Guardiões da Galáxia
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4,6
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Feeh L.
Feeh L.

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5,0
Enviada em 19 de novembro de 2014
Muito bom. Filme engraçado, cheio de ação e efeitos especiais. Claro, com a qualidade Marvel.
Wagner R.
Wagner R.

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4,5
Enviada em 1 de agosto de 2014
Aquele famoso ditado que “só a Marvel consegue ser a Marvel”, nunca fez tanto sentido até a estreia do seu filme, infinitamente, mais audacioso até o momento. E nessa ideia, Guardiões da Galáxia (Guardians of the Galaxy), originalmente, consegue cumprir seu papel a qual é proposto e mantém as principais características que fizeram a fama e a fortuna para o estúdio.

Falar que a produção era uma incógnita, até mesmo para os fãs mais assíduos das HQ’s, era praticamente uma normalidade em qualquer conversa relacionada sobre a Casa das ideias. Guardiões da Galáxia nunca teve um nome tão forte, como os Vingadores, Quarteto Fantástico, X-Men e outros dentro do contexto dos quadrinhos, mas assim como o Homem de Ferro, em 2008, a Marvel Estúdios decidiu mais uma vez apostar no risco, uma aposta que além de certa, abre um leque de oportunidades para o famoso universo cinematográfico em futuro não tão distante.

O humano Peter Quill (Chris Pratt) é abduzido ainda criança por um grupo de alienígenas forasteiros e contrabandistas comandados por Yondu Udonta (Michael Rooker), que com o tempo passa a conviver com o grupo e, consequentemente, acaba se tornando um deles. Quando Peter, em seu codinome, Senhor das Estrelas, descobre um objeto misterioso, conhecido como o Orbe e percebe que Ronan, o Acusador (Lee Pace) quer o objeto para dizimar a população de Xandar, Quill, reúne um grupo nada convencional para impedir a qualquer custo à destruição do planeta.

A já conhecida fase 2 da Marvel irá terminar apenas ano que vem, com Os Vingadores: A Era de Ultron, no entanto, se a intenção do estúdio é aproveitar em cada filme criar uma ligação com o próximo e o próximo, interligando cada um deles, os Guardiões, de uma maneira completamente originária, distorce essa estratégia, mas que ao mesmo tempo abre uma oportunidade de ouro para o decorrer dos anos. Se por um lado os Guardiões é o filme que menos faz referências as outras produções do estúdio, por outro, é o filme que muda completamente o deslumbre visual já conhecido pelos fãs, e se a intenção é criar um universo místico para as próximas produções (Homem Formiga e Doutor Estranho), o caminho está traçado, restando apenas ligar os pontos.

James Gunn, diretor e roteiristas do filme, consegue dar sua própria cara a produção, fugindo do histórico político de Capitão América – O Soldado Invernal, historiador de Thor: O Mundo Sombrio e destrutivo de Os Vingadores, criando apenas um universo extremamente divertido, a ponto de ser encaixado quase que como uma comédia, sendo um filme de super-heróis, que foge das ideologias dos super-heróis, entre regras e conflitos.

A junção da equipe disfuncional, por se tratar de seres completamente diferentes de personalidades é tratada de uma maneira inteligente e é resolvida de forma simples, proporcionando um roteiro quase perfeito. Apesar de algumas alterações essenciais na origem de alguns personagens, a conceito grupo unido, funciona muito bem nos Guardiões. Gamora (Zoe Saldana) proporciona momentos muito oportunos de ação, principalmente, quando perto de Peter e Drax, o Destruidor (Dave Bautista). Contudo, o destaque fica por conta do guaxinim falante Rocket Raccoon (Bradley Cooper) e da árvore humanóide Groot (Vin Diesel), que roubam a cena pela química, tensão e alívios cômicos, onde funcionam em quase 100% das intenções.

Guardiões da Galáxia é um filme que se destaca pela sua inúmera qualidade em vários aspectos: O grande humor pontual que se encaixa como um quebra cabeça em cada cena do filme, a excelente trilha sonora nostálgica dos anos 80, incluindo inúmeras referências da mesma época e o excepcional e incrível trabalho de produção artística e design, cada personagem possui sua própria maquiagem e estética, a raças são muito bem definidas e o deslumbre visual é sensacional.

Um filme que propõe muito bem o seu objetivo e que cumpre muito bem suas expectativas. Guardiões da Galáxia é um filme que além de diversão, traz momentos emocionantes, hilários (de gargalhar alto) e que comprava que a Marvel mais uma vez acertou nas suas decisões.
Flávio Gomes
Flávio Gomes

15 seguidores 11 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 14 de agosto de 2014
Nos confins do Universo, a Marvel Studios apresenta seu filme mais audacioso e arriscado desde Homem de Ferro (2008), e o resultado, a aventura cósmica mais engraçada e emocionante como há muito tempo não se via nos cinemas.

James Gunn (Que merece um prêmio à parte pela trilha sonora repleta de clássicos dos anos 80), fez desse o melhor filme de sua carreira, e ao mesmo tempo, o filme, mas distante de todo o Universo Marvel, mas dentro do mesmo, com pequenos "easter eggs" e claro e uma pequena participação de um “Titã Louco (Josh Brolin)”. E fascinante o trabalho de direção e roteiro de James Gunn e de sua parceira Nicole Perlman (roteirista) em Guardiões da Galáxia, tudo e tão fantástico e ao mesmo tempo tão tangível que você saiu do cinema realmente acreditando que um Guaxinim “Rocket Raccon” (Voz de Bradley Cooper), pode falar, atirar, pilotar e tirar sarro dos outros, e uma Árvore “Grott” (Voz de Vin Diesel), pode ser na mesma proporção, o ser mais puro e com o coração do Universo, como um guerreiro extremamente forte e destemido.

Porém, se no quesito técnica e Efeitos Especiais, Guardiões tira de letra, no quesito elenco não se pode dizer o contrario, começando com aquele que para muitos e o novo “Han Solo” da nova geração, Peter Jason Quil ou Senhor das Estrelas (Chris Pratt), um cara que leva a vida como ladrão, mulherengo e sem compromisso, e que usa, mas a malandragem para fugir de confusões, Gamora (Zoe Saldana) como a “Mulher mais perigosa do Universo” e Drax (Dave Bautista) como a força bruta do grupo e que não entende sobre “figura de linguagem”. A ação e outro atrativo a parte, cenas de lutas coreografadas e executadas de uma maestria que você fica de boca-aberta pela perfeição, combates aéreos de cair o queixo no melhor estilo "Star Wars" que você fica querendo mais e mais de toda a ação que esta acontecendo.

O elenco e Incrível, a Musica e Sensacional, a Ação e Perfeita, o Roteiro e Muito bem Escrito, E a Direção e Firme e Elegante, mas a questão aqui e o grupo, como eles se conhecem, se unem e se tornar os “Guardiões”, e por isso que o filme ganha ainda mais pontos, por desenvolver o “Grupo” não apenas um ou outro, mas sim o “TODO” como se realmente eles fossem uma família.

Desde já, junto com Os Vingadores, Capitão América 2: Soldado Invernal e Homem de Ferro, Guardiões da Galáxia entra para o Hall da Fama dos Melhores Filmes da Marvel Studios.
Digho A.
Digho A.

14 seguidores 15 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 3 de agosto de 2014
Muito legal o filme, em nada deixando a desejar de qualquer desenho da Grife Marvel, com pitadas de ironia e muita pancadaria, o filme começa um pouco complexo para se entender mas após algumas batalhas e muitos efeitos especiais, ganha ares de um filme que dá vontade de assistir novamente ou esperar ter a continuação. Muito legal, recomendo.
Carlos V.
Carlos V.

14 seguidores 4 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 19 de agosto de 2014
Filme bem movimentado e com bons efeitos especiais; Os personagens são realmente interessantes, mas o enredo um tanto quanto batido.
João Vitor Pereira
João Vitor Pereira

14 seguidores 59 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 26 de setembro de 2015
Como sempre muito legal assistir filmes de heróis... Uma boa produção. Não conheço muito sobre HQ de heróis, só conheço o básico que vejo em videos e leio em sites. Mas o filme é ótimo na minha humilde opinião.
IoneBonfim
IoneBonfim

14 seguidores 2 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 22 de agosto de 2014
Filme divertido. Trilha sonora espetacular. Eventos especiais muito bons. Me lembrou em alguns momentos Star Wars ... que aí, me pareceu uma cópia do inimitável deste filme imbatível (Star Wars)
João Paulo B.
João Paulo B.

13 seguidores 9 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 2 de agosto de 2014
OS GUARDIÕES DA GALÁXIA
Peter Quill, Drax, Gamorra, Racket e Groot são nomes que eu nunca tinha ouvido falar, nem mesmo quando a Marvel ficou mais famosa com sua bem sucedida empreitada nas telas.
Quando anunciaram que os Guardiões viriam se juntar ao bloco de heróis, enquanto muitos leitores fiéis vibraram, outros acharam que seria uma tolice já que não eram famosos. Eu que não os conhecia me perguntei: Quem são esses caras?
Fuçando um pouco, vi que são importantes no universo que envolve os Vingadores. Eles têm um inimigo em comum, e isso, creio eu, ainda há de ser retratado.
A árdua e incansável preparação da Marvel Studios para esse futuro nos cinemas ganha um novo ingrediente, o qual eu considero um dos melhores até aqui. Com certeza é o mais engraçado.
Com uma abertura incomum, mostra uma criança despedindo-se da sua mãe prestes a falecer devido ao câncer. Logo após sua morte, o garoto desesperado corre para fora do hospital onde é abduzido por alienígenas. Aí entramos em um distante mundo onde um ser, embalado ao som de clássicos dos anos 80, surge dançando e surpreendendo a todos com a mais divertida abertura que já vi em anos. É Peter Quill, o garoto da primeira cena, agora um ladrão que rouba coisas importantes de outros planetas para fazer dinheiro.
Geralmente esses filmes de heróis e etc tem trailers que sugerem ação e movimento, Nesse caso, o trailer se Guardiões sugere humor. E é assim mesmo que o filme se apresenta: como uma comédia intergalática, com ação sem fim, bons diálogos, personagens extremamente estranhos e imprevisíveis.
A coisa importante que Peter, o Senhor das Estrelas (rs), rouba é chamada de Orbe. Para ele, é nada mais que uma encomenda, mas para outro constitui-se no alto preço a pagar para ter o direito de se vingar de um planeta inteiro e levá-lo a extinção. O malvado em questão chama-se Ronan, O Acusador, que trabalha para Thanos (que aparece no fim de Os Vingadores, lembra?), o interessado no Orbe.
A confusão que envolve essa busca pelo objeto leva os futuros guardiões a se conhecerem na prisão, após uma divertida briga travada entre eles.
É lá que cada um é esclarecido ao espectador, e ao se conhecerem, descobrem a necessidade de se unirem para pegar o objeto e vendê-lo ao comprador certo, o Colecionador (Benicio Del Toro), e evitar que caia nas mãos de Ronan.
Ao fugirem da Prisão e levarem o objeto, acabam por perceber que o Orbe é muito mais que parece e pode acarretar em perdas inimagináveis. Assim, mantê-lo a salvo de todos se torna prioridade.
Apesar de cada um ter suas motivações pessoais contra os vilões, unir-se contra o mal, em prol do todo parece mais inteligente. Começa aí a formação dos Guardiões da Galáxia.
O filme, além de muito engraçado, tem um roteiro bacana bem amarrado, com qualidade técnica absurda, maquiagem, efeitos e outros aspectos.
Apesar de se tratar de algo que já existe nos Gibis, é extremamente original, desde a concepção visual, as características dos protagonistas e a valorização do trabalho em grupo que torna os atores mais famosos e os menos em uma única célula, onde cada um tem seu papel mas sozinhos não fazem muita coisa.
Dá um pouco de pena de Vin Diesel, escalado para dublar o bicho-árvore Groot, já que profere uma única frase umas 10 vezes o filme todo "Eu sou Groot", mas única frase diferente que ele diz faz toda a diferença para consolidar o conceito de equipe que o filme tenta impregnar.
A trilha maravilhosa recheada de músicas clássicas de 70 e 80, não só se encaixa perfeitamente no contexto espacial do longa como se justifica a cada cena que elas tocam, em particular nas cenas finais que mostram a importância sentimental delas para Peter Quill.
Cris Pratt, o Peter, pouco conhecido até então torna-se a força motriz do filme. Carismático e competente, se adequa com maestria ao seu personagem. Zoe Saldaña, a Gamorra, não é nada demais mas também vai legal. Dave Bautista, no entanto, surpreende muito no pele de Draxx e também desempenha um trabalho fenomenal, assim como o ótimo Bradley Cooper, conhecido por Se Beber não Case e Lado Bom da Vida, na dublagem hilariante do guaxinin Racket. Além de ser um personagem bizarro e louco, consegue comover a platéia em momentos de emoção diante da perda. Groot tem poucas falas, como dito, mas é sem dúvida o mais cativante dos 5, como na bela cena em que para de andar com eles para oferecer uma flor a uma menina.
Aliás, sentimentos também são alvo de brincadeira no filme inteiro. Nenhum clima de romance ou de emoção se sustenta tempo suficiente antes que uma boa piada venha e "estrague" tudo.
Como de costume, Stan Lee está lá de novo em uma cena especial. No entanto, a cenas pós-créditos não trazem nada relevante, a não ser a certeza de uma sequência, o que já fica estampado no final do filme com a frase: OS GUARDIÕES DA GALÁXIA RETORNARÃO.
Com cenas frequentes de boa ação, ótimos efeitos e um carisma sem fim, a Marvel não só cumpre o prometido em fazer a melhor série heróica de todos os tempos como consegue escrever para sempre o nome dos Guardiões da Galáxia na lista dos heróis que tanto admiramos.
Se antes não passavam de desconhecidos da maioria, agora terão seu justo e merecido lugar nos corações dos fãs de todo o mundo.
R Asafe S.
R Asafe S.

13 seguidores 4 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 3 de agosto de 2014
É bom, mas não é o melhor filme da minha vida, acho que foram muito bons em apresentar cada personagem e suas motivações, o elenco funcionou bem, a história não é complexa mas apresenta um problema, desenvolve e encerra, o roteiro deixa um ótimo gancho de problemática para a já confirmada sequência e a cena pós crédito é meio confusa, mas pode indicar um possível novo filme.
Roberto H.
Roberto H.

13 seguidores 9 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 2 de agosto de 2014
Assim que foi anunciado, Guardiões da Galáxia sofreu por não ser um grupo tão conhecido pelo grande público (principalmente aquele que não é leitor de HQs), mas foi só sair o primeiro trailer que as opiniões começaram a surgir e as pessoas se dividiram em dois grupos. De um lado, aquela galera que não aceitava a “licença poética” de um guaxinim falante; do outro, o pessoal que estava animado pelo filme e esperava ser surpreendido (Eu fiz parte do segundo grupo). Era um jogo arriscado, mas deu certo.

Guardiões da Galáxia é mais um filme da Marvel que não apenas serve para complementar o universo da mesma, mas para ser a peça mais importante até agora.

No filme, temos o grupo formado pelos criminosos Peter Quill (ou Star Lord), Gamora, Drax e a dupla Rocket e Groot. Juntos, eles formam os Guardiões da Galáxia, com a função de evitar que um artefato poderoso pare nas mãos do poderoso kree conhecido como Ronan, o acusador. No começo, como todo grupo disfuncional que se preze, eles não se dão tão bem assim e brigam sempre que possível.

Depois de anos de sucesso consolidado nos cinemas, seria normal se a Marvel decidisse aproveitar que está no auge para trazer um filme de algum personagem conhecido por todos, não é? Errado! A escolha de Guardiões como seu próximo filme é ousado e arriscado, mas também foi quando decidiram começar com Homem de Ferro em 2008. O que mais surpreende neste filme é como ele consegue se sustentar sem depender de nenhum dos filmes anteriores, o que mostra como a Marvel está cada vez mais no caminho certo.

Dirigido por James Gunn, com um roteiro simples e até alguns clichés (daqueles divertidos, que não te incomodam) de trabalho em equipe, o filme funciona perfeitamente como uma adaptação das HQs. Por mais que algumas coisas tenham mudado (como a história de Quill, modificada para funcionar melhor na telona), a atmosfera da obra prima está presente. Desde a cena de abertura, é notável o tom cômico e descompromissado que o filme levará. Ao contrário de outras produções como Homem de Ferro 3 e Thor: O Mundo Sombrio, Guardiões da Galáxia só ganha com as cenas em que usa e abusa do humor, sejam as piadas ruins de Peter Quill, seja do humor negro e sarcástico de Rocket, seja da “habilidade” de Drax em levar tudo o que dizem no sentido literal da palavra ou até mesmo quando Gamora não consegue entender coisa alguma e Groot repete as únicas palavras que consegue pronunciar: “I Am Groot”.

Falando nisto, os personagens são o ponto alto do filme. Chris Pratt, de Parks and Recreation, teve de malhar bastante para fazer o Senhor das Estrelas e atuar como o líder do grupo (alguns notaram a semelhança dele com Han Solo e até um pouquinho de Capitão Kirk), sempre contando piadas datadas, mas hilárias, como a de Footloose (Quill foi abdusido nos anos 80), e ouvindo a mesma fita com um mix de sucessos de sua época.

Ah, já comentei que a trilha é a coisa mais linda do mundo? Não? Pois é perfeita, sério.

Zoe Saldana é Gamora e, ao lado de Dave Bautista, que interpreta Drax, são os músculos da turma. Mas é claro que seria inevitável não adorar a dupla Rocket e Groot, dublados por Bradley Cooper e Vin Diesel, respectivamente. Eles são completamente diferentes, mas a química entre os mesmos é ótima. Os vilões são os mais poderosos do Universo Marvel até agora, mas não parecem ser tão ameaçadores (ainda). Lee Pace (O Hobbit: A Desolação de Smaug) é Ronan e Karen Killian (Doctor Who) é Nebula, e ambos estão irreconhecíveis.

A ação e os efeitos especiais são os melhores já criados pela Marvel, as batalhas espaciais e toda a ambientação cósmica está de parabéns. Mas… nada é perfeito. Um ponto negativo é o tempo de duração do filme. Mesmo que o desenvolvimento seja competente, Guardiões da Galáxia tem muita informação vital e tanta coisa acontecendo que mais meia hora de filme não faria mal algum.

Com personagens carismáticos e divertidos, um roteiro simples, uma aventura que lembra vários clássicos do cinema de ficção científica e uma trilha sonora que é a coisa mais linda do mundo (já comentei isso? Não interessa, vale a pena comentar de novo), que vai desde David Bowie até Jackson 5. Este filme foi arriscado e funcionou muito bem, fazendo com que alguns cheguem a considerar a melhor produção da Marvel até o momento. Faz tempo que não temos um filme com coração e tão divertido quanto os clássicos no qual este se inspirou.
Fez bonito, Marvel, fez bonito.
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