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Joelton Alves de Aguiar
1 crítica
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4,0
Enviada em 5 de abril de 2020
Todo mundo que conheço gostou do filme ,que não tinha pretenção de ser uma obra prima.Ora eu considero o Poneroso Chefao chato que só, minha opinião é essa. E fiz essa crítica do celular por isso não tinha cedilha
Um bom filme sobre o potencial destrutivo dos vícios. Mark Marky está bem, apesar de ser difícil comprar a ideia de vê-lo como professor de literatura, mas ele segura bem o filme e entrega uma performance centralista bem magnética, a química que ele tem com Brie Larson é ótima. O problema do filme são os diálogos super expositivos e o final piegas. Mas no geral, é um bom entretenimento, a galera aqui do site cagou total pra esse filme e também passou batido nos cinemas. Enfim, não é nada excepcional mas é um filme bem decente merece ser visto.
A trama começa razoavelmente bem, com um certo mistério em torno de como vai se desenrolar a história... e acaba aí. Existe alguma mágoa ou trauma passado na vida do protagonista interpretado pelo Mark Wahlberg que não fica claro, o que acaba fazendo com que todo o surto e drama que ele vive na trama não tenha uma base crível, assim como sua falta de escrupulos em envolver cada vez mais pessoas aleatórias nos seus problemas. Além disso, existe uma tentativa bem fraca de criar algum tipo de romance com a personagem da Brie Larson mas que falha pelo fato da construção da relação entre os dois personagens ser muito superficial e fraca.
O diretor é bom, o elenco é show de bola, já o filme cansa um pouco. E o desfecho não poderia ser mais clichê possível. A música que fecha o filme é sensacional.
O vício em jogar é tão mal quanto qualquer um químico, não atinge de imediato sua saúde, mas com a má sorte do seu lado e seus bens pagando seus débitos, a depressão pode vir à tona, sendo tarde demais para a pessoa. Fora que sem não tens dinheiro, acaba sobrando para aquela pessoa que amas, ou até mesmo a uma que sentou do seu lado e disse um oi..... Eis que o ator Mark Wahlberg deixa de ser o "hot hot hot man" para incorporar um homem viciado em roletas e o jogo blackjack (famoso vinte um) e digo, manda muito bem em sua atuação (ele sequer mostra os músculos, para decepção da mulherada, nem na cena caliente, milagres existem!). Porém Wahlberg nos entrega um personagem diferente, um que não importa em perder, um cara que parece estar perdido no mundo, sem saber lidar com quem é e sem saber o seu "eu" verdadeiro, aliás, ele é herdeiro de um dos caras mais ricos dos EUA, então o porquê de se aventurar nos caminhos perigosos do azar? A resposta é óbvia, certo? Mas será? Para mim, seu interesse em roletas, são as russas, se é que me entendes.....Bom roteiro do diretor Rupert Wyatt, que faz todo um trabalho com a boa trilha sonora interagindo com o enredo, fantástico isso! Pecou apenas em dois fatos, o primeiro que achei os credores muito pacientes (mas não se preocupe que consequências existem) e em segundo é que seu final é muuuuuito clichê!!!!! Eu não esperava tal fim, mas fazer o quê?...
Para aqueles que são viciados em apostas este filme é ótima pedida. O que não falta no mercado financeiro são viciados no “cassinão”.
É narrado a história de Jim Bennett (Mark Wahlberg) que é um professor de literatura com um vício irrefreável em apostas. spoiler: Como ele gastava tudo o que ganhava com jogo, a solução sempre era pegar empréstimos com agiotas para continuar jogando e esta mania incontrolável o coloca em apuros com gângsteres.
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