Carrie - A Estranha
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3,7
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161 Críticas do usuário

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Pedro H.
Pedro H.

32 seguidores 1 crítica Seguir usuário

4,5
Enviada em 25 de dezembro de 2013
As cenas tem muito terror , faltou mais , ex: a Carrie poderia praticar canibalismo, e etc. e outra a estranha mesmo é a mãe dela.
Raelly S.
Raelly S.

26 seguidores 1 crítica Seguir usuário

5,0
Enviada em 26 de outubro de 2013
muito bom e demais esse filme vai ser a melhor versão muito top ♡♡ ♡ ♡ ♡ ♡ ♡ ♡ ♡ ♡ ♡ ♡ ♡ ♡
Batista N.
Batista N.

24 seguidores 1 crítica Seguir usuário

5,0
Enviada em 16 de dezembro de 2013
Um filme maravilhoso! Quem não assistiu, assista! É o segundo remake e ficou tão bom quanto o original! Obrigado Steffen King!
Douglas R.
Douglas R.

19 seguidores 1 crítica Seguir usuário

2,5
Enviada em 7 de dezembro de 2013
Esse remake é simplismente facinante, muitos adolescentes vão se identificar com ele, novamente abordando a questão do sofrimento picicólogicos e fisico, que é a presença bullying não só na escola mas em outros lugares. Como vemos a Carrie - A Estranha mostra que em uma situação de descontrole da adolescente ela foi capaz de matar pessoas, a Carie tinha seus poderes mas nos dias de hojes os adolescentes tem outros tipos de armas, podemos imaginar a questão dos homicídios e crimes por parte dos adolescentes que vem aumentando a cada dia, e se esses adolescentes sofrerão de bullying ao passar dos anos, e chegaram a um estado de puro descontrole. Com tudo posso afirma que Carie - A Estranha é simplismente um espelho de um problema da sociedade.
Hellen Fernanda C.
Hellen Fernanda C.

16 seguidores 1 crítica Seguir usuário

1,0
Enviada em 3 de janeiro de 2014
Particularmente não gostei do filme, apesar da grande atuação da Juliane Moore e de Chloe Grace a trama ficou muito vaga, esperava uma Carrie realmente estranha e não foi o que vi.
Yuri H.
Yuri H.

15 seguidores 1 crítica Seguir usuário

3,5
Enviada em 6 de dezembro de 2013
A tão aguardada nova adaptação de Carrie, a Estranha veio com a seguinte proposta: reformular o clássico livro de Stephen King num emocionante e impressionante filme. Uma nova visão da obra.
Porém não é isso que o filme nos trás. Na nova adaptação (sou um dos contras ao termo “remake”, já que esse filme, em particular, veio com a proposta de adaptar o livro, não de refazer o filme de 76), há muito do mesmo e pouca originalidade para um filme cujo proposta era revolucionária.
Se preocupando muito mais com efeitos especiais, e não com a história em si, o filme decepciona uma boa parte dos que esperavam uma boa adaptação. Mas para quem vai por entretenimento, digamos que irá agradar a maioria.

A história de Carrie, como a maioria já sabe, é aquele clássico conto da menina retraída, tímida e que sofre bullying na escola, pelas outras meninas “populares”.
Como já esperado, Carrie tem um diferencial: poderes telecinéticos, a qual ela não consegue controlar e não sabe a hora ou o lugar que esses poderes vão ser liberados. Em meio a tudo isso, a menina ainda tem uma mãe que a retrai de um jeito quase ridículo, já que ela é extremamente fanática religiosamente, e chega a considerar menstruação uma penitência de Deus a Eva.

O filme não tem tanto conteúdo religioso quanto a obra original escrita por King. Senti que quiseram evitar isso para que não haja mais polêmica que já há em cima dessa obra. No entanto, na ausência desses conteúdos religiosos, somos recompensados por ótimas cenas de discussões entre Chloe Moretz e Julianne Moore (Carrie e Margaret White, a mãe fanática, respectivamente), que rendem ótimas (repito: ótimas) interpretações das duas em cena. Na verdade, as poucas cenas boas de Carrie, a Estranha se devem as ótimas interpretações das duas.

Julianne encarna mesmo a fanática Margaret White, tendo surtos psicóticos, e fortíssimas cenas de auto flagelação. As expressões da atriz produzem um efeito incrível em quem assiste, conseguindo passar as sensações certas da personagem insana.

Também tem espaço para a interpretação de Chloe Moretz, mediana em relação a de Julianne Moore (não esperava que fosse superar a dela), porém muito boa por si só. A atriz mirim que vem conquistando bastante gente ultimamente, consegue ter uma das melhores interpretações da sua carreira até agora.
Pra quem dizia que ela não conseguiria encarnar a estranheza de Carrie, creio que vai ter que dar o braço a torcer dessa vez.

A menina faz expressões muito boas, passando a sensação certa de raiva, timidez, retraimento... enfim, diferenciando-se da sua atuação que o público viu em Kick-Ass ou outros filmes da garota, na qual ela faz bastante bico e age artificialmente.
É claro que nesse ela não perdeu tudo dessa característica. Há cenas em que os bicos e as mexidas de sobrancelha ainda irritam bastante porém estão bem amenas.

A relação de mãe e filha não é muito explorada nesse filme, como no livro. No livro somos introduzidos de forma muito mais profunda ao ponto de vista de cada uma em relação a outra, como Carrie vê a mãe, e como a mãe vê Carrie. Nesse filme não vemos nada mais que mãe maltratando filha chegando a parecer por pura maldade, sem o assunto ser aprofundado, o porque de Margaret maltratar tanto a filha, forçando ela a rezar, trancar-se em um armário apertado e escuro...

As coadjuvantes que interpretam Chris (uma das que fazem bullying com Carrie), Sue (essa também faz bullying com Carrie, porém tem um diferencial) e a professora Desjardim (essa faz o papel de toda professora: proteger Carrie), fazem um bom trabalho mas nada muito notório para um filme em que há muito mais coisas a avaliar, como os efeitos.

Os efeitos de Carrie são uma coisa peculiar: eles são extremamente exageros e usados de uma forma que você olha e pensa: pra que tudo isso?
Porém são de qualidade. Não há nada artificial no filme, é tudo bastante verossímil, o problema é o uso constante e sem precisão destes.
O filme se desenvolve de forma rápida, com cenas boas, e bastante fortes que justificam sua classificação R pros Estados Unidos (no caso, é o +18 aqui do Brasil).

Porém, o grande defeito e que persegue o filme do começo ao fim é a quebra da promessa de ser algo inovador para a obra. A diretora Kimberly Pierce, sinceramente, mentiu feio para os fãs da obra, ou até mesmo pra quem não é fã, declarando que sua adaptação seria diferente das outras.
Há cenas que são simplesmente exatas ao filme de 76 dirigido por De Palma, cada fala, cada movimento de câmera. As poucas coisas originais que o filme trouxe não foram completamente satisfatórias, ou é muito exagerado, ou simplesmente errado, não se encaixa na história.

Carrie, a Estranha talvez só satisfaça por completo quem nunca viu o de 76 e só leu o livro, ou pra quem não leu nem viu nenhuma das adaptações. Já pra quem viu o filme de De Palma, é simplesmente mais do mesmo. Infelizmente, as poucas boas cenas (tem algumas mudanças que resultaram em ótimas cenas), não compensam a cópia exagerada do de 76 que resultou esse filme.
Dói, como fã de Carrie, dizer que esse filme é desnecessário e irrelevante, e só funciona como entretenimento. Não tem nem o impacto e nem nos toca como o filme de 76. Simplesmente não superou o clássico.

Resumindo, é um filme completamente comercial. Grande parte do filme transformou a história profunda de Carrietta White sobre bullying, fanatismo e maltrato, em um blockbuster para agradar a massa.
Alexandre S.
Alexandre S.

13 seguidores 1 crítica Seguir usuário

2,5
Enviada em 18 de dezembro de 2013
O elenco e os efeitos especiais salvaram o filme, as mudanças feitas no final em relação ao primeiro filme foram muito relevantes. Chloe Moretz está de parabéns foi uma das melhores atuações que eu já vi de atores e atrizes da minha geração.
Patrícia V.
Patrícia V.

12 seguidores 1 crítica Seguir usuário

5,0
Enviada em 7 de dezembro de 2013
Um remake de um filme baseado no livro de Stephen King, bem antigo, mas com um tema muito atual, digamos. Apesar dos poderes telecinéticos da personagem Carrie, ela retrata muito bem o que acontece com jovens que não estão entre os padrões lançados pela mídia. Carrie é uma adolescente que tem uma autoestima baixa e sofre pela criação dada a ela pela sua mãe, uma mulher cristã doentiamente fundamentalista, que interfere muito na personalidade da filha que se fecha para o mundo por conta das crenças e condenações de sua mãe. Contudo, Carrie quer ser uma adolescente normal. Por ter seu psicológico muito alterado pela influência da sua mãe, ela vai ser motivo de zombaria e brincadeiras cruéis pelos seus colegas de escola. Depois de um episódio no baile, ela irá se rebelar com seus poderes contra todos os que a maltrataram, de uma maneira extrema e radical.
Victor S.
Victor S.

11 seguidores 1 crítica Seguir usuário

2,5
Enviada em 6 de dezembro de 2013
Assistir a Carrie (2013) sem lembrar de Carrie (1976) é difícil, a não ser que não tenha assistido este. Muito se fala sobre a relevância dos remakes para o cinema, citando muitas vezes o fato da proximidade dos filmes. Acredito que “Carrie” de 2013 tem seu valor individual e pode ser visto independe da primeira versão, no sentido de ser assistido por si só. Como muitas obras do cinema, Carrie (2013) tem seu valor e justificativa de existir em se tratando de fazer cinema para o ano em que foi feito, tendo conhecimento do tempo em que está inserido. Ainda levando em consideração essa característica de tempo, pode-se dizer que Carrie foi uma bem sucedida trama feita primeiramente em 1976 que fez, posteriormente, surgir na cabeça de diretores a idéia de regravá-la, regravá-la, regravá-la... mas não com o intuito de promover uma série atoa de remakes, e sim com a vontade de mostrar em diferentes épocas assuntos que permanecem “martelando” no convívio social – como a opressão de jovens adolescentes nas escolas e as conseqüências disso. Com a série de refilmagens, vem também a expectativa por novas abordagens dos diretores no enredo e, claro, a curiosidade pelas novas cenas baseadas nas já conhecidas de Carrie (1976). Portanto, o filme Carrie (2013) não merece ser desmerecido. Esse filme faz parte de um grupo de três com o mesmo nome e que se agregam em suas diferenças. São acontecimentos como esse que fazem o cinema se renovar e nos encantar.
Laura A.
Laura A.

11 seguidores 1 crítica Seguir usuário

1,5
Enviada em 21 de janeiro de 2014
Um remake totalmente dispensável e desnecessário!!
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