spoiler: Olá. Filme agradável, bem conduzido. Roteiro e fotografias caprichadas. No elenco destaque para a personagem Amélia, membro da Sociedade, desenvolvida por Penelope Wilton, a baronesa Isobel da série Downton Abbey. Pelo título, e com teores bélicos não demos crédito no início da película... O noivo da escritora era tipo fechado não rolava química. O love story com Dawsey Adams, não foi assim tão glamoroso. Criou-se expectativa do reencontro da personagem Elizabeth. A produção optou por outro desfecho. Juliet Ashton consegue cativar apesar de suas limitações. Soube aprofundar com maestria a afetividade com os moradores da ilha, tornando-se parte da família; foi fundamental para a trama. Valeu.
processo de descobertas dos personagens, a partir das partilhas literárias e, ao mesmo tempo, traz à tona seus próprios dramas (individuais e coletivos) que, a princípio não querem enfrentar, mas, a partir de uma presença externa, descobrem a melhor maneira de resolver os seu dilemas: abrindo-os, mostrando-os. Muito bem desenvolvido e com uma carga emotiva forte, a partir de dramas humanos que não nos são desconhecidos. Gostei muito!
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