Rush - No Limite da Emoção
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4,5
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117 Críticas do usuário

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Ricardo L.
Ricardo L.

63.294 seguidores 3.227 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 8 de agosto de 2014
Um super Filme! baseado em fatos reais e cenário deslumbrante! destaca- se a cena do acidente que causa o incêndio no carro de Nikki Lauda! Fantástico!!
Neto S.
Neto S.

30.587 seguidores 773 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 28 de dezembro de 2013
Anos 1970. O mundo sexy e glamouroso da Fórmula 1 é mobilizado principalmente pela rivalidade existente entre os pilotos Niki Lauda (Daniel Brühl) e James Hunt (Chris Hemsworth). Eles possuíam características bem distintas: enquanto Lauda era metódico e brilhante, Hunt adotava um estilo mais despojado, típico de um playboy. A disputa entre os dois chegou ao seu auge em 1976, quando ambos correram vários riscos dentro do cockpit para que pudessem se sagrar campeão mundial de Fórmula 1. Um Otimo Filme , Consegue Ter Drama , Açao e Varias Outras Coisas Com Excelentes Atuaçoes Com Uma Historia Muito Boa e Excelente Concerteza Um Dos Melhores Filme De 2013 Recomendo Nota 9.7
Sidney  M.
Sidney M.

29.816 seguidores 1.082 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 30 de março de 2014
Rush é daqueles filmes que quando acaba, a história fica na sua cabeça por um bom tempo. A direção é muito segura, com atuações marcantes. Destaco a boa fotografia, e é claro a trilha sonora do mestre Hans Zimer. Bravo!
Kamila A.
Kamila A.

7.941 seguidores 816 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 27 de janeiro de 2014
A minha geração conhece uma grande rivalidade dentro dos circuitos nos quais se passam as corridas de Fórmula 1: a do brasileiro Ayrton Senna contra o francês Alain Prost, a qual foi muito bem retratada no documentário “Senna”, de Asif Kapadia. O filme “Rush: No Limite da Emoção”, dirigido por Ron Howard, nos apresenta a uma outra rivalidade clássica ocorrida no mundo da Fórmula 1: a que envolveu, nos anos 70, o austríaco Niki Lauda (Daniel Bruhl, indicado ao Globo de Ouro 2014 e ao Screen Actors Guild Awards 2014 de Melhor Ator Coadjuvante) e o inglês James Hunt (Chris Hemsworth).

Os dois foram protagonistas de uma das temporadas mais equilibradas da história da Fórmula 1, quando, em 1976, Lauda e Hunt mantiveram o ritmo competitivo que só decidiria o campeonato na última corrida daquele ano, o Grande Prêmio do Japão. O lado curioso – e, ao mesmo tempo, trágico – desta temporada foi que, por boa parte daquele ano, Niki Lauda ficou ausente das corridas após sofrer um gravíssimo acidente no Grande Prêmio da Alemanha (quando ele ficou preso, por vários minutos, nas ferragens da sua Ferrari coberta por um incêndio).

O senso de competição que fez com que Niki Lauda voltasse ao circuito de Fórmula 1 somente após seis semanas do grave acidente que sofreu é um dos elementos mais importantes do roteiro de “Rush: No Limite da Emoção”, que foi escrito por Peter Morgan. Desde a primeira cena, a construção de Niki Lauda e James Hunt nos leva a crer que estamos diante de dois homens extremamente competitivos e que fizeram da rivalidade que tinham nas pistas – bem como, fora delas – o grande motor de incentivo para seguirem em frente, sempre tentando ultrapassar os (seus) limites.

A superação de limites parece ser uma característica comum entre aqueles que dedicam sua existência a esportes nos quais eles correm sérios riscos de vida. Neste sentido, “Rush: No Limite da Emoção” é um filme que consegue capturar muito bem as particularidades que fazem o caráter de cada um desses personagens. Ron Howard transmite, com o apoio das ótimas atuações de seus dois atores centrais, aquilo que fazia com que os dois sempre ficassem um de encontro ao outro – é importante frisar que sempre de forma muito leal e justa, sem espaço para situações antiéticas.

Um outro ponto positivo de “Rush: No Limite da Emoção” é a reconstituição de época perfeita, que retrata muito bem como era o circuito mundial de Fórmula 1 na década de 70 – um período que foi muito negro para o esporte, com muitos acidentes (alguns fatais) e em que os carros ofereciam pouca segurança para os pilotos. Sem dúvida alguma, as cenas de corrida fazem parte dos pontos mais altos deste filme, com destaque para o trabalho desenvolvido pela equipe técnica, especialmente a edição e o trabalho de edição e mixagem de som, além da trilha sonora de Hans Zimmer, oferecendo os pontos de emoção certos nos momentos necessários.
Daniel Novaes
Daniel Novaes

7.774 seguidores 873 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 7 de outubro de 2015
Sensacional. E real. A diferença entre um competidor amador e um aficionado sem limites. Impressionante filme.
Alexandre C.
Alexandre C.

5.235 seguidores 525 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 27 de março de 2019
Gostei muito, filmes biograficos me agradam muito, de Rush eu não esperava muito mas fiquei surpreso, é um filme muito bom, pra quem é fã de automobilismo é imperdível.
apenasumr
apenasumr

3.905 seguidores 449 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 21 de maio de 2015
O Filme mostra uma das maiores rivalidades da F1. História bem contada, mostra basicamente tudo da f1,a rivalidade nas pistas e a amizade fora delas, mostra a emoção,superação, lembra um pouco do filme de speed racer vendo isto, mais um pouco menos fantasio, nos prende ao filme do início ao fim.
Roberto Carlos M.
Roberto Carlos M.

3.603 seguidores 443 críticas Seguir usuário

2,0
Enviada em 1 de agosto de 2015
assisti no canal telecine touch hd, achei bem fraquinho, história mal produzida e mal dirigida, atuações não convincentes, cenas de ação mal elaboradas, salvou-se a dublagem muito boa.
Juarez Vilaca
Juarez Vilaca

2.918 seguidores 393 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 29 de dezembro de 2013
Um excelente filme. Trata da vida de dois pilotos da fórmula 1 que disputavam o primeiro lugar em todas as corridas. Bem dirigido e com interpretações perfeitas dos atores principais. Vale a pena.
anônimo
Um visitante
4,0
Enviada em 1 de fevereiro de 2020
Rush é um filme que poderia facilmente ter caído nos típicos clichês de cinebiografias sobre grandes figuras do esporte, mas a direção de Ron Howard é sensível e precisa o suficiente para conseguir criar algo estimulante de original na medida do possível. O argumento conciso e bem estruturado desenvolve a relação destas duas lendas do esporte de forma bastante inteligente e sem cair em armadilhas. O elenco é capitaneado por uma dupla de atores em perfeita sintonia, com destaque óbvio para Daniel Bruhl. Um ótimo entretenimento, recomendo!
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