Rush - No Limite da Emoção
Média
4,5
1676 notas

117 Críticas do usuário

5
64 críticas
4
47 críticas
3
5 críticas
2
1 crítica
1
0 crítica
0
0 crítica
Organizar por
Críticas mais úteis Críticas mais recentes Por usuários que mais publicaram críticas Por usuários com mais seguidores
Fabiano O.
Fabiano O.

54 seguidores 78 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 28 de março de 2015
Mostrando o universo perigoso e sensual da Fórmula 1 nos anos 70, o filme mostra como surgiu o embate entre Niki Lauda e James Hunt, e que culmina em uma das maiores rivalidades da história do esporte.
No caráter pessoal dos dois pilotos, o filme foi muito bem, retratando como eram extremamente opostos também fora das pistas. O que poderia ter sido mais explorado eram os GPs em si, coisa que foi feita muito superficialmente. Boas atuações de Chris Hemsworth e Daniel Brühl, "encarnando" em como eram os pilotos.
Filme vale muito pelo caráter biográfico dos dois, mas poderia aproveitar mais também a F1 também. 4 estrelas está de bom tamanho.
Mauricio N.
Mauricio N.

19 seguidores 1 crítica Seguir usuário

5,0
Enviada em 15 de setembro de 2013
Espetacular.
Agrada fãs e não fãs de automobilismo.
Wesley F.
Wesley F.

28 seguidores 6 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 19 de janeiro de 2014
absurdamente bom! que filme! vale muito a pena assistir. e para os fãs de formula 1...prato cheio!
Eduardo Buss
Eduardo Buss

17 seguidores 87 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 6 de maio de 2018
O filme é muito bom, mesmo para quem não gosta/entende de automobilismo, conta a trajetória de 2 grandes pilotos de Fórmula-1.
Não vi nenhum ponto negativo no filme, achei ele simplesmente demais, já vi 2 vezes e sempre que ter a oportunidade vou ver novamente.
Daniel L.
Daniel L.

13 seguidores 22 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 29 de setembro de 2013
Quando você não espera nada de algo é fácil ser surpreendido. Você não se atenta aos erros e qualquer detalhe um pouco melhor torna-se uma grata surpresa, já que seus padrões estavam lá embaixo. Em Rush – No Limite da emoção, pelo contrário, eu esperava bastante. E saí extremamente impressionado e feliz com o que tinha acabado de presenciar.
Apesar do título meio sessão da tarde, Rush é um filme para Oscar. E não acho que estou exagerando. Tudo que a academia preza em um bom filme está lá: temática de época, história para grandes plateias dentro da realidade, excelentes atuações, diretor premiado. E se você não é fã de Formula 1, adianto logo: este é sim o seu filme. E se é fã, definitivamente este é o seu filme.
A história do filme é centrada na fantástica disputa entre Niki Lauda (Daniel Bruhl) e James Hunt (Chris Hemsworth). Narra desde o início dos dois na Fórmula 3 até chegar ao ápice, no campeonato de 1976 da Fórmula 1. O começo da história, aliás, já se mostra diferente de grande parte dos filmes, onde é mostrado o meio do filme (antes da corrida onde Lauda sofre seu acidente quase fatal) e não o final para então a narrativa partir começando a contar a história desde as primeiras corridas na F3. Infelizmente o filme tem apenas um pouco mais de duas horas de duração (digo infelizmente porque fica um gosto de quero mais duas horas de filme), porém todos os detalhes estão lá, tanto do mundo das corridas quanto da vida pessoal de cada um dos pilotos (o que é importantíssimo para entendermos bem a personalidade de cada um dentro das pistas). O único detalhe que pode causar um pouco de confusão é a cronologia dos fatos após a entrada dos pilotos na Formula 1. Não fica claro que Lauda já tinha sido campeão em 1975 pela Ferrari e os mais desavisados podem ficar pensando que o começo do campeonato de 1976 ainda é uma continuação do de 1975 e que após o acidente de Lauda recomeça-se outro campeonato. Enfim, eu me senti confuso nessa parte, mas nada, nada mesmo, que comprometa o filme.
A beleza do filme está na rivalidade entre os dois pilotos. Tão diferentes e tão parecidos. Você começa pensando que ambos são completamente antagônicos, mas durante o filme acontecem fatos que te deixam pensando que não eram tão diferentes assim. Niki Lauda é o austríaco metódico, calculista, vindo de uma família de figurões e que resolve ir contra o que o pai quer para seguir o que considera ser sua única vocação: pilotar. Impossível não se apaixonar por ele. A confiança do cara é absurda. Arrisca todo dinheiro que não tem para entrar na Formula 1, porém o faz com todo um conhecimento técnico por trás. Ele conhece tudo de carros, conhece todo o processo envolvido com a Fórmula 1. Algo como Piquet para nós, brasileiros: ele que mexia e ajustava tudo. Ele era o melhor nisso e não fazia questão de esconder que sabia que era o melhor, passando por cima de qualquer coisa para ser campeão mundial, menos da segurança dentro das pistas. James Hunt, por outro lado, era o popstar. Vivia e guiava pela emoção, pelo instinto. Extremamente confiante, queria aproveitar tudo o que a vida tinha para oferecer. Bonitão, era visto constantemente com diversas mulheres em festas à base de bebidas, cigarros e drogas. Era o George Best do automobilismo. A emoção era seu combustível. O vômito de ansiedade antes das corridas era o sinal que ele estava preparado e excitado para o que estava por vir. E engana-se quem pensa que o personagem é retratado de forma superficial. spoiler: A cena em que ele toma um pé na bunda da sua primeira mulher é emblemática, com ele saindo do restaurante sorridente fazendo piada da situação com os jornalistas para depois e se afogar na bebida.
Perfeito por fora e danificado por dentro.
As escolhas dos atores não poderiam ser melhores. É incrível a semelhança física de Daniel Bruhl com Niki Lauda e de Chris Hemsworth com James Hunt. Sou fã de Daniel desde “Adeus, Lenin!”, agora serei mais ainda. E Hemsworth, para mim, não será mais Thor, será James Hunt. A fotografia de Rush é belíssima. As cenas na Itália, na Alemanha e a última corrida no Japão aos pés do Monte Fuji são para ficar admirando por horas. As filmagens também são sensacionais, dando aquela impressão que foram feitas mesmo na década de 70. Uma tomada durante o GP de Mônaco de dentro do carro nos passa toda a sensação de aflição e fragilidade que deveria ser pilotar um carro de Fórmula 1 naquela época. E a famosa cena do acidente de Niki Lauda dispensa comentários. O diretor Ron Roward não quis usar as cenas reais e refilmou tudo nos mínimos detalhes, sendo até possível uma comparação com a cena real que aparece no televisor visto pela mulher de Lauda. Perfeito! Roward, aliás, mostra o grande diretor que é. O filme, por ser baseado em fatos reais, não deveria apresentar grandes reviravoltas, pois teoricamente já sabemos tudo o que vai acontecer. Mesmo assim o espectador fica vidrado, vibrando, torcendo e sofrendo durante todo o filme. E por ultimo, a parte de som. O compositor Hans Zimmer mais uma vez realiza um trabalho primoroso com a trilha sonora. As músicas tocadas durante as corridas lembram as de Super Monaco GP do Mega Drive ou de Top Gear do Super Nintendo. Sensacional! E os efeitos sonoros vão deixar os amantes de carros realizados. O ronco dos motores, os pneus cantando, está tudo lá perfeitamente reproduzido.
Detalhes técnicos à parte, é lindo ver a disputa entre Lauda e Hunt. Pessoas tão diferentes e que se completam tão bem. Um é motivação para o outro seguir em frente, seja na entrada de James na Formula 1, seja na luta pela sobrevivência de Niki após o acidente em Nurburgring . Era uma época diferente do esporte, meio que politicamente incorreta, com pilotos que fugiam do padrão de atleta e que não fugiam de uma polêmica. Disputas individuais sempre existiram. Os brasileiros se recordarão de Senna e Prost ou Senna e Mansel. Mas a rivalidade entre Lauda e Hunt sempre será imbatível. A emoção é intensa durante todo o filme. Pode parecer que Niki Lauda é mais explorado durante o filme, mas é apenas impressão. Um completa o outro, um depende do outro, como fica bem claro na conversa no hangar entre os dois. Seriam grandes pilotos se o outro não existisse? Claro. Mas não seriam tão grandes como foram, disso eu tenho certeza. spoiler: Após o acidente e todo o sofrimento passado pelo piloto austríaco esse sentimento de amizade entre os dois fica mais forte.
O telespectador não quer que Lauda vença, pois não existe um certo ou um errado ali. O telespectador torce por ambos, torce por aquela disputa e para que continuem daquele jeito, um superando o outro sempre. Magnífico! spoiler: As frases de efeito também dão uma emoção ainda maior ao filme. É impagável ver Hunt falar que o sexo é o café da manhã dos campeões e extremamente motivante o ver responder, ao ser indagado se estaria pronto para correr na F1, que estava pronto para aquilo durante todo vida dele. É extremamente divertido e gratificante ver o “matemático” Lauda usando toda hora os “20% de chances de morrer em uma pista, nem mais nem menos” ou explicando a Hunt que o estilo arrojado do adversário pode ganhar uma ou duas corridas, mas que a longo prazo não seria uma estratégia feliz. E emocionante presenciar Niki dizer para James que o rival estava pronto para morrer em Tokio e que aquilo para ele era perder.

Por último vale uma menção aos créditos finais do filme, onde spoiler: Niki Lauda, o próprio, descreve sua relação com James Hunt, morto por um ataque no coração em 1993
. Faltam palavras para descrever tal momento do filme e lágrimas cairão dos seus olhos, não precisa se envergonhar. É algo para ser visto e revisto. Não à toa o filme emocionou Ecclestone e Fittipaldi, figuras importantes da Fórmula 1 na época e que presenciaram tudo. Definitivamente, quem não é fã da F1 vai querer conhecer um pouquinho mais sobre o esporte.
O empresário de Hunt no começo do file diz que homens gostam de mulheres, mas gostam mais ainda gostam de carros. Não sou fã de carros, mas virei um grande fã do filme. E se você está em dúvida se deve assistir Rush devido à temática automobilística, vá sem medo: é um filme para amantes da Formula 1 e é um filme para amantes de grandes histórias.
Roger G.
Roger G.

9 seguidores 27 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 14 de março de 2014
Adoro a sensação de sair satisfeito do cinema, e foi isso que senti após ver Rush. Rush é um filme onde a emoção vai muito além dos roncos dos motores e que consegue mostrar uma rivalidade onde a vitória passa a ser questão de honra, mas nem por isso a sede de vencer passa por cima do respeito que um piloto tem pelo outro. A forma que o diretor usa para mostrar a trajetória e ascensão dos pilotos é espetacular e emocionante, mostrando cada personagem com seu drama pessoal dentro e fora das pistas. Coragem, vontade, dedicação e superação fazem de Rush um filme fantástico, emocionante e envolvente, e que vale muito a pena ser conferido. Na minha opinião Rush juntamente com Em Transe é o melhor filme do ano até agora e com certeza merece uma indicação de melhor filme ao Oscar, pois nele vemos uma direção muito competente, ótimas atuações, uma bela fotografia e um roteiro muito bem escrito. Confiram.
Hugo Fonseca
Hugo Fonseca

23 seguidores 52 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 6 de dezembro de 2014
Filme espetacular, sem descrição, melhor filme de corrida de todos os tempos!!!!
Tamyris B.
Tamyris B.

22 seguidores 4 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 15 de outubro de 2013
Incrível. Está aí uma palavra que descreve este filme. Alguns poderiam achar que se trata de um filme de ação. Não,meus caros,se trata de um filme sobre competição,rivalidade. Até que ponto você iria para derrotar um inimigo? O filme descreve como,às vezes,precisamos daquela pessoa que nos irrita e nos desafia,mas que também nos impulsiona a fazer mais e sem a qual não seríamos nem metade tão bons.
O filme é muito bom,conta com personagens muito bem desenvolvidos que têm uma relação intrigante e que prende a atenção do espectador. Entretém,emociona e nos propõe uma reflexão. Tudo o que um bom filme deve possuir,além de contar com excelentes atuações de Chris Hemsworth e Daniel Brühl,os dois protagonistas.
Recomendo muito!
Daniel D.
Daniel D.

8 seguidores 187 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 7 de junho de 2024
Filme mostra a rivalidade entre James Hunt e Nikki Lauda... não chega a ser empolgante, mas é legal em relação a contar os fatos da época e para os amantes da F1.
Celso F.
Celso F.

7 seguidores 25 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 13 de março de 2015
História de dois gladiadores contemporâneos do automobilismo, Niki Lauda e James Hunt. Quase tão emocionante quanto o documentário Senna (outro "gladiador"). Daniel Brühl é memorável como Lauda. Vale muito a pena assistir!
Quer ver mais críticas?
  • As últimas críticas do AdoroCinema
  • Melhores filmes
  • Melhores filmes de acordo a imprensa