vai e quer chegar. O que me deixa mais puto é a grande maioria que fala que não gostou do filme por ser longo, porra se você vai assistir um filme e vê a duração (se isso é um pré requisito para você não gostar de filmes longos) e se depara com 165 minutos nem vai assistir então, se for usar essa desculpa que o filme não é bom. Todo mundo é livre pra gostar e odiar o que quiser e respeito quem não gostou por outros motivos, mas usar o tempo como isso chega a ser ridículo. Existem sim filmes excessivamente longos e que poderiam ser encurtados, mas a narrativa com a densidade e riqueza que criaram é impossível, como já adiantado, criaram dois curtas oficiais para não deixar o filme mais longo do que já é.

A apreensão estava pela trilha sonora que não seria do Vangelis e tanto eu como muita gente também estava apreensiva, no cinema existem vários exemplos de clássicos onde resolveram alterar a trilha sonora clássica e cagaram, mas dessa vez o dia foi salvo (ou futuro?), afinal Hans Zimmer estava no projeto e conseguiu transmitir nas diversas panorâmicas pelas cidades e cenas, ora com ação, ora extremamente dramáticas, as mesmas sensações que há trinta anos Vangelis também conseguiu. Uma tristeza injustificável e a desesperança tomando conta de nossos corações, um clima árido e pessimista que fisga os divagantes.

As discussões sobre ser ou não ser um humano e o peso de carregar a dádiva da vida foram atualizadas e são transmitidas sem ficar cansativo, você fica querendo inverter os lados das classes a todo o momento, fora outras questões abordadas durante o longa que são todas pertinentes e te fazem refletir.

Todo o elenco escolhido a dedo, Jared Leto eu achava que seria um vilão o filme todo mas ele quase nem aparece bem dizer, no entanto a intensidade do personagem e o que ele pode ainda trazer ao universo obriga a começarem PRA JÁ gravarem uma continuação e não esperarem mais trinta anos. Ryan Gosling e os demais atores (incluindo o Dave Bautista) estão excelentes, destruindo (no bom sentido) em suas respectivas atuações, conseguem trazer à tona tudo o que cada personagem representa, inclusive os sentimentos inexistentes que por exemplo replicantes teoricamente não tem.

Blade Runner 2049 poderia ter caído no famoso conto do vigário: superprodução, elenco oscarizado, super diretor transformando-se em uma bomba sem relevância alguma manchando toda a história e peso que seu anterior tinha. Só que não!

Conseguiu reinventar-se, em tempos onde a tecnologia não é novidade e não instiga o público a ficar temeroso como nos anos 80 (com exceção de Black Mirror), ainda sim traz questionamentos como a tecnologia pode ser nociva, nos distanciar do que é real como por exemplo um relacionamento. Fora isso Villeneuve deu uma aula de como respeitar uma franquia com a sua ótica e metodologia sem ficar curvando-se aos estúdios, respeitando os antigos fãs mas com uma nova história e como consequência conquistando muitos outros.

O engraçado é que a história se repetiu nos cinemas, ambos com bilheterias baixas, sendo considerados um “fracasso” financeiro, mas aí entra uma antiga discussão sobre quantidade e qualidade, também entra nessa como exemplo o filme Mãe! (confiram “rezenha” crítica e o que significa), o melhor filme de 2017 em todos aspectos também não conseguiu boa bilheteria. Será que fora o Mulher Maravilha (que além de boa bilheteria foi um filme excelente e com uma representatividade essencial) alguns outros serão lembrados e cultuados daqui alguns anos?

Iria assistir de novo? Com certeza, mas em um dia com tempo pra ficar de boa!

Minha nota é 5/5.
Gustavo B.
Gustavo B.

13 seguidores 3 críticas Seguir usuário

0,5
Enviada em 29 de outubro de 2017
Muito ruim, lento, parado. Ótimo potencial, mas foi para o lixo. O cinema esvaziou antes do fim do filme, ninguém aguentava mais
Edgar V.
Edgar V.

60 seguidores 13 críticas Seguir usuário

1,0
Enviada em 8 de outubro de 2017
Juro que fui com a melhor das intenções assistir.
pensei que o filme seria eletrizante! Posso falar uma coisa : filmes mais sonolento que já vi , história mais enrolada , vagarosa , sem ação , são quase 3 horas de puro tédio . Quase dormir umas 3x no cinema , acabou com minha noite de domingo . Queria meu dinheiro de volta , infelizmente .
leticiapascelli
leticiapascelli

8 seguidores 1 crítica Seguir usuário

2,0
Enviada em 7 de outubro de 2017
Para quem espera ação e emoção do primeiro filme desista de assistir a esse. Apesar do bom enredo o desenrolar é lento, e a expectativa constante por ação fica frustrada. O romance que se apresenta parece uma cópia superficial do filme Ella... Enfim, saí do cinema decepcionada
Wladmir G.
Wladmir G.

12 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 14 de novembro de 2017
Minha crítica é tendenciosa pois sou fã de carteirinha do primeiro Blade Runner, que talvez seja o melhor filme de todos os tempos e em minha modesta opinião o mais lindo final do cinema (na cena final do Roy: "... everything is lost in time like tears in the rain!"). Tive receio que o 2049 não fizesse justiça ao primeiro mas houve uma mais que agradável surpresa visto que este conseguiu resgatar todo o clima "noir" e sombrio do primeiro com os recursos tecnológicos atuais agigantando a obra. A maravilhosa cena de amor do primeiro entre Deckard e Rachel ganhou uma estupenda e comovente cena de amor virtual no segundo. Não é um entretenimento fácil para ser degustado pela maioria dos espectadores de hoje, infelizmente. É um filme para ser assistido como se degusta um bom vinho ou uma cerveja artesanal, sentindo as cores e os sabores ocultos e para ser lembrado por muito tempo. Uma obra-prima para marcar nossa época repleta de entretenimento fácil e descartável!
Nelson J
Nelson J

51.035 seguidores 1.978 críticas Seguir usuário

1,0
Enviada em 7 de outubro de 2017
Muita expectativa e muito dinheiro investido para resultado sofrível. Diretor de "A chegada', mantém a pegada lenta, árida e de filosofia ultra rasa sobre o que é ser humano. Usa muita tecnologia e até a incorporação "espiritual" de uma replicante por uma companheira holográfica cheia de amor para dar. Ford e Gosling em papéis constrangedores e grande desperdício do talento de Leto em papel artificial e com olhar de nuvem. Chatíssimo e sonolento. Nota: assisti com meu filho que se distraia com o celular e quando perguntei se queria ir embora, se sentiu aliviado e eu também. Aguentamos 2 horas e nem ficamos curiosos sobre o final.
Daniel D.
Daniel D.

4 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 30 de dezembro de 2017
Blade Runner 2049 é um filme que retoma um grande universo criado na década de 80, mas que sem dúvida tem identidade própria. Começa com uma breve introdução para situar a assistência e em seguida a apresentação do futuro distópico não tão distante : um mundo cinza, que constantemente caem cinzas e neve, em que grandes espaços são ocupados por lixões a céu aberto. Uma breve cena de ação introduz o policial K, um Replicante que caça outros replicantes, que encontra dois objetos raros nesse universo : Uma árvore e uma flor. O filme então se desenrola de forma primorosa, no qual o policial K, um replicante que faz muito bem seu trabalho por que não tem alma, como diz sua chefe, deixa de ser um número de série para se tornar Joe, um humano com sentimentos e memórias genuínas. Uma mistura de Táxi Driver com Pinóquio. Um elenco de peso (Harrison Ford, Ryan Gosling, Jared Leto etc) acompanhado de suas respectivas excelentes atuações incrementam ainda mais no peso do filme. Repleto de questionamentos mais introspectivos, ainda assim é um filme eletrizante e repleto de ação. Nada de mais uma sequência futurística cheia de luzes que os estúdios fazem para lucrar mais, muito menos os "cults" parados, Blade Runner 49 é, sem dúvida, o filme que você passou o ano esperando pra ver e não sabia.
André Ricardo S.
André Ricardo S.

1 seguidor 3 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 9 de outubro de 2017
Muito boa a sequência! A fotografia do filme muito bonita, o enredo e o elenco de primeira! Sou fã de ficção científica e do primeiro Blade Runner, o segundo é um sequência que continua uma história bem construída!
Filipe N.
Filipe N.

28 seguidores 52 críticas Seguir usuário

0,5
Enviada em 10 de outubro de 2017
O filme é mto longo, parado, praticamente sem ação. Não curti o roteiro e nem as atuações. Sinceramente, fiz um esforço grande para tentar gostar desse filme, mas não consegui. Um dos piores que já vi em toda a minha vida. E olha que sou mega fã de cinema e vejo praticamente todos os filmes, de todos os gêneros possíveis - do cult ao blockbuster. Tem gosto pra tudo, mas eu não perderia meu tempo com esse filme fraquíssimo. Depois não diga que não avisei. kkk
Alencar F
Alencar F

11 seguidores 8 críticas Seguir usuário

0,5
Enviada em 14 de outubro de 2017
Não gostei, sem nexo, sem suspense, sem história, há muito tempo não assistia um filme tão ruim, elenco é ótimo mas o filme em si não da, enorme com partes chatas...
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