Horizonte Profundo - Desastre no Golfo
Média
4,1
488 notas

36 Críticas do usuário

5
4 críticas
4
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Carlos Castro
Carlos Castro

989 seguidores 343 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 7 de setembro de 2018
Mais do que eficiente em reproduzir com detalhes a tragédia e falha ao não estabelecer o tom dramático que as relações familiares do primeiro ato sugeriam e não desenvolve uma outra relação de amizade, necessária para que o clímax emocionasse o que pretendia.
Marco G.
Marco G.

540 seguidores 244 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 19 de novembro de 2016
Fiime muito bem feito, embora o roteiro seja simples trata de reproduzir com detalhes o desastre do golfo
Dagoberto M.
Dagoberto M.

262 seguidores 202 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 28 de agosto de 2017
Num primeiro momento as cenas se confundem demais, após a explosão parece que piora, mas perante a situação acho que não dá pra fazer melhor.
Davison P.
Davison P.

167 seguidores 132 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 30 de dezembro de 2016
DeepWater Horizon - Horizonte Profundo Desastre No Golfo

O filme conta a história real do desastre de uma plataforma petrolífera americana, o maior desastre petrolífero da história dos EUA, em 10 de abril de 2010, onde morreram 11 trabalhadores e deixaram muitos feriados, por ganância de investidores em buscar petróleo, infringindo regras e cuidados obrigatórios para preservar a vida de trabalhadores.
Mike Williams (Mark Wahlberg) é engenheiro e mecânico da DeepWater Horizon e embarca numa temporada de serviço, deixando esposa e filha em casa, chegando na plataforma verifica que tem muitos defeitos em quase todas a áreas e precisa verificar um teste de bloco de cimento, antes que desça para o fundo, ao tentar averiguar descobre que o investidor da plataforma Vidrine (John Malkovich) autorizou a implantação do bloco precocemente sem ter passado no teste e ter secado corretamente, Jimmy Harrel (Kurt Russell) que é chefe de segurança e encarregado das últimas ordens não gosta nada disso e vai tirar satisfação, mas nota que Vidrine não está nenhum um pouco interessado em segurança e quer agilidade para poderem retirar o petróleo, após alguns dias de manutenção constante, eles testam os tubos e verificam a pressão, Jimmy alerta que por não ter tido nada de pressão nos tubos e o resultado não ter batido com os das brocas, isso pode ser perigoso, mas Vidrine convence todos que esses testes são falhos pois não havia pingado nada de lama, portanto a plataforma estaria pronta para retirar petróleo, Jimmy autoriza o início, mas alguns minutos depois várias explosões de lama e gases fazem com a plataforma seja destruída e seus ocupantes tem de achar uma maneira rápida e segura para sair. Bom galera detalhei bem pois é uma história real, onde já sabemos seu final, mas o que vale mesmo nessa homenagem as vítimas dessa tragédia é o que os atores fazem em cena, achei muito sensacional e confesso que chorei de soluçar neste filme, Kurt Russell espetacular no seu papel como Mark Wahlberg que ganha um papel importante em sua carreira menos egocêntrico e mais emocionante, gostei muito mesmo de sua atuação, destaco também dois personagens paralelos, mas muito importantes, Gina Rodriguez que interpreta Andreia Fleytas uma controladora de segurança e Dylan O'Breian que interpreta Calleb Hollaway o responsável pelo setor de perfuração, esses dois trazem muita emoção para o filme que é ótimo. Recomendo Galera.
Gabriella Tomasi
Gabriella Tomasi

128 seguidores 106 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 18 de novembro de 2016
(...)Eficaz como uma autêntica reconstituição dos horrores desse desastre, Horizonte Profundo ainda falha ao se prender em fórmulas genéricas na sua dramatização.
Renan S.
Renan S.

112 seguidores 124 críticas Seguir usuário

2,0
Enviada em 11 de novembro de 2016
O filme chega mais de seis anos após o trágico evento no qual é baseado, mostrando como, provavelmente, tal acontecimento não se fixou na memória de muita gente. Acontece que o filme também pouco interesse tem nesse impacto, e surge como uma proposta de elevar parte dos trabalhadores da plataforma ao patamar de heróis. A relação de como eles, na verdade, são mais vítimas do que heróis, com o fato do evento não ser algo tão difundido, revela como, por conta de seu ponto de vista, o filme falha para com a própria história que conta.
F. V. Fraga
F. V. Fraga

108 seguidores 64 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 28 de outubro de 2016
[[[Parág.]]] Depois de dirigir filmes inconsistentes como ‘Hancock’ (2008) e ‘Battleship - A Batalha dos Mares’ (2012) Peter Berg surpreendeu com o filme ‘O Grande Herói’ (Lone Survivor, 2013), que também trazia Mark Wahlberg no elenco, mas que foi assistido por um público restrito, devido a distribuição limitada. Além de uma direção competente, eficaz em estabelecer uma atmosfera que emergia o espectador em um tiroteio no Afeganistão, onde soldados tiveram que sobreviver a uma missão malsucedida, os demais aspectos técnicos, como a edição de cenas e a edição de som, faziam com que o público praticamente sentisse a dor dos personagens, favorecendo as atuações do elenco americano. O defeito de ‘O Grande Herói’ estava na narrativa unilateral, que retratava o conflito, utilizando a já conhecida forma ufanista hollywoodiana, onde o ponto de vista dos combatentes árabes estava quase totalmente ignorado ou estereotipado, colocando os norte-americanos como as únicas vítimas e heróis da história.

[[[Parág.]]] À sua maneira ‘Horizonte Profundo - Desastre no Golfo’ (‘Deepwater Horizon’, 2016), lembra muito ‘Lone Survivor’, pois as cenas que retratam o acidente da plataforma Deepwater Horizon são visualmente impressionantes e tecnicamente bem-feitas, mas pecam em seu enredo, que perde a conexão emocional do público com seus personagens, durante a narrativa e por retratar os fatos reais de forma muito superficial. O roteiro aborda somente os acontecimentos brevemente anteriores e posteriores à explosão, favorecendo a ação, em detrimento do potencial de drama humano das vítimas. Apesar de o filme garantir alguns momentos de “entretenimento” que satisfazem nosso gosto mórbido de vivenciar desastres, as reportagens e documentários televisivos que foram produzidos sobre o incidente trazem muito mais detalhes, realmente importantes, principalmente sobre as consequências ambientais, e na vida dos sobreviventes e familiares das vítimas que sofreram ferimentos graves e fatais. Para quem quiser saber mais sobre as consequências pós-explosão, assista ao episódio da série ‘Mega Desastres’ do canal National Geographic ou a reportagem-documentário da TV norte-americana PBS.

[[[Parág.]]] O elenco foi satisfatoriamente escalado. Mark Wahlberg é convincente como um simples trabalhador, mas com imposição em tela e com o carisma de um “herói de ação”, ainda que não tenha o melhor desempenho em cenas dramáticas. Kurt Russell como o trabalhador técnico, em conflito com o administrador John Malkovich, também formam uma dupla que funciona bem quando aparecem juntos. Dylan O'Brien, Kate Hudson, Gina Rodriguez acrescentam qualidade aos personagens coadjuvantes, mas estão subaproveitados.

[[[Parág.]]] Os primeiros minutos do longa-metragem, que nos mostram a interação dos personagens, são os trechos mais interessantes do enredo ao desenvolver os diálogos entre eles. O personagem principal Mike Williams (interpretado por Mark Wahlberg), em seu ambiente doméstico com a filha e que tem que se comunicar com a esposa (Kate Hudson) por vídeo chamada, quando está no trabalho. O chefe da segurança Jimmy Harrell (Kurt Russell), que tem que executar testes de prevenção de acidentes e lidar com a pressa do executivo Donald Vidrine (John Malkovich), que quer compensar o atraso na extração do petróleo. As conversas triviais entre os funcionários, assim como as rotinas técnicas que são realizadas pelas equipes de perfuração da plataforma, conseguem despertar o interesse do público no primeiro ato do roteiro, mas não mantém o mesmo envolvimento nos segundo e terceiro.

[[[Parág.]]] Entretanto, quando o desastre começa, as cenas das mortes, apesar de serem convincentes e elaboradas, não nos transmitem o peso da tragédia que realmente tiveram. Provavelmente isso acontece por causa da velocidade com que a ação ocorre, pois mesmo que o acidente real tenha se passado em poucas horas, o filme faz parecer que foi ainda mais rápido e não nos dá tempo de refletir e “sentir a dor” de cada óbito. Apesar de sermos avisados no início do filme que se trata de uma história real, só nos lembramos novamente das vítimas reais, nos créditos finais, quando vemos as fotos dos 11 trabalhadores falecidos.

[[[Parág.]]] O cenário, caso não tenha sido filmado em uma plataforma real, é muito convincente em nos transportar para uma instalação marítima de exploração de petróleo. A apresentação do maquinário da empresa com “milhões de partes”, como mencionado por um dos personagens é ameaçador e passa a impressão de que qualquer coisa que aconteça de errado pode matar muitos dos funcionários, o que de fato ocorre. A construção da primeira parte do filme consegue criar tenção e nos fazer esperar pelo momento em que o desastre vai começar. O problema é que quando os acidentes fatais começam, pelo fato de o foco não estar no drama das situações trágicas, assistimos a uma espécie de espetacularização das mortes.

[[[Parág.]]] Inclusive, durante a produção do longa, alguns dos trabalhadores da plataforma criticaram a realização do filme, alegando que ele desonraria a memória das vítimas. Além disso, o longa-metragem de Berg não examina os custos ecológicos e financeiros, do vazamento de petróleo da sonda da British Petroleum no Golfo do México, que foi o maior e mais longo já registrado. Com custos ambientais incalculáveis derramou mais de 5 milhões de litros de petróleo, por quase três meses, desregulando todo o ecossistema marinho e a economia da região. As empresas envolvidas, a Transocean e a Halliburton, além da petrolífera já citada, foram condenadas a pagar bilhões de dólares em multas e indenizações, por causa dos danos causados às famílias das vítimas, ao turismo e a indústria de frutos do mar.

[[[Parág.]]] Ainda que ‘Horizonte Profundo - Desastre no Golfo’ não retrate exatamente um acidente naval, ele pode se encaixar no gênero, pelo fato de o desastre ter ocorrido em alto-mar e a sonda ser uma espécie de navio. Em comparação, o longa é tecnicamente superior a outros filmes, como o que estreou neste ano, também baseado em um acidente marítimo real, ‘Horas Decisivas’ (‘The Finest Hours’, 2016), até por que ele teve um orçamento maior. A diferença de tom narrativo entre os dois, está no fato de que enquanto ‘Deepwater Horizon’ é um thriller de ação sobre um acidente em si, ‘The Finest Hours’ é um drama sobre um resgate praticamente impossível de ser realizado. O primeiro é inegavelmente uma experiência de cinema com maior qualidade e mais compensatória como entretenimento, mas por tentar se afastar demais do fator humano e por optar por não discutir as consequências ambientais e econômicas, acaba se tornando uma forma um tanto bizarra de se abordar uma tragédia que ainda tem consequências negativas severas na vida de muita gente e para o meio-ambiente.

#FÃCULT
#FanCult
#PipocadePimenta
#FVFraga
Jake D.
Jake D.

101 seguidores 109 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 15 de novembro de 2016
Horizonte Profundo: Desastre no Golfo... o novo filme de Peter Berg com o Mark Wahlberg no elenco, conta uma história real, se passando no Golfo do México, na plataforma de perfuração marítima Deepwater Horizon. E diante de um dos piores vazamentos de petróleo na história dos EUA, Mike Williams (Mark Wahlberg) e os demais trabalhadores embarcados lutam para escapar com vida do terrível acidente. O Peter Berg nunca foi um grande diretor, ele dirigiu filmes como Battleship e O Grande Herói, mas aqui ele faz um trabalho extremamente competente dentro do que se propõe, ele sabe dirigir muito bem seus atores, mas ainda assim, não consegue passar aquela fluidez nas cenas de ação, mesmo a edição sendo bastante funcional. O roteiro conta com bons diálogos entre os personagens, além de focar somente na história sem nenhuma subtrama desnecessária, o que é muito bom. O problema mesmo são os clichês, o filme sofre com vários clichês que outros filmes do gênero já usaram também, mas ainda assim, não quebra sua experiência. O Mark Wahlberg está muito bem, ele faz o protagonista e consegue transmitir todas as emoções possíveis que o personagem precisa transmitir. O Kurt Russell, a Kate Hudson e o Dylan O'Brien também estão ótimos, mas o John Malkovich é sem dúvidas o mais talentoso de todos, sendo o personagem mais próximo de um vilão. Na parte técnica, os efeitos funcionam muito bem, acompanhados de uma belíssima cinematografia e uma ótima trilha sonora. No geral, Horizonte Profundo: Desastre no Golfo, é um filme muito bom, que mesmo sofrendo com alguns clichês, consegue te prender até o final da história. Recomendo!
Matheus Machado
Matheus Machado

39 seguidores 60 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 10 de novembro de 2016
O filme deixa bem claro desde do início que algo de ruim vai acontecer. Inicialmente mostrando alguns personagens principais da trama, Horizonte Profundo sabe construir o seu clima intrigante e receoso desde os primeiros minutos em que os mesmos chegam no Deepwater Horizon. Com isso e alguns frames bem explorados o longa deixa claro aos olhos que algo ruim já está acontecendo sem se preocupar com o "plot twist".
Fernando L.
Fernando L.

29 seguidores 81 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 2 de dezembro de 2016
Um filme cuja história é bastante simples e vc sabe praticamente o que vai acontecer. Não obstante, se consegue uma boa dose de suspense em muitas cenas.
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