Os Fantasmas Ainda se Divertem: Beetlejuice Beetlejuice: Críticas
Os Fantasmas Ainda se Divertem: Beetlejuice Beetlejuice
Média
3,6
358 notas
59 Críticas do usuário
5
13 críticas
4
12 críticas
3
17 críticas
2
6 críticas
1
4 críticas
0
7 críticas
Organizar por
Críticas mais úteisCríticas mais recentesPor usuários que mais publicaram críticasPor usuários com mais seguidores
Filtrar por:
Tudo
Ricardo L.
63.289 seguidores
3.227 críticas
Seguir usuário
3,5
Enviada em 18 de dezembro de 2024
Tim Burton nos leva novamente a esse mundo bacana de fantasmas com uma direção de arte muito legal e um elenco muito bom, peca em querer copiar o antecessor e acaba por torná-lo nem tão inesquecível.
Filme com uma história leve e divertida, os atores estão muito bons, a história está boa mais a trama e dividida em partes que deixa ele meio perdido, a vilã está muito boa mais ela é derrotada e uma forma tosca eo final e muito corrido e apressado
Divertido, mas não supera o ícone do primeiro. Com ótimo elenco e um ágil roteiro esse consegue quase chegar ao nível anterior. As piadas são boas e o time nostálgico é exato, com ótimas referências.
Depois de décadas, Tim Burton retorna ao universo de "Os Fantasmas se Divertem" com uma aguardada sequência que traz boa parte do elenco original. Com um enorme legado nas mãos, o diretor tenta equilibrar o charme da obra original de 1988 com elementos mais contemporâneos, especialmente pela adição de Jenna Ortega, um dos nomes em ascensão no cinema atual.
A tarefa de Burton é complexa: por um lado, ele precisa satisfazer os fãs nostálgicos que carregam o filme original em seus corações, e por outro, ele deve cativar um público mais jovem, criado em um contexto cultural muito diferente. Nessa tentativa de agradar a duas gerações, o filme acaba oscilando. Quando abraça a nostalgia, especialmente nas cenas protagonizadas por Michael Keaton, a diversão é garantida. No entanto, a inserção de uma trama familiar mais densa e a abordagem de temas como a aceitação da perda quebram o ritmo e deixam o filme menos coeso.
Embora Burton ainda explore o submundo de forma interessante, o foco em fantasia, que marcou a obra original, perde espaço para o desenvolvimento da relação entre Lydia Deetz e sua filha, Astrid. A introdução de novos personagens como Jenna Ortega e Monica Bellucci não é tão impactante quanto poderia ser, com exceção de Willem Dafoe, que brilha nas poucas cenas cômicas que tem. No entanto, é Michael Keaton quem rouba a cena mais uma vez, entregando um Beetlejuice mais amadurecido, mas ainda hilário e carismático.
No fim, "Os Fantasmas Ainda se Divertem" cumpre as expectativas básicas de uma sequência, continuando a história, introduzindo novos personagens e atualizando a narrativa para o contexto atual. Contudo, o filme perde força ao tentar equilibrar nostalgia com uma abordagem contemporânea, resultando em uma experiência que pode ter quebras de ritmo e uma sensação de desequilíbrio. Para os fãs de longa data, ainda será uma viagem divertida, mas não alcança o brilho da obra original.
Sinopse: Retornamos à casa em Winter River, onde três gerações da família Deetz se unem após uma tragédia familiar inesperada.
Crítica: “Os Fantasmas Ainda se Divertem: Beetlejuice Beetlejuice” é uma encantadora e espirituosa reinvenção do clássico dos anos 80 que cativa tanto fãs de longa data quanto novas gerações. Com direção submetida a uma visão contemporânea, o filme mantém a essência original enquanto a expande de forma inteligente e divertida.
A equipe de elenco brilha, especialmente o ator que assume o icônico papel de Beetlejuice. Sua interpretação é uma mistura perfeita de excentricidade e carisma, entregando performances memoráveis que fazem o público rir e se emocionar. A nova dinâmica entre Beetlejuice e a jovem família protagonista adiciona um frescor à narrativa, explorando temas de aceitação e resiliência de maneira leve, mas impactante.
Visualmente, o filme é uma obra de arte. Os cenários são vibrantes e repletos de detalhes, transportando os espectadores para um mundo onde o sobrenatural se encontra com o cômico de forma fascinante. Os efeitos especiais, uma combinação habilidosa de práticas e digitais, criam uma atmosfera mágica que honra o legado de Tim Burton, enquanto traz algo novo à mesa.
A trilha sonora é um dos destaques, com canções originais que complementam perfeitamente a narrativa. As músicas não apenas elevam as cenas, mas também tornam-se uma extensão da expressão dos personagens, fortalecendo a conexão emocional com o público.
O roteiro é inteligente, equilibrando humor e momentos de reflexão. Embora mantenha as piadas e a irreverência do original, ele também aborda questões relevantes, como a importância da família e da aceitação, fazendo com que a história ressoe em um nível mais profundo.
Em suma, “Os Fantasmas Ainda se Divertem: Beetlejuice Beetlejuice” não é apenas uma sequência; é uma celebração do espírito do filme original, que consegue se adaptar e permanecer relevante em tempos modernos. É um deleite tanto para os fãs quanto para quem está descobrindo esse universo pela primeira vez, provando que o legado de Beetlejuice está mais vivo do que nunca.
O filme é bom, mantém as características marcantes do primeiro, só achei que o besourosuco ficou em segundo plano, a ênfase maior foi no drama entre mãe e filha. Acreditava que a vila ia causar no final do filme, parecia assustadora, porém a economizaram. O filme realmente acontece do meio para o fim e consegue divertir.
"Os Fantasmas Ainda Se Divertem" é um filme que fica ali no meio, sem ser chato, mas também longe de ser realmente bom. Ele tem alguns pontos fracos, como o ritmo irregular e certas cenas que não conseguem sustentar a proposta de comédia. A trama, que poderia ser mais envolvente, acaba se perdendo em algumas passagens, o que deixa a história um pouco previsível. No entanto, não podemos negar que há também momentos divertidos, com uma leve dose de humor e situações engraçadas que até arrancam alguns sorrisos. Os personagens são interessantes, mas faltou um pouco mais de profundidade em seus conflitos e relacionamentos. No fim, "Os Fantasmas Ainda Se Divertem" é aquele tipo de filme que não vai te decepcionar, mas também não vai te surpreender. Ele é apenas... ok. Não é incrível, mas também não é tão ruim assim.
Caso você continue navegando no AdoroCinema, você aceita o uso de cookies. Este site usa cookies para assegurar a performance de nossos serviços.
Leia nossa política de privacidade