Reino Escondido
Média
4,3
581 notas

36 Críticas do usuário

5
15 críticas
4
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Jonathan G
Jonathan G

50 seguidores 92 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 20 de maio de 2013
Reino escondido é aquela animação que está mais preocupada em trazer grandes nomes, mais também não deixa de contar uma boa história. Cim um roteiro àgil e inteligente a animação peca pela superficialidade dos temas abordados ( relacionamento pai e filha, ecologia, ciência e bons hábitos ). Tudo acaba sendo mais belo esteticamente e simpática pelos personagens, somente a história que se torna rasa. Com uma trilha glamourosa e efetiso explêndidos Reino Escondido é uma lição de respeito e amor com o bem sempre vencendo o mal. Um ótimo filme para a criançada e simpatizantes da animação.
Camilla M.
Camilla M.

685 seguidores 253 críticas Seguir usuário

2,5
Enviada em 12 de outubro de 2014
É regular indo para o legal. Não achei muita coisa interessante mas é divertidinho.
Leandro A.
Leandro A.

21 seguidores 65 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 6 de julho de 2013
Lindo 3D e uma história sem grandes surpresas, mas bem contada

Bom

Desde que foi divulgada a primeira arte conceitual de O Reino Escondido (Epic), o nome de Chris Wedge (diretor de A Era do Gelo ao lado do brasileiro Carlos Saldanha) era evidenciado para o público. Porém, há nos créditos, um outro nome que hoje é tão ou mais importante: William Joyce. Escritor de livros infantis, Joyce foi sugado para dentro de Hollywood tal qual a protagonista desta história, Maria Catarina, ou M.C. (voz original de Amanda Seyfried, com dublagem brasileira de Luisa Palomanes), como prefere ser chamada a adolescente de 17 anos que recentemente perdeu a mãe e vai tentar se reaproximar do pai, Prof. Bomba (Jason Sudeikis / Murilo Benício), um pesquisador que deixou o trabalho tomar conta de sua vida, afastando-o do mundo real.

O objeto de estudo e devoção de Bomba seria o tal reino escondido do título nacional. Com dezenas de câmeras espalhadas pela floresta ao redor de sua casa, ele tenta a todo custo provar que pequenas criaturas habitam o local. Os Homens-Folha, porém, são muito rápidos e espertos e sempre conseguem esconder sua existência. São eles que lutam diariamente para manter o equilíbrio da natureza na luta contra os Boggans, liderados por Mandrake (Christoph Waltz / Mauro Ramos).

O cenário cheio de folhas, galhos, flores, pólem e poeira é perfeito para a criação da profundidade do 3D, e as perseguições e batalhas aéreas servem para quem gosta de sentir os objetos sendo jogados na sua direção. Tudo isso vem muito bem colocado em cenários fantásticos criados pelas equipes da Blue-Sky, que já havia provado seu valor em animações como Rio e a série A Era do Gelo. Em uma das cenas mais lindas sequências, a rainha Dara (Beyoncé Knowles / Miriam Ficher) é levada até o local onde escolherá sua sucessora. O voo em uma folha é digno das animações do estúdio Ghibli, de Hayao Miyazaki.

O enredo, porém, não é tão fantástico quanto as obras do mestre japonês, muito embora esteja acima da média que se vê nas animações. Quando M.C. se cansa dos devaneios do pai e resolve voltar para a cidade, ela acaba encontrando a rainha Dara e recebe uma missão. E para cumpri-la, a jovem humana é encolhida para o tamanho dos Homens-Folha. Para protegê-la, ela tem ao seu lado o guerreiro Ronin (Colin Farrell / Daniel Boaventura) e Nod (Josh Hutcherson / Sérgio Cantú), por quem obviamente vai se apaixonar. Acompanham-na nesta viagem a lesma Mub (Aziz Ansari / Philippe Maia) e o caracol Grub (Chris O'Dowd / Marco Ribeiro), os alívios cômicos obrigatórios no cinema ocidental.

O universo de fantasia e a disputa entre o bem e o mal não são novidade, mas estão muito bem conectados e a história é muito bem contada, sem cair no discurso eco-chato que tomou de assalto o mundo. Méritos ao diretor Chris Wedge, mas também a William Joyce. É dele o livro The Leaf Men and the Brave Good Bugs, que serviu de inspiração para a trama. Joyce, que ganhou em 2012 o Oscar de Melhor Curta-Metragem Animado, por The Fantastic Flying Books of Mr. Morris Lessmore, também assina o roteiro (ao lado de outras quatro pessoas) e é produtor-executivo. E são dele também o livro e a produção de A Origem dos Guardiões, grande sucesso do final do ano passado. O Reino Encantado serve para recolocar Wedge no mapa das boas animações, depois da decepção chamada Robôs, e também para fincar de vez o nome de Joyce entre um dos mais importantes do cenário atual
Joubert D.
Joubert D.

11 seguidores 7 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 12 de junho de 2013
Com certeza entrou para minha lista de melhores filmes animados.
Valerio M.
Valerio M.

8 seguidores 31 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 6 de junho de 2013
Não entendi! Apenas três estrelas dadas pra essa animação??!!!
Rica no visual, tema atual e muito interessante, essa é uma
animação maravilhosa. Eu e minhas filhotas adoramos!!
Super recomendado!!!
Daniele K.
Daniele K.

12 seguidores 3 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 19 de dezembro de 2013
Reino escondido é um desenho animado interessante, mas com um pouquinho de suspense. nao sabemos que ha de acontecer no fim, assim o torna mais diferente.
Danyel M.
Danyel M.

111 seguidores 4 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 13 de agosto de 2013
Lindo... mas é um avatar...
Ele peca em colocar coringuinhas carimbados como as lesmas e a crise de identidade.
Podiam pelo menos mudar o final e fazer ela e o pai ficarem pequenos.
Leo R.
Leo R.

10 seguidores 5 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 13 de junho de 2013
Um filme que se diziam "Épico" , não trouxe para os espectadores o que relamente propunham.
Fica no ar aquela sensação que você já tinha visto aquilo em algum lugar, momentos recheados de clichês texto pouco explorado , e sem muita profundidade condizente ao enrredo.
Mais devo ressaltar ao capricho dos efeitos visuais, tinham um ótimo material mais não souberam modela lo, para se tornar um filme "Épico".
Alessandra d.
Alessandra d.

6 seguidores 7 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 8 de julho de 2013
Uma otima animacao. O filme relembra um pouquinho o Artur e o minimois. Mas o filme traz uma questao presente na maioria dos filmes infantis a luta do bem contra o mal, e principalmente uma duvida bem clara a qual lugar petercemos. afinal dois personagens nao sabiam extamente o seu lugar. mas no final entaram o seu lugar.
AntonioBitt
AntonioBitt

5 seguidores 11 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 26 de outubro de 2013
Excelente filme que segue o tema ecologia sem ser chato. A estória é amarrada, os personagens cativantes, principalmente a rainha e, o mais legal é a velha batalha entre o bem e o mal ilustrada pela realidade do nascimento versus decomposição. Muito bom filme, para ver com a família, principalmente com as crianças.
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