Carrie - A Estranha
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3,7
2158 notas

161 Críticas do usuário

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Thalita Uba
Thalita Uba

66 seguidores 52 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 5 de dezembro de 2013
Eu sempre achei estranho assistir a remakes. Convenhamos que ir ao cinema já sabendo todo o roteiro do filme é um tanto bizarro. Você já conhece a história, já sabe o que vai acontecer, quando vai acontecer, como os personagens vão reagir… E quando o filme original é daqueles aclamados pela crítica e por cinéfilos do mundo todo, é pior ainda. Todo mundo vai para o cinema esperando ver algo muito melhor – ou, ao que me parece, na maioria dos casos, vê o filme cheio de preconceitos e sai de lá falando que “o original é muito melhor”. É o que acontece com "Carrie – a estranha". E estou aqui hoje pra falar justamente o contrário do que a maioria dos críticos anda falando – o novo remake desse clássico do terror é, sim, um filme bacana. Não é o que as pessoas esperam, mas é um filme interessante mesmo assim.

A maior crítica à produção de Kimberly Peirce (responsável pelo bom "Meninos não choram") e que traz a excelente Chloë Moretz no papel principal é que ela “não faz jus ao filme original”. Gente, é um novo filme. Baseado em um livro – e não no filme anterior. A diretora tem total direito de fazer o que bem entender, adaptar o livro da forma que quiser, expor na tela o que achar que deve. É verdade que Peirce não fez um terror – fez um drama. Isso fica mais que evidente na fotografia clara, mais iluminada, e no foco que ela dá às personalidades dos personagens – e não apenas de Carrie. Mas se ela achou melhor inovar e dar uma nova roupagem a uma história já conhecida, qual o mal nisso? As pessoas se prendem demais a conceitos pré-concebidos e à idéia de que “o clássico é eterno, nada no mundo jamais poderá superá-lo”. Abram suas mentes, galera.

A evolução dos recursos visuais também conferiu um quê a mais nessa nova versão (a anterior é de 1976), que ganhou cores e efeitos mais impressionantes. Alguns, é verdade, são um tanto exagerados e passam um pouco dos limites aceitáveis. Mas, no geral, a produção conseguiu se manter bastante fiel ao livro (até mais que a versão original, na minha humilde opinião) e a atuação dos atores é certamente mais verídica (visto que, na versão original, é tudo bastante teatral). A idéia de descentralizar um pouco a trama de Carrie e aprofundar mais os outros personagens também me agrada. Apesar disso, em alguns momentos, esse recurso acaba também passando da conta, perdendo por vezes a linha narrativa principal. O foco no bullying, esse assunto tão comentado hoje em dia, ao invés do “problema” de Carrie, é bastante válido, mas a “moral da história” explícita no final, a meu ver, foi desnecessária (é tão mais interessante quando o filme – ou o livro – confia no bom senso e na inteligência do público e deixa que cada um entenda, por si só, a mensagem ali subentendida…). De qualquer forma, só o fato de essa versão trazer uma perspectiva diferente da mesma trama já é extremamente positivo.

Em suma, é, sim, um bom filme (não é excelente, mas está longe de ser ruim), mas é preciso assisti-lo com a mente aberta, sem se apegar ao pedantismo cinéfilo que algumas (ou várias) pessoas insistem em apresentar.
Jackson A L
Jackson A L

13.703 seguidores 1.243 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 3 de dezembro de 2018
O problema dos remakes é achar que só acrescentar efeitos visuais, já que os originais devido ao ano de lançamento não possuíam tantos recursos, são capazes de manter a qualidade de seus antecessores. Neste, a Carrie não é estranha e esquisita como 1976 e 2002, é apenas uma adolescente com baixa estima. Mais bela, inclusive que a maioria das meninas que a caçoam. Não é que Chloe Moretz não interprete bem, mas não se encaixou nesse papel. Já Julianne Moore encaixou perfeitamente no papel.
Fernando Sampaio
Fernando Sampaio

9 seguidores 53 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 9 de dezembro de 2013
Achei o filme bom, ágil, e evitei fazer comparações com o da década de 70, tido como "obra-prima", sobre o que também concordo. É óbvio que este novo filme incorporou as facilidades oportunizadas pela tecnologia atual, no que o filme se saiu a contento, valendo destacar as interpretações bastante convincentes da atriz que representou a personagem de Carrie e a de Juliane Moore (sempre eficiente), no papel da mãe.
Daniel A.
Daniel A.

7 seguidores 1 crítica Seguir usuário

3,0
Enviada em 7 de dezembro de 2013
Bom Stephen King escreveu uma garota feia...O que é mostrado nos outros filmes...Mas esta Carrie é extremamente bonita para a personagem...Fora isso, o filme me parece encher os olhos, devido á produção e o bem, Carrie- A Estranha é um excelente filme, bem do meu estilo ( Terror/Drama)e acho que o filme sera bom pela atuação de Chloe moretz otima atriz , mas acho que nao sera melhor que o primeiro nao posso dizer isso ainda então agora e so aguardar para saber.
André G
André G

15 seguidores 12 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 14 de janeiro de 2014
O filme original de 1976, dirigido por Brian de Palma,
em si, já abordava várias polêmicas apoiadas na história do filme; o que a gente tinha era uma adolescente que sofre opressão religiosa da mãe e é zombada por alguns colegas de escola, que passam a zombar mais ainda dela depois que ela menstrua no banheiro no fim da aula de educação física e pensa que vai sangrar até morrer. Então, uma das meninas que zombou da Carrie se arrepende e e decide convencer o namorado a convidar a menina para o baile de formatura do colégio. Lá, outra das meninas planejou uma armadilha para a Carrie, sem saber que a menina tinha poderes paranormais perigosíssimos, que iria se manifestar principalmente se ela estivesse com raiva.

O filme trazia polêmicas referentes à adolescência, puberdade, religiosidade e também um tema que mal se discutia nos anos 1970 e mal se tinha uma denominação: o bullyng. Então esse novo filme, da Kimberly Peirce, que é a segunda refilmagem do filme, é a prova que a história do Stephen King é absolutamente inovadora e atemporal.E, embora seja extremamente exagerado no que diz respeito à efeitos visuais e violência, essa nova versão de "Carrie - A Estranha", me surpreendeu.

O filme traz tudo o que o Brian de Palma queria dizer sobre todas aquelas temáticas para o mundo atual; o mundo da internet, o mundo mundo moderno. Todos os personagens do filme original foram "traduzidos" para a linguagem exata dos da atualidade, principalmente os jovens populares. Já ouvi muitas críticas relacionadas à personagem da Margaret White, a mãe da Carrie; que não existem pessoas assim hoje em dia, dessa forma tão radical... Bom, o fato é que realmente é difícil encontrarmos pessoas assim atualmente, mas se as pessoas com esse tipo de mentalidade da época se isolavam, como é típico das histórias do Stephen King, elas isolavam suas próximas gerações também, que, por sua vez se isolavam. Por tanto, ainda podem haver mentes tão radicais e conservadoras.

O filme realmente é exagerado no ponto de vista de efetos visuais e violência, muito mais do que o antigo, mas até certo ponto, isso é uma qualidade; é mais uma "tradução" para o mundo atual do que o filme queria dizer em 76. As atuações são incríveis; de início, não achei que a Chloe Grace Moretz fosse dar conta de uma personagem dessa, levando-se em conta que ela é bonita demais para o papel, mas tanto ela quanto Julianne Moore, que, aliás, é sempre ótima, desempenham brilhantemente os seus papeis, intensamente e dramaticamente.

Meus parabéns à adaptação fidelíssima, tanto ao filme original como ao livro, ao elenco maravilhoso e à direção viva e intensa da Kimberly Peirce.
Tibério M.
Tibério M.

79 seguidores 59 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 8 de dezembro de 2013
Assisti hoje (07/12/2013) no cinema, e bom, o filme está meio termo. Do começo até o baile a história fica ondulante. Ora fica interessante, ora fica sem sal. A Carrie da atriz Sissy Spacek do original é muito mais interessante, pois ela soube dar um tom de estranho na garota, enquanto a Carrie de Chloe não traz esse tom, muito pelo contrário, traz uma garota cheia de caras e bocas. Simplesmente desnecessário essas encenações. Além disso falta drama. Chloe não consegue dramatizar sua personagem. Já Julianne Moore, que interpreta Margaret White, mãe de Carrie consegue fazer isso com facilidade, porém, ainda gosto mais da Margaret do original. Os personagens: Sue, Chris e Billy estão caricatos ao extremos. Sem sal e sem química. Até o chato do Billy de Jonh Travolta tava mais interessante.

O filme fica bom mesmo na cena do Baile. Aí é onde o clímax do filme aparece. Bem mais empolgante do que o original, com mortes mais violentas. Chloe nesse momento mandou bem. Sua interpretação ficou demais, mas também os efeitos ajudam e muito. Em seguida vem a cena do carro onde Carrie o para com a sua mente. Essa foi muito boa também. Sensacional! Eu simplesmente me empolguei e soltei um CA-RAAA-LHO na sala! Tá muito boa mesmo. Acabando essa cena o filme baixa seu clímax e dar o seu desfecho com um final bem diferente do original, que por sinal foi interessante por um lado, mas um erro no outro.

Fazendo as comparações está na cara que eu prefiro o original, mas as comparações não são para negativar este filme. Ele está muito bom, mas não tem como eu analisar este filme sem me lembrar do outro. Vale o ingresso sim. Para quem nunca viu o original vai ter este como preferido logicamente, mas nenhum diminui o outro. Eu gosto de ambos. Meu único problema mesmo foi com a falta de dramatização. Eu senti muito mais pela Carrie do original do que deste.
Luiz F.
Luiz F.

11 seguidores 16 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 16 de dezembro de 2013
É um filme regular. A idéia e a mensagem do filme é muito boa e o filme fez essa mensagem ficar bem clara. Já o enredo do filme deixa a desejar. A impressão que tive é que o filme foi feito corrido, em algumas cenas não conseguimos ter a certeza se os personagens estão com pena, ódio, raiva ou alegria, porque não dava tempo de perceber...
Quem espera ver um filme de terror ou suspense vai se decepcionar. Pq o filme está mais pra drama...
Vale assirtir, até porque esse finalzinho de ano nao tem muitos filmes bons em cartaz...
B.Boy Jc
B.Boy Jc

2.969 seguidores 762 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 18 de julho de 2014
Gostei! Nada de tão surpreendente, apenas dá pra assistir.
Elson Leonardo
Elson Leonardo

11 seguidores 55 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 10 de dezembro de 2013
Eu não assisti "Carrie - A Estranha" da decada de 70 e nem a da década passada, talvez por isso a minha crítica não seja tão embasada, mas em relação a este último filme que conta a história do livro de Stephen King, o resultado pra mim foi bastante satisfatório!!! O filme traz um ritmo bacana, ótimos efeitos especiais e interpretações convincentes, principalmente das atrizes Julianne Moore e Chloe Grace-Moretz!
Pra mim, esse "Carrie" me pareceu mais palatável do que os anteriores e me instigou para assisti-lo, coisa que eu nem cogitava com as versões passadas... RECOMENDO!!!!
Adriano Silva
Adriano Silva

1.614 seguidores 481 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 25 de março de 2014
Eu não assistir nem ao primeiro de 1977 e nem o segundo de 2002, mais a belíssima Chloë Grace Moretz de apenas 16 aninhos na epoca do filme interpretou muito bem a Carrie nesse remake da obra de Stephen King. Julianne Moore encarna totalmente a mãe obcecada pela religião e atua muito bem. Carrie não deixa de ser um filme muito forçado, principalmente nas cenas de mortes, mais eu gostei do filme e da história da Carrie e claro ponto alto do filme é sem duvida a vingança da Carrie, é a melhor parte do filme, tbm a que eu mais gostei.
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