Trash - A Esperança Vem do Lixo: Críticas - Página 2
Trash - A Esperança Vem do Lixo
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Um visitante
2,5
Enviada em 17 de abril de 2015
Tirando a parte em que o cinema nacional é taxado como inválido mais uma vez,com histórias repetidas,tentando mostrar algo descriminador,ou algo parecido.O filme é legal.Mesmo não tendo uma super atuação da dupla,Wagner Moura e Selton Mello.
Tentei ver ate o final ,não consegui,logo de cara Wagner moura morre ,ja liga o alerta ,ai vira uma bagunça mal da para entender ,filme ruim com atuações ruins ,,,,,NÃO RECOMENDO A NINGUÉM
Quando Stephen Daudry se envolveu com a adaptação do livro Trash, de Andy Mulligan, a obra se passava num “país fictício e subdesenvolvido”. Entretanto, devido a relação do cineasta inglês com Fernando Meireles, Daudry optou por escolher o Brasil como locação para a história de Rafael, Gardo e Rato que, depois de encontrarem uma carteira recheada de dinheiro e alguns objetos, passam a ser perseguidos pela polícia e vindo a descobrir que a carteira pertence a um sujeito cuja fuga levou-o a esconder uma fortuna sabe-se lá aonde.
Iniciando seu filme com uma cena crucial extraída de um determinado ponto da narrativa, Daudry e o roteirista Richard Curtis (e seu colaborador Felipe Braga) voltam no tempo para contar a partir de flashbacks e vídeos-depoimentos (que comentam a trama) a história de José Angelo (Wagner Moura), mostrando-o se livrando da carteira porém sem conseguir fugir da polícia. E percebam como é particularmente eficiente que Stephen Daudry e o seu diretor de fotografia Adriano Goldman utilizam-se da entrada das viaturas policiais no lixão para poder apresentar aquele cenário ao espectador, não demorando muito para identificarmos Rafael e Gardo (Rickson Tevez e Eduardo Luis) entre os entulhos e vê-los finalmente descobrindo o tal objeto perdido... (LEIA O RESTANTE DO TEXTO NO LINK ABAIXO!)
Acho que fui ao cinema sem pretenções de ver um grande filme. Mas o filme é surpreendente. Não foca na desgraça do Brasil, mas na história. Tem as conexões bem feitas e o elenco bem legal.
Assisti ontem Trash - A esperança vem do lixo. Que thriller emocionante! É filme que faz o seu cérebro trabalhar! É um ótimo filme brasileiro/britânico que faz cair um pouco o preconceito de que todo filme brasileiro é ruim. É a história de a história de Rafael, Gardo e Rato, três meninos que se veem em meio a enigmas e perseguições depois de encontrar uma carteira no lixão em que trabalham. Ótimas atuações de Wagner Moura e Selton Mello. O filme não tem muitos clichês e mantém o suspense até o final. Pena que não deverá ser muito valorizado... 5 ESTRELAS! [:
Não chega a ser o filme do ano, mas o filme é bom, não sei se o audio estava mal mixado ou foi o cinema que eu fui que estava com o audio desbalanceado, Selton Mello já fala baixo pra caramba e ainda o audio desequilibrado entre som ambiente e voz, ferrou, não entendia uma palavra do que era dito no filme. O filme é legal, vale a pena.
'Trash - A Esperança Vem do Lixo' é um filme que todos aqueles que acompanham o cinema nacional provavelmente irão ver por simplesmente os dois melhores artistas do nosso cinema na atualidade estarem juntos nele, Wagner Moura e Selton Mello. Apesar de não ganharem tanto destaque, eles mostram que o Brasil pode formar bons atores no cinema. O filme aborda um tema recorrente em nosso cotidiano: a corrupção. Três jovens que vivem em um lixão, Raphael (Rickson Tevez), Gardo (Eduardo Luis) e Rato (Gabriel Weinstein) acham uma carteira cheia de dinheiro e um mistério para ser solucionado, deixado por José Ângelo (Wagner Moura). No seu ritmo frenético, a trama se desenrola na caça da polícia atrás das informações contidas na carteira e na perseguição da mulecada em busca da verdade por trás dos enigmas, sendo perseguidos pela mesma polícia no comando de Frederico (Selton Mello). Essa é a história. Envolvente, baseada em um livro escrito por Andy Mulligan. O filme é de uma qualidade impressionante e quase todo em português (apesar de não ser uma obra totalmente brasileira). Você não vê um filme nacional em sua frente, mas um filme com a qualidade de Hollywood (apesar de não ser americano) e o talento, que muitas vezes é ofuscado, dos ótimos atores brasileiros. A fotografia é muito boa e a direção de arte consegue adentrar a alma do lixão retratado na película. Os três protagonistas (que nunca foram atores na vida) parecem estar a anos no ramo da interpretação, mandando muito bem. Wagner Moura e Selton Mello mostram porque são os melhores e as atuações "estrangeiras" também não deixam a desejar, destacando-se o bom e velho Martin Sheen e Rooney Mara. O roteiro apesar de conter falhas, cumpre seu papel muito bem e não compromete. A trilha sonora é bem desenvolvida. Com cenas divertidas e cativantes, o universo dos três meninos te prende na frente da tela e consegue te passar uma mensagem mais do que importante: não importa em que situação você esteja e de onde você veio, o importante é fazer o certo. Eu gostei da iniciativa do bom diretor Stephen Daldry de além de mostrar como nosso país tem muita corrupção, porém tem o outro lado da moeda, a honestidade. Gostei mais ainda pois ele viu que aqui tem muito talento para a sétima arte, só falta qualidade na produção dos longas. É importante perceber que esse filme mostra que não são os nossos atores, atrizes e roteiristas que são ruins e fora de moda, são nossos realizadores que sempre buscam fazer um filme cheio de clichês e sem cultura e mensagem nenhuma para passar, apesar de existir exceções. Além de uma crítica ao sistema e ao governo do nosso país, Daldry critica, mesmo que indiretamente, a forma de se fazer cinema no Brasil, quase que falando: "Aqui tem talento ! Acordem e façam filmes bons para bons atores poderem ganhar o reconhecimento que merecem." Falta mais Daldrys, Raphaéis, Gardos e Ratos no Brasil. Ainda ouso a dizer que essa é a melhor produção que o Brasil já teve envolvido no cinema em toda a sua história. Espero que no futuro não precisem vir cineastas ingleses (ou de qualquer outra parte do mundo) para fazer um filme dessa qualidade em nossa e sobre a nossa pátria amada.
Filme muito bom, difícil é acreditar que os três meninos nunca haviam filmado. Sinceramente, eles roubam a cena do início ao fim, mostrando a realidade dos lixões do RJ e do mundo, eles fazem até a realização dos sonhos daqueles que lá estão que é ver muito, muito dinheiro... Enfim um dos melhores filmes já feitos com meninos e pessoas sem experiência, que gera um resultado surpreendente, Há sim não posso me esquecer de comentar que nesse filme a participação do Wagner e do Selton é muito apagada, mesmo assim o Wagner se destaca, já Selton... Façam vocês a avaliação dele.
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