Guardiões da Galáxia
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4,6
11057 notas

496 Críticas do usuário

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alberlia
alberlia

32 seguidores 71 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 10 de agosto de 2014
Uma ótima diversão pra toda a família. Bons efeitos, engraçado e muita ação. Já queremos ver a continuação. OBS: O filme tem classificação de 12 anos mas não vi nenhuma cena imprópria para a minha filha de 9 anos.
anônimo
Um visitante
4,5
Enviada em 31 de agosto de 2016
Guardiões da Galáxia consegue surpreendentemente se destacar como uma das melhores produções da Marvel, se não a melhor, e os méritos são todos do James Gunn que se dedicou inteiramente à esse grupo e entregou um resultado final praticamente impecável. A trama de início pode até soar um pouco genérica mas as aparências enganam, pois no seu decorrer o filme se mostra genial. A trilha sonora é cheia de clássicos, toca sempre nos momentos mais oportunos e torna o decorrer do filme ainda mais agradável. A interação do grupo é sensacional, o humor funciona e o filme de fato não se leva a sério, e é aí onde ele se sobressai, pois é uma das produções mais divertidas e engraçadas da Marvel. O único problema aqui é o vilão que não é muito bem desenvolvido e acaba quebrando o ritmo em alguns momentos, mas é só um pequeno defeito num filme que acerta em quase tudo. Na parte técnica, o filme é espetacular, a criação de mundo é perfeita, o CGI além de ser muito bom se mistura muito bem com os efeitos práticos e nunca engole o filme completamente, logo não há uma artificialidade aqui, que é algo comum pra filmes desse tipo, e as sequências de ação são ótimas, todas muito empolgantes e claro, sempre possuem aquele toque de humor na dose certa que torna tudo ainda mais legal. Inclusive o filme se mostra criativo no seu desfecho final, muito engraçado e condizente com o tom do filme todo. A Marvel de fato só melhora a cada filme e Guardiões da Galáxia é a prova disso.
Daniel
Daniel

8 seguidores 67 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 9 de novembro de 2020
Um filme que sabe como trazer diversão para as pessoas. Um filme divertido, um dos melhores filmes da Marvel. James Gunn é um gênio, ele sabe como fazer para um filme ser extraordinário.
William D.
William D.

33 seguidores 63 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 26 de agosto de 2014
Incrível! A Marvel está atingindo patamares cada vez maiores em suas produções, e os roteiros são sempre inesperados.
Guardiões da Galáxia é um daqueles filmes muito bem pensado e planejado, onde toda cena e diálogo, por mais simples que possa ser, foi bem pensado e estudado para caber dentro do contexto do filme em si, que apresenta muito mais do que um enredo, mas também os carismáticos personagens! Semelhante aos Vingadores. E de quebra, ainda vem com muita revelação do universo criado pela Marvel em sua sequência de filmes, além de melhor exploração do perfil do vilão mais esperado das telonas e os envolvidos no universo em si.
Comédia, ação e até uma pitada de drama rolam no filme, sem falar de boa dose de conteúdo interativo com o espectador que se encanta com as diversas cenas na telona. Perfeito! Excelente trabalho.
Eduardo D
Eduardo D

27 seguidores 62 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 8 de maio de 2015
Simples : a melhor diversão de 2014. E que trilha!
anônimo
Um visitante
5,0
Enviada em 22 de outubro de 2015
Uma aposta arriscada da Marvel, um grupo até então muito pouco conhecido do público sendo levado para o cinema, e qual foi o resultado final? Surpreendente, nos trouxeram um grande filme. Sim, o filme não se leva a sério, mas desde o início já estava claro que essa era a proposta do filme, até porque como poderia se levar a sério um filme com um Guaxinim falante? E funcionou muito bem. O filme é muito divertido, muito engraçado, os personagens são muito carismáticos, tem muita ação frenética, a trilha sonora é genial, cheia de clássicos dos anos 80, de fato um ótimo filme. A Marvel resolveu arriscar e acertou em cheio. E mesmo sendo um filme bem comédia, não deixa de ter seus momentos emocionantes, como a cena inicial, onde a mãe de Peter Quill morre, a cena onde Groot se sacrifica para salvar o grupo, realmente emociona. Uma aposta que funcionou tão bem que esse filme entra para a lista dos melhores filmes desse universo da Marvel junto com os também excelentes Cap. América 2, Os Vingadores e Homem de Ferro. Recomendo, o filme é divertidissimo.
Pedro A.
Pedro A.

24 seguidores 61 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 2 de dezembro de 2014
A MARVEL novamente consegue surpreender,desta vez com guardiões da galáxia.A MARVEL tem incrível poder de pegar heróis pouco conhecidos e os transformar em grandes e conhecidos heróis.Guardiões da galáxia é um filme totalmente diferente dos outros filmes do estúdio.com mais humor e menos diálogos MARVEL,guardiões da galáxia e essencial para costurar o multi-verso cinematográfico da MARVEL,a partir do ponto serve para misturar neste grande caldeirão cinematográfico,as joias do infinito,a raça KREE,Thanos. Com um roteiro bem mais cómico e efeitos especiais bem cabulosos,o filme é bem dirigido e bem atuado,e um ótimo programa de diversão.
Roberto O.
Roberto O.

26 seguidores 59 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 8 de agosto de 2014
Deixe-se levar pelo seu clima bem-humorado e irreverente, e divirta-se

Em seu décimo filme e apenas seis anos após o primeiro (Homem de Ferro, de 2008), a Marvel Studios toma uma iniciativa ousada, ao levar para as telas personagens completamente desconhecidos do grande público (até agora), com uma outra proposta, igualmente divertida, porém muito mais descontraída. Assim, das hilárias histórias em quadrinhos do grupo de heróis mais improvável do universo, os Guardiões da Galáxia invadem os cinemas, e de forma nem um pouco modesta, anunciando, já em seus créditos finais, que eles “vão voltar”, fato confirmado pelo estúdio, e com data de estreia, 28 de Julho de 2017. Esta ousadia é muito bem-vinda, não apenas por apresentar novos (e interessantes) personagens, mas também por ampliar potencialmente o “raio de alcance” do Universo Marvel no cinema, que inerentemente poderá proporcionar, em um futuro próximo, grandiosos encontros de super-heróis em odisseias cósmicas antes vistas apenas no papel, mas hoje plenamente possíveis de serem filmadas, com as imagens mais alucinantes que os efeitos visuais, sempre em evolução, são capazes de produzir. Mas antes de chegarmos lá, a melhor maneira de assistir a este novo rebento cinematográfico da já tão prestigiada editora de HQs – que em pouquíssimo tempo ampliou seu leque de forma tão bem-sucedida a ponto de ter se tornado nada menos do que um dos maiores estúdios de Hollywood – é se deixar levar pelo seu clima leve, bem-humorado e até irreverente, a ponto de se permitir debochar de si próprio (como na sequência em que, um a um, os cinco “desajustados”, formando uma rodinha, ficam em pé, um olhando para a cara do outro).
Conheça, portanto, o despreocupado Peter Quill, único “terráqueo” do elenco principal (Chris Pratt, que até então havia atuado em séries de TV e comédias românticas, e será visto em Jurassic World, a ser lançado em 2015, além de ser o terceiro Chris a protagonizar um herói da Marvel). Abduzido quando criança nos anos 1980, ele foi criado por Yondu (Michael Rooker) e seus mercenários espaciais, e acabou se tornando “quase” um deles, perambulando pela galáxia em busca de objetos preciosos para roubar e revender, sempre com seu walkman na cintura tocando a preciosa fita com músicas setentistas que ganhou de sua mãe e que preserva a todo custo (enriquecendo a trilha sonora do filme). Acontece que, desta vez, Peter (ou Senhor das Estrelas, como faz questão de ser chamado, no melhor estilo “Capitão Jack Sparrow”) toma posse de uma esfera desejada por muitos, entre eles ninguém menos do que Thanos (o ostentoso vilão que aparece por alguns segundos durante os créditos finais de Os Vingadores). Ronan, O Acusador (Lee Pace), um guerreiro da raça Kree, que apesar da pose na verdade não passa de mais um capacho do vilão maior, irá em busca da esfera (que contém em seu interior uma das Jóas do Infinito) para com ela destruir – com ou sem a ajuda de Thanos – o planeta Xandar, lar de uma avançada e pacifista civilização, e sede da Tropa Nova, liderada pela Nova Prime (Gleen Close), que procura manter a democracia, pelo menos nesta “região” do universo. Por conta da esfera que roubou, Peter acaba cruzando seu caminho com o de Gamora (Zoë Saldana, acostumada a atuar com fundo azul, após Avatar e Star Trek). Filha adotiva de Thanos, ela se tornou uma assassina, mas agora busca justiça. Não é o que pensa Drax, O Destruidor (Dave Bautista) um brutamontes que entende tudo ao “pé da letra” (propiciando momentos divertidíssimos). O que o grandalhão quer mesmo é vingança contra aqueles que mataram sua família. Completando o grupo de “perdedores”, há ainda a dupla de ladrões Rocket Raccoon (voz de Bradley Cooper), um guaxinim malandro e arrojado, modificado geneticamente, e que esconde por trás de sua personalidade forte um complexo de inferioridade (evidenciado na tocante cena do bar), e seu parceiro Groot (voz de Vin Diesel), uma espécie de “árvore ambulante” capaz de esticar seus “galhos”, e dotado de uma sensibilidade tão grande a ponto de protagonizar momentos de pura ternura, e conseguir abraçar todos os seus amigos de uma só vez, em contrapartida ao seu vocabulário limitado. Uma de suas falas, porém, dita em um momento-chave, poderá comover o espectador. Juntos, estes cinco foras da lei podem ser a única esperança que resta para a salvação da galáxia...
Percebe-se claramente, portanto, durante a projeção, em meio a tantas situações cômicas, uma série de sutilezas (o que inclui a muito bem cuidada sequência inicial do longa, ainda na Terra), essenciais para que esses personagens recém-apresentados rapidamente ganhem a nossa simpatia, uma solução muito inteligente por parte do roteiro, escrito pelo diretor James Gunn (do interessante Seres Rastejantes, de 2005), em parceria com Nicole Perlman. Não há como negar também uma nostálgica, contagiante e muito eficiente atmosfera de aventura, recheada de referências pop. Assim fica difícil não lembrar de uma certa galáxia muito, muito distante... Desenho de produção e computação gráfica criaram uma galáxia novíssima, que imediatamente agrada aos nossos olhos, com seus habitantes excêntricos, seus cenários de cores berrantes (no bom sentido) e suas luzes ora sutis (como as pétalas iluminadas que em dado momento saltam da tela com o eficiente 3D), ora gritantes. A arquitetura do Planeta Xandar, contudo, nos remete imediatamente à ensolarada cidade-planeta Coruscant, vislumbrada em todo o seu esplendor no Episódio I de Star Wars. Há também a iminência da destruição de um planeta inteiro por uma poderosíssima arma (o que acaba acontecendo logo no início do Episódio IV da saga de George Lucas), a busca incansável de uma República em manter a paz no seu quadrante do Universo, as dinâmicas e arrojadas coreografias das batalhas aéreas, os bares-reduto das criaturas mais exóticas da galáxia, o herói canastrão (Peter Quill pode facilmente ser visto como um eco de Han Solo) e, claro, o imponente e intocável vilão soberano (Thanos, com toda a pose de Imperador). A tudo isso, adiciona-se generosas doses de humor, e o resultado se mostra altamente satisfatório, DESDE QUE, repito, o espectador aceite a proposta do filme, de não se levar muito a sério.
Humor não é algo fácil de se construir, muito mais desafiador é conseguir mantê-lo durante duas horas. Portanto, não é de se surpreender que, apesar de conseguirem fazer rir na maior parte do tempo, algumas gags simplesmente não funcionam, causando na plateia exatamente a reação oposta da esperada. Nesse sentido, o momento mais “trágico” do longa é a cena pós-créditos, sem a qual ele teria ficado muito melhor. A tal cena nos traz à mente o fato de que a Marvel, na verdade, foi comprada pela Walt Disney em 2009, e só ela poderia ter “colocado o dedo” no que vemos após todos os créditos finais terem subido. O que se vê induz a uma conclusão tragicômica, sugestionando em nossos inconscientes um encontro, no mínimo, “patético”, com “P” de pato, entre um personagem esquecido da Marvel, e outro, super popular, da Disney. Que tenha sido apenas um devaneio dos executivos. O que se ouve nesse momento nas salas de projeção, em uníssono, são frases do tipo: “Eu esperei esse tempo todo para ver ISSO?” Desnecessário. Fica por sua própria conta e risco ver (ou não) esta que seguramente pode ser considerada a PIOR cena pós-créditos, não só da Marvel, mas de toda a história do cinema!
Guardiões da Galáxia, afinal, se mostra um projeto não apenas ousado, como também inovador e muito bem pensado, por introduzir, de uma só vez, um grandioso “novo núcleo” e, mais do que isso, por alterar radicalmente o tom narrativo. O núcleo será explorado nos próximos filmes do estúdio, não há dúvida, o que será uma riquíssima adesão. Quanto ao tom, ele será plenamente compreensível no segundo filme dos Guardiões. Entretanto, certamente uma grande preocupação passa pela cabeça de milhares de fãs que aprovaram a sobriedade (ainda que levemente bem humorada) estabelecida nos nove filmes anteriores da Marvel, e querem continuar vendo seus heróis com a mesma postura de antes, caso venham a se encontrar com seus “colegas cômicos” do espaço. Uma famosa frase da publicidade brasileira pode muito bem ilustrar essa preocupação, traduzida no desejo de dizer aos produtores: “Humor, adicionem com moderação!”
João Vitor Pereira
João Vitor Pereira

14 seguidores 59 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 26 de setembro de 2015
Como sempre muito legal assistir filmes de heróis... Uma boa produção. Não conheço muito sobre HQ de heróis, só conheço o básico que vejo em videos e leio em sites. Mas o filme é ótimo na minha humilde opinião.
Paulo Renato R.
Paulo Renato R.

39 seguidores 52 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 2 de agosto de 2014
Além de ser o melhor filme da Marvel desde "Os Vingadores","Guardiões da Galáxia" é a aposta mais arriscada da produtora,por conter personagens pouco conhecidos,mas que começaram a generalizar após a confirmação da produção cinematográfica.
O roteiro têm vários pontos positivos,mas o que mais se destaca é seu desenvolvimento frenético,resultado de uma mistura entre humor e ação,mas fugindo completamente de todos os clichês.
Os personagens são todos carismáticos e bem desenvolvidos,com um destaque para Rocket Racoon,o "guaxinim" bandido mais divertido da história do cinema,ficando ainda mais engraçado com a voz de Bradley Cooper.
E como todos os filmes da marvel,este contém cenas pós créditos magní no meio e uma no fim,mas que fazem valer a espera.
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