Vidas ao Vento
Média
4,1
227 notas

20 Críticas do usuário

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anônimo
Um visitante
3,5
Enviada em 3 de março de 2015
Pra quem conhece a carreira do diretor Hayao Miyazaki,sabe que ele valoriza muito essa forma de animação.Que contenha,sonhos ou descobertas.Vidas ao Vento,consegue unir as duas coisas.Visualmente bonito,os traços da animação encantam com facilidade quem assiste.Personagens muito bem criados,e uma trilha sonora digna dos desenhos japoneses.Acompanhamos toda a vida do pequeno Jiro.Que diariamente tem sonhos,com aviões,e tenta de qualquer forma em construí-los.Então,sai a realização do grande feito.A aventura de Jiro,é espetacular,e impressiona da forma que é conduzida.Lembra outras produções de Miyazaki,e suas caracterizações.
Patricia Y.
Patricia Y.

4 seguidores 2 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 1 de março de 2014
Vidas ao vento é um filme poético, contemplativo. Visualmente muito bonito!
mas comparado as outras obras dos estúdios Ghibli não é tão dinâmico, achei meio paradinho...
As crianças que estavam no cinema começaram a ficar, digamos, entediadas...
Quem é fã não pode perder, mas não espere um filme aventuresco.
Rodrigo V.
Rodrigo V.

5 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 5 de março de 2014
Assistir a qualquer filme do Studio Ghibli é uma redefinição do conceito de animação para qualquer pessoa que na infância é tão modelada pelos padrões "americanos".

"Vidas ao Vento" talvez seja o filme que flerte menos com a surrealidade já característica do diretor Hayao Miyazaki, e isto deve ser compreendido como uma forma dele de mostrar que nossos sonhos devem revelar uma face mais prática e objetiva do caminho a ser percorrido para serem realizados.

No início do filme não é fácil se envolver com a história do protagonista. Jiro Horikosh não possui uma personalidade turbulenta, pelo contrário, é bastante reservado. Decidido a atingir seu maior desejo, o de construir aviões, ele não nos dá muito tempo para conhecê-lo melhor ou entender seus sentimentos. Somos observadores dos seus esforços, e creio que neste detalhe comum está a maior identificação com o personagem.

Nos únicos momentos em que entramos em seus pensamentos, quando ele faz contato com seu grande inspirador, mesmo ali, podemos notar os "pés no chão" do personagem, que utiliza-se desse canal imaginativo para conversar com sua própria criatividade.

O romance que no final chega tímido e se desenrola de forma bastante singela revela o outro lado humano do engenheiro,que mesmo com "a cabeça nas alturas", tem como âncora seu coração. Desta relação surgem as melhores cenas do filme.

O último filme de Hayao Miyazaki não é o mais apaixonante, mas, com certeza, mantém o nível desse diretor que sempre em seus traços nos faz refletir de forma íntima cada personagem e cena.

Vida longa ao Studio Ghibli!
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