O Doador de Memórias
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4,2
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128 Críticas do usuário

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Lukas V.
Lukas V.

34 seguidores 11 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 24 de abril de 2015
Um filme com ideias muito boas, mas que poderiam terem sido melhor trabalhadas. O filme ficou muito corrido, sendo que poderiam ter implantando várias outras ideias e situações, mas para isso seria necessário serem uns 2 ou 3 filmes. E caso esse filme não tenha uma continuação, acredito que será um grande desperdício, pois eu tenho certeza que com um bom marketing em cima, ele conseguiria ganhar muito dinheiro.
Marcel Aoki
Marcel Aoki

16 seguidores 55 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 22 de outubro de 2014
Lendo a sinopse não tive vontade de assistir. Como o tema me interessa, gosto de filmes de ficção científica. Acabei arriscando e não me arrependi. Ao contrário, um dos melhores filmes que já assistir desse gênero. É tão bom quanto “A origem”. Ele nem teve tanta divulgação comparando com outras estreias do ano. A sacada das “cores” é muito boa. O personagem principal “Jonas” e seu mentor “o doador”(Jeff Bridges) são os únicos a verem tudo “em cores normais”. Nos primeiros vinte cinco minutos do filme, tudo é preto e branco. O filme fica colorido com o despertar de Jonas. Uma das raras vezes que assisti a um filme sem cores e não me senti incomodado. A parte que retrata um futuro “perfeito”, com a população senso comandada por um governo autoritário não é novidade. O diferencial que nesse mundo, as pessoas não tem emoções, nada de raiva, amor e é proibido mentir. Vendo ao filme, pensei que o roteiro era bom demais e deveria ter sido baseado em um livro. Acertei, agora estou louco para ler o livro. Que na maioria das vezes é melhor que a adaptação para os cinemas. O melhor é que são quatro livros. Não são continuações, cada livro tem personagens diferentes, foi o que li na sinopse dos livros. Não espere efeitos especiais fantásticos, nem perto disso. O diferencial do filme é o roteiro e as mensagens subliminares da estória. Vale cada segundo. Até agora, um dos melhores filmes do ano.
cinetenisverde
cinetenisverde

29.473 seguidores 1.122 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 1 de abril de 2017
A ideia mais interessante por trás deste filme é usar a analogia de cores para exemplificar por que uma vida em uma sociedade igualitária é como uma vida preto e branca fosca, enquanto uma vida desigual, cheio das nuâncias, dores e prazeres dos seres humanos “de verdade” é uma vida cheia de cores e luz. Infelizmente, essa analogia não apenas está errada como é mal empregada no próprio filme, e nos tenta fazer acreditar que nosso conhecimento sobre cores vem das nossas memórias (como se bebês não soubessem o que são cores ou herdassem memórias de seus pais). E isso é apenas a ponta do iceberg em um filme que tenta criar uma alegoria ambiciosa demais a respeito de uma distopia que mistura de maneira fragilizada Admirável Mundo Novo, THX e até “Brazil: O Filme”. Bom, não é sempre que se pode bancar Aldous Huxley e não levar na cara por sua petulância.
Vitor M.
Vitor M.

7 seguidores 10 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 16 de setembro de 2014
Muito legal, é o tipo de filme que não dá pra você assistir sem pensar sobre o tema: "E se a gente vivesse em uma sociedade pacífica, sem mortes, dor, sofrimento, mas sem emoções, sabores, cores, tudo em preto e branco"? Essa é a grande questão que o filme quer levantar para o público: o que valeria mais a pena? Ter paz, sem guerra, porém sem liberdade, sem emoções, sem sentimentos, em preto e branco, ou ter guerra, dor, mas com liberdade, sentimentos, e mais vida?
O filme é baseado no romance de Louis Lowry, em que a estória se passa numa das pacíficas comunidades, protagonizada por Jonas, um garoto que ao ser designado para conhecer o próprio "doador de memórias", ou assim chamado, ao precisar ser substituído por Jonas. O doador mostra as verdades escondidas por regras nas comunidades, (como tomar um medicamento, que elimina as emoções, mantendo assim, a paz) para Jonas, mostrando cores, sentimentos, emoções, guerras, amor etc.
No começo do filme, spoiler: Jonas conhece Gabriel, um bebê, que, após Jonas conhecer o doador, passa a amar (explicando, pra não se confundirem, após conhecer o doador, e sentir as emoções, passa a amar esse bebê) e logo que nascem, os bebês passam por testes de maturidade, que caso sejam reprovados, são mortos, mas sem que as pessoas que matam os bebês, saibam que cometem assassinato, ao descobrir isso, Jonas se revolta contra o sistema, e tenta tirar Gabriel de lá, pois ele havia sido reprovado no teste de maturidade.

O filme conta com muitas questões filosóficas, e que por muitos, nem chegaram a ser pensadas, como o próprio protagonista fala pra a amiga com quem ele é apaixonado (ao menos no começo, acha que é, pois acha que sente coisas, mas não sente): e se as regras fossem quebradas? (mesmo não falando exatamente essa frase, é o que ele quer transmitir)
spoiler: É divertido ver eles se apaixonando, sem nunca saber exatamente como isso é, amando devagar, sem nunca ter sentido isso, e mostrando como o mundo seria, se tivesse paz, mas não houvesse sentimentos. O amigo de Jonas, Asher, achando que está fazendo a coisa certa, ao tenar impedir o amigo, pois Jonas está desobedecendo as regras, mas por uma boa causa,e ele está mesmo fazendo por uma boa causa? Será que não é melhor vivermos em paz? mas em um mundo preto e branco?

É dificil não comparar esse filme com divergente e jogos vorazes(jogos vorazes nem tanto, mas é porque é difícil não comparar divergente com jogos vorazes, e é difícil não comparar esse filme com divergente, o que torna um pouco mais dificil de comparar esse com "jogos vorazes") Pois se trata de adolescentes lutando contra um sistema autoritário, mas nesse filme é mais leve e menos cruel,
Veredicto: Muito legal, vale o ingresso e a pipoca, e acho que eu, pessoalmente, nunca vi um filme que me fez filosofar (apesar de ser poética, acho que a palavra filosofar nesse caso, define melhor do que pensar) tanto sobre o tema, é melhor, termos paz, sendo iludidos achando que sentimos, sem sentir, vivendo num mundo de paz, mas sem emoção, sem amor, sem "vida" e em preto e branco, ou num mundo com guerra, dor, porém com mais emoções, mais amor e mais vida? Na minha opinião, no mundo que vivemos hoje, com dor e perda, mas liberdade e vida, pois pelo ser humano ser um ser (ser ser ser ser.... :P) tendencialmente mal e egoísta, não da pra ter todas essas emoções e toda essa liberdade, e não ter guerra fome e dor, acho pessoalmente melhor o mundo com dor, mas com vida e emoção, pois (coloco o #prontofalei antecipadamente)acredito em Deus e acho que se ele escolheu ser assim, é por que assim é melhor
Willian M.
Willian M.

17 seguidores 46 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 24 de maio de 2015
Se você pegar o telejornal desta noite, seja ela qual for a noite que esteja lendo isto, provavelmente vai ter notícias de violência. Independente de sua natureza, familiar, marginalizada, contra animais, enfim, nem que seja uma vai ter. Isso é complicado, pois o Estado não consegui dar segurança para seus moradores por vários motivos, e aí vem a cabeça inúmeros motivos, corrupção, drogas, falta de polícia, falta disso ou falta daquilo, isso também não importa muito, pois nunca vai se resolver o dilema, segurança e liberdade na democracia.

Para o filósofo Zigmunt Bauman a democracia se divide em segurança e liberdade. A democracia perfeita vai buscar o intermédio entre esses dois fatores, o que é uma missão complexa, pois aqui no Brasil, talvez, devido aos 21 anos de regressão militar, nosso governo e os cidadãos brasileiros escolheram ter muito mais liberdade do segurança. Então o governo trabalha com isso sempre, todo mundo é livre, o que não é ruim, mas abre a varias complicações possíveis.

Diferente do que acontece nos Estados Unidos, onde a questão segurança é muito mais forte do que a liberdade. Os americanos não são tão livres como os brasileiros, mas tem um pouco mais de segurança. Claro que há problemas nos dois casos, talvez você diga que o Brasil não é tão livre ou diga que há problemas de segurança nos Estados Unidos, o que é verdade também, mas de forma geral são dois exemplos muitos distintos de democracia.

Mas o que quero dizer é que é isso que vêm à cabeça quando assisto ao filme Doador de Memórias, pois nesse filme, o que se apresenta é uma sociedade totalitarista, com um toque de comunismo, que controla a tudo e a todos. Desde pequenos, os moradores dessa sociedade são controlados pelo governo ou por alguém que se entende sabedor do que é melhor para todos.

Tudo que se mostra nocivo para esse conjunto de pessoas é banido para longe de todos, é contido sobre o domínio rigoroso do governo. Tudo que se aproxime de qualquer tipo de emoção fica longe dessa sociedade, seja alegria, felicidade ou tristeza. Até mesmo ações comuns na nossa sociedade como escolher um emprego ou fazer sexo são extintas dessa sociedade, assim o controladorismo de mantém absoluto e irrevogável.

Mas até onde vale essa intervenção do Estado? Até onde esse controle do Estado é confiável? se é que pode se confiar.

São algumas questões implícitas nesse filme. Nesse filme apocalíptico, nos podemos ver, talvez, uma evolução da democracia, pois nas extremidades das situações políticas hoje, é claro que o extremismo pode aparecer, e aí se movem novamente políticas como comunismo, fanatismo, fascismo e totalitarismo.

Mas assim, o filme é romântico com o seu final, e da sua obscuridade em preto e branco, o protagonista acha as cores pela revolução contra tudo e todos dentro daquela sociedade. De forma leve e até fantasiada, nos confronta com algo possível dentro da nossa sociedade. Claro que seria difícil de outro governo autoritário chegar ao poder hoje, mas é aí que vem a grande contribuição desse filme, para nos lembrar o que não queremos novamente, como esse governo aí do filme.

Outro ponto lindo nesse filme é o peso dos dois grandes atores, Jeff Bridges e Meryl Streep. A interpretação dos dois só ajudam a alavancar esse filme que em alguns pontos se mostra muito parado e sem ações.

Então, se você gosta de ver filmes de ficção científica, talvez, buscando saber um pouco do que pode acontecer, veja esse filme e entenda que uma evolução de política pode acontecer, claro que pode ser melhor ou pior, que nem essa.
Jorge F.
Jorge F.

15 seguidores 10 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 31 de janeiro de 2015
Ótimo filme. Se você curte sagas como Jogos Vorazes, Maze runner, Divergente ... Vai gostar dessa saga. Pois ela é baseada nesse mesmo tipo de história.
Karen B.
Karen B.

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2,5
Enviada em 8 de novembro de 2014
Esperava bem mais pela sinopse. Achei o filme um tanto "viajante", não me comoveu nem convenceu. A história em si é interessante, o ambiente futurístico, a fotografia... Mas faltou algo pra ser realmente bom.
Bianca V.
Bianca V.

13 seguidores 5 críticas Seguir usuário

2,0
Enviada em 12 de outubro de 2014
A começar pelo título, o filme não tem muito a ver com o livro. Logo no começo já vários detalhes e até mesmo coisas mais gerais são totalmente diferentes! A um espectador desavisado e que não tenha feito a leitura prévia, o filme pode ser bom por trazer conceitos para reflexão e que divergem um pouco dos roteiros tradicionais, mas pra quem leu o livro e busca que a adaptação cinematográfica seja minimamente fiel, o filme é um desastre completo, feito nos moldes desses filmes atuais só para agradar adolescentes! me decepcionei muito!!
Rôm S.
Rôm S.

9 seguidores 7 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 24 de dezembro de 2014
Este filme é bom, mas há um público específico para ele. Não recomendo para pessoas sem nenhum tipo de capacidade de flexionar linhas de raciocínio e compreensão. O filme "Doador de Memórias" é capaz de transpor como os personagens realmente sentem e reagem, dentro da distopia na qual estão inseridos. Como também cobra que o espectador seja capaz de decifrar o que se passa dentro de uma utopia distorcida, e a filosofia utilizada como pretexto para ela ter sido criada. Vi no personagem Jonas o ser humano mais "humano" de toda a trama, ele é uma representação clara de como os seres humanos reagem quando são transpostos de uma utopia para as memórias da realidade, e como ele discerne qual é melhor entre os dois é uma verdadeira forma. No entanto, o filme é confuso em determinados pontos, como também para explicar determinados fatores que ocorrem. É também ocultista e descuidado para o fechamento dos personagens. Mas também cria algo do qual eu - pessoalmente - adoro: A possibilidade de "chutar" a conclusão da trama (Que poderia ter sido melhor finalizada, por sinal). Fora determinados fatores que poderiam ter sido melhorados, o filme não é ruim, e com conteúdo filosófico para ser debatido a beça!
Sabrina S.
Sabrina S.

7 seguidores 31 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 24 de maio de 2015
Não tenho palavras para dizer o que senti do filme... Mas se resume em AMAR A VIDA MAIS! Viver intensamente. Agente é tão egoísta, cruel, insano, intolerante... esquecemos da essência da vida, da alegria por conhecer pessoas tão essenciais na nossa vida! O doador de mémoria é um lembrete para não deixar nos esquecer da VIDA!
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