Reino Escondido
Média
4,3
582 notas

36 Críticas do usuário

5
15 críticas
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Thalita Uba
Thalita Uba

66 seguidores 52 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 15 de maio de 2013
Resumindo em três palavras: Avatar para crianças. O argumento é muito parecido (criaturas fantásticas que precisam de ajuda de um humano transformado para salvar seu reino) e o deslumbre visual é quase equivalente. Não espere uma animação para adultos – a temática é bem mais voltada para o público infantil –, mas e desde quando isso é ruim, não é mesmo? O filme tem uma história bem bonitinha e trata, sim, de uns temas um tanto batidos (conflito pai x filha, salvação de um reino fantástico, etc., etc.), mas de maneira bem agradável e fluida – em outras palavras, não é cansativo. Além disso, é visualmente lindo – vale a pena ver em 3D.
Lucas R.
Lucas R.

15 seguidores 51 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 2 de junho de 2015
Visualmente lindo. Pena que o roteiro seja tão ruim. Apesar de tudo é somente legal.
Uma pena.
Ricardo M.
Ricardo M.

13.444 seguidores 697 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 19 de junho de 2016
Reino das Cores.

Embora a mais famosa franquia do Blue Sky seja A Era do Gelo, outras animações oriundas do estúdio norte americano acabam passando despercebidas, embora tenham bom potencial para divertir, como é o caso deste Reino Escondido.

Maria Catarina é uma adolescente que precisa se acertar com o pai após a morte da mãe; seu tutor paterno é o cientista Bomba, um indívíduo que sempre dedicou sua vida a investigar a existência de pequenos seres dentro de uma floresta, algo que o afastou da família e da comunidade científica. Após uma nova tentativa frustrada de entendimento, Maria é encolhida durante a fuga da rainha da floresta, desencadeando a aventura cuja participação da garota será fundamental.

A retratação do local onde os seres diminutos vivem é de cair o queixo, contendo uma vasta e variada vegetação amplamente caracterizada com formatos e cores das mais variadas possíveis. Sempre atento em mostrar, através de fotografia, quando um ambiente é do mal ou do bem, o diretor Chris Wedge entrega uma animação até condizente com o histórico de filmes em CG, com boas doses de humor e bastante agitação.

Apesar da existência de idéias mais complexas que não se desenvolvem, o REINO ESCONDIDO é um universo fantasioso que tenta mostrar-se crível, muitas vezes até consegue pela beleza de sua vastidão impecável. Possui personagens carismáticos e uma protagonista tipicamente transitando para a fase adulta que convence e prende a atenção.
Jhonathan C.
Jhonathan C.

3.325 seguidores 415 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 19 de agosto de 2013
É daquelas animações bem agradáveis, mas não muito eficaz se tratando de roteiro e história. Acredito que Reino Escondido tem uma certa relação com muitas animações, como, por exemplo, Lucas - Um Intruso no Formigueiro, mesmo se tratando de histórias bem diferentes, mas com uma moral parecida. O que diferencia Reino Escondido dos demais, é o gráfico cuidadosamente feito no filme. Ficou espetacular, e sim, é o que faz ser interessante, principalmente pelo 3D.
Jonathan G
Jonathan G

50 seguidores 92 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 20 de maio de 2013
Reino escondido é aquela animação que está mais preocupada em trazer grandes nomes, mais também não deixa de contar uma boa história. Cim um roteiro àgil e inteligente a animação peca pela superficialidade dos temas abordados ( relacionamento pai e filha, ecologia, ciência e bons hábitos ). Tudo acaba sendo mais belo esteticamente e simpática pelos personagens, somente a história que se torna rasa. Com uma trilha glamourosa e efetiso explêndidos Reino Escondido é uma lição de respeito e amor com o bem sempre vencendo o mal. Um ótimo filme para a criançada e simpatizantes da animação.
Leandro A.
Leandro A.

21 seguidores 65 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 6 de julho de 2013
Lindo 3D e uma história sem grandes surpresas, mas bem contada

Bom

Desde que foi divulgada a primeira arte conceitual de O Reino Escondido (Epic), o nome de Chris Wedge (diretor de A Era do Gelo ao lado do brasileiro Carlos Saldanha) era evidenciado para o público. Porém, há nos créditos, um outro nome que hoje é tão ou mais importante: William Joyce. Escritor de livros infantis, Joyce foi sugado para dentro de Hollywood tal qual a protagonista desta história, Maria Catarina, ou M.C. (voz original de Amanda Seyfried, com dublagem brasileira de Luisa Palomanes), como prefere ser chamada a adolescente de 17 anos que recentemente perdeu a mãe e vai tentar se reaproximar do pai, Prof. Bomba (Jason Sudeikis / Murilo Benício), um pesquisador que deixou o trabalho tomar conta de sua vida, afastando-o do mundo real.

O objeto de estudo e devoção de Bomba seria o tal reino escondido do título nacional. Com dezenas de câmeras espalhadas pela floresta ao redor de sua casa, ele tenta a todo custo provar que pequenas criaturas habitam o local. Os Homens-Folha, porém, são muito rápidos e espertos e sempre conseguem esconder sua existência. São eles que lutam diariamente para manter o equilíbrio da natureza na luta contra os Boggans, liderados por Mandrake (Christoph Waltz / Mauro Ramos).

O cenário cheio de folhas, galhos, flores, pólem e poeira é perfeito para a criação da profundidade do 3D, e as perseguições e batalhas aéreas servem para quem gosta de sentir os objetos sendo jogados na sua direção. Tudo isso vem muito bem colocado em cenários fantásticos criados pelas equipes da Blue-Sky, que já havia provado seu valor em animações como Rio e a série A Era do Gelo. Em uma das cenas mais lindas sequências, a rainha Dara (Beyoncé Knowles / Miriam Ficher) é levada até o local onde escolherá sua sucessora. O voo em uma folha é digno das animações do estúdio Ghibli, de Hayao Miyazaki.

O enredo, porém, não é tão fantástico quanto as obras do mestre japonês, muito embora esteja acima da média que se vê nas animações. Quando M.C. se cansa dos devaneios do pai e resolve voltar para a cidade, ela acaba encontrando a rainha Dara e recebe uma missão. E para cumpri-la, a jovem humana é encolhida para o tamanho dos Homens-Folha. Para protegê-la, ela tem ao seu lado o guerreiro Ronin (Colin Farrell / Daniel Boaventura) e Nod (Josh Hutcherson / Sérgio Cantú), por quem obviamente vai se apaixonar. Acompanham-na nesta viagem a lesma Mub (Aziz Ansari / Philippe Maia) e o caracol Grub (Chris O'Dowd / Marco Ribeiro), os alívios cômicos obrigatórios no cinema ocidental.

O universo de fantasia e a disputa entre o bem e o mal não são novidade, mas estão muito bem conectados e a história é muito bem contada, sem cair no discurso eco-chato que tomou de assalto o mundo. Méritos ao diretor Chris Wedge, mas também a William Joyce. É dele o livro The Leaf Men and the Brave Good Bugs, que serviu de inspiração para a trama. Joyce, que ganhou em 2012 o Oscar de Melhor Curta-Metragem Animado, por The Fantastic Flying Books of Mr. Morris Lessmore, também assina o roteiro (ao lado de outras quatro pessoas) e é produtor-executivo. E são dele também o livro e a produção de A Origem dos Guardiões, grande sucesso do final do ano passado. O Reino Encantado serve para recolocar Wedge no mapa das boas animações, depois da decepção chamada Robôs, e também para fincar de vez o nome de Joyce entre um dos mais importantes do cenário atual
Daniele K.
Daniele K.

12 seguidores 3 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 19 de dezembro de 2013
Reino escondido é um desenho animado interessante, mas com um pouquinho de suspense. nao sabemos que ha de acontecer no fim, assim o torna mais diferente.
Danyel M.
Danyel M.

111 seguidores 4 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 13 de agosto de 2013
Lindo... mas é um avatar...
Ele peca em colocar coringuinhas carimbados como as lesmas e a crise de identidade.
Podiam pelo menos mudar o final e fazer ela e o pai ficarem pequenos.
Leo R.
Leo R.

10 seguidores 5 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 13 de junho de 2013
Um filme que se diziam "Épico" , não trouxe para os espectadores o que relamente propunham.
Fica no ar aquela sensação que você já tinha visto aquilo em algum lugar, momentos recheados de clichês texto pouco explorado , e sem muita profundidade condizente ao enrredo.
Mais devo ressaltar ao capricho dos efeitos visuais, tinham um ótimo material mais não souberam modela lo, para se tornar um filme "Épico".
Rogério S.
Rogério S.

15 seguidores 1 crítica Seguir usuário

3,5
Enviada em 23 de maio de 2013
Só comentar sobre a dublagem do Murilo Benicio... Curto o cara, mas a dublagem neste personagem não ficou legal pra mim... Mas, no geral, fiquei encantado.
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