Transformers: A Era da Extinção: Críticas - Página 14
Transformers: A Era da Extinção
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Enviada em 28 de julho de 2014
Para aqueles que curtem efeitos especiais e não ligam para um bom roteiro que por sinal passa logem do próprio roteiro da animação que parece ter mais sentido que o que Michael está dirigindo... muita ação para compensar a falta de um bom roteiro infelizmente. Um desenho de muitos e de infância merecia mais mas muito mais valor em sua produção final para as telenos para que eu por exemplo pudesse curtir com meu filho em seus detalhes e matasse saudade relembrando como era bom ser criança.
Esperava mais para algo tão bem produzido. A mudança do elenco foi algo bom e ruim. Mas para uma história que possui um enredo anos a frente do seu filme anterior, a expectativa foi positiva para esta produção.
Muito ruim, tem muita propaganda e o efeito sonoro não é tão bom como os anteriores, apesar de não serem os mesmo atores e atrizes, a historia é mal contada!!!
Típico filme da série. Estava com enorme expectativa, pois li na crítica da Veja que haviam melhorado em relação aos anteriores, inclusive com a troca dos atores. Mas não foi isso que vi no filme. Estória de fundo do pai e filha bastante sessão da tarde, filme arrastado e sem eira nem beira. De novo a destruição sem sentido de cidades inteiras. Apenas os efeitos especiais que arrasam, como sempre. Mas com o "passar das horas", enjoa e não via a hora do filme acabar de uma vez. A série merecia uma qualidade de roteiro melhor. Podiam se espelhar em X-Man ou Planeta dos Macacos.
Transformers 4, ops. Não, leitor, esse é Transformers - A Era da Extinção, e (ainda bem) não tem nenhuma relação com Transformers 1, 2 e 3, fora a participação dos Autobots. O diferencial desse filme para os anteriores da franquia está , cirurgicamente, na escalação de um elenco novinho em folha e que é muito, mais MUITO melhor que Shia LaBeouf e a irresistível Megan Fox. O porquê se deve ao fato de que Mark Wahlberg é um ator muito melhor que LaBeouf e interpreta um protagonista muito bem. O ponto forte das garotas mais sexy de Hollywood participarem de Transformers ainda é real (que bom pra nós), a linda e gata Nicola Peltz deixa Bates Motel de lado para a sorte do público para vivenciar a filha adolescente, rebelde, de Mark W.. Sem dúvida que o roteiro tem a mesma qualidade (duvidosa) dos outros filmes, mas dessa vez as destruições não ocorrem só nos Estados Unidos, agora tem chinês correndo pra tentar sobreviver meio a explosões e tiros. A história é que um mecanico (Wahlberg) encontra um Transformer, o inesgotável Optimus Prime, e sua vida se torna uma fuga dos federais que estam numa caçada aos Autobots (sim, mesmo eles ajudando nos outros filmes), em meio a fuga, ele (Mark) ainda tem tempo para cuidar dos problemas da filha (como o namorado de Tessa (Nicola Peltz), que é 3 anos mais velho que ela). O filme passa e mais de 3 cidades já foram devastadas (haja orçamento pra tanta destruição), mas para piorar essa família ainda tem que lutar contra outros Transformers que surgem para capturar Prime, e MAIS, não deixar que uma semente destrutiva acabe com a vida do planeta. Semente essa, que é prioridade para os novos Decepticons liderados pelo indestrutível (e ao que parece imortal) Megatron. Eu sei, é você lesse esse roteiro de vida pensaria que seria impossível sobreviver, mas não se esqueça de que estamos falando de Transformers. O ponto forte do filme, mais uma vez são os impressionantes efeitos especiais. Porém não ficamos apenas nas cenas de batalhas intermináveis, dessa vez o elenco é melhor e também é ponto forte (conta ainda com a participação do melhor ator carequinha da atualidade Stanley Tucci, de O Diabo Veste Prada e Julie & Julia). Transformers é demorado mas consegue cativar. É bom não se iludir, o melhor da interminável visita dos Transformers a Terra é também o filme mais destrutivo de todos os tempos, prepare os ouvidos.
Efeitos fantásticos e os transformers mais realísticos... mas o filme é muito longo e tem coisas desnecessárias e ainda por cima deixaram coisas sem explicação.
Sinceramente eu achei que Transformers já tinha acabado e que não daria certo com outro elenco e muito menos sem o Shia LaBeouf. Me enganei completamente, esta ai Transformers: A Era da Extinção que não me deixa mentir. Vou confessar que fui assistir ao filme com um pé atrás e fiquei o tempo todo pensando no que Michael Bay iria confiar e investir nesse quarto filme da franquia, e quando sai da sala de cinema simplesmente estava surpreso com o que tinha acabado de assistir. Ele trás não somente um elenco todo renovado, mais o filme é muito sério e chega até ser melhor que seus antecessores. Os outros filmes da saga são muito bons e tem ótimas histórias vividas pelos Autobots e pelos Decepticons e um completa o outro, mais ao mesmo tempo tinha sim suas partes meia boba e muita choradeira por parte do Shia e muitas piadinhas até um tanto desnecessárias por partes dos Transformers. Nesse quarto filme da série vimos um filme muito mais maduro e muito mais sério e abrangente tanto pelos Transformers quanto pelos novos atores que por sua vez foram muito bem, a começar pelo Mark Wahlberg que viveu o personagem Cade Yeager muito bem e deu a contribuição que o filme precisava pra ficar melhor e mais completo. A bela aposta Nicola Peltz com seus 19 aninhos que diminuíram 2 para chegar na Tessa foi a grande surpresa no filme, visto que os papéis femininos estavam um tanto escasso com Megan Fox e Rosie Huntington. A era da extinção foi sim uma boa história.
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