O Lar das Crianças Peculiares
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4,0
1996 notas

116 Críticas do usuário

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Eduardo Santos
Eduardo Santos

340 seguidores 183 críticas Seguir usuário

2,5
Enviada em 1 de outubro de 2016
Tim Burton é daqueles cineastas que causa alvoroço a cada lançamento de um novo filme. Uma horda de fãs cativos, sempre com expectativas nas alturas, vai às salas de cinema mundo afora para apreciar o estilo único, soturno, estranho e inigualável do diretor. Porém já faz um bom tempo que ele não brinda esses mesmos fãs com um filme à altura de seu talento. Não que seus últimos filmes sejam execráveis, mas estão longe do brilhantismo de outrora, e definitivamente não foi desta vez que as grandes expectativas foram alcançadas. Li o livro de Ramson Riggs que deu origem ao filme, e na contracapa há a citação do diretor, que se pergunta se não foi ele quem teria escrito o livro, já que parece algo que ele teria feito. E é verdade. Quem lê o livro automaticamente remete ao estilo do diretor de contar estórias. Um texto muito bem desenvolvido, com toques bizarros, humor, romance e ar sombrio. A comparação é sempre injusta, mas o desenvolvimento do livro é infinitamente mais abrangente e interessante. No filme, não há tempo para esmiuçar as densidades e nuances dos personagens. É muita informação que tem que ser resumida a duas horas de filme, e o roteiro não consegue projetar nenhum grau de profundidade nos excêntricos e carismáticos personagens. Aliás, Asa Butterfield não foi a melhor escolha para viver o protagonista Jacob, pois o que mais falta ao ator é carisma. É estranho ver o rapaz já crescido (lembro-me claramente de seus dois trabalhos mais marcantes, ainda pequeno, como o garoto Bruno de O Menino do Pijama Listrado e como o protagonista do superestimado A Invenção de Hugo Cabret), mas mesmo depois de anos de experiência, falta expressividade ao jovem ator. A blasé Ella Purnell faz o par romântico de Jake (num papel cujas características no livro eram divididas em duas personagens), e os dois não tem química alguma. Do elenco, o destaque mesmo vai para a avassaladora Eva Green, que foi a melhor coisa de Sombras da Noite (também dirigido por Burton), e aqui também demonstra ser o melhor que o filme tem a oferecer. É um imenso prazer ver a atriz francesa na telona, já que seus maneirismos roubam a cena. É a melhor personagem desta obra, sem sombra de dúvida. Os excepcionais Samuel L. Jackson, Terence Stamp e Dame Judi Dench dão muito bem a conta do recado também. Os efeitos visuais são bem interessantes, e a parte técnica é bem realizada, mas o problema do filme é que falta vigor e intensidade. Grande parte do que vemos soa frio e insosso. Aliás, não há como não comentar que o primeiro e segundo atos do filme são até bem fieis ao livro, mas no ato final, além de se distanciar bastante da narração do livro, o filme se torna uma correria superficial e tipicamente americana, numa grandiloquência forçada. A impressão é que vemos um filme de aventura infanto-juvenil sem alma, sem força, sem brilho e, consequentemente, sem graça. Acabou que ficou faltando justamente as peculiaridades do cineasta para abrilhantar a narrativa. Vale a conferida, por ter uma história interessante e cativante, e pelos grandes nomes do elenco, mas é muito pouco para as possibilidades que Burton tinha em mãos. Filme mediano, com aquele gostinho meio amargo de desapontamento.
Thays P.
Thays P.

1 seguidor 1 crítica Seguir usuário

2,5
Enviada em 2 de outubro de 2016
Decepcionante pra quem leu o livro! Os que não leram, vão achar, no máximo, um filme legalzinho. Pra quem leu, melhor nem assistir. Eu entendo que se trata de adaptação, mas era realmente necessário trocar a peculiaridade da personagem principal?!
Anna Bazanni
Anna Bazanni

12 seguidores 1 crítica Seguir usuário

2,5
Enviada em 16 de outubro de 2016
Bem desconexo do livro... Algumas cenas controversas Onde uma menina de botas de chumbo nada tranquilamente sem afundar e na próxima cena, afunda.
Vinícius G.
Vinícius G.

1 crítica Seguir usuário

2,5
Enviada em 12 de outubro de 2016
Não gostei porquê não foi fiel ao livro. Na minha visão eles quiseram transformar o filme em uma coisa mais infantil e o livro não é assim.
Vanessa K
Vanessa K

20 seguidores 50 críticas Seguir usuário

2,5
Enviada em 9 de outubro de 2016
Adoro Tim Burton, é um dos meus diretores favoritos mas eu esperava mais desse filme, alguma coisa não funciona bem, a edição é bem ruim (a cena do menino tentando abrir a gaiola saía da cena voltava e ele fazendo o mesmo gesto, entre outras), para quem assiste muito filme é fácil sentir quando a edição não é bem feita, quando não funciona e interfere no ritmo do filme. Os personagens são incríveis e a Eva Green sempre fantástica mas.. dessa vez não curti tanto, na mão do Guilhermo Del Toro acho que sairia um resultado melhor nesse caso
Fernando L.
Fernando L.

29 seguidores 81 críticas Seguir usuário

2,0
Enviada em 15 de outubro de 2016
Surpreendi-me positivamente com o Tim Burton. Geralmente acho seus filmes bem piores. Nesse, pelo menos, ele deixou um pouco de cor e vida. Mas sempre precisa de uma história ou pretexto para atacar com suas criaturas das trevas, esqueletos etc. Vamos ao filme... Primeiro: Não li o livro. Não posso avaliar se o filme foi fiel ou não. Se foi fiel, devo dizer que o livro é ruim: personagens sem carisma, 'peculiaridades' ridículas, história doida demais (difícil de entender). Não empolga nem nas cenas de ação. Acho que dei uma risadinha tímida durante todo o filme, tal foi a dose de humor. O par romântico também não funcionou. Tim Burton perdeu a mão (mas ele a teve algum dia?).
Celso M.
Celso M.

346 seguidores 178 críticas Seguir usuário

2,5
Enviada em 11 de dezembro de 2016
Infantil e sem ritmo. Tim Burton não esteve em seu melhor momento. Tudo foi previsível e cansativo. estória boba e desconexa, ainda assim não chega a ser um filme ruim. Confira!

Após a estranha morte de seu avô (Terence Stamp), o jovem Jake (Asa Butterfield) parte com seu pai para o País de Gales. Lá ele pretende encontrar a srta. Peregrine (Eva Green), atendendo ao último pedido do avô, que lhe disse que "ela contará tudo". Só que, ao chegar, descobre que o local onde ela viveria é uma mansão em ruínas, que foi atingida por um míssil durante a Segunda Guerra Mundial. Ao investigar a área, Jake descobre que lá há uma fenda temporal, onde a srta. Peregrine vive e protege várias crianças dotadas de poderes especiais.
Título original
Lúcio T.
Lúcio T.

594 seguidores 242 críticas Seguir usuário

2,5
Enviada em 2 de janeiro de 2017
NÃO HÁ DÚVIDAS!!!!! É o X-Men de Tim Burton! Como eu queria ter visto este trabalho no cinema! Crianças com "super-poderes" e dirigidos por este aclamado diretor (el grande Tim)? Cinema na certa! Ainda bem que ficou no queria.....
Burton, juntamente com a roteirista Jane Goldman, fazem a adaptação do livro homônimo de grande sucesso da autora Ransom Riggs (lançado em 2011) e que, obviamente eu não li, mas não é preciso ser fã da obra literária para saber que tal ida à sétima arte não agradou. Eu, que nem sabia dos livros (sim, são 4 livros! Será que vem uma saga cinematográfica?), mais me entusiasmei em assisti-lo do que propriamente gostei depois de seu final.
Há quem diga (99,99% das pessoas) que tal estória foi feita para Burton levá-la às telonas, pois a descrição melancólica, as fotos pelo livro adentro, tudo remete à estética gótica e caricata consagrada pelos filmes do cineasta. E realmente está tudo lá, do jeitinho que ele gosta. Então, qual foi o erro em minha visão? Fácil de responder: a adaptação.
Lendo aqui e relendo por ali, é fato que o diretor tomou certa liberdade em contar sua versão e isso irritou grande maioria dos amantes da obra, mas para mim, não foi isso que estragou um enredo tão cheio de possibilidades, mas o roteiro adaptado que se mostrou fraco, vazio, com inúmeros erros de continuidade e cortes mal feitos. É como se Burton estivesse lá e ao mesmo tempo estivesse ausente (mais ou menos como na trama). Ok, ok, se trata de uma história de fantasia para crianças, mas pow, isso não quer dizer que tenha que ser mal feita.
A Fotografia está fiel ao cinegrafista. A Trilha Sonora está em seu estilo também. Os melhores em cena (como na maioria das vezes) estão o ator Samuel L. Jackson (vai dizer que não o conhece? Em que "fenda" você estava perdido?) que mais uma vez agrada e a belíssima atriz Eva Green (.....homens suspirando ao fundo.....) que com seu charme, olhares e tudo, entrega uma ótima personagem. Já o resto do elenco.....bom, é o resto!
Eu me decepcionei com o resultado (o terceiro ato é visível os erros), mas creio eu que para as crianças deve ser um bom entretenimento, até porque temos poderes, fantasia, monstros e aventura, nada bem elaborado, mas temos....
E por fim, a base de cafeína (leia de novo, cafeína!), aqui vai o primeiro CONTO DO PORTUGA/2017 (do qual faço uma "paródia" após ver um filme, reunindo os personagens/atores da película que acabei de assistir e misturo com outros filmes que tais atores já fizeram...): a Dama Fatal sobrevive a Sin City e resolve fugir para um lugar mais colorido. Lá descobre que possui em seu gene, algo diferenciado, que lhe dá poderes (e que talvez isso a tenha feito sobreviver). Então ela resolve procurar pessoas que nem ela, para poder formar um "exército", mas ela só achou crianças e com os olhares de Gato de Botas de tais crianças, a mesma resolveu cuidar delas e criou uma escola para super dotados: o Orfanato X (x porque ninguém sabia onde ficava....). O único medo que ela tinha era que mais alguém estava recrutando pessoas (e também pertencia ao estúdio concorrente): o sem escrúpulos Nick Fury Ultimate, pois este estava criando a Iniciativa Peculiares para vingar a Terra contra ameaças de outro planeta (ou apenas eliminar a concorrência.....)...
Phelipe A.
Phelipe A.

63 seguidores 135 críticas Seguir usuário

2,0
Enviada em 28 de outubro de 2016
Chegou a hora de assistir ao filme que muitos fãs de Tim Burton esperavam ansiosos, mas já vou avisando que nem tudo foi tão maravilhoso, para diminuir um pouco essa ansiedade e esperar um pouco menos do que poderia ser a aventura mais fantasiosa do diretor. Na verdade o que você vai ver é como o próprio diretor não consegue se superar, com uma fantasia pouco fantasiosa e que não consegue encher os olhos do espectador.

O Lar das Crianças Peculiares (Miss Peregrine’s Home for Peculiar Children ) é um dos filmes que parecem ser feitos na medida para apenas um diretor, e o nome que vem na cabeça de todos sempre foi o de Tim Burton, e para alegria dos fãs isso aconteceu. Mas parece que o diretor não conseguiu trazer a magia do livro homônimo de Ransom Riggs para o cinema, com um início muito cansativo, massante e com total falta de carisma do protagonista Jack Portman, interpretado pelo ator Asa Butterfield, fez com que a primeira parte do filme fosse desinteressante já não vemos o orfanato.

A partir do momento em que somos apresentados para a Senhorita Peregrine, Eva Green, o tom muda um pouco e os mistérios que envolvem as Crianças Peculiares finalmente conseguem prender um pouco a atenção. Uma pena que muito foi mostrado nos trailers, e as peculiaridades mais envolventes todos vimos antes. Um ponto positivo no filme foi a interpretação da atriz Eva Green, que fez uma Senhorita Peregrine com maestria e que realmente me fez esquecer de outros personagens da atriz que é sempre lembrada por sua beleza, mas desta vez além da beleza foi possível ver uma personagem que é forte e inteligente. Chego a pensar até que o diretor achou mais uma atriz que ele pode contar para esses papéis fortes e “estranhos” que ele tanto gosta.

O filme tem muitos problemas como um roteiro confuso, já que contar uma história sobre viagem no tempo é muito difícil, e acredito que o público infantil não vai conseguir entender a confusão que é a linha temporal trabalhada no filme. Até mesmo o desfecho foi muito jogado e tudo se resolveu de uma maneira forçada. O vilão por sua vez é caricato, e acredito que Samuel L. Jackson (Barron) será um vilão que as crianças vão gostar, pois apesar de ter um ar assustador é também cheio de piadas e planos de desenho animado.

Esperava muito mais de Tim Burton neste filme, coisa que não vi, é claro que falo do Burton de “Beetlejuice” e até mesmo de “Alice no País das Maravilhas”, mas isso não aconteceu. Então ainda não sei se vale o ingresso.
Gustavo M.
Gustavo M.

7 seguidores 54 críticas Seguir usuário

2,0
Enviada em 30 de julho de 2017
Eu não li o livro mas achei o filme monótono, umas conexões perdidas... Eles levantam um problema e não finalizam os conflitos.. Achei fraca a história..
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