Blade Runner, o Caçador de Andróides: Críticas - Página 2
Blade Runner, o Caçador de Andróides
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Felipe F.
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5,0
Enviada em 21 de janeiro de 2020
Obra-prima dos anos 80 e da ficção-científica, Ridley Scott extrai cada gota do gênero cyberpunk e cria cenários fantásticos, riquíssimos em detalhes. A fotografia é perfeita para o gênero, muita neblina, chuva, luzes e escuridão, assim como a trilha sonora. Os efeitos visuais são incríveis para a época e ainda para hoje, não atrapalham o desenrolar do filme. O roteiro é muito inteligente, é um pouco lento, mas, deve se dizer que não se perde tempo com cenas desnecessárias, tudo ali tem um porquê,e todas as cenas são repletas de significados. Harrison Ford tem uma atuação segura, mas quem rouba a cena é Rutger Hauer, numa atuação fantástica. No fim de tudo temos um filmaço, a obra-prima de Ridley Scott, um marco para a ficção-científica e o melhor filme do gênero cyberpunk, excelente.
O ambiente criado por Ridley Scott em uma los Angeles no ano 2019, super povoada, onde prevalesce a influencia da migração oriental, provavelmente em decorrencia da superpopulação do continente asiático e ainda a projeção de um futuro poluído pela indústria, chuva ácida, degradação do meio urbano, etc, faz deste clássico do cinema, sem dúvida, um dos melhores do gênero. Fotografia impecável, trilha sonora maravilhosa do renomado músico Vangelis e a atuação explendida do Rutger Houer, Harrison Ford e Sean Yung.
Atenção ao complemento das críticas pelos cinéficos Getúlio C., Alex D. e Beto S.
Filme de muita qualidade! Roteiro muito bom atuações conviventes, principalmente de Hauer, peca em alguns exageros de linguagem mas só, é um clássico do gênero.
de inicio nota-se a abordagem sobre a tecnologia e o egoismo humano, porem sem ação, sem emoção real ou nem mesmo uma trama que prende o filme tenta segurar vc com o suspense bobo de quem é o bebe revolucionário. tem um fim clichê com deixa para continuação. se nao estiver de bom humor e em um sofa "desconfortável", voce literalmente dorme.
Não entendo o status de clássico desse filme. Roteiro lento e monótono. Protagonista genérico. A premissa é interessantíssima, mas a execução ficou bem abaixo das minhas expectativas. A cena entre Deckard e Rachael no apartamento, que romantiza um abuso sexual, tornou o filme ainda mais intragável. A belíssima fotografia não salva o filme. Prefiro outros do gênero bem melhores como A.I - Inteligência Artificial, Minority Report e o excelente Os Doze Macacos.
o filme é lento e arrastado e tem uma narrativa que exige paciência e atenção, possui uma estética inovadora que mais tarde influenciou outras obras de ficção cientifica mundo afora, a direção de arte e os efeitos visuais são revolucionários criando um mundo imersivo e memorável, o filme não oferece respostas fáceis, explora questões complexas sobre identidade, memória, humanidade e o que significa ser vivo.
Obra-prima!!! Referência obrigatória para o gênero. Um primor. O ambiente de caos-tecnologia futurista é até agora o mais bem concebido e copiado. Trilha sonora inexcedível (Vangelis). Atuações belíssimas (Ford e Young). A versão do Diretor é a que vale ser vista (sem a narração de Deckard). Jamais a criatura tecnológica esteve tão bem conceituada diante de seu criador humano. A dica deixada pelo origami é a chave para o final (que, inexplicavelmente, ficara prejudicada na versão que inicialmente foi para a telona). Para ver, rever e rever.
Chato, complicado, monótono. Gosto de filmes de ficção científica e sou fã dos dois atores principais. No entanto, me decepcionei na primeira e nas demais vezes que tentei assistir este filme. Não entendo como este filme fez tantos fãs nesses 30 anos.
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