O Doador de Memórias
Média
4,2
1609 notas

128 Críticas do usuário

5
34 críticas
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29 críticas
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38 críticas
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20 críticas
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Juarez Vilaca
Juarez Vilaca

2.918 seguidores 393 críticas Seguir usuário

2,5
Enviada em 12 de setembro de 2014
Apenas um filme razoável. Muita incoerência no enredo. O filme trata de um tema já bastante visto no cinema, a sociedade perfeita, onde tudo funciona bem, não há crimes e nem tem pessoas carentes. Como sempre, a mentira e a extrema censura é que prevalece sobre tudo e todos. Na falta do que fazer, dá prá assistir.
Sandro B
Sandro B

13 seguidores 42 críticas Seguir usuário

2,0
Enviada em 13 de setembro de 2014
dormi. sem sal. sem cor. nem jeff brigts nem Maryl Strep salvam o filme. difícil. hehehehe
Paty S2.
Paty S2.

1 crítica Seguir usuário

2,0
Enviada em 22 de setembro de 2014
A forma deles viverem é interessante,mas faltou mais emoção. Esperava mais do final...
e a garota nem foi com ele!
Eduardo Santos
Eduardo Santos

340 seguidores 183 críticas Seguir usuário

2,5
Enviada em 16 de setembro de 2014
Filmes baseados em livros de ficção científica, onde comunidades pacíficas e teoricamente perfeitas são criadas existem aos montes por aí. Ficava a expectativa do que de realmente novo e interessante poderia sair deste O Doador de Memórias, baseado num romance do já longínquo ano de 1993. Àquela época, o discurso de comunidades criadas artificialmente já não era novo. Hoje, já é um tema mais que desgastado. O filme conta com um ótimo elenco, desde o jovem Brenton Thwaites que faz o jovem protagonista, passando ainda por nomes de peso como Meryl Streep, Jeff Bridges, Alexander Skarsgård, Katie Holmes e até uma morena Taylor Swift. A história é cativante, prende a atenção, e há boas ideias esmiuçadas pelo roteiro. O mundo preto e branco que ganha cor aos olhos do ‘Recebedor’ de memórias é bastante interessante, apesar de óbvio. Porém, a espinha dorsal do filme é frágil, afinal, colocar toda a dor e complexidade dos pensamentos e emoções humanas em uma só pessoa se mostra deveras inconsistente e estúpido. Contudo, o filme tem muitas ideias interessantes, que são mal desenvolvidas, e peca pela ingenuidade exagerada em contar seus dilemas. Tudo é mostrado com uma superficialidade atroz diante de um tema extremamente complexo. Isso reflete nos diálogos rasos e falta de fôlego nos instantes finais, passando ainda por erros grotescos de continuidade e uma capacidade impressionante de não causar impacto algum com o público. No caso deste filme, alguns minutos a mais seriam muito bem vindos, para que seu desenrolar fosse mais plausível. A impressão que dá é que o tema do filme simplesmente foi amenizado de uma visão mais cruel e realista para alcançar um público mais abrangente e infanto-juvenil. Não li o livro ao qual ele é baseado, mas tenho a nítida ideia de que teria condições de ser muito mais denso e profundo do que o filme demonstra ser. Um mediano passatempo, mas com um potencial enorme e um desfecho pálido e simplificado demais. Se Jonas, o protagonista vivido por Thwaites, com o pouco do bem e do mal causados pela humanidade sentiu-se tão afetado, imagino o que aconteceria se ele realmente tivesse visto mais do que o ser humano é capaz de fazer, tanto para melhor quanto para pior. Se ele realmente tivesse acesso a tudo, os dilemas que ele enfrenta seriam muito mais amplos e genuínos.
Maiko D
Maiko D

1.659 seguidores 303 críticas Seguir usuário

2,5
Enviada em 1 de março de 2015
Não o recomendaria a alguém. O filme começou de forma interessante. Um enredo envolvente. Contudo, o final é decepcionante, simples demais. Parece filme proveniente de livro. Se houver um livro, talvez seja mais interessante, tenha mais conteúdo, história e seja divertido de ler, pois o filme não.
Aline S.
Aline S.

24 seguidores 20 críticas Seguir usuário

2,0
Enviada em 11 de janeiro de 2015
Li o livro em uma tacada só e fui ver o filme. Digo que, no máximo, são uns 15 minutos do filme são baseados no livro. Criaram uma outra história em volta, muito diferente. O Jonas do livro tem só 12 anos e no filme é um adolescente e tem até um romance. Não acontecem aqueles conflitos com a anciã-chefe, nem com o amigo, nem com a Fiona, nada, nadica de nada daquilo. É apenas o MITO DA CAVERNA, e mais nada. Achei o filme meio perdido, raso, bobo... Pegaram a onda de sagas adolescentes e tentaram adaptar uma distopia "antiga" para se parecer com todas elas ao mesmo tempo usando tecnologias, opressão, romance, revolução, sentimentalismo blablabla... Mas esse monstro não deu muito certo, Dr. Frankenstein.
Neto S.
Neto S.

30.586 seguidores 773 críticas Seguir usuário

2,5
Enviada em 30 de julho de 2015
Uma pequena comunidade vive em um mundo aparentemente ideal, sem doenças nem guerras, mas também sem sentimentos. Uma pessoa é encarregada a armazenar estas memórias, de forma a poupar os demais habitantes do sofrimento e também guiá-los com sua sabedoria. De tempos em tempos esta tarefa muda de mãos e agora cabe ao jovem Jonas (Brenton Thwaites), que precisa passar por um duro treinamento para provar que é digno da responsabilidade. O filme tem um história bem interessante mais não é aquele excelente filme apena regular que Tem um bom elenco , nota 5.0
Sandro P.
Sandro P.

7.485 seguidores 572 críticas Seguir usuário

2,0
Enviada em 22 de junho de 2015
Um roteiro muito mal desenvolvido e cheio de furos, diálogos forçados, um romance sem graça e final fraco! Esse filme está abaixo de "Jogos Vorazes" e "Divergente". O destaque do filme é o visual e as imagens em preto e branco.
Leandro S.
Leandro S.

3 seguidores 2 críticas Seguir usuário

2,5
Enviada em 14 de setembro de 2014
Doador de memórias é uma adaptação do livro homônimo de Lois Lowry. O filme se passa em uma cidade futurista de política totalitarista cujo seus cidadãos são designados a uma função especifica (soldado, enfermeiro, professor...) e não têm nenhuma memória de como era no passado e tinham seus sentimentos dissipados por remédios. O filme mostra toda essa opressão ao mostrar o mundo em preto e branco. O personagem Jonas (Brenton Thwaites) se torna receptor ele começa a ver as cores, causando uma certa admiração pela beleza que o filme vai ganhando. O diretor também utiliza de vídeos populares em nossa internet para mostrar a história da sociedade o que causa uma certa identificação. Porém o filme não tem tanta força como era de se esperar com o tema. Os diálogos são fracos e não se aprofundam no tema, a talentosíssima Meryl Streep foi mal aproveitada (apesar de no que foi pedido ela deu show de atuação). O romance do receptor e sua amiga Fiona (Odeya Rush) foi extremamente forçado. Quando os dois começaram a descobrir seus sentimentos, o sentimento foi direto um para o outro como se não houvessem outras opções. Para piorar a situação o filme deixa muitas dúvidas. O doador de memórias (Jeff Bridges) confessa que a falecida Rosemary é sua filha, mas sua filha concebida no método tradicional ou foi doada para ele como as outras crianças. Se foi do modo tradicional quem seria a mãe? Como que aquela sociedade totalitarista foi fundada? Porque ao ultrapassar uma linha geológica as memórias são retornadas? Qual era a aquela casa onde o Doador queria que se Receptor chegasse?
O absurdo do filme é por conta da sobrevivência do bebe Gabriel. É uma criança com menos de um ano de idade que sobrevive a uma queda em um rio, sobrevive a mudança termina de um deserto e uma montanha gelada sem equipamento especial e sobrevive.
A falta de ação do filme é nítida mas seria injusto comparar com Jogos Vorazes por exemplo considerando a época em que o livro foi escrito mas a cena que deveria ser o clímax do filme que era pra ser o momento em que com muita dificuldade o Receptor atravessa a linha imaginaria não conseguiu prender o grupo.
Um filme no máximo mediano com sua casca ganhando pontos tendo uma linda fotografia e atores belíssimos atuando.
Maísa
Maísa

14 seguidores 12 críticas Seguir usuário

2,0
Enviada em 9 de janeiro de 2015
O filme é muito fraco. Esperava muito mais dele, acho que a historia é bacana mas não souberam usa-la. Nao foi o pior filme que já vi mas também não o recomendo.
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