Noé
Média
3,3
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403 Críticas do usuário

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Duthevicz G.
Duthevicz G.

1 crítica Seguir usuário

3,0
Enviada em 9 de abril de 2014
Criou-se muita expectativa. As pessoas tiveram fé de que veriam um filme bíblico, más de bíblico, só o nome dos personagens.
A fantasia colocada neste filme empobreceu a estória. spoiler: Um Matusalém mágico, anjos petrificados, pedrinhas que fazem barulho e brilham no escuro...

Creio que um filme como esse poderia ser mais sóbrio e honesto com a história original, que alias permitiria uma excepcional trama psicológica.
As atuações foram excelentes (apesar de Sem ser "jeitosinho"), a fotografia e mixagem de som foram espetaculares, mas o roteiro e direção ficaram entre regular e nojento.
kakopetro
kakopetro

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1,5
Enviada em 18 de abril de 2014
Filme chato lento. Deu sono. Tinha ouvido falar que o filme não era fiel ao texto biblico mas pensei que seria um bom filme de aventura. Ledo engano, na minha opinião este filme deixou muito a desejar. Una pena pois possui excelentes atores.
Laiz M.
Laiz M.

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0,5
Enviada em 19 de abril de 2014
filme totalmente fora da historia biblica nada a ver com a historia de noé que foi um homem bom,honrado e amado por todos seus filho e fora que o proprio filho tentou mata-lo pelo amor de Deus, os filhos de noe eram obediente e amava o pai. fime horroroso sem falar do 3d fraquissimo,
Lycka T.
Lycka T.

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4,5
Enviada em 20 de abril de 2014
Ignorantes, leiam

"Em “Noé”, a nova e épica produção cinematográfica de Darren Aronofsky, Adão e Eva são apresentados como seres luminescentes e descarnados, até o momento em que comem do fruto proibido. Essa versão não é a da Bíblia, é claro. E, em meio a muitas outras licenças imaginativas de Aronofsky, como os monstros gigantes de lava, essa imagem levou muitos críticos de cinema a coçar a cabeça. Evangélicos conservadores se queixaram de que o filme toma muitas liberdades com o texto do Gênesis. Grupos mais liberais concederam suas indulgências ao diretor: afinal de contas, não devemos esperar que um ateu professo tenha as mesmas ideias de um crente a respeito dos textos sagrados. O caso é que os dois grupos se perderam na avaliação. Aronofsky não tomou liberdade alguma com o texto bíblico. O filme simplesmente não foi baseado na Bíblia.

Aliás, em defesa do diretor, devemos reconhecer que o filme nem sequer foi anunciado como se fosse. “Noé” não é uma adaptação do Gênesis. O filme nunca foi anunciado como “Noé da Bíblia” ou como “A História Bíblica de Noé”. Os escombros da cristandade continuam quentes o suficiente em nossos dias para que, quando alguém diz que vai fazer “Noé”, todo o mundo já presuma que vai ser uma versão da história da Bíblia. Eu tenho certeza de que Aronofsky ficou muito feliz em deixar seu estúdio pressupor isso mesmo, porque se o estúdio soubesse o que ele realmente pretendia, nunca teria permitido que ele fizesse o filme. Aronofsky tinha outras coisas em mente.

Vamos voltar à versão luminescente dos nossos primeiros pais. Eu reconheci o “motif” instantaneamente: é uma visão típica da antiga religião gnóstica. Eis uma descrição, do século 2 d.C., de algo em que a seita dos chamados ofitas acreditava: “Adão e Eva, originalmente, possuíam corpos sutis, luminosos e, por assim dizer, espirituais. Mas, quando chegaram aqui, seus corpos se tornaram escuros, pesados e desidiosos” (descrito por Irineu de Lyon, em Contra Heresias, I, 30,9).

Ocorreu-me que uma tradição mística mais estreitamente relacionada com o judaísmo, chamada cabala (que a cantora Madonna popularizou há cerca de uma década), teria certamente conservado uma visão semelhante, já que ela é, essencialmente, uma forma de gnosticismo judaico. Eu sacudi o pó do meu exemplar da obra The Kabbalah, escrita no século 19 por Adolphe Franck, e confirmei rapidamente as minhas suspeitas: “Antes de serem seduzidos pela sutileza da serpente, Adão e Eva não apenas eram isentos da necessidade de um corpo, mas sequer tinham corpo; ou seja, eles não eram da Terra.”

Franck cita o Zohar, um dos textos sagrados da cabala: “Quando nosso pai Adão habitava o Jardim do Éden, ele vestia, como todos no Céu, uma roupa feita de luz superior. Quando foi expulso do Jardim do Éden e obrigado a submeter-se às necessidades deste mundo, o que aconteceu? Deus, dizem as Escrituras, fez para Adão e para a sua esposa túnicas de pele e os vestiu; antes disso, eles vestiam túnicas de luz, da luz mais alta que havia no Éden...” [Até aí, tudo bem. Ellen White também diz que Adão e Eva usavam “vestes de luz”, mas não que fossem espíritos ou coisa parecida. – MB]

Isso é uma coisa obscura, eu sei. Mas a curiosidade tomou conta de mim e eu fui a fundo. Descobri que o primeiro longa de Darren Aronofsky foi “Pi” (de 1998; não confundir com “Life of Pi”, que não tem nada a ver com isso). Quer saber qual era o assunto? Tem certeza? Cabala. Consegui chamar a sua atenção? Ótimo.

O universo do “Noé” de Aronofsky é completamente gnóstico: um universo com graus “superiores” e “inferiores”. O “espiritual” é bom, e muito, muito, muito elevado: é lá onde mora o deus inefável; e o “material” é ruim, e muito, muito, muito inferior: é aqui, onde os nossos espíritos estão presos em carne material. Isto vale não apenas para os filhos e filhas decaídos de Adão e Eva, mas também para os anjos caídos, descritos explicitamente como espíritos aprisionados em “corpos” materiais feitos de lava derretida resfriada.

O filme criou personagens muito bacanas, mas sua evocação gnóstica também é notória. Os gnósticos os chamam de arcontes, seres divinos ou angelicais de menor escalão, que ajudam “O Criador” na formação do universo visível. E a cabala tem um panteão todo próprio de seres angelicais que sobem e descem pela “escada do ser divino”. E anjos caídos nunca são totalmente caídos nesse tipo de misticismo. Para citar de novo o Zohar, um texto central da cabala: “Todas as coisas de que este mundo é composto, tanto o espírito quanto o corpo, voltarão ao princípio e à raiz de onde vieram.” Engraçado: é exatamente o que acontece com os monstros de lava de Aronofsky. Eles se redimem, mudam até de pele e voam de volta para os céus. Aliás, eu notei que, no filme, quando a família de Noé vai caminhando por uma terra desolada, Sem pergunta ao pai: “Esta é uma mina Zohar?” Pois é: o nome do texto sagrado da cabala.

O filme inteiro é, figurativamente, uma mina Zohar.

E, se havia alguma dúvida sobre os “Vigilantes”, Aronofsky dá nome a vários deles: Samyaza, Magog e Ramil. Todos são demônios conhecidos da tradição mística judaica, não só da cabala, mas também do Livro de Enoc.

O quê? Demônios redimidos? Adolphe Franck explica a cosmologia da cabala: “Nada é absolutamente mau; nada é maldito para sempre, nem mesmo o arcanjo do mal ou, como ele é chamado às vezes, a fera venenosa. Chegará um tempo em que até ele recuperará o seu nome e a sua natureza angelical.”

Sim, isso é estranho, mas, por outro lado, todo mundo no filme parece adorar “O Criador”, certo? E isso é um ponto a favor do filme, não é? Não.

Acontece que, quando os gnósticos falam do “Criador”, eles não estão falando de Deus. Aqui, em nosso mundo que colhe os frutos da cristandade, o termo “Criador” geralmente denota o Deus vivo e verdadeiro. Mas, no gnosticismo, o “Criador” do mundo material é um filho bastardo de uma divindade de baixo nível, ignorante, arrogante, ciumento, exclusivista, violento e rasteiro. Ele é o responsável pela criação do mundo “não espiritual”, de carne e matéria, e ele mesmo é tão ignorante do mundo espiritual que se imagina como o “único Deus” e exige obediência absoluta. Os gnósticos geralmente o chamam de “Javé”. Ou de outros nomes, como Ialdabaoth, por exemplo.

Este “Criador” tenta manter Adão e Eva longe do verdadeiro conhecimento do divino e, quando eles desobedecem, fica furioso e os escorraça do paraíso.

Em outras palavras, caso você tenha se perdido no enredo: a serpente estava certa o tempo todo. Esse “deus”, “O Criador”, a quem eles adoram, está retendo para si algo que a serpente poderia lhes proporcionar: nada menos que a própria divindade.

O universo do misticismo gnóstico tem uma desconcertante infinidade de variedades. Mas, em geral, elas têm em comum o fato de chamar a serpente de “Sophia” [Sabedoria, em grego] ou “Mãe”. A serpente representa o divino verdadeiro. As declarações do “Criador” é que são falsas. Então a serpente é um personagem importante no filme?

Vamos voltar ao filme. A ação começa quando Lamec está prestes a abençoar seu filho, Noé. Lamec, de modo muito estranho para um patriarca de uma família que segue a Deus, puxa uma relíquia sagrada, a pele da serpente do Jardim do Éden. Ele a enrola no braço e estende a mão para tocar no seu filho; neste momento, um bando de saqueadores interrompe a cerimônia. Lamec é morto e o “vilão” do filme, Tubal-Caim, rouba a pele da serpente. Noé, em resumo, não recebeu o suposto benefício que a pele da serpente lhe concederia.

A pele não se acende magicamente no braço de Tubal-Caim: aparentemente, ele também não fica “iluminado”. E é por isso que todo mundo no filme, incluindo o protagonista Noé e o antagonista Tubal-Caim, adora “O Criador”. Todos eles estão enganados.

Vou esclarecer uma coisa: muitos críticos manifestaram perplexidade ao ver que não há nenhum personagem “apreciável” no filme e que, de quebra, todos parecem adorar o mesmo Deus. Tubal-Caim e seu clã são maus e do mal, mas o próprio Noé também se mostra muito mau quando abandona a namorada de Ham e quase mata duas crianças recém-nascidas. Alguns acharam que essa passagem era uma espécie de profunda reflexão sobre o mal que existe em todos nós. Mas aqui vai outro trecho do Zohar, o texto sagrado da cabala: “Dois seres [Adão e Nachash, a serpente] tiveram relações com Eva [a segunda mulher] e ela concebeu de ambos e deu à luz dois filhos. Cada um seguiu um dos progenitores masculinos e seus espíritos se separaram, um para um lado, o outro para o outro, assim como, similarmente, seus caráteres. No lado de Caim estão os da espécie do mal; no de Abel, uma classe mais misericordiosa, mas não ainda totalmente benéfica: são vinho bom misturado com vinho ruim.” Soa familiar?

De qualquer forma, todo mundo está adorando a “divindade do mal”, que quer destruir a todos (na cabala, diga-se de passagem, acredita-se que muitos mundos já foram criados e destruídos). Tanto Tubal-Caim quanto Noé tem cenas idênticas, olhando para o céu e perguntando: “Por que não falas comigo?” “O Criador” abandonou a todos porque tem a intenção de matar a todos.

Noé tinha tido uma visão da vinda do dilúvio. Ele está se afogando, mas vê animais que flutuam na superfície, na segurança da arca. Não há nenhuma indicação de que Noé se salvará. Ele não sabe como explicar as coisas para a sua família: afinal, ele está afundando enquanto os animais, “os inocentes”, se salvam. “O Criador”, que proporciona essa visão a Noé, quer que todos os seres humanos morram.

Muitas resenhas críticas estranharam a mudança de Noé, que, na arca, se torna um maníaco homicida querendo matar as duas netas recém-nascidas. Não há nada de estranho nisso. Na opinião do diretor, Noé está adorando um deus falso que também é um maníaco homicida. Quanto mais Noé se torna fiel a esse deus, mais ele se torna homicida. Ele vai se transformando cada vez mais na “imagem do deus”, a mesma “imagem do deus” constantemente mencionada (e encarnada) pelo vilão Tubal-Caim.

Mas Noé decepciona “O Criador”. Ele não acaba com todas as vidas, do jeito que seu deus quer que ele faça. “Quando eu olhei para aquelas duas meninas, meu coração se encheu somente de amor”, diz ele. Agora Noé tem algo que “O Criador” não tem: amor. E misericórdia. Mas de onde ele tirou isso? E por que agora?

Na cena imediatamente anterior, Noé matou Tubal-Caim e recuperou a relíquia da pele de cobra: “Sophia”, a “Sabedoria”, a verdadeira luz do divino. Apenas uma coincidência, claro...

Falemos do arco-íris. Ele não aparece no final só porque Deus faz uma aliança com Noé. O arco-íris aparece quando Noé fica sóbrio e abraça a serpente. Ele enrola a pele em volta no braço e abençoa a família. Não é Deus que os encarrega de se multiplicar e encher a Terra, mas sim Noé, em primeira pessoa, usando o talismã-serpente (a propósito, não é casual que os arco-íris sejam todos circulares. O círculo do “Um”, o Ein Sof, na cabala, é o sinal do monismo).

Observe esta mudança: Noé estava bêbado na cena anterior. Agora ele já está sóbrio e “iluminado”. Um cineasta nunca monta uma sequência dessas por acidente. Noé transcendeu e superou aquela divindade ciumenta e homicida."
Clóvis S.
Clóvis S.

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0,5
Enviada em 24 de abril de 2014
O elenco é ótimo bem como os efeitos especiais. Porém o filme apesar de levar o nome de vários personagens da Bíblia: Nóe, Sem, Cã, Jafé e outros. Não é um filme Biblico. Pelo contrário é um filme antibiblico e coloca Deus, o nosso criador, como pior que o pior dos homens. No filme, Nóe é um cruel assassino que deseja tirar a vida de suas netas, como se Deus aprovasse o aborto! Nóe é salvo por anjos decaidos (demonios) que o ajudam a construir a Arca. E além destas, tem várias outras mentiras. Tive vergonha de estar ali com minha filha assistindo a este filme. Me arrependi de não ter saído antes como fizeram alguns!
Lilian  F.
Lilian F.

1 crítica Seguir usuário

1,0
Enviada em 9 de maio de 2014
Um filme completamente controverso com a história bíblica, contexto surreal e desnecessário, realmente não entendi o porque fizerão um filme chamado Noé, com uma história tão diferente da história de Noé.
Decepcionante!!!
Ana Lucia R.
Ana Lucia R.

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0,5
Enviada em 5 de setembro de 2014
É INCRÍVEL COMO ATACAR QUEM ACREDITA EM DEUS FAZ SUCESSO, ESSE FILME MESMO DE CABEÇA ABERTA MOSTRA ANJOS DECAÍDOS SENDO BONS, DEUS COMO UM SER MAL DETENTOS DE PODER ,ORA SE ESSA É A DISCUSSÃO É MELHOR NEM PERDER TEMPO.
György L.
György L.

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2,5
Enviada em 22 de fevereiro de 2015
Esse filme é uma piada sem fim. Tanto do ponto de vista histórico , quanto do cinematográfico .
O trecho bíblico que fala de Noé é curto , portanto entendo que o diretor e o roteirista se obriguem a tomar certas liberdades para desenvolver a história . Mas Darren Aronofsky exagerou demais na dose. O curioso é que ele é judeu , deve conhecer o assunto do qual escreve , mas duvido que seja um crente . Acho que seus motivos são outros . Só ele pode explicar.
Ele subverte ao limite a narrativa bíblica que é clara e até simplória , tamanha simplicidade. Ele cita os anjos caídos , que o ajudam mais que o próprio Deus . Que é chamado de Criador o tempo todo e nunca fala com Noé , o que acontece , segundo a Bíblia . Na Bíblia fica claro que os filhos de Noé tinham esposas. No filme o desespero de um de seus filhos , Cham , por uma mulher é ridículo .Podiam ter colocado Charlie Sheen no papel. Faria mais sentido.
Noé , a partir de um certo momento, entra em crise ( o que e decide que a raça humana deve ser extinta .Começando por seus netos. Tubal Cain , descendente de Cain , consegue inexplicavelmente uma vaguinha na Arca . E quase mata Noé . Nada disso é citado na Torah ou na Bíblia Cristã.
Por fim , temos o figurino , aparentemente baseado em Mad Max . Que solução ...
Do ponto de vista de cinema , o filme é ok , com efeitos especiais razoáveis ,boas interpretações de atores ótimos , especialmente Ray Winstone , estupendo como sempre . Mas , caramba, estamos falando de uma das histórias mais conhecidas do mundo , A Arca de Noé . Merecia mais , muito mais.
Fabiane Silva
Fabiane Silva

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0,5
Enviada em 29 de abril de 2020
Incoerente com os textos originais. Poderia ter qualquer outro nome menos Noé. Colocar os seus achismos em um filme, visto que tem provas reais(Bíblia) é afrontoso!!!
Não indico, não foi fiel ao texto...Ah!!! Queria colocar meu ponto de vista no filme, neste caso daria outro nome ao filme!!!
Edilaine Bisi
Edilaine Bisi

1 crítica Seguir usuário

0,5
Enviada em 1 de dezembro de 2023
Filme mentiroso creio q o autor não leu a bíblia, chega ser uma heresia nada a ver com a história real ....horrível !!!!!
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