Carrie - A Estranha
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anônimo
Um visitante
2,5
Enviada em 6 de janeiro de 2014
É realmente bem difícil assistir todas as versões de Carrie,e não se interagir com a história,e o drama vivido por ela além disso,vimos em cada nova versão,as mudanças drásticas,que a história nova amostra de Carrie,o que fica lastimável,é que a história está muito "moderninha".Onde na cena inicial,onde Carrie é zombada no banheiro,vimos uma aluna sacando um celular,e seja,pra quem assistiu a primeira versão,com a linda Sissy Spacek,na época essa mesma cena foi muito mas bem produzida e fez jus ao começo da trama.Já pelo o lado de Chloe Moretz,já é a segunda participação em "remakes" dela,onde o anterior também não foi um dos melhores (Deixe-me Entrar).Espero que não siga os passos de remakes,pois seus filmes originais são bem mas em conta do que esses!
ElPoke
ElPoke

16 seguidores 10 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 6 de dezembro de 2013
Eu já havia postado em outro blog o quanto eu odeio o Bullying, prática de brincadeiras maldosas que tendem a, literalmente, quebrar o espírito da ofendida. Vemos casos por aí de pessoas que realmente tiram a própria vida porque simplesmente não aguentam mais a pressão de ser sempre alvo das piores brincadeiras na instituição de ensino. E quanto à “Instituição de Ensino”, eu não quero me referir somente à faculdade, mas sim em um âmbito geral, seja escola primária, secundária, etc.

As coisas pioram ainda mais quando temos a questão Bullying X Fanatismo Religioso. Não sou contra (algumas) crenças religiosas, tenho meu ponto-de-vista e os defendo dentro dos meus limites. Mas quando a religião vira fanatismo, uma pessoa vira vítima duas vezes: em casa e na escola.

Carrie é um filme que eu presenciei, literalmente, pessoas abandonando a sala de cinema consternadas. E por causa disso, atiçou ainda mais meu gosto por esse que eu considerei o filme de terror do ano.

Quero deixar claro que, tal qual o título da postagem, Carrie não é para todo mundo. E eu vou (tentar) explicar por que.

O filme é cuidadoso, em partes, ao mostrar a situação emocional de Carrie White, uma menina criada pela mãe esquizofrênica com um entendimento todo próprio da bíblia, que enfrenta toda a antipatia da escola, que a consideram uma aberração.

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O crescimento do filme não é aquela coisa repentina. Ele te prepara dos três lados possíveis: a questão de vingança de Chris Hargensen, impedida de ir á festa de formatura por conta de bullying praticado contra Carrie; a busca de redenção de Sue Snell, que se sente culpada por ter participado da brincadeira; e o da própria Carrie, no confronto com sua mãe e na tentativa de entender seus poderes.

Com todo esse banquete de informação bem montada, temos o tão aguardado clímax, em um evento diabólico, que leva Carrie ao total desequilíbrio. E é AQUI que a coisa engrossa. Depois eu explico o motivo.

Carrie não é um “remake” do filme de 1976, com Sissy Spacek e John Travolta. Ele é mais condizente com a história do livro de Stephen King, o que me deixou extremamente confortável. A atuação de Chloë Grace Moretz ainda não é a melhor, mas ela está se esforçando ao máximo. Juliane Moore é uma das minhas atrizes prediletas, e mais uma vez ela entrega uma representação majestosa.

O time das “amiguinhas” do colégio é composto por verdadeiras beldades, como as gêmeas Karisse e Katie Strain, cada uma mais linda que a outra, Portia Doubleday e a super insossa Gabriela Wilde. Podiam ter escolhido uma atriz melhor para interpretar Sue Snell, a personagem com maior projeção na história. O filme é dirigido por Kimberly Peirce, de Stop-Loss e Meninos Não Choram, mostrando que ela também manda bem num 2

Agora vem a parte pessoal…

Eu fiquei espantado ao ver que, enquanto Carrie White sofria todo tipo de humilhação, a sala permanecia quieta. Na hora que a menina “quebra” e enlouquece, todo mundo começou a sair. Sério mesmo, quando o filme acabou, só havia 3 pessoas na sala!

E eu lá, na penúltima fileira, pensando: “É exatamente isso que acontece! As pessoas acostumaram-se a ver o ponto de vista das pessoas que praticam bullying. Eles esperam que alguma coisa seja feita, mas não querem VER o que será feito. Um exemplo? Amanda Todd. Rebecca Sadwick. Casey Heynes (o famoso “Zangief Kid”). Quando eles reagiram, provocou indignação de todo mundo. Duas delas, coitadas, tiraram a própria vida!

Porque é mais fácil ver a pessoa sofrendo agressões constantes, e é tão difícil ser conivente com a reação? É mais simples falar “Carrie era louca!”, “Ela sempre foi estranha mesmo…”, mas é extremamente difícil tentar entender todo o tormento psicológico sofrido, tendo como o ápice a humilhação pública, numa noite que ela imaginou como “perfeita”. Muitas pessoas ainda seguem a premissa de “cada um com seu cada qual”, cuidando dos seus problemas, sem notar que essas pessoas que sofrem precisam de ajuda. Quando não encontram, eles não tem outra alternativa a não ser resolver do seu próprio modo, seja aplicando um balão no ofensor, seja engolindo litros de alvejante.

Enfim, Carrie, a Estranha NÃO é um filme para todas as pessoas. Os temas abordados são fortes, a vingança de Carrie foi retratada com uma riqueza incrível de detalhes, com efeitos especiais magníficos. Mesmo assim, a película tem todo o tom sépia, como se mostrasse que até os momentos felizes daquela menininha sofrida era uma ilusão.

Recomendado com reservas.
Elson Leonardo
Elson Leonardo

11 seguidores 55 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 10 de dezembro de 2013
Eu não assisti "Carrie - A Estranha" da decada de 70 e nem a da década passada, talvez por isso a minha crítica não seja tão embasada, mas em relação a este último filme que conta a história do livro de Stephen King, o resultado pra mim foi bastante satisfatório!!! O filme traz um ritmo bacana, ótimos efeitos especiais e interpretações convincentes, principalmente das atrizes Julianne Moore e Chloe Grace-Moretz!
Pra mim, esse "Carrie" me pareceu mais palatável do que os anteriores e me instigou para assisti-lo, coisa que eu nem cogitava com as versões passadas... RECOMENDO!!!!
Adriano Silva
Adriano Silva

1.614 seguidores 482 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 25 de março de 2014
Eu não assistir nem ao primeiro de 1977 e nem o segundo de 2002, mais a belíssima Chloë Grace Moretz de apenas 16 aninhos na epoca do filme interpretou muito bem a Carrie nesse remake da obra de Stephen King. Julianne Moore encarna totalmente a mãe obcecada pela religião e atua muito bem. Carrie não deixa de ser um filme muito forçado, principalmente nas cenas de mortes, mais eu gostei do filme e da história da Carrie e claro ponto alto do filme é sem duvida a vingança da Carrie, é a melhor parte do filme, tbm a que eu mais gostei.
Marcio A.
Marcio A.

165 seguidores 134 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 6 de janeiro de 2014
Chloe Moretz a intérprete de Carrie, é uma promessa e com certeza tem tudo para brilhar como a atriz antecessora Sissi Spacek, que teve uma atuação irretocável na obra original com a direção do mestre Brian De palma. Este remake até que tem uma abertura interessante, mas peca na maneira rasa e superficial com que aborda a personalidade da protagonista, sem focar no seu viés subjetivo e articulando sob a visão dos que sem motivo algum odeiam Carrie. E por isso é que o filme não tem um impacto ainda maior. A diretora kimberly Pearce, pelo menos caprichou na cena clímax do filme, que contou com uma bela perfomance corporal de Chloe durante o seu surto paranormal. Juliane Moore tambem brilha como a mãe lunática de Carrie. Entre qualidades e equívocos o filme é convincente e visceral quando foi exigido.
Almir S.
Almir S.

306 seguidores 214 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 23 de março de 2014
BOM. Sem muitas novidades, esse leve suspense tem ótimas atuações de Julianne Moore e da lindinha da Grace Moretz, que por sinal, algumas cenas de bulling, lembram algumas cenas dela em Kick-ass 2.
Leandro A.
Leandro A.

21 seguidores 65 críticas Seguir usuário

1,0
Enviada em 19 de junho de 2014
SIMPATIA INFALÍVEL

Debaixo do pé esquerdo, escreva o nome dele.
Repita três vezes:
Debaixo do meu pé esquerdo eu te prendo (PAGC) , eu te amarro(PAGC), eu te mantenho (PAGC) pelo poder das 13 almas santas e benditas e por Sao Cipriano, você vai ficar apaixonado por mim (PAGC)
e confessar o seu amor por mim.
Que você (PAGC) so tenha pensamentos, olhos, coraçao, amor, desejos, tesao, admiraçao, respeito, carinho, paz e realizaçao sexual comigo (PAGC)
Que você seja um amante fiel, dedicado e completamente apaixonado por mim (WAF). Assim eu quero, assim sera feito, assim ja esta feito, Amém.
Publicar 4 vezes essa oraçao
(!!!!!forte para amarrar!!!!!!!!alguém)
simpatia infalivel, porém nao se pode voltar atras.
Carlos Henrique Campos
Carlos Henrique Campos

21 seguidores 27 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 7 de dezembro de 2013
Um remake muito bom da obra de Stephen King, que se aprofunda mais nas características da mãe da Carrie e da própria Carrie. Um filme muito bom, que não deve ser comparado com o clássico de 1976, pois é uma proposta diferente. O filme desenrola muito bem o drama de Carrie em casa, na escola e na vida, e não exagera em nenhum aspecto, enfim um filme muito bom e que cumpriu o que prometeu.
FOCA
FOCA

31 seguidores 69 críticas Seguir usuário

2,0
Enviada em 11 de fevereiro de 2014
Um ator precisa as vezes representar em postura e fisicamente o personagem, se não por melhor que seja sua atuação não convencerá. Apesar de ser fã de Chloe Moretz, sua fisionomia está muito mais para as patricinhas do colégio do que para a estranha Carrie.
O primeiro filme era de terror e esse vai mais para o drama, não que isto seja errado, mas não foi convincente o suficiente.
O roteiro até que faz um boa atualização para os tempos de hoje, com redes socias etc. E por isso mesmo, deixa alguns furos estrondosos.
Moore se esforça bastante e tem seu mérito.
Não gostar desse filme não será nada estranho. ;D
Azoka F.
Azoka F.

14 seguidores 12 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 10 de dezembro de 2013
Só fui assistir ao filme por causa da Chloe e... UAU!!! ela está perfeita junto tambem com a Juliana Moore, adorei o filme, mistura drama com suspense e um pouco de terror na parte do baile. Ela no fim, ainda se torna ingenua o bastante para salvar alguem, eu adorei. É brilhante, assustador e intenso. RECOMENDASSÍMO. Ameei esse filme é o terceiro melhor que já assisti até agora. Otimo, perfeito.
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