Capitão América 2 - O Soldado Invernal
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4,5
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Alexandre S.
Alexandre S.

153 seguidores 116 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 14 de abril de 2014
No retorno do Capitão Steve Rogers as telonas, Capitão América - O Soldado Invernal, na minha opinião, se torna no filme mais "violento e adulto" do Marvel Studios no cinema. Com uma trama bem delineada e personagens bem estruturados, fazem dessa continuação até ser superior ao seu antecessor. Ação frenética e reviravoltas fazem desse Capitão América o melhor filme da Fase 2 da Marvel nos cinemas, pelo menos até o lançamento de "Guardiões da Galáxia" e "Vingadores - A Era de Ultron". Com um final aberto para quase todos os personagens, a expectativa para um CA 3 é alta!! Cinema tá aí!! Passa lá!!

PS: 2 cenas pós-créditos que merecem ser vistas...
FOCA
FOCA

31 seguidores 69 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 31 de agosto de 2014
A Marvel tem feito um bom trabalho na construção de todo seu universo para o cinema, e apesar de as vezes não apresentar um bom filme(Homem de Ferro 3, Thor 2) pelo menos diverte.
Capitão America sai um pouco na frente do que os últimos deste universo, com um enredo melhor trabalhado, apesar de ser previsível, é bem levado pelos diretores, com bastante ação, boas lutas e ótimos efeitos especias.
A construção dos inimigos é bem feita, e existe um cuidado para que tudo se encaixe, ainda mais fazendo referência a tantos personagens dos quadrinhos. Mas mesmo assim não tem nada inovador, e o pior, o Capitão America sozinho não se basta, é preciso chamar a Viúva Negra e Nick Fury para dar sustentação ao filme. Capitão America 2 - O Soldado Invernal diverte bastante e cumpre seu papel, mas igual aos próprios poderes do protagonista não é tão foda assim. ;D
Lucas R.
Lucas R.

15 seguidores 51 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 11 de abril de 2014
Filme de espionagem bacana, com bom uso de CGI e bem interpretato. Melhor filme da Fase 2 da Marvel.
João Paulo B.
João Paulo B.

13 seguidores 9 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 14 de abril de 2014
CAPITÃO AMÉRICA - O SOLDADO INVERNAL

Depois de um início desconfiado no universo Marvel de cinema e uma boa retomada em Os Vingadores, além claro da divertida aparição surpresa em Thor, O Mundo Sombrio, está de volta o patriota Capitão Steve Rogers (Chris Evans, cada vez mais convincente), hoje um respeitado ícone americano, com sua história exposta em um museu repleto de visitantes orgulhosos.
Sua ocupação atual é como um integrante ativo da SHIELD, envolvido diretamente em operações de espionagem e segurança nacional. Parceiro de Natasha Romanov (a ótima Scarlett Johansson) ou Viúva Negra, e líder de um esquadrão destacado, trabalha a comando de Nick Fury (Samuel L Jackson) cumprindo diversas missões. Entre uma missão e outra está Natasha tentando arrumar uma namorada para Steve, dando dicas sobre as funcionárias que gostam dele.
Ainda se adaptando ao mundo atual, guarda consigo uma lista de coisas que perdeu nos últimos 70 anos. Mal consegue disfarçar suas habilidades, nem mesmo quando se exercita, correndo pelas ruas de Washington. É numa dessas corridas que conhece um ex-combatente da Força Aérea, personagem de Antony Mackie, que mais tarde se tornará o Falcão, seu parceiro de batalhas, o qual aliás protagoniza várias das cenas mais divertidas do longa, e são muitas por sinal.
Seguindo uma linha muito semelhante a de Robocop, Tropa e etc, entra no seguimento da espionagem e insere Rogers numa trama em que a sucessão de acontecimentos o leva a crer que não pode confiar em ninguém, nem mesmo nos companheiros de trabalho.
Após uma missão de resgate bem cumprida, mas atrapalhada pela Viúva Negra, que tinha uma missão particular, Rogers passa a ter a certeza de que trabalha às cegas, sem saber de tudo o que precisa e que seus conceitos militares de união e objetivos claros e comuns estão ultrapassados.
O elevado nível de tecnologia que toma conta das operações deixa de lado valores prezados no passado pelo Capitão, o que lhe causa um enorme desconforto.
Ao confrontar Fury, é apresentado a um projeto secreto de segurança e percebe que sabe ainda menos do que imaginava.
Tudo piora quando um misterioso e poderoso inimigo comanda um atentado contra Fury e compromete toda a agência. Ao enfrentá-lo, Rogers descobre que o chamado Soldado Invernal na verdade representa uma importante ligação com seu passado, e é apenas uma parte de algo muito maior tramado contra o mundo.
Talvez começa aí o defeito no roteiro. A insistente campanha de divulgação e o próprio roteiro do filme trabalham duro pra manter o segredo sobre a identidade do vilão misterioso. Porém bastava ser iniciado nas histórias do Capitão ou um pouco de curiosidade pra saber essa resposta.
Ainda assim, o objetivo foi até foi bem cumprido pois era notória a surpresa de uns tantos no cinema diante da revelacão.
E essa resposta, creio eu, acaba deixando o final previsível. Escolher o Soldado Invernal como vilão pode não ter sido o melhor tiro, mas não rouba a qualidade do filme, e sua presença é certa nas melhores sequências.
Cheio de ação, bem mais que o primeiro, é valorizado pela montagem ágil, muitas capotagens, batidas entre veículos, armas de primeiro mundo, enfim, super explosivo, e ainda repleto de lutas bem coreografadas, onde os personagens saem mesmo no braço. Não lembro de um herói que brigou tanto nas telas como o incansável Capitão.
Pra quem gosta desse tipo de ação, é um prato quase transbordando.
No aspecto ação é provavelmente o melhor filme da Marvel.
Os efeitos são de primeira linha. Se você gostou do aeroporta-aviões em Os Vingadores, vai se impressionar com o que vai acontecer nesse filme.
A presença de Robert Redford como Alexander Pierce, o chefe da SHIELD é interessante, mas também transmite previsibilidade, assim como a de uma agente interpretada por Emily VanCamp, da série Revenge, que parece mais estar no filme a passeio, porém, segundo os quadrinhos, pode ter um futuro promissor.
A jogada no roteiro para trazer de volta os personagens do primeiro filme é bem interessante, com destaque para Peggy Carter, num excelente trabalho de maquiagem, e o chato Dr. Zola, ajudante do Caveira Vermelha.
Stan Lee, o amado velhinho criador da maioria dos personagens, é claro, aparece de novo numa divertida e criativa situação.
O 3D só funciona nas sequências iniciais e finais, sendo bastante dispensável no miolo do enredo. As cenas de voo do Falcão são o que há de melhor nesse formato. Cabe ressaltar que sua primeira aparição com o traje de voo é muito bacana e arranca até uns aplausos da platéia empolgada, bem como as proezas da espiã Romanov.
Apesar dessas observações sobre o inimigo e sua influência no roteiro, o filme é muito inteligente e eleva ainda mais o patamar dos estúdios Marvel. Trama bem bolada, bem escrita, exige atenção do espectador pra não perder o fio da meada e reforça ainda mais o que tem sido explorado na política militar americana, em que muita tecnologia tem subjugado valores e princípios que acabam sobrando apenas ao soldado defender, como sacrifício, honra e até mesmo amizade.
E é esse o papel do Capitão no filme, o qual desenvolve de forma exemplar, com a ajuda indispensável da Viúva e do Falcão (Mackie).
Como sempre, a cada filme da Marvel, na sua brilhante de idéia de conectar os heróis através de seus filmes, saímos da sala ainda mais ansiosos e certos de que muita coisa boa ainda está por vir. A sequência de desfecho mostra que a saga pessoal do Capitão ainda continua, ao lado do novo amigo.
Espere as duas cenas extras, pois deixam um gosto bom da continuação de Os Vingadores e nos apresentam dois novos heróis que já tem sido vistos nas filmagens.
Vale muito a pena conferir
Pedro A.
Pedro A.

24 seguidores 61 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 23 de agosto de 2014
O filme e bem legal com cenas de ação bem coreografadas,bom o filme tem enredo pós vingadores,tendo que se acostumar a seu problemas vão aparecendo e as revelações também,[spoiler]a hidra vai crescendo de baixo do nariz da shild. cenas bem divertdas e com otimo roteiro e direção dos irmãos russo.
Elias N.
Elias N.

13 seguidores 25 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 11 de abril de 2014
Sem dúvidas um dos melhores filmes de heróis de todos os tempos,com histórias bem tramadas,com ação eletrizante do início ao fim, com coreografias de lutas muito bem feitas e um fiel mais sério do que outros da mesmo estúdio. Alem disso, deixa grandes lacunas em aberto para o futuro dos vingadores como do próprio ndo...
Ricardo A.
Ricardo A.

45 seguidores 6 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 28 de maio de 2014
Filme redondinho cheio de ação e pitadas de espionagem. Missão Impossível fica possível perto desse. E a viúva negra fazendo chapinha na casa do Falcão?! Me digam.
Roberto O.
Roberto O.

26 seguidores 59 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 29 de abril de 2014
Nova aventura solo do herói, um thriller de espionagem, reflete a América atual.
Capitão América – O Primeiro Vingador (2011), dirigido por Joe Johnston, contou uma das mais belas histórias de origem dos últimos anos no sub-gênero que se convencionou chamar de “filme de super-herói”. A fábula do jovem franzino que, durante a 2ª Guerra Mundial, queria a todo custo servir ao seu país e acaba ganhando sua oportunidade no Exército por meio de um experimento científico, foi contada com alma, em um irresistível clima de nostalgia que nos cativou, e nos fisgou por conta da inocência e idealismo autênticos do herói. Igualmente acertada foi a escolha de incluir na narrativa, por meio da metalinguagem, campanhas publicitárias que remetem à ridicularização pela qual o personagem foi submetido no decorrer das últimas décadas, em virtude do termo cada vez mais pejorativo com que tem sido utilizada a palavra “patriotismo”, cuja depreciação só tem aumentado, principalmente na América da era Bush, que tingiu a imagem do país de forma desastrosa, só recentemente suavizada, aos poucos, graças aos esforços do governo de Barak Obama que, por sua vez, também tem suas polêmicas, mais voltadas para a questão da espionagem internacional, assunto em evidência na política externa atual, e um dos principais temas de Capitão América 2 – O Soldado Invernal, o mais novo filme solo do herói.
Ao final do primeiro longa, Steve Rogers (Chris Evans) se vê completamente desorientado ao começar a perceber que sua pátria, quase 70 anos depois da época em que viveu, já não é mais a “terra das oportunidades” (se é que um dia foi). Após o período em que ajudou a salvar o planeta, visto em Os Vingadores (2012), presenciamos, neste seu segundo filme solo, o supersoldado (quase) inteiramente adaptado ao mundo moderno, atuando como agente da S.H.I.E.L.D., a divisão do governo dos EUA – sob o comando de Nick Fury (o onipresente Samuel L. Jackson) – dedicada à missões especiais, órgão também responsável pela criação do supergrupo de heróis acima citado. Mas começam a surgir dúvidas e incertezas na mente do Capitão Rogers diante das missões para as quais ele está sendo convocado, que vão despertando no soldado idealista uma atitude até então inimaginável, o questionamento a seus superiores. É quando... ops, revelar mais do que isso poderia comprometer o prazer de assistir a uma trama repleta de suspense, conspirações, disfarces, traições, reviravoltas e revelações, que tornam este filme o mais novo remanescente do gênero “espionagem”, tão em voga no cinema americano nos anos 70 – em plena época da guerra fria – e apreciado também pelas novas gerações por meio de franquias de sucesso como “Missão Impossível” e a série “Bourne”. Não faltou aqui nem a tão famosa frase: “Não confie em ninguém!”
O roteiro, inteligentemente escrito pela mesma dupla do primeiro filme, Christopher Markus e Stephen McFeely, consegue refletir no protagonista, sem soar piegas, o papel do cidadão que acredita incondicionalmente na liberdade, na democracia, no Estado livre, o que comprova a capacidade que o cinema tem de melhorar (ou até reverter) a imagem de qualquer personagem de ficção, por mais estigmatizado que estivesse, bastando para isso uma boa história, e é exatamente o que encontramos aqui. Steve Rogers não é um cidadão qualquer, e os recursos e habilidades dos quais dispõe lhe permitem mais do que contestar, lhe dão a oportunidade para agir, em nome dos ideais em que acredita. E a ação, não apenas do herói, mas também do longa, forma no decorrer da projeção um irresistível efeito dominó, articulado justamente por conta da complexidade das situações que vão se sobrepondo, culminando em um ensurdecedor e visceral espetáculo visual, proporcionado principalmente pelo vilão citado no subtítulo do filme que se mostra um desafio físico à altura do Capitão, que por sua vez esbanja habilidade ao fazer uso de seu escudo, coberto pelas cores da bandeira dos EUA, assim como seu uniforme. Contudo, se você achar que o mistério no qual o Soldado Invernal está envolto é de fácil solução, deduzível já na primeira metade do filme, saiba que muitas pistas e surpresas lhe aguardam até o final, com revelações cujas repercussões serão vistas nos próximos filmes da franquia Marvel no cinema. É o momento propício para lembrar também acerca das já tradicionais cenas pós-créditos, aqui são duas. Não saia do cinema sem vê-las.
O elenco, composto por rostos já tão familiares desde o primeiro Homem de Ferro (2008), colabora muito para o nosso envolvimento e preocupação com o destino dos personagens. O papel de Nick Fury desta vez exige uma intensidade muito maior por parte de Samuel L. Jackson, que o faz com seu habitual talento, propiciando com isso a sua mais decisiva participação na franquia até agora. Scarlett Johansson, em sua terceira aparição como a Viúva Negra, ganha mais espaço e deixa claro seu “estilo”, bem diferente do adotado por seu parceiro de missões, de escudo em punho, vivido com naturalidade por Chris Evans. Anthony Mackie no papel de Sam Wilson, também conhecido como Falcão, é outra interessante adição ao time do Capitão. E a ilustre presença do veterano Robert Redford – que protagonizou, entre tantos longas icônicos, um marcante filme de investigação jornalística, Todos Os Homens do Presidente, em 1976, sobre o caso real do escândalo de Watergate – só engrandece esta obra baseada em um super-herói dos quadrinhos, mas tão bem calcada na realidade que acompanhamos cotidianamente nos noticiários internacionais.
Os diretores, os irmãos Anthony e Joe Russo já realizaram várias séries de humor (?!) para a TV americana e, no cinema, algumas comédias, entre elas Dois É Bom, Três É Demais (2006) com Owen Wilson. Um currículo assim poderia assustar... mas os “Russo brothers” acertaram a mão, e mantiveram o mesmo padrão de narrativa (e de qualidade) dos demais filmes da Marvel Studios, distribuindo o humor sutilmente em doses certas, sem comprometer o tom sério da trama.
Capitão América 2 – O Soldado Invernal, portanto, é um filme onde máscaras caem e novos rumos são tomados, elevando surpreendentemente o nível dos “filmes de super-heróis”. Neste sensacional thriller de espionagem, a América atual se vê refletida, enquanto todo o restante do mundo constata o quanto é difícil ser patriota naquele país... por mais idealista que se queira ser...
Guilherme M.
Guilherme M.

26 seguidores 11 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 13 de abril de 2014
Capitão América 2 – O Soldado Invernal não é somente muito mais consistente que seu antecessor, como também conseguiu agregar o melhor da Marvel – é o auge de um estúdio criado exclusivamente para adaptar os maiores personagens em quadrinhos do passado, presente e futuro.

O roteiro de O Soldado Invernal escrito pela dupla Christopher Markus e Stephen McFeely trata de conspirações pertinentes na era da tecnologia e todo aparato com o qual o mundo atual encontra-se refém. Ação, diálogos rasos e pontuais, humor e um pouco de drama, transformam o filme em uma saga épica, e sem a necessidade de diversos personagens em tela para agradar.

Muitos desses detalhes trabalhados também podem e devem ser creditados para a dupla responsável pela condução do longa – os irmãos Joe e Anthony Russo, que apesar da experiência mínima com filmes de tamanho porte, mostraram-se à vontade e familiarizados com a proposta da Casa das Ideias, abraçando os contextos e dualidades de Steve Rogers (Chris Evans), Natasha Romanoff (Scarlett Johansson), Nick Fury (Samuel L. Jackson) e cia.

Chris Evans inclusive, aparece em tela muito mais à vontade no papel que em O Primeiro Vingador – duramente criticado na época de sua contratação. Evans mostra se não um ator excepcional, que ao menos o escudo e uniforme foram muito bem entregues. Outro nome a ser motivo de agrado aos espectadores é a presença maior de Scarlett Johansson. Além dos já conhecidos, Capitão América 2 – O Soldado Invernal traz as adições do bom Anthony Mackie, do veterano e sempre competente Robert Redford, e da estrela da TV Emily VanCamp.

Entre novos e velhos conhecidos, Capitão América 2 – O Soldado Invernal investe pesado nos elementos mais comuns para agradar ao público sem perder a qualidade conquistada em filmes anteriores do estúdio – Talvez, a maior ressalva em relação ao filme seja o fato da sua conversão ao 3D. Visando maior lucro, o estúdio fez presente cópias na terceira dimensão em diversas salas, algo que não agregada absolutamente nada na produção, mas que acaba custando caro para quem quer apenas assistir ao filme.

Capitão América 2 – O Soldado Invernal é a síntese da fase 2 da Marvel nos cinemas, que respira novos ares e apresenta todo o seu poderio para sacramentar de uma vez por todas uma nova tendência nos cinemas. Com planos para filmes até 2021, fica difícil prever qual será o melhor projeto a ganhar vida, mas a nova aventura do Capitão já indica que a Marvel leva a sério sua criação.
Leandro A.
Leandro A.

21 seguidores 65 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 28 de abril de 2014
Muito bom cheia de ação muita diversão ,que mistura ação e humor .Um 3D excelente . Viúva negra , capitão américa e falcão um trio muito foda . melhor filme da marvel ,nunca pensei em supera os vingadores , muito parabéns que venha uma sequência melhor ainda . spoiler:
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