Premonição 6: Laços de Sangue
Média
3,7
428 notas

93 Críticas do usuário

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Luca
Luca

1 seguidor 5 críticas Seguir usuário

2,0
Enviada em 23 de maio de 2025
Genérico, chato, previsível e entediante. A protagonista é tosca mas pelo menos demonstrou o mínimo de inteligência, os personagens são totalmente detestáveis com exceção da Iris, da Darlene, e do Bobby. Uma das poucas coisas que eu gostei nesse filme(que por sinal, nem parece premonição, pq só temos UMA premonição num filme de 1h) é a morte dos personagens, o filme é bem fraco e não tem a mesma emoção que um filme de premonição deveria passar. 2/5 | 4/10
Gilmar JS
Gilmar JS

5 seguidores 72 críticas Seguir usuário

2,5
Enviada em 11 de julho de 2025
Mais do mesmo! Ao menos tentaram inovar colocando uma situação que não tinha acontecido até então. Como todo filme de premonição, o roteiro força muito para as deaths acontecerem, chega a ser ridículo, mas é isso aí, se você gostou dos outros filmes também irá gostar desse. O CGI também deixou muito a desejar também. As pessoas parecem que são feitas de geléia nesse filme.
Luiz Fernando S.
Luiz Fernando S.

1 seguidor 4 críticas Seguir usuário

2,0
Enviada em 19 de junho de 2025
Disparado o pior da série. Muito caricato, história totalmente desgastada, só vale a pena se encararmos como uma comédia de terror.
NerdCall
NerdCall

59 seguidores 476 críticas Seguir usuário

2,5
Enviada em 4 de agosto de 2025
Premonição 6: Laços de Sangue marca o retorno da franquia após mais de uma década longe dos cinemas, e traz um certo fôlego para a marca — seja pela boa recepção da crítica, do público ou até mesmo nas bilheteiras. Aqui, não há exatamente uma inovação nas cenas de mortes ou uma trama com grande potência emocional, mas o filme diverte ao apostar na memória e na nostalgia dos fãs. Ele entrega respostas aguardadas e abre espaço para possíveis sequências, com destaque para a melhor cena de abertura da franquia e para o impactante monólogo de Tony Todd. O filme funciona quase como um reboot, mas sem apagar o que veio antes — pelo contrário, valoriza ainda mais a construção da mitologia em torno da entidade Morte. É como se a Warner perguntasse: “Vocês ainda gostam da franquia?”, oferecendo nostalgia e respostas, mas sem se arriscar em algo realmente novo.

O sexto filme começa de forma surpreendentemente boa, com uma construção de tensão bem feita, que cresce a cada minuto. A sensação é clara: “Ok, quando vai dar tudo errado?”. A cena poderia soar apenas como uma introdução gratuita, mas ganha relevância não só dentro da própria trama como também no contexto geral da franquia. Ela oferece material interessante que parece mais pensado para os próximos filmes do que propriamente explorado aqui. A impressão é de que a principal função deste longa é preparar terreno para uma nova fase da saga — e não exatamente se sustentar de forma isolada.

Essa proposta fica evidente na forma como Premonição 6 se apoia em suas próprias referências — do clássico caminhão com toras passando pela estrada, ao trem em alta velocidade e menções e citações. O sentimento de nostalgia acompanha toda a narrativa, agradando os fãs antigos sem necessariamente afastar os novos. Com tantas conexões ao passado, somos presenteados com o marcante monólogo de Tony Todd, que retorna para finalmente revelar quem é seu personagem e encerrar sua trajetória na franquia. É o momento mais emocionante do filme — não só pela força do texto, mas também por sabermos que essa foi sua última performance antes de falecer em 2024.

Como o próprio filme sugere, Laços de Sangue gira em torno de uma família e de como a Morte pode atravessar gerações. E aqui temos, talvez, a família mais emocionalmente preparada da história do cinema para lidar com mortes bizarras e inesperadas — o luto e o impacto são praticamente nulos. Nos filmes anteriores, ainda havia algum esforço para criar laços com os personagens, algo que fazia o público torcer por eles. Agora, com esse núcleo familiar pré-montado, o roteiro nem tenta gerar envolvimento. E, honestamente, não vamos assistir pelas relações e um personagens bem desenvolvidos. Ainda assim, a forma como eles lidam com as mortes soa quase caricata, com repetições de estrutura que beiram a sátira: cena da morte, funeral, tentativa de salvar o próximo da linhagem e assim vai. Isso torna os personagens pouco envolventes e praticamente descartáveis.

Mas se esse fosse o único problema, seria algo fácil de relevar. O grande atrativo da franquia sempre foram as mortes criativas, e é aí que o filme mais decepciona. O roteiro repete a mesma fórmula em todas as cenas de morte: pequenos desajustes que levam a uma tragédia em cadeia. Mas a execução aqui é repetitiva e, a partir da quarta ou quinta morte, já não surpreende mais. A ausência da criatividade e do impacto visual, que marcaram os primeiros filmes, é sentida — seja na tensão, no choque ou no simples entretenimento.

Em resumo, Premonição 6: Laços de Sangue começa muito bem, com uma cena de abertura que considero a melhor da franquia. Ele oferece material que amarra pontas da saga e prepara terreno para novos capítulos, mas não consegue desenvolver isso dentro do próprio filme. Baseado fortemente em nostalgia e referências, o longa parece ter sido feito para agradar o fã antigo, não para se sustentar como obra isolada. Com mortes pouco inspiradas, elenco fraco e CGI digno de produção de baixo orçamento, o filme perde qualidade e ritmo rapidamente — saindo de uma abertura eletrizante para um dos finais mais fracos de todos os filmes. Pode funcionar para os fãs, mas seu valor está mais no contexto geral da franquia do que como experiência cinematográfica individual.
Fernando Minhones
Fernando Minhones

5 críticas Seguir usuário

2,0
Enviada em 21 de junho de 2025
Filme ruim, de longe o pior da franquia. O trailer é melhor do que o filme que começa com um acidente bacana mas que já aconteceu décadas atrás, serve apenas para explicar a origem do personagem de Tony Todd, nada de novo, elenco sem graça e dialógos toscos completam o filme que é pura perda de tempo.
Ricardo L.
Ricardo L.

63.289 seguidores 3.227 críticas Seguir usuário

2,5
Enviada em 18 de agosto de 2025
Mais um mais do mesmo que parece incansável dos produtores dessa franquia! Aqui até que tem um início promissor, mas logo derrapa em cenas limitadas e com um roteiro inexistente.
IUG
IUG

9 críticas Seguir usuário

2,5
Enviada em 23 de agosto de 2025
O novo capítulo da franquia, "Premonição: Laços de Sangue", chega com a promessa de revitalizar a fórmula de sucesso da Morte. Mas, infelizmente, o filme se contenta em ser uma experiência mediana, sem o impacto ou o carisma dos seus antecessores.

O maior problema do filme é que ele falha em nos fazer ter apego por qualquer personagem. O roteiro tenta introduzir um grupo de protagonistas, mas eles são tão superficiais que a gente simplesmente não se importa com quem vive ou morre. Falta carisma, falta profundidade. No fim das contas, a única coisa que nos prende é a curiosidade para ver a próxima morte criativa da Morte, e não a preocupação com a vida dos personagens.

Além disso, a partir da metade, o roteiro parece correr demais. A trama que tinha potencial para ser desenvolvida com mais calma, ganha um ritmo apressado e atropela os eventos. O terceiro ato, que deveria ser o ápice da tensão, se resolve de forma rápida, deixando a sensação de que muita coisa foi deixada de lado para chegar logo ao fim.

No geral, "Premonição: Laços de Sangue" é um filme que cumpre o básico, com algumas mortes inventivas que a gente já espera da franquia. No entanto, a falta de conexão com os personagens e o ritmo apressado do final o tornam uma continuação esquecível. É um filme para ser assistido, mas sem grandes expectativas.
kiinho18
kiinho18

1 crítica Seguir usuário

2,0
Enviada em 11 de maio de 2025
Premonição 6: Bloodlines – A Morte Já Deveria Ter Levada Essa Franquia

Sabe aquele momento em que uma franquia claramente morreu, mas algum estúdio decide praticar necromancia cinematográfica e reviver o cadáver só pra ver se ainda dá bilheteria? Pois é. Premonição 6: Bloodlines é exatamente isso. Um filme que tenta soprar vida num conceito que já entregou tudo o que tinha — e ainda insiste em se levar a sério.

A proposta inicial até parece promissora: “Vamos voltar no tempo, mostrar as origens da maldição e dar mais profundidade à Morte como entidade”. Sabe o que isso significa na prática? Mais explicações desnecessárias pra uma força que sempre funcionou melhor quando era silenciosa, misteriosa e... sem roteiro forçado por trás.

Os personagens, como sempre, são estereótipos ambulantes. Temos a garota perturbada, o amigo cético, o nerd que descobre tudo com um clique, e claro, o veterano que sabe demais e vai morrer antes de revelar o segredo. É como se tivessem pego um roteiro antigo, passado no micro-ondas, e servido de novo achando que ninguém ia perceber o gosto requentado.

Ah, e as mortes? São uma mistura de "vale um TikTok" com "não acredito que isso passou pela sala de edição". Uma delas envolve um objeto tão aleatório e uma sequência de eventos tão absurdamente forçada que eu juro que ouvi a Morte suspirar de tédio.

Tony Todd aparece de novo como William Bludworth, o eterno mensageiro do além, mas aqui... parece que ele tá ali só porque o contrato mandou. A presença dele, que antes era símbolo de mistério, agora parece mais um "Easter egg do cansaço".

No fim, Bloodlines tenta ser homenagem e reinvenção, mas acaba sendo só um lembrete de que às vezes, o melhor destino de uma franquia... é o fim.

Se a Morte é inevitável, esse filme poderia ter sido evitado.
Marcos Vinicius
Marcos Vinicius

1 crítica Seguir usuário

2,0
Enviada em 10 de agosto de 2025
Bem fraquinho, esperava minimamente mais.
Roteiro porco, as imagens parecem que são construidas por uma IA barata.
Gabriel Gomes
Gabriel Gomes

1 crítica Seguir usuário

2,0
Enviada em 25 de junho de 2025
e simplesmente horrível sem sentido nenhum, história burra, fala serio spoiler:
os personagens vão pra morte na venda da mãe deles spoiler:
filme ruim inferior ao todos os outros, sim até mesmo ao 4
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