O Lar das Crianças Peculiares
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4,0
1996 notas

116 Críticas do usuário

5
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anônimo
Um visitante
3,0
Enviada em 25 de maio de 2019
O Lar das Crianças Peculiares é um bom retorno à forma do realizador Tim Burton. Pode não ser um dos melhores de sua carreira, tem todos os vícios e defeitos de sua filmografia mais recente, mesmo assim é uma boa diversão para seus fãs. Um filme cheio de afeto e significados, recheado das habituais criaturas ''estranhas e fofas'' características do diretor. Destaque para a atuação principal carismática de Asa Butterfield.
Anderson  G.
Anderson G.

1.369 seguidores 397 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 16 de outubro de 2016
Contemplem o mais novo filme do cultuado Tim Burton, e contemplem também mais 2 horas de clichês e narrativas comuns, a onde temos toda a velha jornada do herói traçada rudemente, de maneira simples mas eficaz, não vou mentir, é um filme divertido, é um filme de ver com a família no cinema, apenas isso, nem nos aspectos técnicos Burton surpreendeu neste filme, é tudo muito comum e superficial, os monstros até tem um aspecto bacana, nada além disso, Burton tenta criar um mundo e suas regras, mas tudo fica muito, muito confuso, temos uma trilha sonora legal, fotografia legal e atuações comuns, isso é muito pouco para um cara como o Tim Burton, nem samuel l Jackson salva o filme, pelo contrario, sua atuação é caricata e fraca, Eva Green é a menos pior em cena, a fotografia é boa, mas comum, a melhor coisa do filme é os figurinos, mas no geral, “O lar das crianças peculiares” é fraco., sem emoção e não faz jus a Tim Burton, que já começa a entrar num ostracismo criativo.
Jake D.
Jake D.

101 seguidores 109 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 9 de outubro de 2016
O Lar das Crianças Peculiares... o filme é uma adaptação do livro escrito por Ransom Riggs, o filme conta a história de Jake (Asa Butterfield), que após a morte de seu avô (Terence Stamp), parte com seu pai para o País de Gales. Lá ele encontra o orfanato da srta. Peregrine (Eva Green), e ao investigar o lugar, Jake descobre que lá há uma fenda temporal, onde a srta. Peregrine vive e protege várias crianças dotadas de poderes especiais. A direção do filme é de Tim Burton, um excelente diretor, e que sabe muito bem trabalhar com esse tipo de filme. Ele sabe muito bem misturar elementos de fantasia com aventura, e aqui mais uma vez ele consegue fazer isso com perfeição. Já no quesito movimentos de câmera, ela está quase parada o filme todo, não é algo inovador, nem mesmo a edição impressiona. O roteiro é razoável, apesar de ser uma história incrível, lembrando um pouco X-Men, os diálogos são bastante bregas e sem inspiração, além de não desenvolver seus personagens. As atuações são cheias de altos e baixos, O Asa Butterfield faz o pior papel de sua carreira, ele deu excelentes interpretações nos filmes "Hugo", "O Menino do pijama listrado" e "Ender´s Game", mas aqui ele está sem expressão. Outro ruim, é o Samuel L. Jackson, ele é um ótimo ator, mas aqui ele faz um vilão pouco carismático e nada marcante. Já a Eva Green está excelente, ela dá uma interpretação fantástica, junto da Ella Purnell, que também se sai muito bem. Tecnicamente o filme é impecável, a fotografia é belíssima, o CGI funciona perfeitamente e a trilha sonora é espetacular. O Lar das Crianças Peculiares é um filme que tem problemas de roteiro e direção, mas não deixa de ser uma boa fantasia com muito valor de entretenimento, se possível, assista em 3D, pois vale a pena, resumindo um filme bastante agradável. Recomendo!
Vitor Araujo
Vitor Araujo

3.873 seguidores 618 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 30 de setembro de 2016
Orfanato. Guerra. Tempo. X-men. Tim Burton. Infantil. Rápido. Bobo. Visual. Slenders. Crianças. Legal.
Davidson P.
Davidson P.

29 seguidores 46 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 11 de outubro de 2016
Deixou a desejar em muitas coisas, mudou muita coisa no final, ficou bem lento, poderiam ter tido mais criatividade e deixado do jeito que era... >:(
Thiago C
Thiago C

172 seguidores 152 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 8 de outubro de 2016
Tim Burton enfatiza a diversão da história adaptada a partir do livro escrito por Ransom Riggs, mas falta ao filme algo que o torna devidamente peculiar em meio a tantas outras franquias infanto-juvenis, apesar de seu ótimo elenco e um bom 3D.
Sidney  M.
Sidney M.

29.815 seguidores 1.082 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 14 de fevereiro de 2018
Não é a das melhores obras de Tim Burton, mas é um bom filme de aventura e fantasia. Boa opção para se assistir em família.
anônimo
Um visitante
3,5
Enviada em 15 de março de 2017
Apesar de muito clichê, O Lar das Crianças Peculiares é um bom filme, dando para passar o tempo e se divertir, mas em comparação ao livro, ele é decepcionante. Se esse fosse um filme fiel ao livro teríamos um ótimo de filme de suspense, que é o tom que o primeiro livro passa.

Leiam a minha resenha completa no link abaixo:
Roberto O.
Roberto O.

26 seguidores 59 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 19 de outubro de 2016
Há muito tempo que estamos familiarizados com Tim Burton. Em termos gerais, sempre sabemos o que esperar de um novo filme do cineasta. Costuma ser assim: personagem que se sente deslocado em seu próprio mundo se envolve em uma nova realidade na qual é aceito e tentará contribuir decisivamente para o bem-estar dos novos amigos que ali fez, em meio à fotografia e cenários góticos e belíssimos. Alice? Peixe Grande? Ed Wood? O mais novo personagem a figurar na galeria de heróis burtonianos é o garoto Jacob, neste O Lar das Crianças Peculiares, longa que reafirma o prestígio do diretor. Embora previsível, Burton, com sua fórmula, continua a atrair a atenção de milhares de espectadores que não relutam em comprar ingressos, porque sabem que, durante duas horas na frente da tela do cinema, vão embarcar em mais uma viagem bizarra e surreal por um mundo estranho, fantástico e... peculiar.

Desta vez a história nos apresenta o introspectivo Jacob (Asa Butterfield, de A Invenção de Hugo Cabret) que, após a misteriosa morte de seu avô Abe (Terence Stamp), de quem era muito próximo, parte para uma ilha no País de Gales onde haveria um orfanato que, por sua vez, abrigaria crianças dotadas de habilidades especiais, lideradas pela Sta. Peregrine (Eva Green, desta vez obviamente trajando um figurino muito mais discreto do que os vistos em Sin City: A Dama Fatal e 300: A Ascenção do Império, porém mantendo sua majestosa beleza sinistra). Essa viagem, ‘indicada’ por Abe, resultará em grandes revelações para o garoto que, por fim, encontra o tal orfanato e seus insólitos moradores após atravessar uma fenda temporal. É com a ‘garota flutuante’ Emma (Ella Purnell, com seus grandes olhos) que Jacob passa a maior parte do tempo nessa outra realidade, conhecendo também um pouco de cada uma das crianças, bem como suas peculiaridades. Entre elas, a garotinha que esconde na nuca um ‘bocão’ repleto de presas afiadas consegue ser, ao mesmo tempo, assustadora e encantadora. E os gêmeos, por sua vez, se mostram tão singelos quanto mortais. Mas é a mentora que detém a maior habilidade, a Srta. Peregrine consegue ‘rebobinar’ o próprio tempo. Com isso, ela mantém o orfanato a salvo dos bombardeios da 2ª Guerra Mundial, em uma fenda temporal na qual o mesmo dia se repete indefinidamente, no caso, para eles é sempre 03 de Setembro de 1943. A travessia de Jacob por essa fenda não foi por acaso, a ameaça dos etéreos precisa ser combatida, e o garoto é peça importantíssima no confronto com tais criaturas.

É notório, portanto, que essa história tem uma formatação que casa perfeitamente com o estilo narrativo de Burton. E o resultado atende às expectativas, levando em conta que se trata de uma produção que tem como público alvo o infantil, no melhor estilo Sessão da Tarde, sem ousadias no roteiro, sem abordagens complexas (o isolamento social e a Guerra passam superficialmente pelo longa). Assim, pisando em terreno que conhece, o da fantasia, Burton exercitou o que tem de melhor, a habilidade de mesclar o tenebroso e o lúdico. Sua indissociável queda pelo bizarro deixou o longa agradavelmente macabro (há até duas sequências medonhas, porém divertidas, envolvendo animação em stop motion), mas não tão assustador que amedronte as crianças, embora algumas cenas possam incomodar aos adultos mais desavisados. O melhor (ou pior, dependendo do ponto de vista) exemplo disso é uma aterrorizante sequência que envolve olhos sendo devorados...

Essa fantasia na qual Burton pôde se deliciar surgiu de uma coleção de fotografias antigas e exóticas reunidas pelo também norte-americano Ransom Riggs. Aquelas imagens esquisitas e desbotadas serviriam de inspiração para o escritor idealizar o que se tornou o livro O Orfanato da Senhorita Peregrine Para Crianças Peculiares, lançado em 2011, que é seu primeiro romance, devidamente ilustrado por tais registros fotográficos. A publicação rapidamente entrou na lista de Best Sellers do The New York Times e, apenas cinco anos após seu lançamento, já tem o privilégio de ser adaptada para o cinema em um blockbuster com orçamento de 110 milhões de dólares, conduzido por um aclamado cineasta que tem propriedade para mergulhar de cabeça nessa atmosfera fantástica, pois faz isso desde que ele próprio era uma criança. Coube à roteirista Jane Goldman adaptar a história do livro de Riggs. E há uma familiaridade para ela neste conteúdo envolvendo crianças ‘anormais’, pois ela também colaborou com o roteiro de X-Men: Primeira Classe e X-Men: Dias de Um Futuro Esquecido, ambos envolvendo adolescentes com poderes. É mais um ponto a favor na bem-sucedida realização deste projeto.

O habitual capricho do diretor com o visual de seus filmes também não poderia deixar de se fazer notar. O desenvolvimento da trama se dá envolto por cenários de cair o queixo, ainda que dessa vez um pouco menos sombrios do que de costume, mas burtonescos o suficiente para os fãs se esbaldarem. Os jardins do orfanato parecem ter recebido a visita de Edward Mãos de Tesoura. A sequência embaixo d’água, por sua vez, bem como outra, noturna, na chuva, envolvendo o reset no tempo, vistas em 3D, são mesmo delirantes. Em relação à trilha, burtonianos de plantão conhecem a famosa parceria do cineasta com o compositor Danny Elfman. Este é apenas o terceiro filme de Burton em que o parceiro de longa data não assinou a partitura. O trabalho desta vez ficou a cargo de Mike Higham e Matthew Margeson. Apesar de competentes, os acordes se mostram discretos em momentos grandiosos nos quais os conhecidíssimos corais de Elfman cairiam com perfeição.

Além da equipe, o elenco também costuma se repetir nos trabalhos do diretor. Eva Green, em mais um papel insólito, parece ser o novo ‘Johnny Depp’ de Burton, combinando perfeitamente com os tipos estrambóticos que figuram nas obras do cineasta. Quanto aos novos membros da família burtonesca, destaque para a carismática Ella Purnell, enquanto que o jovem Asa Butterfield apenas cumpre com sua parte, exibindo quase todo o tempo a mesma expressão de estranhamento diante de tudo o que presencia (e não é pra menos). Já Samuel L. Jackson está propositalmente caricatural como o vilão Barron, que lidera os temíveis etéreos. Como cereja do bolo confeitado de bizarrices, essas criaturas digitais completam a dinâmica da história concedendo ótimas oportunidades para as crianças colocarem em prática suas ‘peculiaridades’ no ato final.

Tim Burton, cineasta mundialmente prestigiado e reconhecido, não é unânime (como ninguém é). Há quem o considere superficial por, supostamente, não dar tanta atenção à história ou à interpretação de seus atores, preferindo priorizar muito mais o visual de seus filmes. Se ele se dá melhor com roteiros menos complexos, e que sugerem atuações mais caricatas, pois então que seja. Quase toda sua filmografia, afinal, é dedicada ao público infantil e ao público adulto que se recusa a crescer e que sabe dar valor a uma boa dose de fantasia, na medida certa, com pitadas de terror e muito estilo. O Lar das Crianças Peculiares foi a oportunidade mais acertada nos últimos anos para Tim Burton realizar exatamente aquilo que se espera dele, um filme estranho, com gente esquisita, do jeito que seus fãs gostam!
Rodrigo Gomes
Rodrigo Gomes

6.170 seguidores 969 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 2 de outubro de 2016
Sinceramente, eu esperava muito mais...criei expectativas relacionadas à outros trabalhos de Tim Burton. O que se apresenta é um filme infanto-juvenil, sem grandes pontos, apenas com um roteiro inovador e criativo sem limites. Nesse mérito, vale a pena assistir. Os personagens são muito carismáticos e nos conquistam.
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