Noé
Média
3,3
5013 notas

403 Críticas do usuário

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Gabi A.
Gabi A.

8 seguidores 4 críticas Seguir usuário

0,5
Enviada em 10 de abril de 2014
O ruim do filme é que quem criou expectativa de ver um filme seguindo o padrão bíblico com certeza saiu frustrado do cinema, o filme é cheio de mentiras a respeito de Noé, invenção de gigantes de pedra que são demônios que se tornam heróis ajudando Noe na arca, Tubalcaim descendente de caim, entrou na arca, fizeram Matuzalém de "Mestre dos Magos" Noé se torna um monstro no meio do filme, o filme é uma piada se comparar com a narração bíblica, pra não se criar expectativas deveriam mudar o título do filme e os nomes dos personagens. Mas pra quem não liga para isso, e quer assistir um filme de ficção, considero um filme legal, com bons atores, boas atuações,ótimos efeitos.
fabrycioefs
fabrycioefs

13 seguidores 1 crítica Seguir usuário

3,0
Enviada em 5 de abril de 2014
Achei que seria melhor a historia, uns 20% do filme são baseada na historia real,nomes, lugares, acontecimentos, o resto do filme é muita ficcção, o Rei usa uma mascara de solda sendo que eles viveram a uns 2000 a.c, não faz sentidos, aqueles guardioes que parecem os irmãos dos transformes so que de rocha, o Rei que entrou na arca escondido e ainda matou dois animais, pela historia entraram apenas sua familia na arca e nenhum animal morreu, e o que é Matusalem que parece o mestre dos magos da Caverna do dragão e tem poderes igual a ele rsrsrs, quase uma comedia. A parte de video,sons e efeitos todos muitos bom, nessa parte uma super produção.
Raimundo F.
Raimundo F.

15 seguidores 1 crítica Seguir usuário

1,0
Enviada em 7 de abril de 2014
Detestei o filme, não tem nada a ver com o relato da bíblia, e o roteiro é péssimo, e muito repetitivo.
Eduardo Santos
Eduardo Santos

340 seguidores 183 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 6 de abril de 2014
Aronofsky sempre trata em seus protagonistas um verdadeiro embate interior, onde os dilemas psicológicos fazem parte de toda a jornada moral, ética e dolorosa que vivenciam. Foi assim em Pi, com a genealidade e loucura de um matemático; em Réquiem Para Um Sonho, com a degradação humana proveniente do vício; em Fonta da Vida, com a busca incansável de um significado pra vida; em O Lutador, com as mazelas do auge e decadência de um ídolo; ou em Cisne Negro, com a busca pela perfeição. Aqui, em Noé, Aronofsky nos brinda com dilemas ainda mais contundentes, onde objetivando um bem maior, todo o mal deve ser lavado (literalmente com muita água), para que surja a redenção idealizada. Mais uma vez o diretor consegue exprimir densidade e emoção sem apelar para a obviedade e a função mecânica narrativa. Obviamente que todos conhecem a história da Arca de Noé, mesmo que superficialmente. O filme tem a grande qualidade de tornar toda ação o mais próximo de uma realidade possível, embora seja algo difícil para se crer a quem não tem resquício algum de religiosidade. Obviamente que há espaço para muita licença poética e metáforas, mas o filme não decepciona em nenhum aspecto. Chega a ser estranho ver um filme com tantos efeitos especiais ter uma densidade narrativa tão grande. A história é tão poderosa, que os efeitos parecem meramente secundários, embora ainda assim causem impactos visuais excepcionais. O visual do filme é tão belo quanto intenso, tanto na vibração das cores das partes paradisíacas, quanto na fria dureza da destruição. O elenco é muito bom. A personificação de Noé realmente precisava de alguém com o talento inegável de Russell Crowe. Ele consegue dar a profundidade exata que o complexo personagem exige. Aqui ele definitivamente se redime da vergonha que passou em outro filme recente, Um Conto do Destino. Jennifer Connelly, em sua segunda colaboração com Aronosfky e pela segunda vez fazendo esposa de Crowe, também se redime de sua atuação falha em Um Conto do Destino. Embora tenha pouco espaço para mostrar seu inegável talento, quando precisa ela dá conta do recado com bastante empenho. Anthony Hopkins faz Matusalém, e também aparece pouco, mas, como de costume, está impecável. E ainda tem Ray Winstone e a voz de Nick Nolte. Porém o elenco jovem me pareceu aquém do esperado. Emma Watson e Logan Lerman são bons atores da nova geração é já mostraram que têm talento, principalmente quando trabalharam juntos no ótimo As Vantagens de Ser Invisível, mas embora não tenham atuações sofríveis em Noé, eles destoam do resto do elenco mais experiente. De resto, sobra emoção no longa, com cenas marcantes e inspiradas, algumas que até me levaram ao arrepio. Incrível como um diretor extremamente talentoso e ótimo contador de história pode fazer com uma excelente enredo em mãos. O filme pode não ser fiel à história bíblica, mas com certeza levanta questões morais e éticas indubitavelmente impactantes, levando a reflexão, o que por si só já é um grande feito. Certamente não é um filme que agradará a todos, vide que um senhor ao término da exibição na sala lotada esbravejava “Um lixo! Puro lixo!”. Isso me fez relembrar que gosto realmente é uma coisa muito subjetiva e pessoal. Não gosto de seguir aqueles que dizem que se fulano não gostou de um filme foi porque não o entendeu. Eu costumo entender bem os filmes, mesmo os que eu não gosto. Mas o que vale é que gosto não se discute e eu altamente recomendo este filme. Mais uma obra marcante, densa e imperdível deste cineasta que cada vez mais me surpreende e cativa. Simplesmente brilhante.
Rodrigo C.
Rodrigo C.

15 seguidores 21 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 2 de maio de 2014
Após receber certas críticas de praticamente todo mundo, resolvi arriscar e ver assim mesmo e tirar minhas próprias conclusões.

Realmente, como adaptação o filme não funciona nem um pouco. O argumento de que o roteiro não poderia ser fielmente baseado na história de Noé, por conter apenas 3 páginas, pode até ser considerado, porém, não é nem perto do que acontece de fato. A história não tem praticamente nada a ver. E grande parte das críticas foram feitas por causa disso. O filme foi vendido de forma tendenciosa, levando a acreditar que seria um filme com a temática religiosa. O que definitivamente não é. Ou é em partes. Nessa questão o filme merece sim nota ZERO. A propaganda, e toda a abordagem para vender o filme foi tendenciosa, o que em partes funciona para levar público ao cinema, e em outras partes dá um péssimo resultado em se tratando de críticas.

Mas o principal vilão disso tudo são duas simples coisas que a pessoa que gosta de cinema não pode fazer, ver trailer de filme e ler a sinopse. Porque retratam, na maioria das vezes, universos e histórias completamente diferentes do que o filme apresenta. E essas duas coisas são as principais responsáveis pelo "dilúvio" de críticas para com esse filme.

Visto isso, recomendo que antes de ver "Noé", leia uma crítica sem spoilers, só para se situar no mundo e no universo que você irá "embarcar" durante 2h:18min.

Assim, a correta classificação desse filme seria: "Ficção Fantástica".
Se utilizando da história de Noé adicionando elementos fantásticos à narrativa a fim de construir um universo diferente do que você está acostumado a ver.

Se você for ao cinema com essa ideia, aí sim você pode ter uma boa experiência, não uma excelente, mas uma que vale a pena.

A história em si já é conhecida, mas ela não é a principal, é apenas o plano de fundo, para questões como o criacionismo, a evolução, a fé, a religião, e é claro a raça humana.

Ali a história não é sobre D-us, mas sim sobre os homens, e como somos capazes de fazer coisas extremamente horríveis, e ao mesmo tempo, outras extremamente incríveis, e como em um só ser, possa existir a emoção mais bela e a mais desprezível, pois não somos perfeitos, mas o lado que escolhemos ficar e permanecer nesse caminho o máximo possível é o que se sobressai como o que nos define, bom ou mau.
É também sobre escolhas que podemos fazer, e que sabemos o que é o certo a fazer e que não precisamos de um sinal para isso, podemos agir de acordo com nossa moral e com nossa compaixão.

Por fim destaco alguns incríveis diálogos, e também a melhor narração sobre a criação da vida, do universo e tudo mais, criacionismo e evolução juntos de uma maneira tão sublime que se encaixam perfeitamente; e também, não posso deixar de citar uma sutil crítica ao fanatismo religioso e de ações embasadas nessa obstinação.
Airton Reis Jr.
Airton Reis Jr.

25 seguidores 66 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 7 de abril de 2014
Estava muito entusiasmado para assistir a esse candidato a blockbuster. As críticas que li não eram muito animadoras: "sequências de lutas que pareciam ter sido descartadas em 'Senhor dos Anéis'; Crowe com desempenho fraco". Mas em uma entrevista com Darren Aronofsky - brilhante em "Cisne Negro" -compreendi que havia uma forte ligação afetiva do diretor com a conhecida história bíblica. Acho que a conduta do elenco, liderado por Russell Crowe (Noé) e Jennifer Connelly (Naameh), foi basicamente contida, assim como o uso de efeitos especiais pelo diretor, acredito eu em uma postura reverente à história do patriarca bíblico, caro tanto para os judeus como para os muçulmanos, e mesmo assim provocou controvérsias que resultaram na proibição do filme em alguns países. De minha parte, recebi o produto que esperava. A história bíblica estava lá, com ênfase para os dilemas humanos de antes e de hoje, a questão da sustentabilidade e o respeito à dádiva que é o nosso planeta ou Jardim do Éden, ao fato do mal e do bem fazerem parte do ethos de cada ser humano e o amor do Criador, capaz de sublimar as fraquezas humanas, sempre disposto a oferecer uma outra chance. Pensei muito na demagogia que permeia as ações políticas no mundo contemporâneo e que resume tão bem essa dualidade: sob a retórica de oferecer o bem, pratica-se o mal violando os preceitos mais elevados da conduta reta. Como o Noé vascilante entre cumprir a ordem do Criador que incluía a sua própria extinção e dos seus amados, ou seja, sendo impopular e reto, do mesmo jeito caminha a humanidade no jogo impossível de proteger a Terra sem contrariar interesses conflitantes, em especial do consumo desenfreado e na acumulação supérflua. Estamos dentro da arca que é o próprio planeta Terra, conseguiremos atracá-la em segurança ou vamos destruí-la ?
Phelipe V.
Phelipe V.

510 seguidores 204 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 8 de abril de 2014
No mínimo interessante quando Aronofsky resolve fazer um filme sobre essa história bíblica pra deixar bem claro, justamente, o quão ficcional tudo aquilo é e não passa de um (excelente) épico. Pra isso, enche o filme de coisas que qualquer pessoa em sã consciência sacaria ser mentira: um velho que distribui poderes comparáveis a Deus, diversos monstros feitos de luz e pedra, uma substância misteriosa que faz os animais dormirem, entre outras coisas. O que, pensando bem, não estaria muito distante de um homem encher uma arca com pares de diversas espécies de animais enquanto um dilúvio vindo de um poder divino atingiria a Terra.

Gostei do filme, como já imaginava que iria gostar, mas não tem como comparar com o resto da filmografia do diretor - que é impecável. Resultado: é o filme menos bom dele. Ainda assim, com todas as adaptações feitas em relação à história original (que é pequena na Bíblia, vale comentar), Aronofsky conseguiu criar um filme que escapa bastante do estereótipo de história bíblica, criou algo bem maior, que transcende a isso. Uma história que reverbera, por si só, dentro do universo criado pelo filme.

Mas nem tudo são flores. Enquanto os sonhos de Noé, e tudo o que concerne a fotografia e o design de produção do filme são impecáveis (a passagem em que Noé explica a origem do universo é lindíssima), eu nunca vi um elenco tão mal dirigido sob as mãos do cineasta, que sempre se destacou pelo rigor na direção de seus atores. Salvo Russel Crowe, que está muito bem, os outros têm momentos muito irregulares durante a trajetória: Emma Watson não atinge a emoção desejada numa cena que deveria ser mais impactante, Jennifer Connelly, que muitos amaram, não me convenceu com todo aquele exagero interpretativo, os atores desconhecidos são irrisórios e Logan Lerman, e sua barba perfeitamente bem feita em 95% do filme, está literalmente péssimo - além de parecer estar atuando em outro filme, destoa de absolutamente tudo o que está sendo construído ao seu redor.

É problemático, até por causa daquele Matusalém desnecessário, uma total representação de um deus ex machina anti-criativo e aquele vilão que só faz mal ao filme, mas entretém bastante. As cenas de ação são de um nível muito alto, porém, o que eu mais gostei no filme, mesmo, foi a trilha-sonora, que embala todos esses momentos, absolutamente um dos melhores trabalhos que eu ouço em muito tempo, provando que o Clint Mansell, mesmo não trabalhando muito, quando inventa de fazer uma OST, beira o genial, diferente de alguns compositores por aí que parecem reciclar-se o tempo todo. Só reforça a ideia de que Noé é um filme muito bom, sujeito a crescer ou diminuir com o tempo.

E, ah, vendo o resultado final, dá pra entender bastante o interesse do Aronosfky em contar essa história olhando sua filmografia: os personagens de Hugh Jackman em Fonte da Vida se assemelham bastante, ainda mais pela ótica de sua busca, retidão, devoção por algo que considera/advém do divino, uma força superior. A trajetória lá, das três fases inclusive, não difere muito da trajetória de Noé.
Déborah D.
Déborah D.

45 seguidores 14 críticas Seguir usuário

2,0
Enviada em 29 de abril de 2014
Vou começar com o que acontece em muitos filmes: O filme não respeita a história do livro. O 3D, pelo menos aqui na minha cidade, também deixou a desejar, pois os efeitos foram fracos. Tem um tanto de ação, mas chegou em um ponto de "imaginação" que achei que estava assistindo Sucker Punch.
Fernando A
Fernando A

1 crítica Seguir usuário

0,5
Enviada em 14 de novembro de 2019
Terrivel perdeu a base da historia, ficou forçado...............mmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmm
Guilherme  V.
Guilherme V.

19 seguidores 20 críticas Seguir usuário

2,0
Enviada em 5 de maio de 2014
Russell Crowe como Noé. Não consigo imaginar alguém melhor com certeza.

O que me deixa intrigado é que mesmo com atores de alta corte o filme tenha conseguido ficar tão vazio.
"Entrei no filme" como faço em todos mas não consegui ficar "dentro" por muito tempo.

A cena que abrilhantou o filme foi a das evoluções. Sem dúvida excelente.

Mas o filme em si e cheio demais de tudo, e vazio demais em conteúdo.
A escolha do elenco exemplar fez com que o filme ficasse completamente valorizado.

Houve compensação no elenco para tampar o vazio do conteúdo.

ATT...
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