Esporte nem sempre é o glamour que assistimos na tela,automobilismo, dinheiro e milionários dispostos a gastar quantidades absurdas em festas e lindas mulheres e por que? Por trás das câmeras a contratos cobranças exigências e outras coisas mais que ninguém vê...Rush - No limite da emoção mostra algo mais, não só a rivalidade de dois campeões, mas, também o limite do ser humano, maquinas tem limites? os humanos tem, e vem rápido, quando você percebe já foi, quando conquistar um titulo de F1 não é o limite, e quando seu inimigo pode ser o seu maior amigo, efeitos espetaculares, e atuação sem tamanho de Chris Hemsworth como James Hunt o lendário piloto inglês que curtia muita festa, bebida e mulheres a rodo, enquanto o campeão Nikki Lauda interpretado pelo fantástico Daniel Brühl que reproduz o piloto em detalhes,como tem que ser detalhista e voltado para o carro sempre, em uma formula 1 muito diferente da que vemos hoje, dois pilotos morriam por temporada, carros de 1000 CC com 500 cavalos, alcançavam 300 km sem estabilidade era uma briga pra manter o traçado e guiar na chuva era um risco de vida ou morte, talvez nunca veremos tais espetáculos e duelos tão grandiosos,sem duvida nenhuma Rush é o melhor filme de corrida de todos os tempos e mostra os bastidores de mundo tão obscuro e disputado...O filme concentra além da formula 1, uma história de superação incrível!
"RUSH - NO LIMITE DA EMOÇÃO" - Filmaço! Melhor ainda, têm na Netflix! Sinceramente, eu não esperava um filme sobre corridas de Fórmula 1 tão bom. A história do Niki Lauda é muito boa. O filme é realmente emocionante e reflete a época em que as corridas eram ganhas com raça e coragem e os carros precisavam de força bruta. Infelizmente a quantidade absurda de tecnologia do presente estragou as corridas. Nota: 9,2
Certamente entre os melhores filmes do gênero. Não se trata de apenas uma rivalidade, é muito além. Trata de duas histórias de vidas distintas, com o objetivo de vencer. Cada qual com o seu estilo. Não existe certo nem errado, existem formas de enxergar a vida! Filme muito bem trabalhado. Recomendo muito, todos devem assisti-lo.
Um dos filmes que mais me emociona, souberam fazer isso em vários momentos como Início de cada corrida, a vida pessoal dos corredores, a rivalidade, a personalidade deles... Tudo me emociona. Muito bom filme para se olhar acompanhado.
E estreio o primeiro filme com grandes chances de Oscar no Brasil, " Rush - No Limite da Emoção ", dirigido por Ron Howard, que já levou o premio de Melhor Diretor por " Uma Mente Brilhante ". E para começar a falar de Rush, eu preciso dizer que não sou muito chegado a Formula 1, assisto de vez em quando apenas. E é sobre este esporte que o filme se trata, ou melhor, sobre a rivalidade de dois grandes corredores da competição: James Hunt e Niki Lauda. Dois campeões do mundo, que roubaram a cena nos anos 70 pela sua rivalidade, que até saia das pistas.
E Ron Howard fez um filme de se elogiar, cheio de emoção, drama e adrenalina nas cenas das corridas, que são de tirar o fôlego do espectador, com um som estupendo, e uma ótima fotografia sombria, parecendo que você está na corrida. E tudo a margem de um roteiro brilhante escrito por Peter Morgan, que também é produtor do filme. E o que falar da ótima trilha sonora composta pelo sempre talentoso Hans Zimmer, que já compôs outros filmes como a trilogia do Cavaleiro das Trevas, A Origem e o recente O Homem de Aço.
Mas o que mais chama a atenção é a dupla escolhida pelo diretor para interpretar os dois personagens principais da trama: Chris Hemsworth como James Hunt e Daniel Brühl como sensacional Niki Lauda. Hemsworth mostrou muito conforto e talento vivendo o playboy e sexy James Hunt. Porém, é Daniel Brühl que rouba todas as suas cenas como o sério Niki Lauda, que está tão bom, que abre com chances de até ser indicado ao Oscar de Ator Coadjuvante.
Para fazer os interesses amorosos da dupla, foram escolhidas a bela Olivia Wilde, como a esposa de James Hunt, que está muito boa, e Alexandra Maria Lara, que está muito boa como a esposa de Lauda. Outra coisa que me surpreendeu, foi o final, o climax do filme, logo a partir da cena do acidente crucial de Niki Lauda, onde ele fica mais de 60 segundos num inferno escaldante com mais de 200 ºC. A partir daí, começa as partes fortes e mais emocionantes do filme.
Bom, quem não gosta de Formula 1, irá curtir, quem até gosta, como eu, ira adorar, mas, já, quem ama, ira achar o filme um dos melhores da vida.
Fui com meu marido, adicto a Fórmula I. Mão esperava nada. Mas o filme mostrou-me um lado das corridas que eu jamais imaginei existir. Dois pilotos completamente diferentes como pessoas e também como profissionais, tendo em comum apenas as vitórias constantes e uma mútua admiração que vai crescendo no decorrer de suas existências, com frases marcantes e passagens admiráveis. Valeu cada minuto. A companhia mais ainda.
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