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Auggie (Keitel) é dono de uma tabacaria no village nova-iorquino. Muitas pessoas da redondeza frequenta-na, desde desocupados até tipos excêntricos como o escritor Paul (Hurt). Um dia, quando vai saindo da tabacaria anda em direção a um carro quando é salvo por um jovem negro que diz se chamar Rashid (Perinau jr.).
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Documentário interessante e muito bem feito. Coloca em cheque a política de combate às drogas e mostra que idéias novas são precisas.
Cumpre com o objetivo real de um documentário. Este gênero se caracteriza pelo compromisso com a exploração da realidade, mas isso não significa representar a realidade tal como ela é. Assim como filmes de ficção o documentário é uma representação subjetiva da realidade.
O documentário “Cortina de Fumaça”, de Rodrigo Mac Niven, procura, através de entrevistas com diversas pessoas relacionadas ao tema “drogas”, mostrar as inúmeras falhas do sistema repressor vigente. Mac Niven não é imparcial quanto ao tema, mas consegue falar de maneira ampla sobre o momento histórico em que surgiu uma perseguição incansável às drogas a nível mundial. Ele ouve acadêmicos, delegados e, até mesmo, produtores de maconha, para comprovar sua tese de que a criminalização das drogas não é capaz de diminuir o problema, mas sim, agravá-lo.
Uma das primeiras constatações feitas no documentário é a de que nunca existiu, e jamais existirá, uma sociedade plenamente livre das drogas. Questiona-se, então, como algumas dessas substâncias, recorrentes em toda a história humana, tornaram-se criminalizadas e como foi feita a classificação entre o que seria permitido e o que seria proibido.
O documentário “Cortina de Fumaça”, de Rodrigo Mac Niven, procura, através de entrevistas com diversas pessoas relacionadas ao tema “drogas”, mostrar as inúmeras falhas do sistema repressor vigente. Mac Niven não é imparcial quanto ao tema, mas consegue falar de maneira ampla sobre o momento histórico em que surgiu uma perseguição incansável às drogas a nível mundial. Ele ouve acadêmicos, delegados e, até mesmo, produtores de maconha, para comprovar sua tese de que a criminalização das drogas não é capaz de diminuir o problema, mas sim, agravá-lo.
Uma das primeiras constatações feitas no documentário é a de que nunca existiu, e jamais existirá, uma sociedade plenamente livre das drogas. Questiona-se, então, como algumas dessas substâncias, recorrentes em toda a história humana, tornaram-se criminalizadas e como foi feita a classificação entre o que seria permitido e o que seria proibido.
O filme de 2010 continua atual, e com a intervenção federal no Estado do Rio de Janeiro de 2018, cresce em importância, mostrando a tragédia que vivenciamos nas cidades, apontando caminhos para o debate e a busca de soluções.
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