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Um visitante
3,5
Enviada em 6 de junho de 2023
É o único filme do diretor Régis Roinsard até o momento,e ele consegue criar toda uma ótima atmosfera de filmes da década de 50/60,lembra bastante as comédias daquela época. Déborah François cai perfeitamente a personagem principal.É uma figura doce,gentil e muito amada por todos.Bérénice Bejo aparece pouco,caberia uma participação maior.Sem contar que temos algumas ótimas referências a Audrey Hepburn e Marilyn Monroe.
A ambiciosa Rose não se contenta em ser uma mera dona de casa e decide se candidatar ao emprego de secretária de uma agência de seguros, mas o chefe exige que ela vença a competição de datilógrafa mais rápida do país para conseguir o cargo.
filme francês de 2013 que nos leva a época dos filmes antigos me fez até lembrar da época que eu fazia datilografia é um filme morno com final bem previsível mesmo assim eu gostei
Lindo filme, uma comédia romântica amável que mostra a vida na década de 60 e as aspirações das mulheres nesta época, mostra um homem que reluta em se entregar ao amor! Recomendo a todos que gostam de um bom filme francês!
Talvez o filme francês mais celebrado de 2013, "A Datilógrafa" se destaca...além de sua qualidade...exatamente por não ser um produto "made in Hollywood". Rose Pamphile arranja um emprego como secretária particular de Louis Echart...um conhecido empresário. Porém...a moça é desajeitada, tímida, e um fracasso como secretária. Mas Rose tem um dom um tanto incomum : datilografa com uma rapidez espantosa. Echart então...decide inscrevê-la em um concurso regional de datilografia, e a treina pessoalmente...visando torná-la campeã mundial. Parece bobagem...mas só assistindo para ver como "A Datilógrafa" é engraçado, leve e agradável. Débora François, que interpreta Rose...é adorável...e dona de uma graça só dela. O tipo de filme que te prende e faz com que o tempo seja simplesmente esquecido. Belo e gracioso.
Os filmes franceses,idolatram uma coisa;Trazer uma fotografia e histórias da época passada.E sempre que isso acontece no filme,o resultado é ótimo.A Datilógrafa,chega com uma história simples,e que ao mesmo tempo encanta com a personagem principal aqui pela a linda Déborah François .Que consegue se destacar em suas belas atuaçõ lado dela,vem mas um excelente elenco de apoio,com direito até de Berenice Bejó,que desde sua aparição em O Artista,ele vem fazendo bons trabalhos.
Quem não viu ainda ... veja!! ... o filme se chama "Datilografia" ... perfeito, uma soma muito agradável de comédia, ação, romance, drama ... claro q não na mesma proporção de cada componente ... impossível não se empolgar com a simplicidade e carisma do filme ... presenteado com excelente atuação dos atores e atrizes, em especial o papel da "Rose Pamphule" ... quem tiver oportunidade não pense duas vezes, risos.
O filme marca a estreia na direção de Régis Roinsard, que resgata a inocência e o charme das comédias românticas das décadas de ´50 e ´60. Embora o filme seja francês e se passe, obviamente, na França, ele lembra bem mais o tipo de comédias que Hollywood fazia ambientadas na Europa, do que, por exemplo, as típicas comédias americanas daquela época, que, na verdade não eram assim tão inocentes, cheias de diálogos com malicioso duplo sentido que muitas vezes se perdia nas legendas ou dublagens brasileiras. Nesse sentido, quem melhor resgatou o espírito deste tipo de humor foi o filme Abaixo o Amor (2003), com Renée Zellweger e Ewan McGregor A Datilógrafa é colorido e despretensioso como um passeio num parque de diversões, desde que você entenda que este passeio no parque vai dar direito a algodão-doce e umas voltas no carrossel, mas que a roda-gigante e, sobretudo, a montanha-russa não fazem parte do cardápio. Ou seja, o filme é charmoso e leve, mas faz falta alguma reviravolta ou um pouco mais de dramaticidade. Ou mesmo provocar o riso em algumas situações que estão ali, prontas para serem exploradas, como quando Rose vai morar na casa de seu chefe. Parece que o filme deu importância demais aos detalhes. A reconstituição de época - com refinados cenários e figurinos - a fotografia e mesmo os créditos de abertura do filme demonstram uma produção caprichada, que visa inegavelmente o mercado internacional. Mas embora a história da moça vinda do interior que vê sua vida mudada devido ao seu talento como "piloto" de máquina de escrever, seja simpática e agradável, o roteiro não foi bem desenvolvido, ficando tudo meio imerso num universo de nostalgia. Tudo isso pode ser plenamente desculpável sabendo que é o primeiro filme do diretor e os atores estão tão imersos em suas personagens - principalmente a atriz belga Déborah François - que A Datilógrafa, no final das contas, se revela uma deliciosa comédia de época que nos encanta apesar de suas limitações.
Adorei esse filme, muito romântico e gostoso de assistir. Simples e sem muitos gastos e malabarismos cinematográfico ou mensagens filosóficas, mas me agradou em cheio. Bem previsível mas você aguarda ansioso até o fim para que tudo dê certo e dá. Por alguns momentos você se desliga do dia a dia, do trânsito, do mal humor das pessoas, das filas e vive um conto de fadas. Aí, o filme acaba e você volta para a terra, que chato. É uma viagem. Prá que melhor que isso? Viva o cinema francês.
Assisti ao "A Datilógrafa" simplesmente para confirmar o cinema francês de nuances diversas, cativante com uma digna musicalidade e roteiro impecável. Recomendo este filme os cinéfilos, amantes do cinema e , sobretudo, aquele quem determinantemente quer arriscar-se a se apaixonar de vez pela obra magistral dos franceses representada no cinema. Estético, fino, ardiloso, excêntrico caracterizam, na minha opinião, esta excelência cinematográfica.
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