Média
3,4
publicações
-
A Tarde
-
Cinema com Rapadura
-
O Globo
-
Omelete
-
Screen International
-
The Hollywood Reporter
-
Variety
-
Cineplayers
-
CineClick
-
Cinema em Cena
-
Cineweb
-
Preview
-
Rolling Stone
-
Folha de São Paulo
Cada revista ou jornal tem seu próprio sistema de avaliação, que será adaptado ao sistema AdoroCinema, de 0.5 a 5 estrelas.
- As últimas críticas do AdoroCinema
- Melhores filmes
- Melhores filmes de acordo a imprensa
A Tarde
Seu filme é uma obra de percurso, que não é aqui geográfico como "Viajo Porque Preciso" (...), mas existencial e “demasiadamente humano”, com a nobreza de deixar que cada um interprete de forma íntima o instigante e reticente final.
Cinema com Rapadura
A trama possui o mesmo ritmo cadenciado e doloroso da canção. Como de hábito em seus trabalhos, Aïnouz despe seus personagens em todos os sentidos.
O Globo
O destaque destinado ao som ambiente sublinha que o movimento do mundo segue inalterado diante do sofrimento individual. [...] À medida que a projeção avança, os sons se tornam menos frenéticos. [...] Daí para frente, porém, “O abismo prateado” não se mantém tão instigante.
Omelete
É raro ver um jogo de duplos como esse, num cinema nacional que se acostumou a priorizar jornadas individuais. Aqui, porém, é essa duplicidade, a capacidade de entender no outro seus próprios dilemas, que puxa Violeta do abismo que é o horizonte de luzes de lantejoula dos carros e dos postes na rua
Screen International
[Karim Ainouz] leva o espectador - e sua personagem - em uma viagem através de sua cidade natal, o Rio de Janeiro, encontrando uma maneira muito original, nada didática de mostrar como o macho da espécie desrespeita a fêmea.
The Hollywood Reporter
Karim Ainouz constrói um filme triste e sensual em que pouca coisa acontece, e durante alguns momentos, nada é dito. Mas a textura emocional da história é tão rica quanto a maravilhosa cadência visual.
Variety
Guiado pelas texturas da cidade, este filme muito empático leva o espectador a uma jornada de 24h que, como as ondas da praia de Copacabana, tem idas e vindas, até o tempo se calmar. Embora os filmes de Ainouz tenham estilos variados, eles sempre mostram um respeito pelo protagonista que marca o tom e a forma.
Cineplayers
É na abstração que o filme conquista: na relação entre dependência e independência, de necessidade, de introspecção, de não saber o que é “ser no mundo” quando mal se sabe o que “ser para si”.
CineClick
"O Abismo Prateado" sobressai graças ao talento de Alessandra Negrini, expressaando o impacto avassalador da perda afetiva em sua vida, e do diretor Karim Aïnouz, captando esses momentos com grande habilidade e delicadeza.
Cinema em Cena
"O Abismo Prateado" consegue se estabelecer como um exemplar raro de um filme cujo diretor toma todas as decisões corretas e que, mesmo assim, falha em função da própria premissa limitante. Não se trata de um fracasso, portanto, mas de um tropeço digno de admiração.
Cineweb
Alessandra Negrini abraça o projeto do diretor, expressando com seu rosto e seu corpo sempre em primeiro plano as emoções desencontradas de sua personagem, no auge da crise.
Preview
O diretor Karim Aïnouz faz um filme de raras palavras e emoção pulsante, que tem o ponto alto no encontro da protagonista com uma menina e seu pai [...] à beira da praia.
Rolling Stone
Enquanto foca exclusivamente na dor de Violeta, a obra convence e traz uma interpretação arrebatadora de Alessandra. As coisas só ficam desinteressantes quando outros personagens aparecem para injetar alguma ordem no caos.
Folha de São Paulo
Embora desse terceiro estágio o filme retire alguns bons momentos [...], e Violeta, alguns ensinamentos [...], o fato é que não reencontra mais sua força inicial. Exceto, talvez, no plano final, em que a mulher parece ter, enfim, cumprido sua jornada de dor.