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Ricardo L.
63.289 seguidores
3.227 críticas
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4,5
Enviada em 2 de janeiro de 2017
Ótimo filme! Tim Burtom dificilmente faz filmes meia boca, esse tem uma qualidade enorme, roteiro é lindo , atuações convincentes, com certeza merece no minimo a quatro óscar, fotografia, direção de arte, edição de som e maquiagem!!!!!
Me surpreendeu o filme é melhor que o trailer, achei bem legal história prende boa ação recomendo.
spoiler: Ficou meio confuso aparte de como ele voltou para o tempo das crianças se ele conseguiu ir elas poderiam ter ficado também no tempo dele.
Mais isso não deixa o filme ruim
Logo percebe-se de que se trata de uma produção de Tim Burton, justamente por suas "peculiaridades" ou bizarrices, como queiram. Eva Green é uma atriz perfeita para esses tipos de papéis, sempre com uma atuação brilhante. A fotografia do filme é incrível e o roteiro não deixa a desejar. É bom sempre lembrar que um filme nunca terá a riqueza dos detalhes do livro, e eu como não o li, não tenho nada com o que comparar. Achei o filme, um tanto "peculiar", a cara de Burton.
Um ótimo filme. Com Tim Burton dirigindo, não poderia ser diferente. Se existisse um gênero de filme surrealista, Tim Burton seria o pai. Tudo o que ele faz tem algo exagerado, para chamar a atenção e chocar as pessoas. Esse filme também tem isso. Ótimos atores, cenários, figurinos, um enredo diferente, como não poderia deixar de ser. Vale a pena assistir.
Após a estranha morte de seu avô (Terence Stamp), o jovem Jake (Asa Butterfield) parte com seu pai para o País de Gales. Lá ele pretende encontrar a srta. Peregrine (Eva Green), atendendo ao último pedido do avô, que lhe disse que "ela contará tudo". Só que, ao chegar, descobre que o local onde ela viveria é uma mansão em ruínas, que foi atingida por um míssil durante a Segunda Guerra Mundial. Ao investigar a área, Jake descobre que lá há uma fenda temporal, onde a srta. Peregrine vive e protege várias crianças dotadas de poderes especiais. "O Lar das Crianças Peculiares" mostra um Tim Burton menos preocupado em se exibir e mais atento à diversão do público. O filme desperdiça alguns personagens e questões de potencial, mas entrega uma aventura de estética e ritmo condizentes com a proposta do livro de Ransom Riggs. Se perde um pouco em seu clímax ao render-se a sequências de ação burocráticas e a confrontos frágeis, mas ainda assim é suficientemente competente em seus dois primeiros atos para despertar a vontade de voltarmos a visitar seu universo...
O filme é baseado na obra de Ransom Riggs " O orfanato da Srta. Peregrine para Crianças Pecualiares", e sob tutela de Tim Burton, se tornar algo muito mais além de um filme infantil de super herói. Embora exista a semelhança com os X-Man, pois aqui encontramos crianças com poderes que são deixadas a margem da sociedade. Além de possuir sob tutela de uma professora , a senhorita Peregrine, interpretado de forma brilhante por Eva Green (algo idêntico ao professor Xavier). Burton usa a sofrida vida de Jake (Asa Butterfield) que antes de perder o seu avô, recebe a revelação do mesmo para procurar tal orfanato. Ao chegar lá, o roteiro de filme de forma paciente, apresentada todas as crianças e seus respectivos poderes. Podemos acrescentar que o tempo de tela das crianças são praticamente identificas, as únicas que recebem mais atenção é o casal protagonista (Jake e Emma). E aqui está o defeito do roteiro, pouco é aprofundado os dramas familiares de Jake na história e muito menos de Emma que um dia já foi apaixonada pelo avô de Jake e teria mais de 80 anos num corpo de 16. Para cobrir a falta de profundidade o filme prefere usar os coadjuvantes e mostrar o uso de de seus poderes. Tim poderia ser aprofundar em outros temas trabalhando na obra original como: guerra, medo da morte e o alcoolismo. Mas prefere não se aprofundar e muito menos entrar no mérito de alguns desses temas. Para isso, Tim preferiu seguir um tom mais sessão da tarde.
Essa crítica pode conter alguns spoilers, se não assistiu o filme é melhor não ler. Existem dois tipos de bizarrices, as que eu não gosto nada e as de Tim Burton que valem apena. Não li o livro, mas pelo o que li por aí algumas coisas ficaram diferentes, mas ainda assim o filme conseguiu capitar uma grande essência do livro, mesmo que não toda, a história é mesma crianças peculiares que aos olhos de quem enxerga superficialmente as chamariam de monstro, mas elas não são nada disso, são apenas crianças simpáticas que querem viver em paz com o mesmo direito que têm as crianças normais ( o Enoch é chato mas depois cai em si), e quem melhor que Tim Burton para descrever essa trama. Foi um filme divertido hora assombroso, o que nos faz embarcar nessa aventura, são as surpresas , sustos e momentos cômicos, a cara de Tim Burton (é a terceira vez que falo o nome dele nesse texto). As autores mostraram uma ótima atuação que me convenceu; não podemos esquecer do casal Jacob e Emma, gosto muito de romance, por isso gostei da história também focar neles dois. Não estou dizendo que o filme é melhor que o livro, aina mais que eu ainda nem li, mas que está bem longe de ser ruim, longe de ser regular, é um filme nota 9 ,só não dou 10 por não ser totalmente fiel ao livro, como li por aí em alguns sites, e por causa disso parece que os três livros se resumiram em um filme, um filme muito bom é claro, mas que deu ideia de fim definitivo, não sei se terá continuação, esse é o único ponto negativo dessa obra, mas fora isso vale apena ver ,eu recomendo.
Ao perder o seu avô de forma bizarra, Jacob recebe um alerta de que existem fartas informações sobre seu passado e habilidades em uma antiga mansão no País de Gales. Decidido a viajar ao local, o garoto descobre que a espécie de orfanato não existe mais, deixando espaço para ruínas que outrora foi conhecido como o lar de crianças especiais, mas que ainda reserva grandes mistérios.
Mais uma vez dando graças a sua genialidade e criatividade visual, Tum Burton busca neste divertido O LAR DAS CRIANÇAS PECULIARES mostrar como a aliança de elementos sombrios e bom humor podem caracterizar um filme familiar. Embora possua diversos toques de suspense para deixar a tensão fluir, o visual arrebatador e a inventividade do diretor permitem que cada segundo das mais de 2h de filme sejam aproveitadas com gosto e grande entusiasmo. As discussões filosóficas que pairam nos meandros da narrativas também são destacáveis, visto que o conceito de preconceito é brilhante na forma como é mostrada.
O elenco encabeçado por Asa Butterfield (Jacob) e Eva Green (Miss Peregrine) traz ainda Samuel L. Jackson (Barron), Judi Dench (Miss Avocet) e Terence Stamp (Abe) em uma história repleta de personagens únicos, efeitos visuais de ponta, maquiagem e figurinos dignos de nota.
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