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Juarez Vilaca
2.919 seguidores
393 críticas
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4,0
Enviada em 29 de dezembro de 2013
Um excelente filme. Trata da vida de dois pilotos da fórmula 1 que disputavam o primeiro lugar em todas as corridas. Bem dirigido e com interpretações perfeitas dos atores principais. Vale a pena.
Anos 1970. O mundo sexy e glamouroso da Fórmula 1 é mobilizado principalmente pela rivalidade existente entre os pilotos Niki Lauda (Daniel Brühl) e James Hunt (Chris Hemsworth). Eles possuíam características bem distintas: enquanto Lauda era metódico e brilhante, Hunt adotava um estilo mais despojado, típico de um playboy. A disputa entre os dois chegou ao seu auge em 1976, quando ambos correram vários riscos dentro do cockpit para que pudessem se sagrar campeão mundial de Fórmula 1. Um Otimo Filme , Consegue Ter Drama , Açao e Varias Outras Coisas Com Excelentes Atuaçoes Com Uma Historia Muito Boa e Excelente Concerteza Um Dos Melhores Filme De 2013 Recomendo Nota 9.7
Fui com meu marido, adicto a Fórmula I. Mão esperava nada. Mas o filme mostrou-me um lado das corridas que eu jamais imaginei existir. Dois pilotos completamente diferentes como pessoas e também como profissionais, tendo em comum apenas as vitórias constantes e uma mútua admiração que vai crescendo no decorrer de suas existências, com frases marcantes e passagens admiráveis. Valeu cada minuto. A companhia mais ainda.
Eu ainda me lembro de, quando criança, acordar aos finais de semana e ver meu pai e meu irmão, sentados em frente à TV assistindo Fórmula 1. Talvez, desta época (década de 90) até os dias atuais, o que vemos a cada dia – principalmente no Brasil -, é este esporte contando a cada ano, com menos espectadores. Eu realmente não sei o que é ver ao vivo Ayrton Senna, em suas grandes disputas pela vitória, representando o Brasil. Eu ainda brinco com minha mãe, dizendo que eu deveria ter nascido alguns anos antes, devido à minha grande admiração por personalidades das décadas de 70, 80 e 90.
O filme RUSH, conta um pouco sobre isso, sobre a “época de ouro” da Fórmula 1. A época em que esta corrida gerava suspiros, torcedores fiéis como meu pai e meu irmão, em que ganhar ou perder dependia muito mais do piloto, de sua competitividade e capacidade de assumir riscos. Quando eu fui assistir ao filme, não estava com grandes expectativas, não sabia direito do que se tratava e menos ainda quem era o playboy provocador James Hunt (Chris Hemsworth) e o persistente e metódico Niki Lauda (Daniel Brühl).
Para a minha surpresa, o filme é incrível. O foco na relação competitiva de ambos os pilotos da década de 70, torna o longa-metragem extremamente interessante. Hora o filme se dedica a caracterizar James Hunt, um piloto que faz grande sucesso entre as mulheres, contudo seu problema com as drogas e álcool o torna um alvo suspeito por parte dos investidores da fórmula 1; em outros momentos, o personagem central é Niki Lauda, um corredor competitivo, extremamente dedicado, disciplinado e com grande conhecimento em mecânica de automóveis.
Enquanto assistia ao filme, completamente envolvido pela trama, eu me dei conta do quanto estes pilotos eram caricatos, cada qual à sua maneira, com manias e persistências, fica difícil não se identificar com os modos de agir de cada um. Além disso, devo destacar a semelhança dos atores com os pilotos reais, não só em aspectos físicos, mas também em personalidade, é um detalhe que torna o filme ainda mais fidedigno à história real.
rush_06O filme foi dirigido por Ron Howard, o mesmo do filme “Uma mente brilhante”. E ainda, por curiosidade vale a pena trazer alguns dados sobre RUSH: estima-se que o orçamento para realizar o longa tenha sido de aproximadamente U$38.000.000,00, o que atinge por volta de R$85.000.000,00; além disso, na semana de estreia do filme nos Estados Unidos, o caixa somou uma quantia de U$187.289,00 ou R$421.400,00.
Portanto, digo que o filme RUSH é um must-see movie. Com uma história intrigante e uma bela produção, o filme cresce nas indicações ao Oscar. Como toque final, sugiro assistir ao filme no cinema, sem dúvida traz uma experiência diferenciada pelo barulho dos motores da Ferrari de N. Lauda e da McLaren de J. Hunt.
Muito bom. Talvez eu seja suspeito, pois adoro formula 1 e, apesar de ser criança na época presenciei a temporada de 76, mas minha esposa e minha filha que não gostam nem um pouco de automobilismo, gostaram do filme. A caracterização dos pilotos ficou perfeita, principalmente de Nick Lauda. As senas de corrida são perfeitas. Excelente filme.
E estreio o primeiro filme com grandes chances de Oscar no Brasil, " Rush - No Limite da Emoção ", dirigido por Ron Howard, que já levou o premio de Melhor Diretor por " Uma Mente Brilhante ". E para começar a falar de Rush, eu preciso dizer que não sou muito chegado a Formula 1, assisto de vez em quando apenas. E é sobre este esporte que o filme se trata, ou melhor, sobre a rivalidade de dois grandes corredores da competição: James Hunt e Niki Lauda. Dois campeões do mundo, que roubaram a cena nos anos 70 pela sua rivalidade, que até saia das pistas.
E Ron Howard fez um filme de se elogiar, cheio de emoção, drama e adrenalina nas cenas das corridas, que são de tirar o fôlego do espectador, com um som estupendo, e uma ótima fotografia sombria, parecendo que você está na corrida. E tudo a margem de um roteiro brilhante escrito por Peter Morgan, que também é produtor do filme. E o que falar da ótima trilha sonora composta pelo sempre talentoso Hans Zimmer, que já compôs outros filmes como a trilogia do Cavaleiro das Trevas, A Origem e o recente O Homem de Aço.
Mas o que mais chama a atenção é a dupla escolhida pelo diretor para interpretar os dois personagens principais da trama: Chris Hemsworth como James Hunt e Daniel Brühl como sensacional Niki Lauda. Hemsworth mostrou muito conforto e talento vivendo o playboy e sexy James Hunt. Porém, é Daniel Brühl que rouba todas as suas cenas como o sério Niki Lauda, que está tão bom, que abre com chances de até ser indicado ao Oscar de Ator Coadjuvante.
Para fazer os interesses amorosos da dupla, foram escolhidas a bela Olivia Wilde, como a esposa de James Hunt, que está muito boa, e Alexandra Maria Lara, que está muito boa como a esposa de Lauda. Outra coisa que me surpreendeu, foi o final, o climax do filme, logo a partir da cena do acidente crucial de Niki Lauda, onde ele fica mais de 60 segundos num inferno escaldante com mais de 200 ºC. A partir daí, começa as partes fortes e mais emocionantes do filme.
Bom, quem não gosta de Formula 1, irá curtir, quem até gosta, como eu, ira adorar, mas, já, quem ama, ira achar o filme um dos melhores da vida.
Antes de entreter, o filme leva-nos a refletir sobre os limites da ambição humana e sobre a contradição que há entre a rivalidade e o interessante (ou, até mesmo, inconsciente) respeito, que são nutridos pelos dois adversários. Apesar de eu não gostar de Fórmula 1, o roteiro conseguiu prender a minha atenção o tempo todo, já que a própria Fórmula 1 em si tornou-se apenas um pano de fundo para o que o filme pretende dizer.
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