Divertida Mente
Média
4,6
10604 notas

386 Críticas do usuário

5
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Leandro M.
Leandro M.

49 seguidores 79 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 23 de junho de 2015
O filme condiz com as críticas que li até agora. Apresenta de forma espantosamente simples e lúdica o complicado funcionamento do nosso cérebro, incluindo o processamento dos diferentes tipos de memórias e sentimentos.
Com certeza será uma importante ferramenta de ensino e também um "gancho" para discussões com as crianças sobre a importância dos diferentes sentimentos e de lidar abertamente com as emoções.

Vale menção às boas dublagens da versão brasileira. Pena que o papel da Calabresa (nojinho) não tenha muito espaço cômico. Mas a Miá se saiu muito bem como a Alegria.

Parabéns à Pixar por esse feito.
Dennys R
Dennys R

45 seguidores 198 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 16 de agosto de 2021
Assisti duas vezes pra não ser injusto em minha avaliação, mas realmente não achei uma obra-prima como a maioria.
Apenas uma boa animação.
Danny Sincerona
Danny Sincerona

45 seguidores 193 críticas Seguir usuário

2,5
Enviada em 14 de setembro de 2020
Eu não sabia muito bem o que esperar desse filme, na verdade eu nem queria assistir muito. Eu assisti mais porque as pessoas me falavam que era muito bom e tals e que eu deveria assistir.
O filme realmente não é ruim, é um filme tanto para crianças quanto para adultos, não é o melhor filme que eu já vi, mas ele é gostosinho de se assistir.
O filme tenta mostrar como funcionam os sentimentos de nós seres humanos de uma forma divertida e para isso eles criam personagem para cada sentimento que nos temos. Eu achei que eles tiveram várias falhas nisso, já que para mim isso não fez o menor sentido, já que eu não consigo me ver sendo controlados por serzinhos que moram na minha cabeça, talvez por eu acreditar em alma e tals. O filme também busca explorar mais o lado sentimental das pessoas, principalmente a tristeza e alegria, já que esses são os principais sentimentos do ser humano.
Todas as pessoas que me falaram sobre esse filme colocaram ele sobre um pedestal falando sobre o quanto ele é maravilhoso e tals. Tudo bem que eles mostram como funciona a mente humano e criaram teorias em cima disso, mas eu acredito que o ser humano vai muito mais além disso. Primeiramente eu acho que nossa mente é algo inexplicado já que em um momento estamos de bem e de repente já não estamos mais e talvez por eu acreditar em um lado mais religioso do que científico isso acabou perdendo muito da magia para mim. Eu gostei do filme porque ele é uma animação bonitinha, se for falar sobre a teoria que envolve ele e tudo isso eu já não iria concordar e acredito que isso vai de pessoa para pessoa.
Hnriq
Hnriq

41 seguidores 8 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 24 de junho de 2015
Nas manchetes de sites que falavam sobre Inside Out, dizia-se, muitas vezes: “Pixar vence a crise”. Que crise? Carros 2 pode ter sido fraco, mas Valente, apesar de diferente de tudo que o estúdio havia feito até então, é um belo filme, assim como Universidade Monstros, que a despeito de ser um prequel, algo tão usado por estúdios para fazer dinheiro fácil em suas franquias, é um filme leve, divertido e com a alma da Pixar. Eu diria que essa crise foi uma rotulação criada pela insaciável mídia, sempre em busca de frases de efeito para sensacionalizar. Rotular, aliás, é um tema debatido de forma não expositiva em Divertidamente. Por que a alegria/euforia é vendida como sendo obrigatória para todos? Seria este o único estado em que uma pessoa conseguiria viver?

Claro que é preferível viver “feliz” do que “triste”. Porém, o filme, corretamente descrito como o mais ousado e maduro da Pixar em anos, se não do estúdio como um todo, foca sua narrativa na complexidade de emoções que uma pessoa possui, e como todas elas(tristeza, felicidade, raiva...) são necessárias para o desenvolvimento da personalidade e caráter de um ser consciente. A personagem Riley é retratada na época mais áurea de sua vida, uma idade de inocência e ingenuidade, predominada pela alegria, devido a incapacidade e inexperiencia para reconhecer e encarar os problemas da vida. A menina é, quase todo o tempo, alguém alegre e extrovertida, com uma relação carinhosa com os pais, amigos e enfim, o mundo ao seu redor. Em contraponto a isso, inteligentemente, é mostrado como a emoção “chefe” de sua mãe é uma tímida tristeza, enquanto do pai é a raiva. E como podemos ver em todo decorrer da obra, nenhum dos dois está todo o tempo neste estado, é a mutualidade dos sentimentos que os compõem, assim como a todos nós.

E a partir daí, a Pixar mostra o toque de gênio que tanto acostumamos a ver em seus filmes, e baseado numa premissa instigante, constrói uma narrativa muitas vezes metafórica, que apesar de divertida para o público infantil, transmite mensagens muito mais complexas para a platéia, conteúdos inacessíveis para as inocentes crianças, assim como sua protagonista.

Ao se deparar com uma mudança radical em sua vida, a menina perde o chão, toda aquela euforia e fugor que sempre transmitia, é trocada por uma melancolia ímpar, ao paço que suas “emoções base” vão desmoronando. Porém, ao contrário do que se propaga mundialmente, a tristeza pode nos fortalecer, sendo necessária para nosso amadurecimento, e também gerar sentimentos bons, como a nostalgia, e até a saudade, que posteiormente, proporciona a alegria de encontrar o que tanto esperamos.

A forma como a película nos leva por este “road movie” psicológico sobre o crescimento mental de uma pessoa, é um deleite, um primor. A antropomorfização das personalidades é hilária, não sei sobre a dublagem original, mas a nacional foi deveras eficiente em retratar as caras e bocas que viamos em tela. A trilha sonora de Michael Giacchino, um parceiro fiel do estúdio, é linda, principalmente nas cenas melancólicas, emocionando sem soar apelativo.

Já o desing de produção merecia ser indicado a prêmios(pena esse preconceito da indústria para indicar animações para categorias mais técnicas, como a primorosa fotografia de Wall-E), e usando as palavras do crítico Thiago Siqueira, a urbanização da mente da criança é um das sacadas mais criativas que já vi, assim como a retratação dos sonhos e pesadelos.

Ao final da sessão, eu, com meus 19 anos, saí com aquele sorriso meio bobo, com uma mescla de sentimenos proporcionados a mim nos últimos 94 minutos, mais uma vez maravilhado com o que um simples estúdio me proporcionou, não apenas um belo filme de animação, mas uma bela metáfora sobre nossa vida.
Heitor S.
Heitor S.

40 seguidores 4 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 13 de outubro de 2015
Um filme excelente, super criativo e bem trabalhado! É um dos melhores filmes que a Disney Pixar lançou esse ano. Um enredo maravilhoso e cativante, prende o telespectador do início ao fim! Cheio de revira-voltas e surpresas. E como todo filme da Disney, passa uma mensagem muito legal no final do filme! O único ruim é que acaba rápido demais, deixando a gente ansioso para uma continuação.
Robert M.
Robert M.

36 seguidores 31 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 29 de junho de 2015
ótimo filme, ótimo ver como retrataram as emoções que vivemos. Um pouco ate complexo mas cheio de nuances e significados
Igor San
Igor San

34 seguidores 95 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 14 de agosto de 2019
Criativo, divertido, inteligente e muito mais, "Inside Out" é singular, e isto é ótimo. Uma das melhores animações já feitas, simplesmente uma obra-prima.
Matheus D
Matheus D

30 seguidores 31 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 26 de março de 2016
A Pixar está de volta, e esse retorno não poderia ser melhor, porque aquela boa e velha magia de seus filmes que nos pegaram em seus diversos clássicos, aquela magia voltou e com força total eu diria. Tudo em relação a este filme é genial mais vou tentar explicar pra vocês o conteúdo desta obra prima. O principal a dizer é que essa é a ideia mais criativa que a Pixar já teve e também a mais bem executada. O que eles fizeram foi criar um universo inteiro sobre como a nossa mente funciona, tudo isso através de uma menina de 11 anos chamada Riley e suas emoções primordiais : Alegria, Tristeza, Raiva, Nojinho e Raiva. A Riley é comandada pela Alegria, então a vida dela sempre foi muito feliz, até que um dia ela e a família se mudam por causa que o pai começou um emprego novo. São muitas mudanças e adaptações que essa menina tem que passar, e daí as emoções dela não sabem como vão manter ela normal como antes, daí acontece um acidente muito grave, e a Alegria e a Tristeza acabam saindo acidentalmente da cabine de controle, onde operam a mente dela, e elas vão ter que voltar rápido pra salvar a consciência da Riley. Primeiro que todas essa emoções e a Riley em si, são personagens extraordinários, e todos são dublados com extremo talento por todo o elenco de vozes, que inclui Amy Poehler, Lewis Black, Phyllis Smith, Mindy Kalling e Bill Hader, todos muito bem em suas performances. Porém o grande destaque do filme é o roteiro, ele não só é inteligente, como também bem escrito e cheio de ideias excelentes, o porquê de esquecermos algo que não queremos ou o porquê musicas horríveis grudam na nossa cabeça, são todas coisas tão complexas explicadas da maneira mais simples e eficiente possível. É claro não esqueça que como animação da Pixar, o filme tem uma mensagem muito relevante pra nossa sociedade, sobre como lidar com a depressão, e ele também emociona bastante, tanto que em momentos mais emocionantes ou os mais tristes, você vai se pegar bastante de coração partido ou até mesmo chorando, no meu caso eu chorei pra caramba mesmo, há uma cena em especial que me deixou totalmente tocado,e que se você não pelo menos se emocionar, você não tem coração, há tempos em que eu não chorava em um cinema, realmente foi muitas emoções para um filme só. Tecnicamente falando o filme é tudo que se espera dele, afinal este estúdio é sinônimo de qualidade nesse assunto, portanto os visuais são lindos, principalmente no uso de cores que representam cada momento do filme, por exemplo em momentos felizes tudo é fortemente colorido, já em momentos tristes a tons mais escuros. Os personagens são bonitos visualmente e conceito visual dos cenários é estonteante, tudo parece muito real mesmo a aparência sendo um pouco cartunesco dentro da mente da Riley. A trilha sonora é encantadora, mais uma vitória pra Michael Giacchino que já se provou em outros filmes como o mais recente "Jurassic World" ou "Up", em que venceu o Oscar. Ela é agradável de ouvir, tem melodias incríveis e ajuda ainda mais o filme na hora de emocionar o espectador. Quanto ao 3D do filme ele é bonito como em qualquer animação que tem, porém caso queira dispensá-lo não tem problema. De todos os filmes que vi em 2015, Divertida Mente não só é um dos melhores, como também foi um dos poucos em que eu tive altas expectativas, e elas não foram só superadas, eu vi um filme que não esperava ser tão marcante e profundo pra mim, eu senti tantas coisas vendo ele que é uma sensação que acho que jamais esquecerei. Por essas e outras razões eu não tenho medo de dizer que Divertida Mente é o melhor filme de toda Pixar, superando até grandes clássicos deles e se concretizando como uma das melhores animações de todos os tempos. Um clássico instantâneo que eu pretendo rever inúmeras vezes em casa, e que já considero o grande vencedor do Oscar de melhor animação de 2015 e quem sabe, até mais que isso. Não perca a oportunidade de vê-lo !
Lohanne C.
Lohanne C.

28 seguidores 24 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 27 de junho de 2015
lindo e profundo! pixar voltando com tudo... uma história pouco infantil e muito além de uma simples animação ♡
Pitacos.cinematográficos
Pitacos.cinematográficos

28 seguidores 71 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 21 de janeiro de 2016
"Divertida Mente é um bom filme, com destaque para seu roteiro cheio de boas ideias inovadoras e ousadas, em um tempo em que Hollywood tem sido mais continuísta do que nunca. Por conta de seus méritos e do prestígio de sua produtora, é favorito ao Oscar de melhor animação."

Clique no link para ler todo o pitaco.
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