Noé
Média
3,3
5013 notas

403 Críticas do usuário

5
41 críticas
4
73 críticas
3
75 críticas
2
59 críticas
1
68 críticas
0
87 críticas
Organizar por
Críticas mais úteis Críticas mais recentes Por usuários que mais publicaram críticas Por usuários com mais seguidores
Thomas Jefferson
Thomas Jefferson

192 seguidores 133 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 5 de abril de 2014
É preciso ter uma mente aberta pra apreciar esse épico. Noé distorce, esmaga e cospe a verdade. Darren Aronofsky brincar com ela. Ele faz dela uma simples historia infantil. Criando um Roteiro Adaptado totalmente diferente de sua historia original. Fazendo um filme expansivo,que gera duvidas, revoltas e até ódio. Mas é preciso ter uma mente aberta pra ver Noé como um filme qualquer. Os efeitos especiais são divinos, eles tornaram ainda mais o filme expansivo. A Trilha sonora composta por Clint Mansell, é extremamente abundante. Ele fez o clima do filme épico ficar tenebrosamente apavorante.O Elenco, farto e rico, preenchido por grandes atores, Russell Crowe, Jennifer Connelly, Emma Watson, Ray Winstone, Anthony Hopkins dar vida a cada personagem, fazendo deles erros e acertos refletivos. O Orgulho, ambição, traição, maldade estar em todos, ninguém escapa. A Humanidade deve ser extinta. Um daqueles filmes que devemos ver ele sem medo, sem duvidas ou comparações. A beleza divina encontrada em cada minutos deste filme é literalmente gratificante. O 3D tornar os efeito fartos em detalhes. Destruição divina vindo dos céu, da Terra. Diante desse mundo perverso preparado pra ser extinto, deixando apenas os escolhidos vivo, fazendo deles os primeiro a abitar um novo mundo sem maldade. Os detalhes ricos, os elementos fortes, as cenas dignas, os efeitos excitantes, um roteiro indestrutível. Noé quebra as barreras da verdade. Ele afoga ela sem piedade.
valmyr b
valmyr b

59 seguidores 277 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 9 de julho de 2021
Que grande filme! Bravo, bravíssimo! Russell e Jennifer estão muito bem! A partir de uma leitura particular, entremeada de adaptações pessoais do produtor, esse "Noé" nos conduz a nossas próprias interpretações de mensagens bíblicas de momentos "pós-criação", sem no entanto ambicionar isto; é o que penso. Segue a mesma linha de produção, por exemplo, de "Maria Madalena", com Joaqin Phoenix e Rooney Mara ; propostas interpretativas interessantes, partindo de premissas, sem ambições exegéticas ou religiosas; apenas arte! Quatro estrêlas! Muito bom!
Vander
Vander

11 seguidores 7 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 21 de abril de 2014
Independente de crença o filme é interessante e faz a sua versão da estória, tem boas interpretações e é um bom programa para a família, mas assista-o livre de conceitos religiosos, pois não é essa a intenção do filme.
Luis R.
Luis R.

24.054 seguidores 759 críticas Seguir usuário

1,5
Enviada em 29 de janeiro de 2015
Ruim!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
Jhonathan C.
Jhonathan C.

3.325 seguidores 415 críticas Seguir usuário

2,0
Enviada em 21 de julho de 2014
Se for levar pelo contexto bíblico, o filme é totalmente fora do foco da história, apesar do objetivo do diretor ser o mesmo que o da história real. Os anjos de pedra, os descendentes de Cain, e até mesmo no momento do dilúvio, que deveria ser a melhor parte do filme, foi deprimente. Russell Crowe. Jennifer Connelly, Emma Watson e o restante do elenco, não tiveram culpa. Foram boas atuações, e souberam usar suas emoções. Os efeitos especiais agradou e a história foi boa, mas não foi o suficiente.
Marcos A.
Marcos A.

95 seguidores 123 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 3 de abril de 2014
O filme é bem chato, mas tem algumas passagens interessantes, justamente as que tem foco na religião, no livre arbítrio e na maldade dos homens.
Guillermo M.
Guillermo M.

54 seguidores 103 críticas Seguir usuário

2,0
Enviada em 3 de dezembro de 2014
Filme confuso... a interação entre os personagens ficou incoerente com o roteiro proposto. Não gostei.
Tiago Luiz Bubniak
Tiago Luiz Bubniak

14 seguidores 16 críticas Seguir usuário

2,0
Enviada em 19 de abril de 2014
'Noé' sofre dilúvio de invenções

Para preencher um roteiro de mais de duas horas com um material original curto, Darren Aronofsky usa e abusa da imaginação em um filme que logo desliza para o enfado

Noé, o filho de Lamec e neto de Matusalém, é o centro das atenções em quatro capítulos do Livro do Gênesis. Há menções à sua história em outros momentos na Bíblia, mas a essência do relato que o envolve na famosíssima construção da arca para salvar do dilúvio os animais está mesmo entre os capítulos sexto e nono.
Esse material é curto demais para justificar uma produção cinematográfica de mais de duas horas, como acontece em ‘Noé’, dirigido por Darren Aronofsky e escrito por ele mesmo em parceria com Ari Handel. O próprio diretor divulgou que pretendeu dar uma abordagem nova aos épicos criando “um mundo bíblico de fantasia, como uma Terra Média”. E, realmente, dá-lhe fantasia e Terra Média.
Um dos exemplos mais gritantes do quanto sua “liberdade criativa” foi utilizada para rechear a história é a presença de guardiães de pedra, toscamente concebidos e gerados em tecnologia 3D. A Bíblia até menciona a existência de gigantes, mas daí a concebê-los da forma como o diretor fez é um disparate.
Não se trata, aqui, de defender fidelidade a um texto religioso e criticar a liberdade artística. O fato, simplesmente, é que a tal “licença poética” não funciona. Além da concepção de gosto duvidoso dos gigantes, há uma situação envolvendo descendência que perde feio para dramalhões mexicanos. Com o alto teor de invencionices, a “Terra Média” de Aronofsky logo conduz para a impaciência. O esdrúxulo fica ainda mais gritante quando se lembra: é um filme do mesmo cineasta responsável pelo excelente ‘Cisne Negro’.
As cenas que retratam exatamente o material original são as que mais têm capacidade para despertar a atenção. É o caso da chegada dos animais à arca, do dilúvio (já antecipado nos trailers) e do arco-íris. O restante é quase que totalmente dispensável. Um curta-metragem resolveria tudo. E pronto.
Adriano Silva
Adriano Silva

1.614 seguidores 482 críticas Seguir usuário

2,0
Enviada em 12 de junho de 2017
Me lembro lá em 2014 quando Noé foi lançado e da grande repercussão gerada em cima do filme. Eu particularmente não dei a mínima pro filme na época, mesmo repleto de atores que eu gosto muito.

Assistindo hoje eu comprovei a tamanha polêmica gerada sobre o filme, é realmente uma grande discussão. O longa dividi muitas opiniões, principalmente entre os religiosos mais fanáticos, tem quem goste, tem quem odeie e tem aqueles que ficaram encima do muro, e eu vou ser bem sincero: Na minha opinião, o filme não é bom, é muito bagunçado e sem sentido. Eu não sou um religioso e assisti ao filme com uma visão de uma pessoa normal e não de um severo religioso que buscava encontrar a perfeição feita na adaptação dessa passagem Bíblica.

Desde 2014 que eu sempre lia uma coisa ou outra sobre o filme Noé, e sempre as críticas eram mais fortes do que os elogios (quase difícil encontrar algum). Na verdade as adaptações nunca são feitas a risca da obra original, pode ser um livro, uma HQ, ou até mesmo uma passagem Bíblica. Os diretores/roteiristas sempre seguem a história original, mas colocando sua própria visão e muita das vezes mudando bastante coisas, ou até mesmo seguindo outros caminhos encontrados em vários locais que pesquisaram na produção do filme (esse é o caso de Noé). Darren Aronofsky é diretor, roteirista e produtor do longa e pra mim ele viajou demais, ele colocou coisas sem total necessidade no filme, talvez buscando alcançar maiores atenções com seu trabalho, ou tentando se desviar cada vez mais da passagem Bíblica original. Como já destaquei antes, os filmes nunca seguem a risca da obra original e sempre são modificados quando vão parar nas telas dos cinemas, mas Darren Aronofsky não precisava viajar tanto.

O longa de Aronofsky não é somente um filme pra entreter o público, mas ficou muito claro sua intenção em levantar questões sobre a posição do ser humano em diferentes aspectos diante do “juízo final”, ou até mesmo se aprofundar em várias discussões sobre a fé intocada do protagonista diante das suas crenças em Deus (criador como é mencionado no filme). Ou até mesmo a crença de Noé em seguir os desígnios de Deus diante da construção da Arca e na decisão de salvar somente sua família e os casais de animais, deixando para trás, vários seres humanos, entre eles mulheres e crianças indefesas e inocentes. Sendo que o próprio Noé disse que construiria uma Arca para se salvar da aniquilação que cairia sobre os humanos impuros, para reconstrução da raça humana, mas as próprias crianças clamando por sua ajuda eram impuras e pecadoras? E quanto a garota Na'el (Madison Davenport) que ele resolveu deixar para trás, se negando a ajuda-la? Que tipo de fé e crença é essa em seu criador?

Tem outras partes do filme que o diretor Aronofsky derrapa e muito, e eu simplesmente achei totalmente vaga e sem sentido a intenção de trazer essas discussões para o longa.
Entre elas a questão sobre os guardiões de pedras, que no filme são retratados como anjos de luz caídos na terra após o pecado no Éden. Eu achei simplesmente horrível, totalmente desnecessário e sem pé nem cabeça, e o CGI dos guardiões de pedras são muito pobres e bem mal feitos. A questão da Ila (Emma Watson), o seguimentos da sua história e os seus acontecimentos finais envolvendo a fé de Noé e sua decisão (não posso me aprofundar mais porque seria spoiler), pra mim é um grande erro no filme, talvez se fosse contada de uma outra forma, até que poderia funcionar, mas do jeito que se desenrolou, não funcionou. A parte envolvendo o personagem Tubal-Caïn (Ray Winstone) e o personagem Ham (Logan Lerman) dentro da Arca, quando simplesmente por uma mera conversa, Ham decide enfrentar seu pai pelos os acontecimentos passados envolvendo Na'el, pra mim não colou e é mais uma parte do roteiro desnecessária e vaga. Tem uma parte que mostra uma espécie de explosivo nos confrontos, o que me pareceu muito com pólvora, se for realmente isso, é um terrível furo de roteiro, porque é sério? Pólvora na época de Noé?

O longa ainda possui pontos positivos como: A trilha sonora de Clint Mansell até que é boa e funciona bem em algumas cenas (principalmente nas partes finais). Os figurinos e maquiagens são bons, principalmente no personagem Mathusalem (Anthony Hopkins). A fotografia um pouco mais digital também ficou interessante. Os cenários em CGI ficaram razoavelmente bons, mas tem partes que o CGI é bem pobre e muito acelerado.

Falando do elenco: Russell Crowe é o melhor, sem dúvidas, ele está realmente muito bem no personagem e muito competente. Ele está forte, destemido e possui uma grande variação emocional em seu personagem, em algumas partes, sua atuação me remete aos épicos estrelados pelo próprio, como O Gladiador. Russell é um belíssimo ator e suas apresentações na maioria das vezes ficam memoráveis. Anthony Hopkins aparece pouco, mas em suas pequenas aparições em cenas ele está bem. Jennifer Connelly e Emma Watson até que funcionaram na trama, principalmente nas partes finais, onde suas dramaticidades são mais exigidas. Logan Lerman está razoável, seu personagem até que tenta fazer a diferença no longa, mas acho que ele não conseguiu se desenvolver bem. Ray Winstone tem um personagem até que interessante, ele se mostrou um antagonista bem funcional e sagaz, e na medida que o filme avança, seu personagem entra melhor em cena e nas partes dentro da Arca ele ainda consegue ser melhor (mesmo eu achando o seu personagem totalmente desnecessário na trama).

No mais: Noé não consegue ser uma obra verdadeira e interessante, o filme peca demais em várias quesitos e o roteiro se perde demais e é muito falho, na verdade o longa erra mais do que acerta. É realmente uma pena, porque na época dos trailers eu acreditava que o filme pudesse fazer a diferença sobre a adaptação dessa passagem Bíblica, mas o diretor quis inventar demais e se perdeu totalmente, perdendo ainda mais toda a essência do filme. (UMA PENA!!!)
Marcio S.
Marcio S.

108 seguidores 126 críticas Seguir usuário

2,5
Enviada em 1 de agosto de 2014
Filmes que tratam de temas religiosos em minha opinião são projetos que quando alguém decide fazer correm um grande risco de não atrair espectadores. São temas que envolvem uma única religião e por isso acabam por ter um público restrito. Mesmo que pareça ser um blockbuster, há poucos espectadores que embarcam em um filme para antes de mais nada ver o quanto o filme pode ser bom tecnicamente. Quando o diretor Darren Aronofski começou esse projeto fiquei receoso, mas criei uma expectativa pois sou um admirador de sua filmografia. Quando o momento de assistir chegou não fiquei tão satisfeito. Passei a refletir o por que saí dessa maneira. Ao procurar a resposta encontrei algumas coisas que enfatizaram meu pensamento e consegui enxergar algumas boas situações.
O filme narra a história do antigo testamento em que Deus irá realizar um dilúvio para exterminar com a raça humana. Ele não está satisfeito com o rumo que os homens estão dando ao planeta/humanidade. Em um contexto de pura barbárie, Noé (Russel Crowe), neto de Matusalém (Anthony Hopkins), recebe um chamado de Deus para construir uma grande arca em que colocará um casal de cada espécie de animais. Ele e sua família iriam juntos. Para Noé os desígnios de Deus só iriam acabar quando toda a raça humana morresse, inclusive sua família (de morte natural), que seriam os últimos da espécie.
Não entendo muito de religião, mas lembro de algumas passagens da Bíblia. Quando me lembro da história de Noé, vejo que a essência foi mantida no roteiro, porém a introdução de personagens fantásticos me fez pensar o quanto o cinema tem a necessidade atualmente de transformar histórias que não precisavam desse elemento para buscar um público maior. Em Noé a introdução dos Guardiões para alguns pode ser um ponto positivo pois como Noé iria construir aquela arca? Agora aqui tentaram justificar o impensável com o fantasioso, ou seja, continuou-se a ser algo intangível. Lembro que Noé viveu mais de quinhentos anos. Será que não há tempo para construir uma grande arca junto de seus filhos? Nesse contexto de Terra Média ainda colocou-se Matusalém quase como um personagem conhecido do Senhor dos Anéis.
Além da introdução desses elementos já citados foi colocado um “rival” para Noé. Se pararmos para pensarmos na intenção de Deus ao dizimar a população, levaremos em conta que após o dilúvio, quando as águas baixaram, de alguma maneira o mal voltou a Terra. Essa introdução foi uma colocação interessante, pois acaba deixando uma marca em um dos filhos de Noé. Não que ele irá propagar o mal, mas é evidente que ele é diferente dos outros irmãos.
Através desse roteiro assistimos as imagens mornas que só conseguem criar tensão com gritos de mulheres e com o final. Aliás um final que deixaria qualquer um tenso, pois cria-se uma atmosfera visual infalível. Seria impossível ficarmos parados ao ver a decisão de Noé. Fato esse inventado que demonstra para mim um desespero para criar algo que o espectador não ficasse assistindo tudo aquilo incólume.
Mas a tentativa de entender os desígnios de Deus também é uma boa questão a se levantar. Colocando-se no lugar de Noé penso como seria difícil tentar decifrar o que Deus quer apenas com seu silêncio. Assim deixo a pergunta se realmente entendemos o que Deus quer de nós ou se entendemos o que queremos entender. O ator Russel Crowe consegue sustentar seu personagem de maneira digna e demonstra o peso que carrega. Alguns momentos o Noé de Russel Crowe parece um extremista religioso. Uma colocação interessante, pois independente de religião o extremismo não faz bem em nenhuma religião.
Adotando uma fotografia praticamente sem cores, o mundo na época de Noé é uma metáfora visual para tudo aquilo que está ocorrendo. Quando apresenta alguma cor mais em destaque é para reproduzir o inferno em que a vida se tornou ou refletir a possibilidade de uma vida ainda solucionável. O verde intenso da montanha de Matusalém mostra que ali ainda se reflete a possibilidade de uma nova vida.
O design de produção adotado com animais digitais (animais que nem existem também) cria uma leve afastamento. No começo há um animal ferido com escamas e visualmente criado digitalmente. Há cenas em que um Guardião anda junto de Noé e sua família. O gigante de pedra parece claramente encaixado na cena. Naquela cena é claramente o CGI sendo mal utilizado. Aronofski acerta ao mostrar pessoas afogadas. É interessante para refletirmos quantos inocentes morreram por aquele Deus do antigo testamento. Aí eu pergunto se isso já não bastaria para provocar o espectador no final e mostrar o quanto foi certo ou errado a decisão de Noé.
Neste filme assistimos a uma visão particular de história de Noé, mas que apesar de passar alguma reflexão não consegue ser efetivo na atmosfera criada pelo filme. Acabamos por passar sem grandes surpresas, sem nos provocar algo e que só no final tenta-se uma última cartada para provocar algo no espectador. Cartada essa que parece desnecessária.
Quer ver mais críticas?
  • As últimas críticas do AdoroCinema
  • Melhores filmes
  • Melhores filmes de acordo a imprensa