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    Era Uma Vez em Nova York
    Média
    3,9
    117 notas e 10 críticas
    distribuição de 10 críticas por nota
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    10 críticas do leitor

    F. V. Fraga
    F. V. Fraga

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    4,0
    Enviada em 11 de novembro de 2014
    Era Uma Vez em Nova York / The Immigrant (2013) é dirigido James Gray, de Os Donos da Noite / We Own the Night (2007). O filme mostra uma Imigrante polonesa (Marion Cotillard - Star) que tenta ingressar com a irmã nos EUA e acaba sendo aliciada por um cafetão (Joaquin Phoenix), que a obriga a se prostituir para pagar sua divida e ajudar a irmã. No decorrer da narrativa ela conhece um mágico (Jeremy Renner), que é primo cafetão e acaba gerando desentendimentos entre os dois. O longa retrata a realidade dos estrangeiros na cidade de Nova York, no início do séc. XX, principalmente das mulheres solteiras e sem família. Com uma belíssima fotografia e uma dissecação das relações familiares e sociais da época, o longa-metragem é uma ótima opção para quem gosta de produções que fogem do circuito de cinema comercial.

    Nota: 8 Subornos. (Ótimo).
    Fernando M.
    Fernando M.

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    5,0
    Enviada em 20 de janeiro de 2015
    “Era uma vez em Nova York” tem de tudo para empalmar a estatueta do Oscar para melhor filme. Aliás, o filme de James Gray tem aquela dose correta, equilibrada, de elementos que tanto agradam à Academia e ao público. Em linhas gerais, é um filme de época, que retrata dramas humanos com algum toque social.

    O ano é 1921. Ewa Cybulska (Marion Cotillard) é uma imigrante polonesa, que chega a NY junto com sua irmã, Magda (Angela Sarafyan), em busca de condições melhores para viver. Magda está doente de tuberculose e, por mais que tente dissimular, é barrada pelos policiais que a levam a um hospital em Ellis Island.

    Para Ewa, um incidente ocorrido no navio, em sua viagem para a América, impede-a de instalar-se ali, por ser considerada “mulher de moral duvidosa”. Sob o risco de deportação, Ewa consegue ajuda de Bruno Weiss (Joaquin Phoenix) para permanecer nos EUA. Ewa consegue emprego e moradia, mas as coisas não são tão fáceis quanto aparentam.

    Bruno é, na verdade, um judeu nova-iorquino de ascendência irlandesa e polonesa, um homem de maracutaias que se deu bem no submundo de NY. Bruno trabalha numa bodega onde há dança, bebidas ilegais e prostituição.

    Lá, Ewa é levada a se prostituir, embora fique bem nítido que ela não é forçada a fazê-lo. Ewa está em situação complicadíssima, e quer por meio da prostituição juntar a grana necessária para tirar a irmã do hospital. Existe nesse gesto de Ewa um tipo de sacrifício, e talvez seja por isso que ela se permite ir a uma situação tão baixa sem perder alguma honradez.

    Todas as coisas parecem se ajustar, até que aparece em cena o mágico Orlando (Jeremy Renner), um homem cujos discursos “poéticos” de esperança, liberdade e felicidade vão a encantando aos poucos.

    Sustenta-se então um frágil triângulo amoroso e uma disputa acirradíssima entre Orlando e Bruno pelo coração de Ewa. Existe certa polarização entre Orlando e Bruno. Bruno é o lado mais pragmático, prático, ao passo que Orlando é o contraponto sonhador, lírico. spoiler: Ewa vai pendendo para o lado de Orlando, Bruno vai se tornando mais paranoico, explosivo, alcoólatra e ciumento... Quando os extremos se tocam, o resultado vem a mostrar que Ewa não será de ninguém... Será?


    Gray fez um filme com elementos de cinema clássico, como o controle de luz e mise-em-cène, a sobriedade da câmera, o andamento correto, linear. Há também uma preocupação com as sutilezas, os detalhes, a atmosfera da NY “subterrânea” dos anos 1920.

    Para Gray, não há mocinhos e nem bandidos. As pessoas simplesmente “estão”; o bem e o mal são mais “estados” do que “condições”. É assim que acreditamos na honra de Ewa, mesmo que ela vai se tornando uma chacota aos olhos do mundo. É assim que acreditamos no amor muitas das vezes doentio de Bruno, mesmo que suas ações pareçam dizer o contrário.

    Marion Cotillard sustenta o drama praticamente com o olhar, e vemos como ela domina as nuanças da própria atuação. Phoenix defende um Weiss dúbio, contraditório, um canalha com ares de bom moço em contornos esfumaçados. Não seria exagero afirmar que ambos dividem o protagonismo da película. O título original em inglês favorece a ambiguidade, pois “The Immigrant” tanto pode ser homem quanto mulher. E mais: a cena final toca com o começo, sugerindo um formato cíclico da narrativa, mostrando essa “impermanência” da personagem, reforçando ainda mais o título original. Embora o título aqui no Brasil seja uma boa saída, induz erroneamente o público a uma história de faz-de-conta.
    Neto S.
    Neto S.

    Segui-los 20564 seguidores Ler as 773 críticas deles

    3,0
    Enviada em 26 de janeiro de 2016
    Em 1921, as irmãs polonesas Magda (Angela Sarafyan) e Ewa Cybulski (Marion Cotillard) partem em direção a Nova Iorque, em busca de uma vida melhor. Mas, assim que chegam, Magda fica doente e Ewa, sem ter a quem recorrer, acaba nas mãos do cafetão Bruno (Joaquin Phoenix), que a explora em uma rede de prostituição. A chegada de Orlando (Jeremy Renner), mágico e primo de Bruno, mostra um novo amor e um novo caminho para Ewa, mas o ciúme do cafetão acaba provocando uma tragédia.Legal, Otima historia, boas atuaçoes, mais filme meio parado, tem uma bela fotografia, recomendo. Nota 7.0
    Sidnei C.
    Sidnei C.

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    3,5
    Enviada em 21 de setembro de 2014
    Gray é um dos cineastas contemporâneos de maior prestígio do cinema independente, basta dar uma olhada no elenco que ele consegue reunir em suas produções, prova de sua grande capacidade na direção de atores. Depois da saga familiar Caminho Sem Volta e do sensacional policial moderno Os Donos da Noite, ele estreia sua primeira produção de época para mostrar a epopeia dos imigrantes no início do século 20 rumo ao sonho americano. Tudo embalado por um triângulo amoroso que mostra o quanto o amor pode também ser um sentimento destrutivo. Mudou-se a época mas a essência de suas obras anteriores foi mantida. Estão lá os personagens ambíguos, complexos e bem desenvolvidos. 1921. Nova York é a terra da esperança. A polonesa Ewa (Cotillard - prêmio de Melhor Atriz em Cannes por este papel) acaba de chegar a Ellis Island acompanhada de sua irmã Magda. Logo descobre que ela está com tuberculose e por isso impedida de entrar na ilha. Desesperada ela aceita a ajuda de um estranho chamado Bruno Weiss (Phoenix, um dos melhores atores da atualidade), na verdade um judeu refugiado e cafetão que alicia mulheres no porto para trabalhar em uma casa de show que ele mesmo gerencia.
    Para reencontrar a irmã ela aceita ajuda e se sujeita aos caprichos do vigarista, passando a se prostituir no cabaré. Aos poucos, uma estranha relação sentimental começa a interceder em suas vidas até a chegada de Emil (Renner), primo de Bruno, que se apresenta como Orlando, um grande ilusionista. Está formado um perigoso triângulo. Gray não traz nada novo ao gênero, mas capricha na atmosfera e retrata de forma convincente a Nova York dos anos 20, auxiliado pela estonteante fotografia de Darius Khondji (de Seven) e a beleza ímpar de Cotillard. Com estrutura de novelão épico, o filme não superou suas obras anteriores mas mesmo assim é uma bela produção para se ver em tela grande.
    Juarez Vilaca
    Juarez Vilaca

    Segui-los 2147 seguidores Ler as 393 críticas deles

    3,5
    Enviada em 2 de outubro de 2014
    Um bom filme. Bem dirigido e com ótimas atuações dos atores principais. Um drama forte na vida de duas polonesas que imigraram para os EEUU, no início do século passado, fugindo da primeira guerra, na Europa. A vida dura e sofrida das irmãs só consegue alento pela fé e persistência de Ewa (Marion Cotillard). Na época os Estados Unidos viviam uma situação econômica problemática e a população sofria com a péssima qualidade de vida.
    Peter B.
    Peter B.

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    2,5
    Enviada em 20 de novembro de 2014
    Se for falar em termos de direção o filme é muito bom , fotografia com toques de tons pasteis para levar o espectador a época do filme sem falar do ator Joaquin Phoenix que é um dos melhores atores da atualidade e no filme ele mostra todo o seu talento. Mas o roteiro , a historia não é das melhores chega até ser sem sal.
    cinetenisverde
    cinetenisverde

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    4,0
    Enviada em 17 de janeiro de 2017
    A Imigrante é filmada como um épico, e apresenta, assim como Era Uma Vez Na América, um retrato depressivo e opressivo da imigração americana no começo do século 19. Além disso, não fornece muitos pontos de escape desse universo angustiante, se tornando portanto uma experiência pesada, ainda que bela e que figurada por grandes atores.
    Jorge Manuel G.
    Jorge Manuel G.

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    5,0
    Enviada em 6 de dezembro de 2014
    Filme que juntou 2 gigantes da interpretação : Marion Cotillard e Joaquin Phoenix .

    E para além desse pormenor estamos na presença de um grande filme .

    Aconselho a verem esta pelicula!
    Adriano R
    Adriano R

    Segui-los 3 seguidores Ler as 10 críticas deles

    5,0
    Enviada em 5 de janeiro de 2015
    Marion Cotillard explorada em uma rede de prostituição
    Vanessa F.
    Vanessa F.

    Segui-los 4 seguidores Ler as 2 críticas deles

    4,5
    Enviada em 2 de maio de 2014
    Muito bom este filma, não é uma grande história, mas é muito bem feito e nada previsível.
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