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Bruno F.
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11 críticas
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3,5
Enviada em 3 de novembro de 2013
O começo e o desenrolar da história são bons, entretanto, o filme deixa a desejar no final. Após receber uma ligação de uma jovem sequestrada, Jordan se vê novamente em um crime semelhante ao que custou a vida de uma outra garota. A atriz Halle Berry representa bem o papel da atendente de emergências, com doses certas de agonia, desespero, medo e culpa. No desenrolar do filme alguns obstáculos surgem para atrapalhar o fechamento da drama principal, porém o filme sai um pouco de sintonia quando Jordan é dispensada de um dia exaustivo de serviço e resolve fazer justiça com as próprias mãos, se tornado uma detetive de ponta deixando a toda a equipe de policias e investigadores no chinelo. Como a frase final "Já está feito" e um porta se fechando, o fim de "Chamada de Emergência" lembra "Jogos Mortais" e dá precedentes para que outras sequências sejam gravadas.
The Call veio repleto de clichês e com um roteiro mediano, aquele filme que tem tudo pra dar errado, não é? Não. Brad Anderson contornou bem os clichês que o gênero carregava, conseguiu elaborar um suspense do começo ao fim, e ainda arrancar uma boa performance da Halle.
O desenvolvimento do enredo é feito de uma forma boa, com uma aceleração esperada no final, nenhum fio fica solto ao longo do filme, é de fácil compreensão e de fácil aceitação da parte do público e da parte dos críticos.
O suspense é feito de uma forma funcional, consegue atingir bem o objetivo, a aflição é contínua e na medida certa, os clichês são contornados e o objetivo final é alcançado, não é um filme inovador, mas no final, sai melhor do que a encomenda.
O filme aos poucos vai te prendendo de uma forma fantá muito pouco,com cenas o que vale realmente pra chegar a tudo isso,são as belas atuações de Abigail Breslin,e muito mas do grande destaque do filme,Halle transparecer um suspense que talvez só ela tenha conseguido,nos noventa minutos de a cada cena,você fica muito mas tenso e acompanha vidrado a histó última vez que eu tinha visto Abigail Breslin,ela ainda era uma menininha,como ela se transformou...
Um dos maiores clichês do cinema ocorre quando a personagem principal quebra uma regra que você sabe que ela impôs para si mesma. Isso ocorre duas vezes com a protagonista de “Chamada de Emergência”, filme dirigido por Brad Anderson. Jordan Turner (Halle Berry) tem um trabalho que é, no mínimo, extenuante e estressante: operadora do 911, serviço telefônico de emergência dos Estados Unidos, passando os seus dias atendendo a ligações que vão de pedidos de atendimento e resoluções simples até aqueles que podem ter um resultado desastroso.
O excelente prólogo de “Chamada de Emergência” mostra aquele que seria o pior momento da carreira de Jordan como operadora: quando um de seus casos (o da jovem Leah Templeton) termina de forma trágica, com o corpo da vítima que solicitava socorro sendo encontrado. Seis meses depois, Jordan deixou de ser operadora e passou a se dedicar ao treinamento dos seus futuros novos colegas de trabalho. Numa rodada de visitas ao seu antigo posto, ela assume, sem ainda estar pronta emocionalmente para isso, as rédeas de um caso muito similar ao que a levou à “aposentadoria” forçada.
Casey Welson (Abigail Breslin, a menininha de “Pequena Miss Sunshine” que cresceu – e muito!) foi sequestrada no estacionamento de um shopping. Presa no porta malas do carro de seu sequestrador, sua única esperança é a ligação que faz para o 911 e a conexão que ela estabelece com Jordan Turner, que quebra justamente a maior regra de quem trabalha num serviço como esse: nunca se envolver emocionalmente com os casos que atende. Ao se dedicar por completo à situação vivida por Casey, Jordan revive, de uma certa maneira, o caso de Leah Templeton (Evie Thompson), com uma singular diferença: no que diz respeito à Casey Welson, Jordan vai fazer de tudo para que o destino seja outro.
Dirigido com competência por Brad Anderson (cujo crédito mais conhecido no cinema é o filme “O Operário”, com Christian Bale), “Chamada de Emergência” é um longa do gênero de suspense que envolve por completo a plateia na história que relata (a ponto de você sentir um incômodo frio na barriga em vários momentos), criando um clima de tensão que não se dissipa em nenhum instante. Contribui – e muito – também para o envolvimento da plateia as atuações excelentes do trio central, formado por Halle Berry e Abigail Breslin, além de Michael Eklund, que cria um vilão frio e calculista. Uma pena, somente, o fato de que o roteirista Richard D’Ovidio tenha optado por um final tão inconsequente e irresponsável, que mancha um pouco o resultado final obtido por Brad Anderson.
O filme prende o espectador em 3/4 de história, principalmente pelo pouco que se mostrava do vilão até então e do diálogo de tirar o fôlego entre Halle Berry e Abigail Breslin. Dava pra desconfiar que fugiria do previsível. Mas aí meu amigo, o roteiro ''descambou'' no seu último quarto de filme. Aquele balde de água fria..um desfecho horroroso, amador..não precisava forçar o encontro entre as 2..a velha e maldita coincidência, que só a operadora sabia onde estava o vilão. Aí você deixa passar, mas eis que surge outra cagada.. e com base nela pergunto a você que está lendo isso aqui: DEPOIS DE TUDO QUE PASSOU NAS MÃOS DE UM DOENTE, COM TODA A DIFICULDADE DE SE LIVRAR DO CARA (ELE É RUIM DE MORRER), AO VÊ-LO DESACORDADO NO SÓTÃO, VOCÊ SE ARRISCARIA EM DESCER ATÉ LÁ NOVAMENTE SÓ PARA TER O GOSTO DE TORTURÁ-LO, DE TER SUA VINGANÇA OU SIMPLESMENTE FECHARIA A TAMPA? o diretor ficou com inveja de Jogos Mortais..rs
Filme muito bom, e olha que não gosto muito da Halle Berry como atriz. E o ator que faz o vilão, também foi destaque. Filme não é previsível, e prende vc do início ao fim. Só acho que se você for assistir pela primeira vez, não deve ler a sinopse. Pois tira um pouco da graça ! Pras pessoas que trabalham com Telemarketing, retrata um pouco da realidade vivida por essas pessoas. O estresse, e toda pressão que essas pessoas passam diariamente. Em uma profissão que não é muito retratada pela mídia. Filme Nota 8
É um filme bom mais é basico, lembra mto celular um grito de socorro de 2004 com Kim Basinger, Chris Evans, Jessica Biel e Jason Statham só que um pouco pior, o filme tem seus altos e baixos, tem cenas bem elaboradas e tem cenas toscas, por exemplo a cena em que a Jordan bate na cabeça do cara, como eu sempre digo nesses tipos de filmes tem que desmaiar o cara não apenas uma pancadinha simples e outra é tipico desses filmes o cara lá no chão e ela tentando ajudar a vitima e o cara levanta e bum....enfim, tem uma boa atuação da Halle Berry e da lindissima e novinha atriz gata e loira Abigail Breslin de apenas 16 aninhos quando gravou o filme, é um filme inteligente, mais eu gostei em partes do final, ótima idéia da um sumisso no cara, mais se queriam deixar ele vivo trancado la dentro até ele morrer que eu acho que essa era a ideia delas, então pelo menos podiam ter matado o cara ou fazer pequenas multilaçoes pra ele sangrar até morrer gritando de dor, mais enfim eu achei bom mais achei que podia ter um algo a mais no final, é o tipico final em que se espera um pouco mais!!!
caaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaraca! amei, goste muito desse filme. Eu fui ao cinema com uma amiga, ver um filme mas acabamos perdendo a hora, e escolhemos esse ao acaso. Esse filme me tocou, mexeu mesmo comigo, analogia fantastica, enredo fantastico também. Sem falar, claro, na divina Halle Berry que está aos poucos voltando a telinha com força. A historia foi muito bem escrita, bem interessante saiu do normal, do clichê. Se bem que o final deixou a desejar sim, mas nem por isso deixou de ser surpreendente. Sem contar que também mostrou muita realidade de dias atuais... Valeu a pena assistir, e predendo assistir mais vezes
Ótimo filme! Um dos melhores do gênero que assisti nos últimos tempos. Quando decidi assitir estva meio descrente dele, afinal não tinha visto nenhuma divulgação, de repente me peguei torcendo pelas personagens e sofrendo junto com elas. Isso tudo graças à excelente atuação de Halle Barry e Abigail Breslin. Só mudaria o final que deixou a desejar.
Há muitos anos no topo das paradas do cinema Halle Berry é uma das maiores atrizes em atividade, neste período ela vem tentando emplacar um blockbuster em que ela seja protagonista e essa suas experiências até geram bons filmes, porém esses filmes não atingem um bom resultado nas bilheterias e são tidos como fracasso pelas produtoras. Chamada de Emergência é mais um fruto desta busca da atriz, porém este filme traz uma trama envolvente e uma personagem forte que ganha fácil o carisma do público, será que dessa vez Halle consegue.
Jordan (Halle Berry) é uma das mais experientes e competentes atendentes do serviço de emergência 911 que é afastada do trabalho por passar por um momento de descontrole ao atender uma garota que estava sendo perseguida por um serial killer que acaba morrendo, atormentada pelas lembranças Jordan sai da ativa e começa a treinar novos operadores até que um dia se depara com outra vitima muito parecida com a primeira, só que desta vez ela esta sob controle e com sua técnica e com toda sua inteligência vai fazer de tudo para salvar a garota interpretada por Abigail Breslin.
Ação e muito suspense, uma história objetiva que vai te prender até o fim na torcida por essa mulher tão forte.
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