Noé
Média
3,3
5013 notas

403 Críticas do usuário

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Ricardo L.
Ricardo L.

63.294 seguidores 3.227 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 24 de abril de 2014
Esplendido!! Filme aplaudido em todo mundo com atuações marcantes de Jenifer Conelly, Antony Hoppinks e Russel Crowe!! de perder o fôlego!!!
Neto S.
Neto S.

30.587 seguidores 773 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 20 de julho de 2014
Noé (Russell Crowe) vive com a esposa Naameh (Jennifer Connelly) e os filhos Sem (Douglas Booth), Cam (Logan Lerman) e Jafé (Leo McHugh Carroll) em uma terra desolada, onde os homens perseguem e matam uns aos outros. Um dia, Noé recebe uma mensagem do Criador de que deve encontrar Matusalém (Anthony Hopkins). Durante o percurso ele acaba salvando a vida da jovem Ila (Emma Watson), que tem um ferimento grave na barriga. Ao encontrar Matusalém, Noé descobre que ele tem a tarefa de construir uma imensa arca, que abrigará os animais durante um dilúvio que acabará com a vida na Terra, de forma a que a visão do Criador possa ser, enfim, resgatada. Otimo Noé Contem Excelentes Efeitos Especiais Grande Atuaçoes , Mesmo Nao Sendo Tao Fiel A Biblia o Filme Vale Uma Conferida Nota 9.5
Sidney  M.
Sidney M.

29.816 seguidores 1.082 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 7 de abril de 2014
Serve como um bom filme de ação, esquecendo é claro das história bíblica, onde no filme quase não há nada.
cinetenisverde
cinetenisverde

29.473 seguidores 1.122 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 17 de janeiro de 2017
O filme é muito melhor que o livro, mas nesse caso estamos falando de um livro escrito há milênios atrás e que sequer é um livro, mas dois ou três versículos de Gênesis, o primeiro dos mais de 70 trabalhos da Bíblia. Porém, o dilúvio — ou inundação global — também é um mito amplamente conhecido por povos antigos, todos à mesma época, e existiam diversas formas de contar a mesma história (incluindo o Livro de Enoque, que cita a existência dos anjos vigilantes). Nesse sentido, podemos dizer que a versão escrita pelo diretor Darren Aronofsky (Cisne Negro, O Lutador, Pi) e seu produtor Ari Handel consegue mesclar de maneira surpreendente essas histórias em uma discussão razoavelmente interessante sobre a luta do bem contra o mal, da crença e dos desígnios de um Criador e da natureza de nosso livre-arbítrio.
Luis R.
Luis R.

24.054 seguidores 759 críticas Seguir usuário

1,5
Enviada em 29 de janeiro de 2015
Ruim!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
Alan David
Alan David

17.183 seguidores 685 críticas Seguir usuário

2,0
Enviada em 21 de dezembro de 2014
Fraco, efeitos fracos e chatinho de se assistir e fora a personalidade de Noé mais para um Capitão Nascimento.
Carlos Henrique S.
Carlos Henrique S.

13.791 seguidores 809 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 19 de março de 2020
Desde pequeno Darren Aronofsky dizia ser fascinado por Noé,segundo ele é um personagem com problemas internos e demônios interiores que teme o pecado,então ele realiza seu sonho de fazer esse filme bíblico que diferente do que muitos esperavam na época,mudou bastante coisa do manuscrito bíblico,porém mantendo a essência da história.Essa é uma história que já vimos em outros filmes anteriores e que é conhecida por estar no mais importante livro já feito,já deixo claro que se você não liga para a história e nem crê em histórias bíblicas talvez você possa gostar do filme.O script escrito pelo próprio Aronofsky e Ari Handel não se esforça em reproduzir tudo da bíblia é sim fazer alterações com monstros de pedras chamados de "Os Guardiões" e um Noé com conflitos internos e familiares controversos.A família de Noé tem desavenças em especial com o filho do meio Ham que sente falta de uma mulher,aqui o personagem Noé é tratado com camadas,ele tem pesadelos que ele é consumido pelo pecado e esse é o maior medo que ele tem,por outro lado o roteiro impõe decisões difíceis para ele,em específico uma decisão que envolve seus possíveis netos,a partir dali podemos chegar a temer Noé,mas o roteiro tem um propósito bem específico onde preza por ser um desafio de Deus.Talvez alguns personagens não tenham tido seu devido potencial aproveitado como é o caso de Jennifer Connelly e Emma Watson.Visualmente o filme é estarrecedor,possui uma fotografia grandiosa e os cenários sempre em grande escala é lindo,os efeitos visuais são excelente e o jogo de câmera aumenta a experiência que inclui cenas grandes e vistosas.No elenco todos estão bem inclusive o Russel Crowe que faz um Noé diferente como dito anteriormente mas tem pulso forte para o personagem.Noé não segue à risca o que está na bíblia,porém as reinvensões propostas por Darren Aronofsky mantém a essência do que está na bíblia sem ofender o material fonte e traz para uma linguagem mais contemporânea,além disso conta com fortes interpretações e um visual deslumbrante.
Kamila A.
Kamila A.

7.941 seguidores 816 críticas Seguir usuário

2,5
Enviada em 11 de abril de 2014
Um dos herois mais conhecidos da Bíblia, a história de Noé está contida no Gênesis, primeiro livro do Velho Testamento, que fala, basicamente, sobre a criação do mundo como o conhecemos, bem como sobre a criação de Adão e a maneira como o ser humano, ao cair em tentação, iniciou um caminho que o levou à degradação e à maldade. O ápice do Gênesis é justamente um dos relatos mais emblemáticos da Bíblia, quando Deus, arrependido de ter criado o homem, decide subjugar a sua criação a um dilúvio de proporções épicas de forma a varrer toda a sua obra e recomeçar o mundo e, por consequência, a humanidade. Noé, um descendente da linhagem de Adão, foi o escolhido para fazer uma grande arca de madeira e abrigar nela, além da sua família, um casal de cada espécie animal existente, pois esses eram os únicos seres que viviam de acordo com a Criação.

Tal acontecimento é a premissa básica do épico dirigido e co-escrito por Darren Aronofsky. “Noé” retrata um mundo dividido entre a sombra/maldade e a luz/amor/medo. E tem uma história que, apesar das críticas de alguns grupos religiosos em relação à falta de verossimilhança com os relatos bíblicos, é o retrato fiel do Deus punitivo visto nos livros que compõem o Velho Testamento – uma imagem que contradiz muito com a figura de amor e de compaixão que temos do Senhor. A jornada de Noé, um homem visionário no sentido de ter sido o escolhido de Deus para uma missão muito difícil, é uma história de uma densidade emocional profunda, cujas peculiaridades são muito bem abordadas por Darren Aronofsky.

Ao ser o escolhido de Deus para garantir a preservação das espécies para o repovoamento da terra, Noé trouxe para si mesmo um peso muito grande. O peso de impor para a sua família as suas escolhas. O peso de impor para a humanidade em geral, mesmo que provida de uma maldade e egoísmo sem tamanho, as suas escolhas. Esse tipo de peso é algo que a pessoa carrega para a vida toda e a cegueira quase obsessiva e egoísta também de Noé visando cumprir o seu papel trará consequências que afetam não somente a ele mesmo, como também aos outros, especialmente aqueles de seu convívio mais próximo – a esposa Naameh (Jennifer Connelly); os filhos Shem (Douglas Booth), Cam (Logan Lerman) e Jafé (Leo McHugh Carroll) e a filha adotiva Ila (Emma Watson).

Porém, o lado mais interessante – e intrigante – de “Noé” é a forma como Darren Aronofsky estabelece uma metáfora que permeia boa parte dos 138 minutos de filme. Ela está contida naquela que é uma das mais brilhantes cenas vistas no cinema nos últimos anos. Com influências diretas de um dos momentos mais clássicos de “2001 – Uma Odisséia no Espaço”, longa de Stanley Kubrick, com o uso da excelente trilha sonora de seu colaborador habitual Clint Mansell, com um trabalho de edição competente de Andrew Weisblum, em poucos minutos, Aronofsky mostra a evolução da violência na humanidade. E é justamente esse o momento “eureka” de “Noé”. O filme não fala sobre um acontecimento bíblico, nem faz um confronto entre as visões criacionista e evolucionista – apesar de tudo isso estar presente na obra. O longa tem o propósito de discutir a violência humana, seja aquela praticada de homem para homem, seja a de marido para mulher, seja a de pai para filho, seja a de homem para mulher, seja a de irmão para irmão, seja a física ou a psicológica… É o exemplo perfeito de como a humanidade, espécie passível de falhas e em constante evolução, ainda tem muito a aprender.
Daniel Novaes
Daniel Novaes

7.774 seguidores 873 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 20 de abril de 2014
Esperava efeitos mais grandiosos. Eu assisti em 3d mas o 2d terá efeito bem similar. Um bom filme.
Isis Lourenço
Isis Lourenço

7.622 seguidores 772 críticas Seguir usuário

2,5
Enviada em 17 de abril de 2016
O filme é estranho,somente é baseado na biblia porque na verdade não se tem muita coisa dela ali,para assistir sem comparações
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