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Antowan
18 seguidores
185 críticas
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3,5
Enviada em 8 de janeiro de 2026
Efeitos especiais infinitos ! Muita qualidade, cada cena um efeito de arte gráfica incrível, esse filme deve ter sido caro. !!! Uma obra de arte digital, história meio besta e batida com uma máquina que se humaniza , mas beleza,, valeu muito a pena ter assistido!!!
The script brings history, reality, science fiction, humanity, and new possibilities together in a precise way, both in the film's big moments and in its small details. It's a must-see.
Filme ótimo, boas atuações, gostei da nostalgia pois trouxeram alguns elementos dos filmes antigos principalmente o Flin, poderia ter uma trilha sonora melhor. Acredito que ficou uma deixa para um quarto filme. Nota dez!
Simplesmente maravilhoso, o filme conseguiu me prender do início ao fim! E olha que sou exigente com filmes... kkkk quero mais e com os mesmos atores ficou top!!! Te faz pensar futuramente com tanta tecnologia de IA nos tempos atuais.
É impressionante como TRON: Legacy envelheceu bem. Joseph Kosinski realizou, de fato, um trabalho excepcional. Quinze anos depois, o filme segue visualmente arrebatador — uma mistura precisa de elegância estética, direção meticulosa e um roteiro que flui com ritmo e clareza. Sua concepção visual continua moderna, com uma fotografia que parece prever a tendência de muitos blockbusters da década seguinte. E claro, há a trilha sonora do Daft Punk — uma das mais marcantes e influentes já compostas para o cinema contemporâneo. É impossível dissociar o filme de suas texturas sonoras, da fusão entre o eletrônico e o sinfônico, que potencializa o caráter imersivo da narrativa. Dito isso, é lamentável observar como os estúdios e produtores vêm, pouco a pouco, esvaziando o cinema de suas singularidades criativas. TRON: Legacy tinha alma, tinha uma visão autoral. Kosinski construiu um universo coerente e sensorialmente sofisticado — e merecia ter continuado sua história. Em contrapartida, TRON: Ares surge como um retrocesso. Fraco em todos os sentidos, o novo filme parece diluir tudo o que o anterior construiu com rigor e identidade. Sua premissa de humanizar inteligências artificiais soa derivativa e desinteressante, sobretudo quando comparada à sensibilidade com que Steven Spielberg explorou o mesmo tema em . – Inteligência Artificial. No fim, a Disney desperdiçou o legado de Kosinski em troca de mais um produto genérico. Um erro de cálculo artístico que reafirma como a lógica industrial tem engolido a ousadia criativa — justamente o que fez de TRON: Legacy uma obra tão à frente de seu tempo.
Eu gostei e gostei muito mesmo. A gente nem sente o tempo passar. Atores ótimos, trilha sonora deliciosa. Talvez eu não alcance, mas gostaria de alcançar o tempo em que as máquinas tomarão conta do mundo de verdade. kkkk
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