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Cada revista ou jornal tem seu próprio sistema de avaliação, que será adaptado ao sistema AdoroCinema, de 0.5 a 5 estrelas.
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Chicago Sun-Times
"Obsessão" é o primeiro filme dirigido por Lee Daniels desde que ele fez "Preciosa - Uma História de Esperança", e mostra o mesmo instinto de melodrama exagerado.
Cinema com Rapadura
O diretor consegue apresentar de forma clara a trama relativamente complicada, mas nunca deixando de lado o trabalho com personagens, mantendo a narrativa no nível pessoal. Também merece destaque o roteiro...
O Globo
Nos planos cheios de matizes de tons avermelhados da fotografia de Roberto Schaefer ("Quantum of Solace"), a Flórida dos manos Jansen explode na tela graças a uma montagem que embaralha propositadamente a percepção dos fatos.
The Guardian
Este é um grande pântano de medo, uma comédia politicamente incorreta sobre o desejo. Ousada, sexy, engraçada, com ótima trilha sonora de época e tão úmida que qualquer tela projetando o filme vai ficar microscopicamente impregnada com gotas de suor.
Télérama
Neste gênero de cinema simples, as atrizes estão prontas para tudo, e, no caso de Nicole Kidman, o melhor: sua interpretação de uma piriguete com coração frágil tem o valor de uma indicação ao Oscar [...] Certamente, com a sua energia desbocada e brincalhona, "Obsessão" oferece um verdadeiro prazer... perverso.
Cinepop
Obsessão caminha em dois mundos. Em seus momentos mais sóbrios é um justo suspense de investigação, com o fantasma do auge da segregação racial como pano de fundo; já em seus momentos mais alucinados é um filme de terror com cenas violentas, chocantes e explícitas [...]
Blogs Pop
"Obsessão" é um filme difícil. Ele nos distrai – aparentemente de maneira proposital – de seu próprio propósito para nos mostrar um enredo rude e cruel. É difícil dizer até que ponto sua execução cheia de idas e voltas e seus caminhos alternativos do mundo do cinema são propositais, mas de todo modo ele esbanja estilo e ótimas atuações.
Cinema em Cena
"Obsessão" é um filme que só não naufraga em função das boas atuações centrais. Caso contasse com um elenco menos competente, este trabalho de Lee Daniels (Preciosa) se transformaria num imenso embaraço, já que, além de não conseguir se decidir acerca de um tema central, o roteiro peca em sua estrutura [...]
Screen International
Um filme com cores vivas, atmosfera enfumaçada e desejo sexual ao invés de um roteiro bem amarrado, mas mesmo assim é bastante divertido.
The Hollywood Reporter
Utilizando uma sensação de medo e má reputação, apesar do seu material de prestígio e de seu elenco elegante, o filme foi concebido para se assemelhar a um melodrama de exploração feito no período em que retrata, que pode mistificar os não iniciados, mas dá à Obsessão uma textura áspera e apelativa [...]
New York Times
"Obsessão" é o que os estudiosos de cinema (e fluentes no idioma nativo dos filmes) poderiam chamar de uma bagunça [...] Visualmente, "Obsessão" é uma névoa cintilante, com cores desbotadas (filmado por Roberto Schaefer), roupas vintage (ocorre em 1969) e corpos suados. Há um monte de coisas interessantes para ver.
Preview
O elenco não nega fogo (até Efron convence), o problema é Lee Daniels e sua mania de privilegiar o grotesco, em vez de cuidar melhor da adaptação que Pete Dexter fez de seu próprio romance.
Chronic'art.com
A temática é desperdiçada por uma direção que nunca consegue escolher entre o filme de ambiente e o "suspense tórrido", decepcionando nos dois casos.
Cineweb
Daniels prefere esbaldar-se em cenas exageradas – como no primeiro encontro entre Charlotte e Hilary na prisão, em que, apesar de não poderem tocar-se, chegam a um quase orgasmo simultâneo apenas por excitação verbal; e, pior ainda, quando Charlotte urina em Jack...
Variety
O novo filme de Lee Daniels é risivelmente exagerado, mas não deixa de ser agradável. Uma caricatura trash do sul nos anos 1960, marcada por um ambiente úmido de delírio e frustração sexual, que compensa parcialmente a incompetência da direção.
Veja
"Obsessão", com Nicole Kidman, Matthew McConaughey e Zac Efron, é um filme tão sobrecarregado que eu teria dificuldade em decidir sobre o que exatamente o filme é.
Critikat.com
Lee Daniels confunde direção com efeitos de direção; a tela é percebida como uma superfície para pincelar à vontade - e suas pinceladas são extremamente grosseiras.