Os Fantasmas Ainda se Divertem: Beetlejuice Beetlejuice: Críticas - Página 2
Os Fantasmas Ainda se Divertem: Beetlejuice Beetlejuice
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Diogo Maroeli Santos
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4,5
Enviada em 2 de janeiro de 2025
Peço desculpas ao fãs do original, mas esse filme dá UMA SURRA no primeiro, é melhor em literalmente tudo! Eu amei demais esse filme, diferente do 1°, a comédia funciona, o roteiro, que muitos disseram ser previsível, coisa que eu discordo muito, é muito bom e os efeitos especiais é claro que melhoraram, considerando a data que o filme foi feito. Isso tudo melhorou minha experiência em 100% e a trilha sonora impecável também. E, nesse filme, eu consegui me importar com o Beetlejuice, coisa que o primeiro não fez. Gostei da "Noiva Cadáver" desse filme kkk, achei o visual muito interessante. O único defeito é a falta de sentido em alguns elementos, presente tanto nesse filme, quanto no outro.
Nostálgico pois trouxe todas as referências do filme anterior, mas por outro lado, apesar de cenas coloridas e divertidas, muito aquém do filme de 1988. Gostei de ter visto novamente alguns atores. A inclusão da personagem Astrid Deetz não surpreende, praticamente uma Wandinha: só que chata.
Como que isso pode ser considerado um filme ?? Nada faz faz sentido , não tem história , somente besteira. Para ser ruim falta muito não percam tempo .
Ah fala serio que filme ruim aff cansativo mal feito maquiagem chata tudo chato o primeiro ate q é bonzinho mas aff o primeiro é de anos 80 pra que lançar a sequencia depois de anos nada ve ficou chaterrimo demais,nao vale a pena assistir mesmo!
Filme com uma história leve e divertida, os atores estão muito bons, a história está boa mais a trama e dividida em partes que deixa ele meio perdido, a vilã está muito boa mais ela é derrotada e uma forma tosca eo final e muito corrido e apressado
Divertido, mas não supera o ícone do primeiro. Com ótimo elenco e um ágil roteiro esse consegue quase chegar ao nível anterior. As piadas são boas e o time nostálgico é exato, com ótimas referências.
Confesso que não sou fã do primeiro filme, mas esta sequência acertaram em cheio, filme sensacional!!! Muito bom ver os personagens de volta depois de tantos anos. Este segundo filme tem uma mudança de tom, o que o deixou bem mais divertido e menos "macabro". Boa história, boa execução e bom desfecho, espero muito que tenha uma continuação. ADOREI
Depois de décadas, Tim Burton retorna ao universo de "Os Fantasmas se Divertem" com uma aguardada sequência que traz boa parte do elenco original. Com um enorme legado nas mãos, o diretor tenta equilibrar o charme da obra original de 1988 com elementos mais contemporâneos, especialmente pela adição de Jenna Ortega, um dos nomes em ascensão no cinema atual.
A tarefa de Burton é complexa: por um lado, ele precisa satisfazer os fãs nostálgicos que carregam o filme original em seus corações, e por outro, ele deve cativar um público mais jovem, criado em um contexto cultural muito diferente. Nessa tentativa de agradar a duas gerações, o filme acaba oscilando. Quando abraça a nostalgia, especialmente nas cenas protagonizadas por Michael Keaton, a diversão é garantida. No entanto, a inserção de uma trama familiar mais densa e a abordagem de temas como a aceitação da perda quebram o ritmo e deixam o filme menos coeso.
Embora Burton ainda explore o submundo de forma interessante, o foco em fantasia, que marcou a obra original, perde espaço para o desenvolvimento da relação entre Lydia Deetz e sua filha, Astrid. A introdução de novos personagens como Jenna Ortega e Monica Bellucci não é tão impactante quanto poderia ser, com exceção de Willem Dafoe, que brilha nas poucas cenas cômicas que tem. No entanto, é Michael Keaton quem rouba a cena mais uma vez, entregando um Beetlejuice mais amadurecido, mas ainda hilário e carismático.
No fim, "Os Fantasmas Ainda se Divertem" cumpre as expectativas básicas de uma sequência, continuando a história, introduzindo novos personagens e atualizando a narrativa para o contexto atual. Contudo, o filme perde força ao tentar equilibrar nostalgia com uma abordagem contemporânea, resultando em uma experiência que pode ter quebras de ritmo e uma sensação de desequilíbrio. Para os fãs de longa data, ainda será uma viagem divertida, mas não alcança o brilho da obra original.
Sinopse: Retornamos à casa em Winter River, onde três gerações da família Deetz se unem após uma tragédia familiar inesperada.
Crítica: “Os Fantasmas Ainda se Divertem: Beetlejuice Beetlejuice” é uma encantadora e espirituosa reinvenção do clássico dos anos 80 que cativa tanto fãs de longa data quanto novas gerações. Com direção submetida a uma visão contemporânea, o filme mantém a essência original enquanto a expande de forma inteligente e divertida.
A equipe de elenco brilha, especialmente o ator que assume o icônico papel de Beetlejuice. Sua interpretação é uma mistura perfeita de excentricidade e carisma, entregando performances memoráveis que fazem o público rir e se emocionar. A nova dinâmica entre Beetlejuice e a jovem família protagonista adiciona um frescor à narrativa, explorando temas de aceitação e resiliência de maneira leve, mas impactante.
Visualmente, o filme é uma obra de arte. Os cenários são vibrantes e repletos de detalhes, transportando os espectadores para um mundo onde o sobrenatural se encontra com o cômico de forma fascinante. Os efeitos especiais, uma combinação habilidosa de práticas e digitais, criam uma atmosfera mágica que honra o legado de Tim Burton, enquanto traz algo novo à mesa.
A trilha sonora é um dos destaques, com canções originais que complementam perfeitamente a narrativa. As músicas não apenas elevam as cenas, mas também tornam-se uma extensão da expressão dos personagens, fortalecendo a conexão emocional com o público.
O roteiro é inteligente, equilibrando humor e momentos de reflexão. Embora mantenha as piadas e a irreverência do original, ele também aborda questões relevantes, como a importância da família e da aceitação, fazendo com que a história ressoe em um nível mais profundo.
Em suma, “Os Fantasmas Ainda se Divertem: Beetlejuice Beetlejuice” não é apenas uma sequência; é uma celebração do espírito do filme original, que consegue se adaptar e permanecer relevante em tempos modernos. É um deleite tanto para os fãs quanto para quem está descobrindo esse universo pela primeira vez, provando que o legado de Beetlejuice está mais vivo do que nunca.
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