Jogos Vorazes - Em Chamas
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4,5
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Kamila A.
Kamila A.

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3,5
Enviada em 2 de dezembro de 2013
Se teve uma coisa que a plateia logo aprendeu, ao assistir “Jogos Vorazes”, filme dirigido por Gary Ross, é que nada em Panem ou nos jogos aos quais o título desta franquia cinematográfica faz referência é aquilo que parece ser de verdade. Por mais perspicaz que fosse, Katniss Everdeen (Jennifer Lawrence), talvez não percebesse que, ao triunfar ao final do primeiro longa dessa série, ela, na realidade, nunca iria acabar tendo a sua vida pregressa de volta. A realidade é que Katniss, Peeta Mellark (Josh Hutcherson), Gale Hawthorne (Liam Hemsworth), Haymitch Abernathy (Woody Harrelson), Effie Trinket (Elizabeth Hanks), Primrose Everdeen (Willow Shields), bem como todos os habitantes dos 12 distritos que fazem parte da Panem são prisioneiros do sistema em que eles estão inseridos – o qual é representado pelo Presidente Snow (Donald Sutherland), que lidera os distritos de uma forma completamente autoritária.

Entretanto, ao mesmo tempo, quando triunfou ao final de “Jogos Vorazes”, Katniss Everdeen – com sua personalidade forte e seu caráter desafiador – deu ao povo de Panem aquilo que eles precisavam para tentar virar esse – com o perdão do trocadilho – jogo: esperança – em dias melhores, em mudanças, em uma melhor condição de vida geral para a população. Com o objetivo de tentar suprimir os primeiros focos de revolução na população, o Presidente Snow decide que a nova edição dos Jogos Vorazes terá como participantes os vencedores de edições prévias do “torneio”. Desta forma, Katniss Everdeen e Peeta Mellark, mais uma vez, estão no foco de uma realidade marcada pela manipulação e pelas cartas marcadas. A diferença é que, desta vez, eles dois sabem e têm a experiência necessária para compreender o que está acontecendo ao seu redor.

Se “Jogos Vorazes”, de uma certa maneira, privilegiava a construção da personagem Katniss Everdeen como a líder que ela tem potencial para ser, bem como um romance forjado que continua soando artificial – ainda mais quando confrontado com aquilo que me parece ser os verdadeiros sentimentos de Katniss – “Jogos Vorazes: Em Chamas”, a continuação dirigida por Francis Lawrence, coloca o foco totalmente na situação política de Panem e, principalmente, nas artimanhas (notadamente os Jogos Vorazes, além de prisões, espancamentos, etc) utilizadas pelo Presidente Snow como forma de distrair a população dos seus verdadeiros problemas.

Para fazer uma referência direta ao subtítulo do filme, não é só Katniss Everdeen que é a garota “em chamas”. Toda Panem está, literalmente, em chamas. Por isso mesmo, os acontecimentos que vemos serem retratados nesta continuação nos fazem crer que “Jogos Vorazes: Em Chamas” é somente uma ponte para o que está por vir, a partir do instante em que a população, por meio dos olhos e da coragem de Katniss passa a enxergar a realidade pela forma como ela é. E, provavelmente, essa sensação é o melhor elemento deste longa, uma vez que, em termos cinematográficos, se comparado com “Jogos Vorazes”, esta continuação soa como um filme um pouco mais “apático”, mas não menos interessante, ainda mais nos termos que a narrativa se propõe a seguir, o que exige uma reflexão atenta da plateia – e isso é algo raro em filmes direcionados ao público infanto-juvenil.
Alexandre S.
Alexandre S.

152 seguidores 116 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 15 de novembro de 2013
Já começo dizendo que é muito superior ao primeiro! A produção é mto mais grandiosa e mais cuidada. Boas interpretações e um roteiro bem atraente. Na espera do terceiro!!!
Everton J.
Everton J.

33 seguidores 28 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 18 de novembro de 2013
A franquia Jogos Vorazes chegou intitulada como a franquia substituta de ''Crepúsculo'', até com a mesma distribuidora, mas na verdade não tem nada a ver as duas franquias, Jogos Vorazes chegou arrasando nas bilheterias americanas o que me causou curiosidade para assistir, quando sai do cinema parecia que tinha visto um filme como qualquer outro, não me passou tanta empolgação, passado o ano veio o Jogos Vorazes: Em Chamas, já pelo trailer qualquer um já podia ver que seria melhor que o primeiro, mas você chegar numa sala de cinema esperando algo bom de um filme, e sair pensando que com certeza é um dos melhores filmes do ano, não tem preço, mais da metade do filme da pra assistir de boca aberta com tanta evolução, quanto a historia, até mesmo dos atores, filme realmente muito bom, o final deixa um curiosidade, e tanta, para o próximo filme.
Com certeza você que é fã, que já acompanha os livros, ou você que não é (como no meu caso), vai sair de boca aberta do cinema, filme muito bom, vale a pena ver e até ir assistir de novo.
Rhayssa V.
Rhayssa V.

3 seguidores 1 crítica Seguir usuário

4,0
Enviada em 15 de novembro de 2013
Realmente o novo filme dos Jogos Vorazes se superou! Não nego que comprei o meu antecipado e planejei a roupa, pois queria ir meio como que a caráter. Porém, voltemos à crítica. Com a volta de Katniss (Jennifer Lawrence) e Peeta (Josh Hutcherson) ao Distrito 12 as coisas ficam de um modo bem tenso, já que ela é considerada uma ameaça, uma incitação à revolução dos outros distritos. O modo como essa tensão é retrata foi de um efeito bem concreto para o telespectador, tanto da Capitol para com os vencedores, quando deles para com os outros distritos e deles para com eles mesmos.

Jennifer Lawrence esteve realmente magnífica, comparando com o primeiro filme, pude notar que sua capacidade para expressões ficou bem mais acentuada. Podia notar como seus olhos conseguiam expressar diferentes emoções em uma mesma cena e como ela conseguia mudar tais expressões de acordo com o que acontecia, em suma você sentia com ela todo o medo, a angústia, amor, expectativa, tristeza. Josh Hutcherson não fica atrás, embora de uma forma menos intensa, uma vez que seu papel é dar mais equilíbrio ao tormento que rola no interior de Katniss, além de eliminar aqueles nos quais a ameaça é vista, aqueles que representam uma faísca de esperança ao outros distritos. Ainda que no fim só deva haver um vencedor, alianças não são impedidas de serem feitas.

O ritmo em si é muito parecido com o do primeiro filme, a diferença é o acréscimo na rotina de Katniss e Peeta, de serem como celebridades, lerem discursos, irem à festas, encherem a barriga de comida e serem distração. A não convicção, entretanto, do amor entre os dois não passa despercebida ao Presidente Snow (Donald Sutherland), sendo isso algo péssimo para um presidente que tem por objetivo manter sob medo os distritos de Panem. Com a nova edição dos jogos, realizada somente entre os vencedores atuais, há uma oportunidade para desmantelar a imagem que foi formada de Katniss.

Noto que há muitas cenas de desafio ao poder do presidente, cenas em que a platéia vibrou e gritou por Katniss, cenas essas em que ela se distanciava do medo que sentia pelo seu distrito e família. Outras cenas nem tanto, cenas que no trailer pareciam muito emocionantes e ativas, porém no filme como um todo eram comuns. O ambiente da arena era muito bom, parecido com o do primeiro filme, contudo com alguns elementos novos que devo dizer extremamente criativos.

Como um todo, Em Chamas foi um filme bom, com aquele gosto de "que venha o último da trilogia" e curiosidade de ver a atuação dos principais mais uma vez. Surpreendi-me até com Effie (Elizabeth Banks), sempre tão vaidosa e deslumbrada teve seu momento de arrancar suspiros da platéia. Gale (Liam Hemsworth) assume seu lado mais maduro e lutador, não e mais o adolescente que ficava cogitando uma fuga com Katniss, ele já quer ir à luta pelo que acredita, fora que muitas meninas gritaram muito no momento que ele apareceu, vi uma reprise de Jacob de Crepúsculo nesse momento.

Confesso que já estou pensando no próximo filme, em comprar meu broche de tordo, pois foi muito emocionante pra mim fazer o gesto dos três dedos por Katniss e Peeta e tenho a certeza que será incrível vê-los lutar novamente bradando a bandeira com o tordo desenhado.
Roberto R.
Roberto R.

22 seguidores 12 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 28 de janeiro de 2014
“Lembre-se de quem é inimigo”. Com essa frase, utilizada nos posteres que circulam mundo à fora, ficou claro que o “Jogo Vorazes: Em Chamas”, não é só mais um filme, e sim parte de algo maior, pensado e construído através do que tanto o público e os fãs do livro de Suzanne Collins esperam.

Esse conceito tem fundamento com a direção de Francis Lawrence ao longo de suas quase 3 horas de duração. Ele não apresenta flashbacks para explicar o que aconteceu no original, não apela para discursos elucidativos para introduzir personagens e nem utiliza meios óbvios ou mecânicos, para apresentar o filme de maneira mais fácil ao público. “Em Chamas” exige que você tenha visto o primeiro filme, que entenda os dramas de seus personagens em especial Katniss Everdeen (Jennifer Lawrence) e Peeta Mellark (Josh Hutcherson) e principalmente, saiba que tudo gira em torno do show de aparências, uma crítica ora velada, ora escancarada, aos Realtiy Shows.

Porém, nesse segundo filme, houve uma mudança radical no foco e na estética. A primeira e crucial mudança para fazer dessa continuação, muito melhor que a original são às adições ao elenco. Jennifer mostrava muito talento no original, mas não tinha a consistência necessária para uma personagem que ganhou um papel diferente tanto nos “Jogos” quanto na própria sociedade.

Agora Katniss, vencedora, conhecida e importante, não é só mais uma “jogadora”, exerce influência com suas palavras, com seus gestos ou olhares. E nesse filme Jennifer conseguiu representar tudo isso com uma entrega física e emocional excepcionais. Hutcherson também esta ótimo, tal como as mais recentes adições ao elenco Philip Seymour Hoffman como Plutarch Heavensbee como o novo diretor dos “Jogos”, Jena Malone como Johanna Mason, uma nova jogadora rival e Jeffrey Wright como Beetee, um importante aliado de Katniss.

O elenco do filme original foi mantido e dessa maneira como consequência natural dos fatos, quem acaba ganhando um destaque maior nessa continuação e Liam Hemsworth como Gale Hawthrone. Liam se mostra uma ator muito talentoso e consegue muito bem lidar com toda a pressão de atuar com Jennifer. É claro que ajuda muito a segunda novidade do filme. O foco não é mais a ação e sim o drama dos personagens, com uma subtrama muito bem escrita sobre como tem início uma revolução e como o povo se porta frente ao sistema. Ainda que sua incidência seja mínima, a ideia é excelente e só acrescenta ao mise en cine.

Além disso, é claro, houve um tratamento visual meticuloso em relação ao filme e seus arcos. Se no inicio tudo parece e tem uma paleta de cores mais puxando o preto e branco para dar um ar mais dramático; a metade do filme usa e abusa dos tons mais fortes, em especial o vermelho, simbolizando o fervor da revolução. E por último, a paleta de cores muda mais uma vez e as cores azul e cinza ganham a cena, criando um ambiente mais sombrio e perigoso condizente com a proposta dos “Jogos”, até um final surpreendente e arrebatador.

“Jogos Vorazes: Em Chama” ao longo de seus 150 minutos de duração não deixa pontas soltas, mimetiza de forma brilhante todo o livro e procura ser ainda mais fiel a obra escrita por Suzanne Collins. É um filme totalmente diferente de seus antecessor. Ele é mais visceral, mais inteligente e muito mais complexo que o original. A produção pode e com toda certeza vai constar na lista dos melhores do ano, pena que a obra completa, a ideia iniciada nesse filme, ainda demore mais dois anos para ser concluída. Mas, não temos o que temer, uma revolução demanda muito tempo até ser concluída.
Victor S.
Victor S.

10 seguidores 5 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 15 de novembro de 2013
O filme cumpriu seu papel no quesito fidelidade, deixou sim algo a desejar mas em suma maioria preencheu todos os requisitos. Primeiro por conta do foco político que em momento algum faz com que seja chato, muito ao contrário, fica até interessante ver até onde vai a ganância do presidente Snow em cima da Katniss e em segundo, a famosa arena relógio que me surpreendeu em todos os aspectos, só que fiquei um pouco desgostoso pelas cenas de ação terem sido tão rápidas na transição, fiquei até perdido nas horas que se passavam cada coisa.
Mas no geral, Em Chamas foi tudo aquilo que imaginei e certamente vai agradar não só fãs como também o público.
Victor L.
Victor L.

11 seguidores 1 crítica Seguir usuário

2,5
Enviada em 2 de janeiro de 2014
cara o filme foi legal mais a historia a falhas mas continua sendo um bom filme por isso dou meio por não é nem muito bom nem muito ruim
Venceslau S.
Venceslau S.

8 seguidores 2 críticas Seguir usuário

2,0
Enviada em 20 de dezembro de 2013
Muito ruim. Tentaram ser engraçados mais nao conseguiram e os tao esperados jogos começam quase no final do filme. Muito ruim mesmo!!!
Bruna J.
Bruna J.

10 seguidores 1 crítica Seguir usuário

3,0
Enviada em 6 de janeiro de 2014
Sou fã da saga (livro). Os filmes estão se mostrando fracos e distorcem grande parte da história. Decepcionada.
Rodrigo M.
Rodrigo M.

3 seguidores 7 críticas Seguir usuário

2,0
Enviada em 4 de dezembro de 2013
Foi Bom! Mais vou classifica-lo em duas estrelas porque ficou muito à desejar no Final repentino. #BoaNoitePraTodos
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