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Não assisti os outros filmes e fui ao cinema como fã do Jared. Para mim, o filme entregou boas atuações, trilha sonora impecável, efeitos visuais e gráficos muito bem estruturados, inclusive ao que remete aos primórdios da computação. O roteiro, porém, foi clichê, o filme é previsível desde a primeira vez que o personagem Ares aparece, e só por isso tirei uma estrela. No mais, ótimo tempo de entretenimento, sem esperar demais nem de menos, eu gostei bastante.
Detalhe, não precisa assistir os outros dois filmes pra entender, mas desperta certa curiosidade.
Detalhe, não precisa assistir os outros dois filmes pra entender, mas desperta certa curiosidade.
Quinze anos após Tron Legacy temos uma evolução: Criaturas geradas pela IA vão para o mundo real, e pudemos ter uma trama com seus eventos mais críticos ocorrendo fora da grade; fato esse que trouxe maior volume de ação em relação ao filme anterior, mais introspectivo. Assim, se teve gente que reclamou do filme de 2010 ter uma atmosfera monótona, tivemos reclamações do atual ser um Blockbuster de sessão da tarde em face à riqueza de suas cenas de ação, e maior superficialidade desta sequência. Também houve comentários negativos à atuação de Jared Leto no papel de Ares, mas o fato é que o personagem principal é uma IA num momento de reinvenção, sujeito a passar o resto de sua vida em busca da significação de sua existência, logo seria natural uma eventual ausência de carisma e um comportamento mecanizado; mesmo assim ele foi um herói robô; sinceramente, foi convincente!
Decepcionante! A continuação do primeiro filme com a Iso e o Sam, tão esperada, não teve. A historinha é legalzinha, com um visual muito massa, mas bem sem sal ao final das contas. Nem deveria ter chamado “tron”, porque ele nem existe nesse filme.
Filme muito bom, cheio de ação, sem contar os efeitos sonoros, que por estar no cinema, cria uma experiência incrível, pode assistir sem medo.
Péssimo, sem sentido, parece um jogo bobo, as imagens gráficas ocupam o tempo do que deveria ser um filme. E não entendo porque seres virtuais arfam de cansaço
Uma obra visual e sonora que traz à tona os paralelos dos dilemas da IA e do Ser Humano.
Uma trama repleta de ação, perseguições, uma dose leve de humor e a dualidade entre as escolhas e as intenções da humanidade para a tecnologia e o poder, e como a própria tecnologia pode influenciar isso (consciente ou não).
Uma trama repleta de ação, perseguições, uma dose leve de humor e a dualidade entre as escolhas e as intenções da humanidade para a tecnologia e o poder, e como a própria tecnologia pode influenciar isso (consciente ou não).
Fui no cinema pra ver ação, luzes neon, música eletrônica, e sai extremamente satisfeito. Adorei o filme
O longa tem um ponto de partida sólido por ser o terceiro filme de uma franquia com elementos bastante conhecidos.
A nova trama poderia apresentar uma proposta interessante, mas peca em não conseguir desenvolver o que propõe.
No geral, o roteiro falha em diversos aspectos.
Os momentos dramáticos não emocionam, os arcos dos personagens parecem rasos e as motivações não convencem como deveriam.
Tron: Ares é o que se espera: um espetáculo de luzes, cores e fluidez digital. O uso mais consistente de cenários reais e a excelente fotografia de Jeff Cronenweth ajudam a disfarçar a superficialidade da trama. A sequência de perseguição nas light cycles é empolgante, mas também é o único momento em que o filme realmente encanta. Todo o resto alterna entre previsibilidade e discursos sobre “o perigo da tecnologia” que já escutamos incontáveis vezes desde Matrix e Blade Runner.
A nova trama poderia apresentar uma proposta interessante, mas peca em não conseguir desenvolver o que propõe.
No geral, o roteiro falha em diversos aspectos.
Os momentos dramáticos não emocionam, os arcos dos personagens parecem rasos e as motivações não convencem como deveriam.
Tron: Ares é o que se espera: um espetáculo de luzes, cores e fluidez digital. O uso mais consistente de cenários reais e a excelente fotografia de Jeff Cronenweth ajudam a disfarçar a superficialidade da trama. A sequência de perseguição nas light cycles é empolgante, mas também é o único momento em que o filme realmente encanta. Todo o resto alterna entre previsibilidade e discursos sobre “o perigo da tecnologia” que já escutamos incontáveis vezes desde Matrix e Blade Runner.
Tron: Ares é uma obra-prima sci-fi! Visual deslumbrante, trilha sonora eletrizante e narrativa envolvente. Imperdível!
Achei o roteiro e direção fracos. Os atores também não ajudaram muito, um tanto quanto cliché. Deixou muita a desejar comparado com tron o legado.
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