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FOCA
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4,5
Enviada em 17 de abril de 2015
Eu Não gosto de Formula 1, mas gosto de bons filmes e este é excelente. Geralmente filmes sobre carros, são uma bela porcaria, com uma história fraca, manobras ridiculamente impossíveis e cheio de efeitos especias pra compensar tudo isso. Rush, vai na velocidade certa, pra apresentar uma rivalidade entre dois grandes piloto. Baseado em história real, alem de falar sobre corridas o filme trata sobre, orgulho, relacionamentos e superação.
Meu Deus do céu que filmaço! Para quem é da época de Ayrton Senna, parece que é um filme para os brasileiros. Me emocionei e me identifiquei em várias cenas do filme. Um historia sensacional com muita velocidade, mulheres bonitas e rivalidade entre os corredores, Niki e Hunt, tanto nas pistas como fora delas. Este salvou meu final de 2013
Para quem gosta de automobilismo e também para quem não gosta, um dos melhores filmes do ano, sobre serem humanos que fizeram a diferença no esporte que escolheram, e a história do campeonato de 1976 que foi sensacional. Uma parte da história da Fórmula 1 contada pelo Niki Lauda de forma emocionante e corajosa, prepara o lenço...
A minha geração conhece uma grande rivalidade dentro dos circuitos nos quais se passam as corridas de Fórmula 1: a do brasileiro Ayrton Senna contra o francês Alain Prost, a qual foi muito bem retratada no documentário “Senna”, de Asif Kapadia. O filme “Rush: No Limite da Emoção”, dirigido por Ron Howard, nos apresenta a uma outra rivalidade clássica ocorrida no mundo da Fórmula 1: a que envolveu, nos anos 70, o austríaco Niki Lauda (Daniel Bruhl, indicado ao Globo de Ouro 2014 e ao Screen Actors Guild Awards 2014 de Melhor Ator Coadjuvante) e o inglês James Hunt (Chris Hemsworth).
Os dois foram protagonistas de uma das temporadas mais equilibradas da história da Fórmula 1, quando, em 1976, Lauda e Hunt mantiveram o ritmo competitivo que só decidiria o campeonato na última corrida daquele ano, o Grande Prêmio do Japão. O lado curioso – e, ao mesmo tempo, trágico – desta temporada foi que, por boa parte daquele ano, Niki Lauda ficou ausente das corridas após sofrer um gravíssimo acidente no Grande Prêmio da Alemanha (quando ele ficou preso, por vários minutos, nas ferragens da sua Ferrari coberta por um incêndio).
O senso de competição que fez com que Niki Lauda voltasse ao circuito de Fórmula 1 somente após seis semanas do grave acidente que sofreu é um dos elementos mais importantes do roteiro de “Rush: No Limite da Emoção”, que foi escrito por Peter Morgan. Desde a primeira cena, a construção de Niki Lauda e James Hunt nos leva a crer que estamos diante de dois homens extremamente competitivos e que fizeram da rivalidade que tinham nas pistas – bem como, fora delas – o grande motor de incentivo para seguirem em frente, sempre tentando ultrapassar os (seus) limites.
A superação de limites parece ser uma característica comum entre aqueles que dedicam sua existência a esportes nos quais eles correm sérios riscos de vida. Neste sentido, “Rush: No Limite da Emoção” é um filme que consegue capturar muito bem as particularidades que fazem o caráter de cada um desses personagens. Ron Howard transmite, com o apoio das ótimas atuações de seus dois atores centrais, aquilo que fazia com que os dois sempre ficassem um de encontro ao outro – é importante frisar que sempre de forma muito leal e justa, sem espaço para situações antiéticas.
Um outro ponto positivo de “Rush: No Limite da Emoção” é a reconstituição de época perfeita, que retrata muito bem como era o circuito mundial de Fórmula 1 na década de 70 – um período que foi muito negro para o esporte, com muitos acidentes (alguns fatais) e em que os carros ofereciam pouca segurança para os pilotos. Sem dúvida alguma, as cenas de corrida fazem parte dos pontos mais altos deste filme, com destaque para o trabalho desenvolvido pela equipe técnica, especialmente a edição e o trabalho de edição e mixagem de som, além da trilha sonora de Hans Zimmer, oferecendo os pontos de emoção certos nos momentos necessários.
Acelere seu coração! Dirigido por Ron Howard (Vencedor do Oscar com Uma Mente Brilhante) e estrelado por Chris Hemsworth (Thor) e Daniel Brühl (Adeus, Lênin!) Rush – no limite da emoção recebeu duas indicações no Globo de Ouro (Melhor filme e melhor ator coadjuvante para Daniel Brühl, intérprete do lendário NIki Lauda). Um filme com excelentes atuações também nos papéis secundários, mas muito envolventes, das atrizes Olivia Wilde e Alexandra Maria Lara, companheiras dos pilotos Hunt e Niki).
Rush é um filme emocionante, que segue em alta velocidade com boas doses de ação, romance e disputas heroicas nas pistas, retratando a época de ouro da fórmula 1 e o duelo particular entre James Hunt e Niki Lauda.
Rivalidade e motivação humana entre dois pilotos com temperamentos distintos, mas com a mesma vontade de vencer a qualquer custo. Uma grandiosa história com excelentes tomadas e efeitos especiais, capazes de comover e emocionar em alta velocidade. Rush - No Limite da Emoção aborda um ano inesquecível no automobilismo, com boas reflexões sobre a capacidade de viver e vencer.
Ao contrário de seu esporte tema, a F1, Rush é um filme que desacelera em pontos chaves e de certa maneira arranca sem pressa, de marcha em marcha. E isso pode ser muito bom, pois permite que o público geral que não conhece fórmula um acompanhe a trama facilmente. Mas quem já conhece e entende do meio pode ficar frustrado e impaciente. As corridas estão lá, mas o foco é o desenvolvimento de seus protagonistas, Lauda e Hunt, e no contraste radical de suas personalidades. Esse é o maior mérito do filme, mas as vezes soa meio maniqueísta e alguns diálogos são excessivamente didáticos, como quem diz "Esse é o cara frio e esperto e aquele é o cara bobalhão passional". O filme não aposta na inteligência do espectador nem dá margem pra outras interpretações ou questionamentos. Eles, Hunt e Lauda não são tratados como pessoas reais, e sim como arquétipos. Mas essa é apenas uma observação, pois estamos falando de uma obra ficcional e não um documentário. É um bom filme com uma história muito interessante que apresenta metáforas pra fora das pistas de asfalto da F1, os atores são ótimos e a caracterização de cenários, carros e efeitos são impecáveis.
Gostei muito, filmes biograficos me agradam muito, de Rush eu não esperava muito mas fiquei surpreso, é um filme muito bom, pra quem é fã de automobilismo é imperdível.
Fantástico. Um dos melhores filmes que assisti nesse ano (2020). O filme narra a história do piloto de Fórmula 1 Nick Lauda, que ficou famoso por pilotar pela Ferrari, pela sua rivalidade com o piloto James Hunt, pelos seus titulos conquistados e por um acontecimento fatídico na sua cerreira. Após assistir a esse filme, cheguei a conclusão que ele foi subestimado pelo grande público. Grandes atuações da dupla principal. Na verdade, foi a melhor atuação do Chris Hemsworth que já assisti. Quanto a trilha sonora, foi uma das melhores que já ouvi. Destaque especial para a trilha do Hans Zimmer. Essa trilha contribuiu diretamente para o sucesso desse filme. Sem ela o filme seria completamente outro. Acho uma injustiça não ter recebido indicações ao Oscar (Merecia no mínimo a de roteiro adaptado). Está difícil encontrar bons filmes pra assistir nesses últimos tempos, e esse foi uma excelente achada que tive. Pra quem é fã de Fórmula 1, vai ter um gostinho ainda melhor.
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