Noé
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3,3
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Kamila A.
Kamila A.

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2,5
Enviada em 11 de abril de 2014
Um dos herois mais conhecidos da Bíblia, a história de Noé está contida no Gênesis, primeiro livro do Velho Testamento, que fala, basicamente, sobre a criação do mundo como o conhecemos, bem como sobre a criação de Adão e a maneira como o ser humano, ao cair em tentação, iniciou um caminho que o levou à degradação e à maldade. O ápice do Gênesis é justamente um dos relatos mais emblemáticos da Bíblia, quando Deus, arrependido de ter criado o homem, decide subjugar a sua criação a um dilúvio de proporções épicas de forma a varrer toda a sua obra e recomeçar o mundo e, por consequência, a humanidade. Noé, um descendente da linhagem de Adão, foi o escolhido para fazer uma grande arca de madeira e abrigar nela, além da sua família, um casal de cada espécie animal existente, pois esses eram os únicos seres que viviam de acordo com a Criação.

Tal acontecimento é a premissa básica do épico dirigido e co-escrito por Darren Aronofsky. “Noé” retrata um mundo dividido entre a sombra/maldade e a luz/amor/medo. E tem uma história que, apesar das críticas de alguns grupos religiosos em relação à falta de verossimilhança com os relatos bíblicos, é o retrato fiel do Deus punitivo visto nos livros que compõem o Velho Testamento – uma imagem que contradiz muito com a figura de amor e de compaixão que temos do Senhor. A jornada de Noé, um homem visionário no sentido de ter sido o escolhido de Deus para uma missão muito difícil, é uma história de uma densidade emocional profunda, cujas peculiaridades são muito bem abordadas por Darren Aronofsky.

Ao ser o escolhido de Deus para garantir a preservação das espécies para o repovoamento da terra, Noé trouxe para si mesmo um peso muito grande. O peso de impor para a sua família as suas escolhas. O peso de impor para a humanidade em geral, mesmo que provida de uma maldade e egoísmo sem tamanho, as suas escolhas. Esse tipo de peso é algo que a pessoa carrega para a vida toda e a cegueira quase obsessiva e egoísta também de Noé visando cumprir o seu papel trará consequências que afetam não somente a ele mesmo, como também aos outros, especialmente aqueles de seu convívio mais próximo – a esposa Naameh (Jennifer Connelly); os filhos Shem (Douglas Booth), Cam (Logan Lerman) e Jafé (Leo McHugh Carroll) e a filha adotiva Ila (Emma Watson).

Porém, o lado mais interessante – e intrigante – de “Noé” é a forma como Darren Aronofsky estabelece uma metáfora que permeia boa parte dos 138 minutos de filme. Ela está contida naquela que é uma das mais brilhantes cenas vistas no cinema nos últimos anos. Com influências diretas de um dos momentos mais clássicos de “2001 – Uma Odisséia no Espaço”, longa de Stanley Kubrick, com o uso da excelente trilha sonora de seu colaborador habitual Clint Mansell, com um trabalho de edição competente de Andrew Weisblum, em poucos minutos, Aronofsky mostra a evolução da violência na humanidade. E é justamente esse o momento “eureka” de “Noé”. O filme não fala sobre um acontecimento bíblico, nem faz um confronto entre as visões criacionista e evolucionista – apesar de tudo isso estar presente na obra. O longa tem o propósito de discutir a violência humana, seja aquela praticada de homem para homem, seja a de marido para mulher, seja a de pai para filho, seja a de homem para mulher, seja a de irmão para irmão, seja a física ou a psicológica… É o exemplo perfeito de como a humanidade, espécie passível de falhas e em constante evolução, ainda tem muito a aprender.
Fabi B.
Fabi B.

1 crítica Seguir usuário

2,0
Enviada em 6 de abril de 2014
Esperava mais do filme pelo triller e pelos atores. Foi dificil de aguentar até o final. O filme é uma mistura de historua biblica com o Senhor dos Anéis.
Déborah D.
Déborah D.

45 seguidores 14 críticas Seguir usuário

2,0
Enviada em 29 de abril de 2014
Vou começar com o que acontece em muitos filmes: O filme não respeita a história do livro. O 3D, pelo menos aqui na minha cidade, também deixou a desejar, pois os efeitos foram fracos. Tem um tanto de ação, mas chegou em um ponto de "imaginação" que achei que estava assistindo Sucker Punch.
Guilherme  V.
Guilherme V.

19 seguidores 20 críticas Seguir usuário

2,0
Enviada em 5 de maio de 2014
Russell Crowe como Noé. Não consigo imaginar alguém melhor com certeza.

O que me deixa intrigado é que mesmo com atores de alta corte o filme tenha conseguido ficar tão vazio.
"Entrei no filme" como faço em todos mas não consegui ficar "dentro" por muito tempo.

A cena que abrilhantou o filme foi a das evoluções. Sem dúvida excelente.

Mas o filme em si e cheio demais de tudo, e vazio demais em conteúdo.
A escolha do elenco exemplar fez com que o filme ficasse completamente valorizado.

Houve compensação no elenco para tampar o vazio do conteúdo.

ATT...
Marcello H.
Marcello H.

8 seguidores 31 críticas Seguir usuário

2,0
Enviada em 25 de maio de 2014
Com respeito por ser um filme biblico esse filme sai toda a historia da biblia exemplo gigantes de pedra ''estrapolaram '' enfim fugiram da historia sagrada ate causando polemica no vaticano .
Isis Lourenço
Isis Lourenço

7.621 seguidores 772 críticas Seguir usuário

2,5
Enviada em 17 de abril de 2016
O filme é estranho,somente é baseado na biblia porque na verdade não se tem muita coisa dela ali,para assistir sem comparações
Jhonatan L
Jhonatan L

14 seguidores 20 críticas Seguir usuário

2,0
Enviada em 10 de março de 2016
Todo o primor técnico, visual e poético do diretor estão como poderia se esperar em Noé, o filme de Aronofsky tem um visual incrível. Atuação dos atores e os efeitos são empolgantes, mas a trama em si passa por momentos de extrema monotonia. Noé, é uma mistura de "suspense" e ação, com ficção e no final... caminha sempre para o real... o amor, a família e a união....
Existe acertos, sim ,(ufa!!!!)... mas tem erros,(sim bastante). Eu gostei do filme...foi legal, mas esperava mais!
(Emma Watson está de parabéns, sinto cheiro de Oscar)
Priscila E.
Priscila E.

5 seguidores 2 críticas Seguir usuário

2,0
Enviada em 4 de maio de 2014
Filme deixou a desejar se tivesse feito realmente como está descrito na bíblia e com os efeitos utilizados... Ai sim seria o filme... =/
Jhonathan C.
Jhonathan C.

3.325 seguidores 415 críticas Seguir usuário

2,0
Enviada em 21 de julho de 2014
Se for levar pelo contexto bíblico, o filme é totalmente fora do foco da história, apesar do objetivo do diretor ser o mesmo que o da história real. Os anjos de pedra, os descendentes de Cain, e até mesmo no momento do dilúvio, que deveria ser a melhor parte do filme, foi deprimente. Russell Crowe. Jennifer Connelly, Emma Watson e o restante do elenco, não tiveram culpa. Foram boas atuações, e souberam usar suas emoções. Os efeitos especiais agradou e a história foi boa, mas não foi o suficiente.
Guillermo M.
Guillermo M.

54 seguidores 103 críticas Seguir usuário

2,0
Enviada em 3 de dezembro de 2014
Filme confuso... a interação entre os personagens ficou incoerente com o roteiro proposto. Não gostei.
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