Blade Runner 2049
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4,0
1582 notas

163 Críticas do usuário

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Enio F
Enio F

1 seguidor 16 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 11 de novembro de 2017
Obra de arte. O filme é muito longo, exige conhecimento prévio do primeiro. Porém, na minha modesta opinião, foi acertado em tudo. Filme para se ver muitas vezes.
Michel M.
Michel M.

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5,0
Enviada em 22 de outubro de 2017
Filme do ano! E um dos melhores de todos tempos! Villeneuve é magistral! O filme é lindo, impressionante! Só não sei se passa o primeiro.
Moisés S.
Moisés S.

2 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 10 de outubro de 2017
O filme é bem diferente do que foi vendido nos trailers, isso dessa vez foi bom. A trama misteriosa te prende do inicio ao fim com varias surpresas, reviravoltas. Tudo muito bem dirigido e produzido. Fazia muito tempo que eu não via um filme que quando termina fica aquela sensaçao de vazio, aquela vontade de querer mais.
Eduardo D
Eduardo D

27 seguidores 62 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 24 de outubro de 2017
Que filme senhoras e senhores! Que filme!

Ambientado em uma Califórnia futurista e noir, no ano de 2049, K (Ryan Gosling) é uma nova espécie de replicante desenvolvida e um blade runner à caça de seus pares que estão foragidos. Em uma investigação, K descobre que a replicante Rachel (Sean Young) teve um filho. Sua missão será encontrar esta criança.

É continuação de Blade Runner: O Caçador de Androides de 1982 que gerou diversas divergências entre os produtores e o Diretor Ridley Scott até se tornar um ícone do cinema e do gênero de ficção científica. Agora, Scott retorna como produtor em uma obra que tende agradar quem gosta do gênero investigativo, aos fãs e a quem busca um entretenimento mais autoral e sensorial.

Dirigido pelo sempre elogiado Denis Villeneuve (A Chegada - 2016; O Homem Duplicado -

2013 ), há de se aplaudir (em pé) seu trabalho. Além de toda parte técnica e de narrativa que abrange este trabalho, um dos maiores reconhecimentos de autonomia de um Diretor está na questão do tempo de um filme. Em B.R. 2049 são 2h44min. Em termos comerciais, um absurdo: quanto maior o tempo em minutos de um longa, menos sessões haverá por dia. Ou seja, isso já demonstra o “poder” que o Diretor conquistou dentro do estúdio. Em contrapartida ao extenso tempo, Villeneuve entrega uma obra magnífica. Enaltece a mise-en-scène com uma fotografia extraordinária, paleta de cores interessantes e cenas instigantes, que exigem uma reflexão por parte do espectador. Não é um filme pipoca para se assistir passivamente.

Ryan Gosling consegue extrair do personagem as emoções pertinentes ao que “acredita” viver. É um trabalho exigente, já que o ator utiliza poucas expressões faciais. Mesmo num rosto sem qualquer sorriso, seu drama e dúvidas são traduzidos através de um olhar expressivo que transita pela paixão, incompreensão e raiva. Com bem menos tempo em cena, mas surpreendente pela qualidade de interpretação, está a vilã Luv (Sylvia Hoeks). Da mesma forma, com poucas expressões, ela consegue passar um ar de ternura e de pura maldade. O choro dela é o retrato de uma “pessoa” fria.

Para complementar um longa com fotografia pesada e escura que reflete um mundo perdido e um ambiente hostil e noir, é imprescindível chamar o magistral compositor Hanz Zimmer. Em seu melhor trabalho desde a trilogia do Cavaleiro das Trevas, Zimmer soube dosar uma trilha bruta e que em determinadas cenas vai trazendo a tensão ao público.

A experiência (em IMAX principalmente) é incrível. Villeneuve compõe com riqueza a mise-en-scène. Muitas cores fria que retratam a frieza de um replicante e a rigidez policial, com cores quentes a fim de humanizar determinados momentos e retratar o próprio deserto. Esta ambientação é complementada com as referências do primeiro filme, o que dá maior relevância à continuação.

Há algumas cenas magníficas: em especial, a do beijo entre K com Joi (Ana de Armas) e Mariette (Mackenzie Davis). É emblemática, misturando sensualidade e humanizando o momento. Aliás a personagem de Joi além de interessante por si só, tem um grande peso dramático que ajuda a compor a história de K e é um dos elementos mais interessantes de discussão sobre o filme.

Toda esta narrativa construída por Villeneuve é acertada até o seu final. Há uma cena discrepante com o resto da obra e o subaproveitamento de Rick Deckard (Harrison Ford). Nada que desprestigie o longa, que ainda traz uma cena memorável entre Deckard e K. Depois de 35 anos de espera, Blade Runner 2049 é uma das grandes obras deste ano.
Naty A.
Naty A.

1 crítica Seguir usuário

5,0
Enviada em 17 de outubro de 2017
Show. Faz tempo que não vejo um bom filme como este. Indico. O final do filme indica que vem mais. Vamos aguardar.
Devanil F.
Devanil F.

2 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 18 de outubro de 2017
filme incrível, super recomendo!
Um dos melhores do ano!
gostaria muito de ver uma possível sequência 
Gabriel B.
Gabriel B.

1 crítica Seguir usuário

5,0
Enviada em 26 de outubro de 2017
Fantástico filme, imperdível!!!
Achei tão bom ou melhor do que o original. Superou minhas expectativas. Recomendo
Thais Trugílio D.
Thais Trugílio D.

1 crítica Seguir usuário

5,0
Enviada em 29 de outubro de 2017
À altura do primeiro! Roteiro bem amarrado. Para os fãs,muitas e muitas referências que são como um presente!!
Vi Gabriel
Vi Gabriel

5 seguidores 19 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 7 de janeiro de 2018
O BLADE RUNNER: O caçador de androides merecia um continuação, adaptou o primeiro filme com uma pegada mais "futurista" ainda. Agora sendo o protagonista spoiler: um replicante desde o começo do filme, mas, no meio do filme trazendo aquela duvida
, como o primeiro abordou bastante esse "ser ou não ser". Os atores fizeram bem o papel proposto para eles, a relação de K com a JOI foi bastante interessante e a volta de Harrison Ford nesse filme foi simples, mas, encaixo-se direito na trama. O figurino \ fotografia foram perfeitos, para os fás que estavam tanto esperando. Gostaria de uma trilogia que encaixaria muito bem, principalmente mostrando as colonias interstelares terrestres e a revolta dos replicantes.
Mário Sérgio P.Vitor
Mário Sérgio P.Vitor

96 seguidores 138 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 8 de outubro de 2017
Claro que, mais do que remeter-nos ao filme original, BLADE RUNNER 2049, tem de ser visto com os olhos de agora, contando com a tecnologia de que agora se dispõe para fazer um filme desse nível. Só não gosto de datas estabelecidas para filmes de ficção científica, isso tira um pouco da graça por talvez mostrar uma data tão próxima da atual. No mais, o filme é primoroso. Cenários perfeitos, fotografia soturna, atores corretíssimos. Adjetivos são desnecessários para façanha tão grande como a do diretor Denis Villeneuve, suceder Ridley Scott é tarefa hercúlea.
Há cenas icônicas para um filme que, a despeito de ser uma continuação, já nasce clássico. Superlativo!
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