Média
3,6
publicações
-
O Globo
-
Cineplayers
-
Cinema em Cena
-
Cinética
-
Estado de São Paulo
-
Jornal do Brasil
-
New York Times
-
Omelete
-
The Hollywood Reporter
-
Variety
-
CineClick
-
Cineweb
-
Preview
-
Screen International
-
Críticos.Com.Br
-
Folha de São Paulo
Cada revista ou jornal tem seu próprio sistema de avaliação, que será adaptado ao sistema AdoroCinema, de 0.5 a 5 estrelas.
- As últimas críticas do AdoroCinema
- Melhores filmes
- Melhores filmes de acordo a imprensa
O Globo
... A cineasta exibe maturidade rara ao extrair de tudo isso uma obra despojada, minimalista, em que a complexidade do mundo (o tempo, a memória, a transmissão entre gerações, a vida e a morte) se faz presente, mas de forma sutil.
Cineplayers
"Histórias que só existem quando lembradas" não é um filme centrado em diálogos, porém uma dúzia deles são memoráveis ...
Cinema em Cena
... O filme oferece reflexões sensíveis sobre nossa percepção da memória e sobre a própria efemeridade da vida, que, mesmo aos 15, 50 ou 90 anos de idade, parece ter passado como um piscar de olhos.
Cinética
Os planos longos, calmos, e a repetição dos atos, frases e situações, nos indicam um certo "parar" no tempo, um estágio de vivência em que todo tipo de perturbação foi rechaçado ...
Estado de São Paulo
... O filme funciona um pouco com a metáfora do crescimento desordenado do Brasil e sua dialética entre a utopia de um progresso sem fim ...
Jornal do Brasil
Novo, atual e pelo menos minimamente experimental, "Histórias Que Só Existem Quando Lembradas" é resultado de um longo trabalho cinematográfico e atinge suas pretensões com muita qualidade e refino ...
New York Times
Como sua protagonista, a Srta. Murat é uma observador que não intervém, dotada de grande confiança em sua construção visual. O drama neste filme é pequeno, quase invisível, mas ele avança de modo seguro, em direção à sua belíssima conclusão.
Omelete
O filme da diretora Julia Murat, estreante em longas de ficção, lida de forma bastante sensível com os diferentes pontos de vista de Madalena e Rita.
The Hollywood Reporter
Murat e os roteiristas constróem um equilíbrio delicado entre a parte realista da história e seus aspectos de fábula, imergindo o espectador na rotina de Madalena atráves de pequenas repetições e variações sutis.
Variety
A diretora estreante Julia Murat traz uma história sensível, com aspectos visuais às vezes impressionantes.
CineClick
Faltou à diretora dar mais dimensão à Rita, dando-lhe um passado que pudesse explicar sua presença ali e sinalizar seu futuro. [...] O deslize, no entanto, não desmerece a boa estreia de Júlia Murat ...
Cineweb
Júlia [Murat] tem bom trato com atores e deixa Sonia Guedes dominar a cena. Porém, às vezes, o filme se mostra estetizado demais, muito meditado para ter imagens bonitas, e estas parecem mais a causa da existência do longa ...
Preview
A cineasta está claramente mais preocupada com a atmosfera do que com a dramaturgia, mas há buracos que simplesmente distraem. Bonito, mas só.
Screen International
A história é suficientemente divertida, mesmo se ela não alcança a profundidade dramática que ela tenta construir. [...] O resultado pode não ser "espetacular", mas ele é certamente bom.
Críticos.Com.Br
Os diálogos muito formatados, a caracterização limitada da forasteira e a reverência do olhar da câmera sobre pessoas e coisas reduzem bastante o potencial de encantamento e mistério do argumento.
Folha de São Paulo
Tantas sugestões poéticas ou filosóficas, contudo, exigem uma ambição e um fôlego estético que o cinema de Julia Murat demonstra conhecer, mas não dominar.