O Doador de Memórias
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4,2
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128 Críticas do usuário

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anônimo
Um visitante
3,5
Enviada em 17 de setembro de 2014
Phillip Noyce,é diretor bastante experiente.No passado,ele conservava muito em trabalhar em filmes mais de ação,que continha perseguições,e que trazia roteiros trabalhados na investigação.Mais de uns tempos pra cá,ele se divide em gêneros.Em 2010,dirigiu],Angelina Jolie em Salt,logo após encarou a direção da série,Revenge.Ou seja,foi uma porta aberta pra ele poder dirigir,O Doador de Memórias.Em relação ao filme,traz um conjunto de filmes que ultimamente estão invadindo as telonas.Essa adaptação do livro de Lois Lowry,é claramente leve e simples na medida do possível.Pois não temos aquela trama envolvente,que contém ação.Mais sim,se reserva a boas cenas trabalhadas no drama.O filme é bom nesse assunto.Pois valoriza o começo de carreira de Brenton Thwaites,junto com a vasta experiência de Jeff Bridges.Os dois formaram um dinamismo exemplar.Já pelo o lado da linda,Meryl Streep,ela consegue mesmo em poucas cenas agradar,e se torna fundamental ao filme.As viagens de Jonas,são lindas e cheia de cores,bem diferente do começo,onde a tonalidade se dividia em preto e branco.
Brenno L.
Brenno L.

10 seguidores 5 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 15 de setembro de 2014
O filme tem uma boa proposta, trabalha com uma sociedade que pode não estar muito longe da nossa realidade, mostra o lado belo e o lado ruim da vida humana cativando e emocionando, a ideia era boa porém não a desenvolveram bem, o final é fraco e o enredo ruim., mas vale a pena conferir.
Marco Antônio Lotes G.
Marco Antônio Lotes G.

38 seguidores 35 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 25 de novembro de 2014
Adaptações de livros estão se tornando muito comum nos cinemas. Só esse ano tivemos "A Culpa é das Estrelas", "Divergente", " A Menina que Roubava Livros". E alguns que ainda estão pro vim como "Jogos Vorazes- A Esperança- Parte 1" e o final da trilogia "O Hobbit". Todos esses livros já eram populares antes de se tornarem filmes. " O Doador de Memórias" não é conhecido no Brasil e nem no mundo afora, por isso era um risco adaptar esse livro. Mas o resultado final foi bastante positivo.
Com uma abordagem muito interessante e um elenco que está bem, o filme acaba se tornando uma boa surpresa para esse ano. Por mais que faça uma crítica ao poder que controle seu povo, sem deixar eles irem contra o sistema, afinal esse tema é tratada nos "Jogos Vorazes". A escritora usa um argumento muito convincente e interessante. Os governantes nesse filme faz com que o povo viva sem emoção e sem sentimento, vivendo apenas a base de regras. A filosofia que ele traz é maravilhosa e nos faz pensar sobre muitas coisas.
O diretor usa tons de cinza para mostrar como os personagens veem aquele mundo, mas a medida que o protagonista vai descobrindo a verdade sobre a vida, seu mundo começa a ganhar cor e ele passa enxergar tudo de uma maneira diferente. Além de possuir uma ótima fotografia e uma ótima trilha sonora.
As atuações vão de boas a ótimas. O protagonista interpretado por Brendon Thwaites ( "Malévola") é ótimo, jamais sendo chato. O ator de 25 anos também ajuda, tendo uma atuação boa, convencendo com um garoto em busca de respostas sobre tudo, mas isso só acontece quando ele é designado para sua nova tarefa, o de ser recebedor de memórias. Seu mentor é interpretado por Jeff Bridges, que é responsável por transmitir suas memórias sobre o mundo para o personagem de Thwaites,além de guiá-lo em como fazer isso. A interpretação do ator veterano é ótima e ainda possuí uma ótima química com seu aprendiz. Meryl Streep como sempre se destaca, fazendo uma excelente vilã. Por mais que não tenha tanto destaque, a atriz manda muito bem, fazendo jus de seu título de melhor atriz de Hollywood. A atriz Katie Holmes que sempre teve uma atuação entre bom e regular se mostra uma agradável surpresa, ganhando destaque e se saindo muito bem em suas cenas. Outra atriz que se saí bem, mas algumas vezes parece meio perdida em cena é Odeya Rush, que faz o papel romântico de Brendon. Por ser uma atriz nova e com pouco filme é de se esperar que ela fique um pouco perdida, mas nem por isso faz feio,tendo uma atuação boa. E temos uma pequena aparição da atriz-cantora Taylor Swift e por não ter muito tempo em cena, por isso não podemos falar de sua atuação.
O longa peca em alguns quesitos, tendo alguns erros de continuidade, além de ter um final meio sem sal. E isso foi o que mais prejudicou o filme, o final poderia ter sido mais elaborado e ser explorado mais. Ficou muito vago e ficamos com a pergunta sobre o que aconteceu com os personagens e o que tinha na casa ao final da projeção. Não sei se esse é o final do livro ou se foi adaptado para o filme, mas isso acabou com o potencial do filme.
Thalita Uba
Thalita Uba

66 seguidores 52 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 10 de setembro de 2014
O roteiro é aquela coisa clichê e previsível, de modo que só pelo trailer já dá imaginar como vai terminar. Parece que os caras tinham uma baita ideia na mão, cheia de potencial, mas não souberam administrá-la da melhor maneira possível, tendo como resultado uma produção que não é ruim, mas também não é ótima. Mas são, também, vários os aspectos positivos do filme, a começar pela fotografia, muito legal com a transição de P&B para cores. A direção de arte também fez um belo trabalho, garantindo ótimos cenários e utensílios futurísticos. Os atores também desempenharam um bom papel, com destaque para Jeff Bridges, que interpreta o antigo Guardião, que é quem passa todas as memórias para Jonas. Podem colocar na lista também o fato de o filme não possuir vilões explícitos – apenas pessoas que tomam decisões equivocadas por não saberem agir de outra maneira.

Esse, talvez, seja o maior trunfo do filme: mostrar como as atitudes que tomamos por conveniência, tradição ou simplesmente por costume podem ser perigosas sem que percebamos. É verdade que o filme não se aprofunda muito nessa questão existencial (mesmo porque sequer daria tempo em menos de duas horas), mas “incomoda” e faz pensar, refletir, analisar se aquela ficção não está, afinal, mais próxima do que imaginamos. Pode ser que o filme não tenha sido explorado tão bem quanto poderia, mas certamente tem seu valor simplesmente por abordar algo que a maioria dos filmes hollywoodianos costuma desprezar. Previsível e um talvez até um pouco monótono, mas muito interessante e instigante ao mesmo tempo.
Peter B.
Peter B.

87 seguidores 127 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 18 de agosto de 2015
Um bom filme para quem gosta do genero , porem com tantos filmes com esse estilo , ficamos com a impressão de já ter visto isso antes.
Lucas E.
Lucas E.

50 seguidores 7 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 20 de julho de 2015
Filme bom e corajoso. Algumas partes em preto e branco, o que é raro acontecer porque as pessoas tem preconceito. Bons atores e uma bela fotografia. Monótono, mas não o faz ser ruim, você se encontra como um ser humano cheio de emoções, e vê como o mundo seria chato sem isso. Longe de ser perfeito, mas gostei muito.
MC C.
MC C.

13 seguidores 13 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 23 de setembro de 2014
Um filme que assim como Convergente seguem a mesma linha de pessoas que não se enquadram em uma sociedade pré determinada,integrada em achar que a pessoa só pode servir para uma única função.
João H.
João H.

7 seguidores 15 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 18 de setembro de 2014
Um filme interessante, que me lembra muito o filme Pleasantville - A Vida em Preto e Branco. Ambos mostram como seria nossa sociedade sem nossas emoções e sentimentos, os quais devemos ter grande cuidado para que não se voltem para o mal e cultivemos sempre o bem e o amor.
Claudio M
Claudio M

6 seguidores 18 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 8 de setembro de 2016
o filme passa uma ideia interessante, só que para mim o que estraga são os aborrecentes do filme, sei que é moda e lucrativo colocarem adores jovens, adolescentes em todos filmes, so que não dou valor nenhum ao trabalho desta turma ai, seria um filmaço se os atores e atrizes fossem todos de uns 30 anos pra lá, ou mais, passaria um ar de mais seriedade nos fatos narrados.
Sidnei C.
Sidnei C.

127 seguidores 101 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 18 de setembro de 2014
Baseado em livro de mesmo nome, lançado em 1993, a adaptação para as telas foi um sonho acalentado pelo ator Jeff Bridges durante 20 anos. Na sua concepção original, Bridges desejava reservar a seu pai, Beau Bridges, o papel que acabou lhe cabendo nesta adaptação, como o “Doador” do título. Confesso que as críticas que havia lido a respeito do filme (já chamando a atenção que não li o livro que deu origem ao filme) e até mesmo o seu cartaz de divulgação me deixaram com um pé atrás, mesmo sabendo que no elenco – embora secundários – estavam, além de Jeff Bridges, Meryl Streep, o que garantia, ao menos, um bom elenco de apoio; e na direção, o experiente Phillip Noyce. O cartaz deste O Doador de Memórias dá especial destaque ao casal de protagonistas juvenis – Meryl e Jeff estão por assim dizer como “paisagem” do filme. Este detalhe me deixou a impressão que o filme era mais uma tentativa de lucrar na esteira deixada pelo sucesso de Jogos Vorazes, que tem rendido filmes e franquias como Cidade dos Ossos – Os Instrumentos Mortais, Divergente e afins, filmes tipicamente voltados para plateias adolescentes e que não se preocupam nem um pouco com a qualidade da produção, roteiro e elenco, focando unicamente nos efeitos visuais. No entanto, Jeff Bridges tem mais destaque no filme do que se poderia supor, e mesmo o casal do cartaz (Brenton Thwaites/Jonas e Odeya Rush/Fiona) estão muito bem, com interpretações convincentes e sinceras, não sendo apenas “rostinhos bonitos”, como muitas vezes acontece. Restava saber se as críticas, majoritariamente negativas, tinham razão.
Lendo alguns comentários e resenhas sobre o filme você acaba se preparando para “descascar” um verdadeiro abacaxi em forma de filme. O Doador de Memórias tem seus problemas, mas nada que justifique essa recepção tão negativa – por parte da crítica, fique bem claro, já que o filme, embora não tenha sido um estouro de bilheteria, tem se saído bem junto ao público. O filme começa e já tive uma surpresa (pois não havia assistido ao trailer) que, embora possa até parecer uma escolha óbvia dentro do contexto da história, funciona muito bem: o uso do preto & branco. A sua passagem para o uso das cores, no início apenas alguns detalhes e objetos (como foi feito em A Vida em Preto e Branco) é bem gradual, criando uma belíssima fotografia quando a cor ainda apenas se insinua nas cenas, em tons pasteis. Aliada a uma caprichada produção cenográfica, este é sem dúvidas o maior acerto do filme: ele é de extremo bom gosto, com sequências e enquadramentos que tornam seu visual um deleite para os olhos (os fãs que me perdoem, mas o maior problema de Jogos Vorazes é aquele visual brega nos cenários e roupas). Outro ponto positivo é que o filme não tem pressa, sendo que a ação propriamente dita ocorre no momento certo, sem atropelos e bem justificada. Seu maior defeito, para mim – não posso opinar quanto à questão de adaptação do livro – é que o filme não apresenta em sua história nada de efetivamente original. Embora ele não siga uma linha que lembre Jogos Vorazes – alguns teimaram em lhe cobrar esta característica, numa comparação extremamente equivocada – você irá reconhecer aqui e ali situações, elementos, abordagens e “mensagens” já presentes em outras histórias situadas em universos utópicos ou distópicos, como 1984, Admirável Mundo Novo, A Vila, A Vida em Preto e Branco , até mesmo O Show de Truman, e outros mais.
Num certo aspecto minha percepção do filme talvez coincida com aqueles que o criticaram: O Doador de Memórias ganharia muito mais em qualidade como filme (não sei se isso foi deixado propositalmente de fora, mas talvez presente no livro, para “vender” o filme ao público adolescente) se fizesse uma leitura mais política da comunidade retratada, e um pouco (ou muito) menos mística. Afinal, esta comunidade “perfeita” que quer a todo custo esquecer o passado não é algo assim tão fora da realidade – indico que vejam o excelente filme Uma Cidade Sem Passado (The Nasty Girl / Das Schreckliche Mädchen) para entenderem do que estou falando. Para nós, brasileiros e terceiro-mundistas em geral, esta comunidade lembra muito a situação atual de alguns países europeus: prósperos, organizados, verdadeiros paraísos do bem-estar social para suas populações locais, mas se formos remexer seu passado histórico (em especial suas ações colonialistas na África, Ásia e América Latina nos séculos XIX e XX) encontraremos detalhes sobre os meios utilizados para chegar a este estágio avançado de civilização que fariam o Jonas do filme ficar de cabelo em pé. Mesmo assim, O Doador de Memórias tem um diferencial em relação às recentes franquias, no estilo de Divergente: quando Jonas acessa as memórias do Doador, o mundo desconhecido que se descortina para ele é a nossa realidade atual, suas guerras, a dor e a crueldade do ser humano, mas também alegrias e belezas que experimentamos, o que permite à história, embora se passando em um futuro não definido, fazer uma conexão imediata com qualquer espectador.
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