As Sessões
Média
4,1
196 notas

26 Críticas do usuário

5
9 críticas
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Fernando M.
Fernando M.

33 seguidores 51 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 10 de abril de 2016
As Sessões é uma comédia romântica-dramática-sexual baseada em fatos reais, com um tema inusitado: Mark O'Brien (1949-1999) (John Hawkes) é um poeta, professor universitário, católico praticante ainda que nem tão fervoroso e... vítima da pólio. Devido à doença que o acometeu ainda na infância, ele só consegue mover a cabeça.

Mas O'Brien, aos 38 anos, quer uma única coisa: perder a virgindade.

Apesar do tema, o filme tem uma "pegada" agridoce, arejada pelo humor, em especial pela fantástica autoironia de O'Brien. Com a ajuda de uma terapeuta sexual (eis a pequena polêmica do filme), a Cheryl (Helen Hunt), em seis sessões O'Brien vai descobrindo as sutilezas do sexo.

O que não estava escrito no script é que isso marcaria a vida de O'Brien e de Cheryl para sempre.

Sensível, procurando equilíbrio entre a pieguice e uma história sincera, sem muitas condescendências, entre a comédia, o romance e o drama, As Sessões marca não só pela poesia das cenas, pela nudez de Helen Hunt, pela performance incrível de Hawkes, mas pela mensagem, de uma doença que marcou definitivamente a vida de um homem, mas que não o impediu de viver o sexo... e o amor.
anônimo
Um visitante
3,5
Enviada em 28 de maio de 2015
Uma narrativa interessante da dura vida de Mark,logo após, já entramos pra valer em sua vida íntima. As Sessões,faz parte de um grupo de dramas que abordam um pouco de comédia ao longo.E não precisa de um.super elenco para mostrar um boa história. Temos apenas John Wawkes e Helen Hunt,fazendo brilhantes personagens.
B.Boy Jc
B.Boy Jc

2.969 seguidores 762 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 28 de julho de 2013
Um bom drama, boas atuações e bons diálogos. história bastante sensível.
Marcio A.
Marcio A.

165 seguidores 134 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 19 de julho de 2013
Hawkes, consegue o equilíbrio necessário para compor com grande precisão um papel delicado e difícil de ser interpretado. Hunt ainda revela jovialidade e charme em sua atuação com certo clímax sexual e para completar Macy como padre - revela uma química interessante com o protagonista. A precisa direção de Lewin, consegue se desviar do quase inevitável limiar do sentimentalismo raso, com grande talento que é compensado pela grande atuação do trio de protagonistas, com destaque já citado para Hawkes; que revela a inocência, a espontaneidade, o sarcasmo sem desviar da verdade e da amargura que não deixa de ser sentido por ele - que com esta ajuda, consegue levar o filme com muita versatilidade até o final. A poesia que é recitado por sua voz é um momento mágico do filme.
Vagne L
Vagne L

38 seguidores 63 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 2 de agosto de 2013
Filme muito bem dirigido, sensível sem ser meloso, levemente forte, com um leve toque cômico sobre um tema deveras delicado. Muito bom
Rafael A.
Rafael A.

23 seguidores 40 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 18 de novembro de 2013
Dirigido por Ben Lewin, o filme “As Sessões” conta a história de Mark O’Brien, um escritor e poeta que contraiu poliomielite quando criança e agora se completamente paralisado do pescoço para baixo. Isto leva Mark a precisar de ajuda constante de pessoas para realizar as tarefar mais simples que o ser-humano pode fazer. Como se alimentar, fazer um telefonema, comprar roupas, entre outra coisas. Mark esta constantemente com uma acompanhante que o ajuda a se vestir, tomar banho e comer. Quando ele se apaixona por uma destas acompanhantes e é rejeitado, ele percebe que precisa fazer alguma coisa com sua vida sexual e amorosa. Isto significa que terá que explorar outras partes do seu corpo. Completamente sem saber por onde começar, Mark contrata uma terapeuta chamada Cheryl Cohen Greene que é especialista em exercícios de consciência corporal, que o inicia no sexo.

“As Sessões” conta com um ótimo elenco, com John Hawkes, Helen Hunt, William H. Macy, Moon Bloodgood, Annika Marks, W. Earl Brown, Adam Arkin, Jennifer Kumiyama, Robin Weigert.

Hawkes é o responsável por dar vida a Mark e sua interpretação é sem dúvida o ponto alto do filme. Como interpretar um personagem que não se expressa corporalmente? Como um ator consegue essa façanha? É difícil, sem dúvida, mas Howkes faz com propriedade. Sem dúvida teve de fazer muita pesquisa e entrevistar algumas pessoas que sofrem de poliomielite, e isto lhe deu repertório para construir Mark. Sim, é verdade que Mark não passa por grandes situações emocionais, tais como a morte de alguém, ou a perda dos pais, o filme mostra a vida de Mark já em busca dessa solução sexual, que é um ponto curioso que o filme se propõe a responder, mas sem dúvida Hawkes não precisou levar grande carga emocional ao personagem, mesmo assim o desafio de fazer cenas se poder mover um músculo é muito bem feita.

Helen Hunt é a terapeuta sexual de Mark, e da mesma forma como o personagem principal ela não enfrenta muitas cargas emocionais, e isto deixa o personagem um pouco razo para a narrativa. Hunt sem dúvida tira o personagem de letra, que precisa ter relações sexuais com seus clientes e não se envolver emocionalmente. Sim, você deve estar pensando: “Igual uma prostituta!”, porém o filme já responde essa questão, explicando o qual a diferença entre uma especialista em exercícios de consciência corporal e uma prostituta. E sim, a diferença é basicamente a intenção da relação e obviamente, seus clientes.

Em termos técnicos o filme não tem nenhum tipo de novidade, e sua maior virtude é a fotografia. Pois o filme nos proporciona cenas muito boas com Mark, justamente por não se mexer, a questão chave da fotografia é a paisagem ou o ambiente em que o personagem esta.

A direção também é simples e sem dúvida o filme não tem muitas novidades neste campo, ou seja, podemos concluir que “As Sessões” tem um roteiro interessante, mas não muito profundo por parte dos personagens, e na parte técnica é regular. O que chama a atenção mesmo é a atuação de Hawkes que consegue levar o filme a um outro nível.
Samy O.
Samy O.

11 seguidores 4 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 28 de março de 2013
AS SESSÕES, uma comédia dramática, que nos apresenta a vida de Mark O’Brien, um homem que aos seis anos de idade teve poliomielite e desde então passa a maior parte do seu dia dentro de um pulmão de aço e só pode ficar deitado. Porém Mark é poeta e jornalista e vê a vida mudar quando é convidado para escrever um artigo sobre o sexo e as pessoas com deficiência. Uma questão que ele vai trabalhar com uma terapeuta do sexo.

O filme é baseado nos artigos escritos por Mark, após o termino das sessões. Por ser tratar de uma biografia, o roteirista e diretor Bem Lewin, fez um excelente trabalho ao retratar com fidelidade, nos diálogos a personalidade de Mark, sempre utilizando o senso de humor sarcástico. Pontos também para o figurino e cenário, ambos retratam com fidelidade os anos 80. Do clímax para o desfecho passa-se tão rápido que mal percebemos que o filme está acabando. Ainda estou indecisa se isso é ruim, pois essa rapidez me deixou sem ar. Mas ter os acontecimentos da cena final mais bem desenvolvidos também seria bom.

Enfim, o longa não serve para quem quer sentar-se na frente da telona e não pensar em nada, é um filme inteligente, que nos faz rir, chorar e refletir. Esse filme da uma tapa na cara da sociedade e grita ‘‘ Não me digam o que posso ou não fazer '’. Estréia 13 de fevereiro.

Por: Samanta Oliveira
Yan
Yan

8 seguidores 47 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 20 de fevereiro de 2014
"As pessoas o superestimam, mas é necessário"...a frase entabula o centro deste filme: a busca pelo sexo. Não por uma pessoa comum, mas por Mark O' Brien (John Hawkes), que mantem deficiência física desde a infância e só consegue mover a cabeça. O personagem de Mark é encantador de fato, apesar de nada poder expressar com seu corpo, seus olhos dizem muito. Nessa toada aparece Cheryl (Helen Hunt), uma terapeuta sexual, que o ajuda nesta empreitada rumo ao objetivo de Mark. O tema é arejado, fica leve a medida em que o filme se desenvolve, que ao final se demostra que sim, qualquer pessoa deficiente pode (e deve) levar uma vida inteiramente normal, pode sentir e amar. Do tipo de filme centrado na história que quer contar e seus personagens, sem a pretensão de ser engraçado, chega a ser cômico. Nada de importante no aspecto fotográfico. Boas atuações de John e Helen Hunt.
VLAD ARAUJO
VLAD ARAUJO

1 crítica Seguir usuário

3,5
Enviada em 25 de fevereiro de 2013
Falarei do que não foi dito: A EXUBERÂNCIA DE HELEN HUNT, aos 49 anos, lindíssima, corpo perfeito; o corpo franzino do ator prinicpal, que vive o escritor-poeta (será que o ator teve que fazer regime severo para ficar magérrimo?); o texto inteligente, com humor fino, e o legado que levamos deste filme, sobre pessoas que são felizes, com tão pouco...

FILME MUITO BOM, quase ótimo...
Filton Baumgartner
Filton Baumgartner

75 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 27 de dezembro de 2025
É um bom filme, porém há um endeusamento muito grande em cima dele! Embora seja baseado em uma estória real acredito que certas situações devem ser tratadas com mais zelo ao longo do tempo ,! O personagem já tinha conhecimento de sexo através de revistas pornográficas ! A religião não incitaria nunca uma situação dessa! Aconselhamento desse tipo acredito que nao se enquadra! Para finalizar: aquela cena da atriz fazer sua necessidade e ele ficar excitado com o ruido foi ridícula! Respeito as opiniões contrárias!
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